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Clássico: ausências confirmadas, palpite para o ataque, estimativa de público e setores disponíveis

O São Paulo tem quatro desfalques confirmados para o clássico diante do Corinthians, no próximo sábado às 21h no Morumbi: Sidão, Jucilei, Araruna e Everton, autor do gol diante do Flamengo, no Maracanã.

 

Desse modo, o Tricolor deve jogar com Jean no gol e Liziero no lugar do primeiro volante. O camisa 1 deu um susto no treino de hoje mas tranquilizou todos em relação a sua presença. O jovem Liziero fez boa dupla com Hudson no Maracanã, com o camisa 25 invertendo a posição no sistema de jogo e deve repetir a formação. A dúvida fica para o lugar de Everton. Pelos treinamentos, Lucas Fernandes deverá jogar no lado esquerdo, com Rojas na direita e Diego Souza no comando de ataque.

 

Alertamos sobre a possibilidade de desfalques neste post. Entretanto o São Paulo terá um reforço que compensará todas as ausências no clássico: a presença e a confiança de seu torcedor no Morumbi. Notícia extra-oficial: mais  de 50 mil ingressos foram vendidos nesta quinta-feira, superando, assim, o maior público do clube neste ano. A expectativa é de mais de 55 mil torcedores apoiando o time nos nossos domínios. Quem sabe na casa dos 60 mil?

 

As chances de vitória são elevadas ao cubo quando o Tricolor joga ao lado do seu torcedor. Por isso, torcedor, ainda há chance de ir ao Morumbi apoiar o time em campo. Conforme informou o São Paulo em sua conta oficial no Twitter, os ingressos restantes só serão vendidos online. Setores ainda disponíveis: Cadeira Laranja Premium, Morumbi Premium, Cadeira Especial Azul, Cadeiras Cativas (somente proprietários) e Camarotes. Reserve o seu aqui.

 

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Seleção nunca venceu uma Copa do Mundo sem ao menos um atleta do São Paulo

A seleção brasileira da Copa de 2018 foi a que menos convocou atletas que jogam no país em toda a sua história: apenas Cássio e Fagner, do SCCP, e Pedro Geromel, do Grêmio estiveram com Tite na Rússia.

 

Além dessa curiosidade, outro fato marca a trajetória da seleção canarinho: todos os títulos tiveram, ao menos, um atleta do São Paulo Futebol Clube. O Tricolor, além do Palmeiras, esteve presente em todas as conquistas do Brasil na história das Copas. Em 2018 nenhum atleta dos clubes foi convocado.

 

Em 1958, primeira conquista do Brasil, o São Paulo tinha Dino Sani, Mauro e De Sordi. Quatro anos depois, Bellini e Jurandir eram jogadores do tricolor no bicampeonato no Chile. No torneio de 1970, Gerson representou o São Paulo e participou do tricampeonato.

 

Na campanha do tetra nos Estados Unidos, o São Paulo estava representado por Zetti, Cafu, Leonardo, Ronaldão, Raí e Muller. Por fim, na Copa de 2002, Felipão convocou Kaká, Belletti e Rogério Ceni, do São Paulo para levantar o que, no momento, foi o último título mundial da seleção.

 

Rodrigo Caio esteve próximo da Copa de 2018 mas foi preterido na reta final.

 

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Supostas camisas de jogo vazadas sugerem distintivo sem as estrelas

Duas imagens que circulam pela internet (camisas de jogo de goleiro e #2 listrada), estão mexendo com o imaginário do torcedor Tricolor. Além de mostrarem um visual mais parecido com o que a Adidas costuma fazer no mercado, as imagens sugerem uma grande novidade: a ausência das estrelas no distintivo.

 

A ausência das estrelas nos uniformes de jogo, se de fato acontecerem, representarão mais uma significativa mudança em relação ao padrão usado nas últimas décadas. O Tricolor primeiramente incorporou as duas estrelas amarelas (recordes mundiais do salto triplo com o Adhemar Ferreira da Silva) no seu uniforme, depois incluiu duas estrelas vermelhas que representam os mundiais de 92 e 93 e, a partir de 2006, adicionou a terceira estrela vermelha, representando o título mundial do ano anterior.

 

Há gente bancando a alteração do escudo nas camisas. Gosto da ideia. Para mim as conquistas deveriam ficar somente na bandeira e na papelaria do clube, e isso não diminui nada a história contada. Neste caso, prefiro um visual clean, que possibilitaria uma melhor percepção do nosso escudo.

 

E você, torcedor?

 

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Com números discretos, a missão de João Rojas é ser decisivo no Tricolor!

João Rojas ainda não foi apresentado no Tricolor, mas treina normalmente com seus companheiros no CT da Barra Funda. O jogador tem causado boa impressão por sua velocidade e inteligência em atuar na posição que era de Marcos Guilherme.

 

Apesar do bom início no Tricolor, os números da carreira do equatoriano não são expressivos. Com 29 anos e 260 jogos oficiais, Rojas possui um scout baixo de gols para um atacante de excelência. Segundo o Wikipédia, são sessenta e oito tentos em dez anos de carreira.

 

Talvez por essa pequena quantidade o jornal mexicano Record tenha classificado sua passagem pelo futebol da América do Norte como discreta demais para um atacante de ponta. ”Rojas nunca conseguiu ser uma figura decisiva’, resumiu o periódico em relação a passagem do jogador pelo Cruz Azul, entre 2013 e 2017. Com a camisa da “La Máquina”, Rojas marcou 25 gols em 138 partidas.

 

Ser decisivo será o grande desafio do equatoriano no São Paulo, clube com mais necessidade de títulos que o celeste mexicano. A favor dele o exemplo de Éverton, atacante, contratado junto ao Flamengo. O atleta também não apresenta um bom score de gols na carreira mas melhorou o sistema ofensivo Tricolor, com participação em nove gols nos onze jogos disputados desde que estreou pelo clube.

 

Vale observar o que o equatoriano fará com a camisa do maior clube do Brasil.

 

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Lugano: “estilo de Neymar não é bem aceito no futebol internacional”

Diego Lugano, dirigente do São Paulo FC foi um dos personagens que comentou a atual situação do atacante Neymar. O uruguaio está na Copa do Mundo a convite da Conmebol e participou de um evento organizado pela FIFA sobre o futebol sul-americano. No evento, Lugano disse que o estilo de jogo da estrela brasileira o torna menos propenso a tolerância do que outros jogadores.

 

“Eu conheço o futebol brasileiro e o vivi. Em todo time, tem jogador assim, mas no futebol internacional, isso não é bem aceito. Talvez seja uma reflexão que vocês tenham que fazer. Vocês comentaristas, formadores de opinião, que ficam falando de caça e não de marcação às vezes exageram. Vocês tem que medir porque Messi, Cristiano Ronaldo, Suárez e Agüero são marcados forte, mas com respeito e Neymar talvez não. Tem algo aí”, disse Lugano no evento.

 

Concordo plenamente com Lugano. Tecnicamente Neymar é um dos melhores do mundo mas suas atitudes dentro de campo não condizem com aquilo que um jogador do seu nível deveria ter.

 

O ex-atleta confirmou a propensão de Neymar a sofrer mais chegadas duras dos seus adversário pela sua personalidade e estilo de jogo. “O jogador estrangeiro toma isso às vezes como provocação ou simulação” – completou.

 

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