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Estrangeiros ‘raíz’ elogiam beleza e gigantismo do Morumbi nas redes

A estreia do Brasil na Copa América, no Morumbi, expôs ainda mais o estádio Tricolor e sua beleza clássica ao publico sul-americano. Durante a festa de estreia e a partida entre brasileiros e bolivianos, diversos  ‘torcedores raíz’ estrangeiros publicaram elogios ao estádio nas redes sociais. Selecionamos alguns deles:

 

 

Apesar da partida ter conquistado uma renda recorde (a maior do futebol brasileiro até então), que daria para comprar os direitos de Thiago Volpi (por exemplo) o que se viu no Morumbi foi um público extremamente frio durante a apresentação da seleção brasileira. Os jornalistas Marcelo Hazan e Alexandre Lozetti (Globoesporte.com) resumiram o sentimento em suas contas de Twitter:

 

 

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Renda da estreia da Copa América no Morumbi “compraria” Thiago Volpi

Brasil e Bolívia fizeram a primeira partida da Copa América no estádio Cícero Pompeu de Toledo na noite desta última sexta-feira. O jogo de abertura do torneio registrou o maior renda da história do futebol brasileiro: R$ 22.476.630,00.

 

Foram pouco mais de 47 mil torcedores presentes no Morumbi, com tíquete médio de R$ 485,01 por pessoa, já que o público pagante anunciado foi de 46.342 pagantes. Mesmo com a renda recorde, muitos assentos vazios eram vistos durante a transmissão da partida.

 

Para se ter noção do volume arrecadado, a renda da partida pagaria com sobra a aquisição total dos direitos econômicos do goleiro Thiago Volpi. Emprestado até o final do ano, o São Paulo tem a opção de compra fixada em US$ 5 milhões (aproximadamente R$ 19,3 milhões) e até dezembro para definir se fica em definitivo com o atleta.

 

Com os direitos pertencentes ao Querétaro, Volpi descartou volta ao clube mexicano no meio do ano, desmentindo a publicação do portal Mediotempo, veiculada como ‘bomba’ e em seguida apagada, ainda nesta semana.

 

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A bola de neve financeira voltou: São Paulo volta a pedir dinheiro a bancos

O blog do Ricardo Perrone (Portal UOL) revelou uma triste realidade nesta quinta-feira. Para honrar seus compromissos de pagamentos, o São Paulo voltou a receber empréstimos de bancos. Segundo o jornalista, foram mais de R$ 37 milhões pegos junto aos bancos BMG, Ticury, Rendimento, Safra e Banco Inter.

 

Segundo Elias Albarello, diretor financeiro do São Paulo, os empréstimos ocorreram por causa de uma série de fatores: mudança da forma de pagamento da Globo, gastos com o elenco e mudança de budget a ser recebido após eliminações precoces no ano. O diretor afirmou que os empréstimos foram aprovados pelo Conselho de Administração, núcleo criado pelo Novo Estatuto para fiscalizar as atuações das gestões do clube.

 

Para explicar de uma maneira mais simplificada, o São Paulo apostou em um ano de resultados e se reforçou contando com avanços nos torneios eliminatórios, colocando dinheiro que ainda não tinha. As eliminações na primeira fase da Libertadores e Copa do Brasil e suas receitas de premiação e bilheteria/TV ‘tiraram’ o dinheiro que seria usado nas despesas obrigado o clube a recorrer mais uma vez as instituições financeiras, colocando como garantia receitas que ainda receberá de TV, Adidas e até mensalidades de sócios. A bola de neve voltou.

 

Esse é o resultado do desastre que é a gestão do futebol da gestão de Carlos Augusto de Barros e Silva. O rombo financeiro certamente será um trágico legado para o próximo presidente, em 2020. A falta de convicção no futebol, com mudanças seguidas de técnico e compra/venda de atletas duvidosos mergulharão mais uma vez o clube em incertezas financeiras.

 

Elias Albarello ‘deu a letra’ quando questionado sobre o segundo semestre. O diretor afirmou que alguns investimentos previstos não deverão ser feitos após as eliminações precoces. Apesar de não querer fazer projeções, é praticamente certo que o Tricolor deverá negociar alguns de seus atletas para equilibrar as contas.

 

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Qual é a solução para o São Paulo?

O Arquibancada Tricolor, um dos mais tradicionais portais da torcida do São Paulo na Internet, procurou profissionais do esporte e jornalismo esportivo para tentar desvendar o problema do São Paulo Futebol Clube, instituição afundada em crise e que não conquista um título desde 2012. Já são sete anos de estiagem.

 

Leia a matéria Qual a Solução? – Arquibancada Tricolor.

 

O problema, já sabemos, é um pouco de tudo que os entrevistados citaram: diretorias incompetentes, oposição tão incompetente quanto, conselheiros defasados, falta de convicção em um trabalho de longo prazo, ausência de jogadores cascudos e comprometidos e por aí vai.

 

Mas, afinal, qual seria de fato a solução para o Tricolor?

 

O São Paulo sempre se destacou como um clube pioneiro no cenário brasileiro. Foi assim desde a sua inauguração até meados dos anos 2000, quando o seu centro de recuperação de atletas era considerado o melhor do mundo. Pioneiro é a palavra certa para definir o que o clube sempre foi e o que deveria sempre ser. O gigante Morumbi, as medalhas olímpicas e recordes mundiais, o CFA de Cotia, o REFFIS… tudo isso é uma linda história, bem como seus idealizadores e realizadores. É hora do clube novamente andar e olhar para frente.

 

O futebol mundial aponta para gestões profissionais, baseadas em sucesso à partir de conquistas e glórias. Por que não o Tricolor se reinventar e ser o primeiro clube grande empresa do país? Gestão independente com CEO (este sim, remunerado) e capital aberto no mercado; algo que só foi implementado em clubes pequenos do Brasil, pode ser o caminho para mais uma mudança ousada e pioneira.

 

Não sou iludido; a solução não aparecerá da noite para o dia, muito menos por um passe de mágica. Mas sou um sonhador, como muitos dos são-paulinos sonhadores que ajudaram a construir este gigante do esporte mundial. Sonho com mais um salto de pioneirismo do clube que aprendi a amar contando títulos mas, mais que isto, enxergando um estilo de vida. O são-paulino não é melhor nem pior que os outros torcedores. Ele é diferente. Ele é nobre em seu pensamento.

 

O estudo do São Paulo S/A foi realizado e atualmente está estancado nas mãos dos atuais homens fortes do clube. Merece ao menos ser discutido com seriedade e profundidade. É esta discussão que eu atualmente defendo, para o bem da instituição. Caso contrário, permaneceremos em um eterna ‘reconstrução’ de presidentes, diretores, técnicos e jogadores. #ForaIsso e #ForaAquilo, #ForaEste e #ForaAquele. Mudarão os peões mas o tabuleiro permanecerá o mesmo.

 

Que tal seria dar mais um salto rumo ao futuro, Tricolor?

 

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Explicação de Cuca convence. Não convence o estado físico do elenco!

Cuca explicou o empate no pós jogo do Pacaembú. Para o técnico Tricolor, o jogo foi equilibrado no primeiro tempo e com mais volume de jogo do Cruzeiro na segunda etapa, porém com chances iguais de gol. Cuca viu queda técnica e viu que o jogo poderia ser decidido em detalhes, tanto para um lado como para o outro.

 

“No primeiro tempo, foi de pé em pé, posse equilibrada. Eles tiveram mais posse na segunda etapa, finalização foi igual. O desequilíbrio foi no segundo tempo, quando ficamos com um a menos. Conseguimos sair na frente com uma jogada bonita e conclusão do Pato. Depois, não tivemos essa velocidade para conseguir fazer o segundo gol. Thiago Neves foi muito feliz (na cobrança de falta), bola indefensável. Placar foi justo. Fica a impressão de um Cruzeiro melhor, eles poderiam ter ganhado quando ficamos com um a menos” – disse ele no Pacaembú.

 

“Não podemos colocar a culpa em desequilíbrio físico. Houve queda técnica, também. Colocamos dois jovens de força e melhorou. Tivemos profundidade maior, mas faltou criar chances. Chance mais clara foi em contra-ataque puxado e erramos no último passe. Se a gente acerta, ali daria para vencer.” – resumiu.

 

Concordo com ele em relação a análise do jogo, inclusive na queda técnica mas para mim foi clara a diferença física entre o Cruzeiro e o São Paulo, sobretudo no segundo tempo, mesmo no onze contra onze. O time de Minas colocou o Tricolor na roda em muitos momentos da partida e mereceu ganhar. Simples assim. Além da desproporcional pressão sofrida, faltou capricho nos contra-golpes. Além disso, Pato ficou bastante isolado no comando de ataque. Toró, teve muito mais trabalho tático na recomposição que no ataque, assim como Igor Gomes. Por que? Pela volúpia física e técnica do Cruzeiro. Boa mesmo foi a atuação de Volpi, um alento nessa estiagem de goleiros pós Rogério Ceni.

 

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