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De férias, Gabriel Novaes espera fazer história no São Paulo ou Barcelona

O atacante Gabriel Novaes, emprestado pelo São Paulo ao Barcelona neste início de ano, está de férias na capital paulista e aproveitou o período de descanso para visitar o projeto social Muretinhas FC, localizado em Barueri, na grande São Paulo.

 

O artilheiro da Copinha 2019 visitou o projeto, que atende mais de 80 crianças e adolescentes de 6 a 17 anos, onde têm aulas de inglês além do futebol. No bate-papo com as crianças, o atacante lembrou da infância humilde e o caminho que teve de percorrer para realizar seu sonho e virar jogador de futebol profissional.

 

“Escolhi ser jogador de futebol e levei isso na minha cabeça desde cedo. Não foi fácil, também tive que passar por alguns obstáculos, mas graças a Deus tive pessoas no meu caminho que puderem me orientar da melhor maneira possível. Nós viemos do nada, desacreditados e hoje estamos vivendo esse sonho em Barcelona, com trabalho e fé, somos prova que tudo é possível.” – disse ele.

 

 

Por falar no clube espanhol, Gabriel Novaes atualmente disputa a terceira divisão da Espanha pelo Barcelona B. Com contrato até junho de 2020, o goleador deu seus primeiros passos como profissional na Europa e poderá permanecer no clube catalão ou mesmo voltar ao Tricolor. Caso o Barça queira o jogador, ele deverá desembolsar um valor que pode chegar a aproximadamente oito milhões de euros. Caso não queira contar com Novaes após junho do ano que vem, ele volta ao São Paulo, pois estendeu vínculo justamente por se transferir a Europa.

 

Certamente Gabriel Novaes não terá preferência entre seguir no Barcelona ou voltar ao Tricolor: novo e com potencial, o que ele espera é trilhar a sua história em um dos dois maiores clubes do mundo.

 

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Lucas Fernandes: propostas, reintegração e utilidade no elenco

O meia Lucas Fernandes está reintegrado a equipe profissional do São Paulo. A informação, do Globoesporte.com é uma novidade, já que o meia não havia retornado ao clube no fim exato de seu empréstimo, como ocorreu com Lucas Perri.

 

Na época, apurei que somente Perri seria reintegrado e Lucas permaneceria na Europa, até porque a possibilidade de um novo clube europeu era grande devido ao bom desempenho do meia no Portimonense, clube que atuou nesta última temporada.

 

Segundo o Globoesporte.com novas propostas surgiram pelo meia mas nenhuma de acordo com os interesses do Tricolor. Porto, Braga e Vitória de Guimarães, todos de Portugal, demonstraram interesse mas nenhum deles ofereceu compra dos direitos econômicos. Palpite: o São Paulo entende que a temporada já serviu para mostrar o jogador ao mercado europeu.

 

Até uma nova chamada (que pode acontecer ou não), Lucas Fernandes é do elenco Tricolor e poderá ser uma boa alternativa de elenco ou até atuar na equipe titular, caso aproveite bem as chances que devem acontecer ao longo do Brasileirão. Porém, se houver chance de venda por um valor interessante para as duas partes, creio que o São Paulo não fará oposição a permanência.

 

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Entenda melhor o que seria um clube/empresa e suas vantagens ao torcedor

O estudo Clube/Empresa, criado no ano passado para mostrar o projeto que separa o futebol do clube social, está nas mãos do Conselho de Administração do São Paulo deste o início de 2019 e o momento atual é propício para a volta do assunto.

 

Caso seja aprovada, a PL 5082/2016 dará aos clubes brasileiros a escolha e o direito de se transformarem em empresas, ou seja, de abrirem mão da extensão F.C ou E.C (entre outras) para atribuírem SAF, Sociedade Anônima de Futebol, em suas instituições. Desta maneira, os clubes estariam aptos a receberem uma grande injeção de investimento privado e terem cotas abertas no mercado financeiro.

 

Mas será que esta medida é boa para os clubes? Há prós e contras. Para você, que ainda não conhece o que seriam essas atribuições, vale a explicação retirada de alguns profissionais que estudaram o assunto. A primeira delas é se uma S/A assumiria toda a gestão de um clube, por exemplo.

 

“A empresa que assume a gestão do futebol não está assumindo o clube, mas apenas o futebol. Não está nascendo um novo clube. O passivo contraído está no nome de quem tem a obrigação de saná-lo, o clube. A empresa que assume a gestão, em tese, não pode ser responsabilizada por uma dívida que ela não contraiu. Funciona da seguinte forma, um clube associação desportiva sem fins lucrativos, em tese, não pode ser comprado. Uma empresa assume a gestão do futebol profissional e fica responsável pelos lucros e gastos ao longo de sua gestão”, explicou o advogado especialista em Direito Esportivo Igor Serrano ao Blog Lei em Campo, do UOL Esporte.

 

Porém, é obvio que o modelo a ser adotado pelos clubes interessados em virar uma empresa seja protegido juridicamente de gestões temerárias. A intenção é que, com capital aberto e gestão 100% profissional, acabem de vez as administrações baseadas em cargos políticos que, na maioria das vezes, delegam compromissos a pessoas sem capacidade ou competência para tal.

 

Um ponto essencial na mudança será o papel do torcedor, escanteado na grande maioria dos clubes. No caso de uma S/A, com ações na bolsa de valores, os torcedores podem se tornar acionistas, com real aquisição de patrimônio futebol e poder de exigência sobre as gestões. Atualmente no São Paulo, o destino do futebol é traçado pelo Conselho Administrativo (sete pessoas), Conselho Deliberativo (cerca de 240 pessoas) e pelos sócios (cerca de sete mil), em números aproximados.

 

Com uma S/A, os investimentos no futebol, coração de um clube, podem crescer substancialmente. Diferente do modelo atual, atrelado a TV, patrocínios e marketing. Um empresário poderá comprar uma ação de qualquer clube na bolsa, e aumentar o poder dos clubes que estão neste modelo.

 

Algo precisa ser mudado, não só no São Paulo como no futebol brasileiro como um todo. Para mim, o segredo será o Tricolor entender bem até onde se pode chegar e realizar a mudança com competência e segurança, sem vícios ou amarrações políticas. Difícil, mas possível. De acordo com o Torcedores.com, na Lei do Profut aprovada em 2015, já constava a permissão para os clubes se tornarem empresas. No entanto, a presidente Dilma Rousseff fez alguns vetos e, entre eles, estava o novo modelo de gestão.

 

Parece que neste novo governo, as coisas parecem ganhar nos rumos e a PL 5082/2016 poderá vingar.

 

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São Paulo não trará nenhum reforço que resulte em custos em 2019

O São Paulo não trará reforços que resultem em custos no ano de 2019. A afirmação foi dada por Elias Albarello, diretor financeiro do Tricolor, ao Globoesporte.com nesta sexta-feira.

 

“Não estamos fazendo nenhum tipo de contratação ou capacitação de recurso que ultrapassa o período dessa gestão, dezembro de 2020.” – disse ele ao explicar a iminente chegada de Raniel sem custos iniciais.

 

O diretor deu a entender que barraria a contratação caso não fosse obedecida essa condição. “Essa foi uma das condições que coloquei para a diretoria de futebol quando vieram me consultar sobre essa contratação. O pagamento é para 2020 exatamente para não impactar esse ano.” – concluiu ao Globoesporte.com

 

Raniel terá custos, mas será bancado pelos seus agentes. Eles pagarão o valor pedido pelo Cruzeiro imediatamente após o anúncio da transferência, muito parecido com o que aconteceu com a transação que trouxe Everton do Flamengo para o Tricolor.

 

Com a declaração do diretor, está praticamente descartado todo o tipo de reforço ao clube durante o período da janela internacional que não seja nas condições impostas pelo departamento financeiro. Ou vem sem custos (quer dizer, apenas com salários) ou com previsão de pagamento para o ano que vem.

 

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Produtividade: entenda a atual conduta de negociação do São Paulo

O São Paulo Futebol Clube mudou a postura em relação a negociação de contratos com atletas que negociam com a instituição. O clube procura formular compromissos estreitamente ligados ao desempenho esportivo individual e metas coletivas dos jogadores junto a seus empresários.

 

Com a atual conduta, o Tricolor busca minimizar possíveis prejuízos decorrentes de um insucesso de determinado atleta, como foi o que ocorreu com Bruno Peres, por exemplo. Vindo da Roma com muita expectativa e um salário topo de linha, o lateral frequentou a reserva com os quatro treinadores que trabalhou: Dorival Junior, André Jardine, Vágner Mancini e Cuca.

 

Tal medida, por exemplo, fez com que o lateral Adriano não desembarcasse no clube. Não houve acordo entre o que os agentes do jogador queriam com o que o Tricolor apresentou, certamente nessa linha de contrato.

 

Defendo o uso dos contratos de produtividade não só para o São Paulo como para todos ou quase todos os clubes brasileiros. O mercado mudou muito da década passada para cá e muitos jogadores que fazem carreira na Europa voltam com mais cartaz que energia ou a capacidade do início das carreiras. Não é possível mais arriscar milhões de investimento e ficar pagando meses e meses de possível fracasso, seja com um medalhão na reserva ou uma pomposa rescisão.

 

Produtividade is the new black. Ou deveria ser.

 

Finalmente, para deixar claro: tal medida criada não deveria ser encarada como mérito de uma gestão ou de um diretor e sim uma norma a ser usada no processo de contratação de todos os futuros jogadores do clube, com poucas e comprovadas exceções. Produtividade, desempenho e busca de resultados, com bônus para os sucessos, são normas de qualquer gestão empresarial.

 

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