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Clássico de sábado deverá marcar despedida de Éder Militão do Tricolor

O zagueiro/lateral Éder Militão deverá ser negociado com o FC Porto na próxima semana. É o que diz o noticiário português A Bola, confirmado pelo blog São Paulo Sempre. Segundo o noticiário, o jogador poderá estar na festa de apresentação do elenco português, agendada para dia 28 de julho.

 

O pai de Militão garantiu a transferência ao A Bola. “O Éder ainda vai jogar pelo São Paulo na próxima ronda do campeonato frente ao Corinthians, mas em princípio ficará livre para viajar a partir de segunda-feira”. Disse Valdo Militão ao periódico europeu.

 

O Tricolor não queria liberar Militão neste meio de ano. A aquisição de Bruno Peres e a reintegração de Regis, além do desejo do staff do jogador e do Porto, foram elementos decisivos para este movimento, já que o clube não tinha nenhum atleta do setor à disposição. Com a liberação, apurei que o São Paulo deverá ganhar algo em torno de 4 milhões de euros. Caso seja confirmada, será uma ótima quantia para um jogador cujo contrato terminará em janeiro de 2019.

 

A saída de Militão atende pedidos daquele torcedor que queria uma compensação financeira pelo desenvolvimento do atleta no clube mas deverá mudar a estrutura defensiva do time de Diego Aguirre. Com características defensivas, o polivalente jogador atuava na linha de quatro e como terceiro zagueiro em alguns momentos dos jogos, bem diferente das características de Peres e Regis. A ver.

 

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Tréllez: sondagem do sol nascente!

O atacante Santiago Tréllez é alvo de sondagem de um clube japonês. É o que diz a matéria da jornalista Priscila Senhorães do canal Esporte Interativo. Segundo a matéria do EI, uma pessoa próxima ao jogador confirmou a sondagem, sem revelar o clube interessado.

 

Ainda segundo o Esporte Interativo, nenhuma proposta oficial foi confirmada até o presente momento e, caso chegue proposta, não seria intenção do colombiano sair do clube neste momento.

 

Vale lembrar que Tréllez é atualmente reserva imediato de Diego Souza e marcou três gols com a camisa do Tricolor dentro de 21 partidas disputadas. Porém, a boa condição de Carneiro certamente aumentará a concorrência no setor e provavelmente deixará alguém com poucos jogos a disputar neste semestre.

 

Seria esta uma boa oportunidade para a saída do colombiano ou é melhor manter Tréllez mesmo com proposta de fora? Com a palavra o leitor do Blog São Paulo Sempre. Opine!

 

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Três motivos para você vestir a camisa com o logo do patrocinador master

Um dos ‘grandes questionamentos’ dos últimos dias das redes sociais que se referem ao São Paulo FC é sobre o logotipo do patrocinador (no caso, o Banco Inter) nos novos uniformes que a Adidas lançou na última quinta-feira.

 

Muitos torcedores procuraram os principais canais oficiais e informais do clube para perguntar se existirá a possibilidade de adquirir uma camisa sem o logotipo do Banco Inter. Alguns mais radicais preferiram se manifestar contrários a aplicação do logotipo na comercialização das peças, usando como referência os anos de vendas das camisas ‘limpas’.

 

Antes de escrever sobre o cenário atual, gostaria de deixar claro a todos que o conteúdo deste texto se refere a minha opinião, não significando uma verdade absoluta. Você poderá concordar ou não, certo? Outra coisa: este post não é um publieditorial , isso é, não fui pago pelo Banco Inter para divulgar uma ideia ao meu leitor.

 

Isso posto, vamos lá. Ainda não sei ao certo se haverá comercialização de camisas limpas por parte da Adidas/SPFC mas se eu fosse diretor do clube ou do Banco Inter, não deixaria de comercializar nenhuma camisa de jogo do São Paulo sem o logotipo do patrocinador.

 

Por que não? Posso citar três motivos. O primeiro deles, e também o mais óbvio, é que o Banco Inter paga muito bem ao clube pela exposição da sua marca. Isso significa visibilidade na TV, veículos de comunicação e, óbvio… exposição nas ruas, nos estádios, nos shoppings, nos parques, etc. Isso é comum nos principais clubes do mundo. É só ver como as camisas são vendidas.

 

O segundo motivo para usar o Inter na camisa é que o banco é mais que um mero patrocinador: ele atua como um parceiro do clube. O Inter, por exemplo, aceitou a nova posição do seu logo, abaixo das faixas, sem pagar menos pela exposição. É pouco? Eis mais um exemplo: o Inter dá aval bancário para algumas contratações, isso é, atua como uma espécie de avalista, garantindo o dinheiro em caso de não pagamento. Quem já alugou um escritório ou uma casa sabe do que estou falando. É bem parecido, na versão ‘milhões de reais’ que funcionam as contratações de futebol…

 

O terceiro motivo, e não menos importante: além de ser parceiro do clube, o Inter é parceiro do torcedor. Em anos de patrocínios eu nunca vi uma marca realizar tantas ativações com a torcida do São Paulo como o nosso atual master. O principal deles talvez seja a criação de um cartão de crédito com o distintivo do clube estampado, para que o torcedor exiba com orgulho sua paixão nos caixas e máquinas de atendimento. Para ser prático, o Inter não vê o São Paulo como uma vitrine, como via o BMG. Ele entende que precisa cativar o público que o clube representa.

 

Estes são os três motivos que me fazem querer estampar com orgulho o logo do patrocinador, seja ele pequeno, médio ou grande. Para mim é uma troca: o banco oferece parceria e o retorno é o respeito do torcedor. Vale lembrar que na época das ‘camisas limpas’ não tínhamos um patrocinador master e o momento foi oportuno para as vendas sem logos. Hoje não. Temos patrocinador forte que tem a silueta que o clube precisa: vanguarda, respeito e modernidade.

 

Se isso te motivou, segue o link das novas camisas no site oficial de vendas.

 

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São Paulo, Adidas e Inter comemoram ótimo início de vendas dos uniformes:

A Adidas e o Banco Inter comemoraram o lançamento e as primeiras horas de venda das novas camisas do São Paulo. O Banco, que além do marketing Tricolor foi um dos grandes responsáveis pela subida das tradicionais faixas da camisa #1 para o peito, deu aval sem qualquer compensação financeira para a mudança de posição de sua marca para a parte de baixo do uniforme.

 

“O valor da marca não é ela aparecer mais ou menos. É muito mais a marca ter uma empatia boa com os 18 milhões de torcedores do São Paulo do que estar mais ou menos exposta na televisão. A gente vê a força das mídias sociais, a força do suporte da torcida. Sabemos que a decisão que foi tomada é a mais certa no longo prazo”, disse João Vitor Menin, presidente do Banco Inter. “Acho que essas faixas vão ficar lá por um bom tempo. Talvez eternamente” – comentou, sinalizando a continuidade do patrocínio após o primeiro contrato.

 

Compre as novas camisas SPFC/Adidas aqui.

 

Já a Adidas comprovou o poder do torcedor Tricolor com o grande impacto das vendas iniciais dos novos modelos. Segundo o jornalista Gustavo Francheschini, do UOL, mais de mil exemplares foram vendidos nas lojas físicas e na internet nesta sexta-feira. O número, segundo a fornecedora, é semelhante ao de lançamentos de outro parceiro da marca: o Flamengo.

 

Segundo o designer Glauco Diógenes, que conversou com a marca, há a previsão da criação das versões com manga longa dos uniformes. A Adidas precisa de um tempo para se reestabelecer totalmente no clube.

 

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Adeus, Cueva. Para nunca mais!

Enfim, Cueva foi negociado com o futebol europeu. O São Paulo acertou a venda do meia ao Krasnodar, da Rússia por 8 milhões de euros (cerca de R$ 36 milhões). Entretanto, o Tricolor receberá menos que isso, já que repassará 8% do valor bruto em comissões aos empresários do jogador.

 

Cueva chegou como uma boa surpresa, teve seu auge na goleada Tricolor sobre o Corinthians no Brasileirão de 2016 e depois só declinou no clube, com acúmulo de indisciplinas e baixos números em comparação aos outros anos da carreira. O jogador sai pela porta dos fundos, sem deixar nenhuma saudade por parte do torcedor.

 

Costumo agradecer cada jogador que sai do clube mas no caso de Cueva, não tem como. Talento e habilidade, ele tem de sobra. O meia da seleção peruana não teve é cabeça para entender que, se respeitasse o clube que lhe paga os salários, sairia com uma imagem muito diferente junto a torcida. Fazendo um paralelo recente, Petros teve uma passagem menor e, embora não tivesse metade do talento do peruano, saiu muito melhor do Tricolor. Eu, como torcedor, não admito falta de respeito e indisciplina com o clube do meu coração. Esses dois predicados são o mínimo que Cueva deveria oferecer a aqueles que são a verdadeira razão deste espetáculo chamado futebol.

 

Além de sair queimado com o são-paulino, o clube deixou de ganhar mais com o negócio. Segundo o jornalista Jorge Nicola, o Tricolor recusou uma proposta de € 12 milhões (R$ 54,3 milhões) do Dalian Yifang, em fevereiro. O clube apostou no foco do jogador e desempenho na Copa do Mundo. Foi um tiro na água: segundo Nicola, além de mais dinheiro, o Yifang repassaria 10% ao São Paulo sobre uma venda futura e o Tricolor não teria que pagar os 8% de comissão aos empresários em cima dos R$ 54,3 milhões que receberia. Ah, duvido que o São Paulo ganhará mais com o desempenho de Cueva na Rússia. Nem dá para pensar nas futuras bonificações previstas na negociação.

 

Enfim: a aposta não deu certo. Adeus, Cueva e bola para frente. O departamento de futebol, que está trabalhando muito bem neste ano, precisará repor a lacuna no meio-campo com bastante competência e agilidade. Não temos um substituto pronto para a posição de Nenê e qualquer imprevisto no meio-campo pode ocasionar um problemão. Que Raí consiga uma bela carta na manga nesta janela internacional e mantenha o ótimo nível conquistado no elenco de 2018.

 

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