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Empréstimo de Brenner em troca de Calazans é interessante para os clubes

O São Paulo definiu a vinda em definitivo de Marquinhos Calazans junto ao Fluminense. Em contrapartida, o Tricolor Paulista emprestará o jovem atacante Brenner ao clube carioca até o final deste ano. A informação veio do jornalista Marcelo Hazan, do Globoesporte.com

 

Calazans é pedido de Cuca, que deseja mais um jogador de beirada de campo. Atualmente o clube conta com Antony e Everton, com Pato e Toró podendo atuar tanto nos lados como no meio. Já Brenner seria emprestado para ganhar rodagem, já que não tem chances de aparecer na equipe titular. Segundo Hazan, a diretoria do clube considera importante essa experiência, com boas chances de jogar na equipe de Fernando Diniz.

 

Para mim, o negócio é interessante para os dois clubes. Calazans é jogador de elenco indicado pelo técnico e deve atuar mais que Brenner no ano. Já o jovem de Cotia, se aproveitar a chances no Fluminense, poderá voltar mais encorpado para o Tricolor. A ida de Brenner ao clube carioca antecipou a chegada de Calazans ao São Paulo, sem custos. Ele tinha contrato com o Fluminense até o fim deste ano.

 

Além de Calazans, São Paulo está atrás de um centroavante e um lateral.

 

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Dinenno, atacante pretendido pelo Tricolor, tem excelente média de gols

O atacante Juan Ignacio Dinenno é um dos nomes estudados pelo São Paulo para ser camisa nove do clube nesta temporada. O argentino de 24 anos atualmente atua pelo Deportivo Cali. A informação veio do jornalista Cesar Merlo, da TyC Sports.

 

O atacante é pouco conhecido pelo torcedor brasileiro. Revelado pelo Racing em 2013, Dinenno rodou por clubes de pouca expressão até chegar no Deortivo Cali neste ano. Com treze gols em dezoito jogos o jogador tem feito a sua melhor temporada mas nos últimos três anos a média de gols ainda é ótima: foram cinquenta gols em cem jogos, o que dá uma média de um gol a cada duas partidas jogadas.

 

Os últimos números despertaram interesse no São Paulo. Segundo o Globoesporte.com, Dinenno é avaliado para o clube antes mesmo da vinda de Alexandre Pato porém, ainda segundo o portal brasileiro, ainda não há negociação direta com o Racing. A TyC disse que poderá haver uma ponte entre o Deportivo Cali, que compraria 50% dos direitos do atacante e negociaria com o Tricolor.

 

Com poucas opções viáveis no mercado nacional, Dinenno seria uma alternativa barata, de bom histórico recente de gols e poderia vestir a camisa do São Paulo após a Copa América.

 

 

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Após vencer briga com Porto, Tricolor deverá comprar sensação do seu Sub21

O atacante Antônio Galeano começou bem sua passagem pela base do São Paulo. Adquirido sob forma de empréstimo junto ao Rubio Ñu, o paraguaio de dezenove anos já marcou quatro gols em cinco partidas oficiais disputadas com o Sub20 Tricolor no estadual da categoria.

 

Para ter o atacante, o São Paulo venceu uma “dura” disputa com o Porto, que também desejava contar com o atleta. Na época, em entrevista a Rádio Monumental do Paraguai, o atleta disse que as condições oferecidas pelo Tricolor eram melhores. A rádio, Galeano considerou uma grande oportunidade atuar na “entidade com maior número de títulos internacionais no Brasil”. Sábia decisão.

 

O alto desempenho fez com que o clube se movimentasse para adquirir o jogador em definitivo. Segundo o Portal UOL, o Tricolor terá que desembolsar $ 700 mil dólares para ter o paraguaio em definitivo. Ao que tudo indica, é uma ótima pedida: o camisa sete da base Tricolor é também da seleção Paraguaia.

 

 

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Gerente de Futebol ‘aparece’ e explica por que enxerga um São Paulo melhor

Alexandre Pássaro, gerente executivo de futebol do São Paulo, nunca foi um homem de holofotes. No Tricolor desde a ‘era Aidar’, pela primeira vez o profissional concedeu uma grande entrevista a um canal de esportes (Portal UOL – Bruno Grossi) falando sobre seu trabalho e, principalmente, das expectativas da torcida por um clube com gestão profissional e, principalmente, com títulos em campo.

 

Leia aqui a entrevista de Alexandre Pássaro para o UOL.

 

Na minha avaliação, a entrevista é importantíssima para todo são-paulino. Através dela conhecemos um pouco mais do trabalho do gerente remunerado profissional e sua visão de gestão. Pássaro contou como chegou e por que quase saiu do São Paulo, pouco antes da renúncia de Aidar, seu primeiro presidente. Entre os pontos mais importantes, ele destaca a mudança de tipo de gestão que, segundo ele, se aproxima do que é praticado no mundo. Dentro deste assunto, Pássaro comentou as tomadas de decisões no planejamento, valorizou bastante a permanência de Raí (dirigente de futebol que virou um ano no São Paulo) e disse que hoje o clube está mais estruturado para brigar pela permanência dos seus mais valiosos jogadores, inclusive os garotos da base.

 

Neste ponto, o gerente revelou algo que pode simbolizar a mudança do modo de gestão. Mais que a segurança de contratos longos, há uma clara percepção que os jovens estão mais felizes em jogar pelo São Paulo que em outros anos. Segundo Pássaro, diferente até do ano em que Neres e Luiz Araújo estavam desabrochando na equipe profissional. “Naquela época não tinha tanto esforço em ficar” – cita o gerente na entrevista, falando de 2017.

 

Vale muito a pena ler com atenção o que Alexandre Pássaro fala na entrevista ao UOL para formar opinião sobre a mudança de situação no clube, citada pelo profissional. Pássaro prega o profissionalismo e o combate ao imediatismo no futebol do Tricolor e brasileiro, claramente dando o exemplo da permanência de Raí, mesmo após os ataques que sofreu em muitos momentos do seu trabalho, inclusive por são-paulinos com o ‘microfone na mão’.

 

Por fim, mas não menos importante, Pássaro sabe que o sucesso no futebol está atrelado a glórias e conquistas em campo mas que, para isso, é preciso estruturar uma série de coisas: equilíbrio financeiro, estrutura profissional (na base e no profissional) e times competitivos.

 

Não conheço Alexandre Pássaro pessoalmente e acho difícil saber quando e se chegaremos lá mas, pela entrevista, o gerente crê no andamento de uma mudança estrutural para os resultados em campo. Como torcedor, espero que ele esteja certo e o clube se aprume o mais rápido possível. Falando do que mais interessa a torcida: se o elenco permanecer o mais próximo deste e se tivermos reforços pontuais, dá para esperar coisas boas nos próximos meses.

 

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Quem paga por Maicossuel?

O atacante Maicossuel vive outro impasse em sua careira.

 

Contratado pelo São Paulo em 2017, o atleta de 32 anos está fora dos planos do Paraná, seu atual clube.  Sem jogar desde o início de fevereiro, ele tenta voltar ao Botafogo, inclusive abrindo mão de parte dos salários. A intenção do atacante seria, inclusive, ganhar por produtividade.

 

O problema é que o São Paulo, detentor dos seus direitos econômicos, é quem paga os vencimentos de Maicossuel, algo em torno de R$ 350 mil mensais desde a volta ao Paraná, no ano passado. Comprado junto ao Atlético MG por R$ 3,6 milhões para ser ‘sombra de Cueva’ no elenco de Rogério Ceni, o jogador repetiu o fiasco no Galo, onde nunca conseguiu emplacar uma sequência grande de jogos como titular. Depois do São Paulo, Maicossuel ainda foi emprestado ao Grêmio (não convenceu Renato Gaúcho) e está no Paraná onde disputou apenas seis partidas nesta temporada.

 

Essa situação chega a ser ridícula para um clube da grandeza do Tricolor. O jogador passou nos exames médicos, assinou contrato de três anos, atuou pouquíssimo, causa prejuízo diário ao clube e pode ter o mesmo destino de Diego Souza: o Rio de Janeiro. Se o São Paulo fosse uma empresa, era caso de demissão de todos os envolvidos nas assinaturas da vinda deste profissional.

 

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