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Michel por Thiago Ribeiro? Nada feito mesmo! Tchau e bênção, Santos!

Nação do Maior do Mundo;

 

Houve almoço na Baixada Santista e tentativa de um ‘rôlo’ entre jogadores de São Paulo e Santos. Dorival Junior pediu Lucão e Michel Bastos. Leco consultou a comissão técnica e retornou com interesse por Ricardo Oliveira, veterano jogador que já teve duas passagens pelo Tricolor.

 

Os santistas recusaram. Propuseram Thiago Ribeiro e alguns outros atletas que não seriam aproveitados em 2017. Avaliaram que Michel, como reserva, não valia Ricardo Oliveira, nem com o acréscimo de Lucão.

 

O São Paulo também não considerou a contra-oferta justa. Cada um na sua, nada feito, tchau e bênção, Santos. Michel é reserva sim, mas porque uma série de fatores levaram ele a essa condição. Bola ele tem para ser titular em qualquer clube do Brasil. Lucão foi supervalorizado pelas passagens como capitão nas seleções de base e para mim foi lançado muito cedo a equipe principal do Tricolor. Não rendeu o esperado mas se fizer uma temporada ‘mais ou menos’ em algum clube grande, vai para a Europa rapidinho pela idade e currículum na seleção. Ricardo Oliveira é ótimo, mas é ‘velho de guerra’ (36 primaveras) e não será no São Paulo que irá se transferir pela última vez e findar seu pé de meia. ‘No hard feelings’ e segue o jogo!

 

Lucão deveria ser emprestado para engrossar canela e provar o potencial que ainda pode ter. Michel, com contrato a vencer no fim do ano que vem, também pode ser emprestado até o fim do seu contrato ou vendido para algum mercado menos atraente mas com alto valor comercial, como a China ou o Oriente Médio. É o que, creio eu, o São Paulo esteja tentando fazer. Além, disso, o atleta ainda é alvo de clubes como o Grêmio e Internacional. Será que não tem alguém bom para troca lá no Sul?

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Confira a lista de artilheiros que estão em pauta no São Paulo para 2017

Nação do Maior do Mundo;

 

O São Paulo FC procura uma referência de peso para o ataque em 2017. O clube busca um artilheiro experiente, capaz completar para as redes as futuras jogadas de David Neres, Wellington Nem e Luis Araújo, jogadores muito mais assistentes que definidores.

 

A lista Tricolor é encabeçada por Nilmar, tema de um dos primeiros posts do blog São Paulo Sempre. O ‘sonho de Leco’ ainda cumpre contrato no Oriente Médio e depende muito mais de um acerto para finalizar seu contrato com os árabes que qualquer outra coisa. Outros nomes são de interesse dos diretores. Lucas Pratto já teve acerto no meio do ano mas o Galo não o liberou. Outro que esteve em negociação foi o pirata Hernan Barcos que está insatisfeito em Buenos Aires, e há atenção com Ricardo Goulart, que atualmente está fazendo muito sucesso na China.

 

Leco esteve na Baixada Santista tratando de uma possível negociação com Modesto Roma Junior, presidente do Santos. O Peixe quer Lucão e Michel Bastos em 2017 e o Tricolor avisou que Ricardo Oliveira seria o nome pretendido em troca dos dois. Os dois clubes ainda terão mais rodadas de negociação. O torcedor sonha mesmo com a volta de Johnatan Calleri, que não está sendo aproveitado pelo West Ham e há outro atacante em pauta, porém não é tão de área como os acima: Willian Bigode poderia mudar da Toca da Raposa para o Morumbi em 2017, mas com a chegada de Wellington Nem o São Paulo pode esfriar a negociação com os cruzeirenses.

 

Lucas Pratto e Ricardo Goulart estão em alta e não devem sair de seus respectivos clubes. Barcos não marca gols e o Vélez está despencando no campeonato argentino. Nilmar é sempre uma incógnita e tenho certeza que o Santos não facilitará a vinda de Ricardo Oliveira. Apesar da dificuldade, a lista mostra que Marco Aurélio Cunha não está de brincadeira quando pretende contratar poucos e bons para o ano que vem. O Tricolor inclusive se surpreender com uma contratação improvável para o setor.

 

A torcida é para um ótimo desfecho no comando de ataque.

 

Saudações Tricolores!
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São Paulo e torcida que se acostumem: sondagens por Cueva são normais e serão constantes!

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O dono da bola no Morumbi neste momento é Christian Cueva. Em menos de uma semana, o meia peruano fez chover tanto no São Paulo como na seleção de seu país. Foram ao todo dois gols e quatro assistências para o Tricolor contra o Corinthians e para o Peru, diante do Paraguai.

 

O camisa 13 foi um achado no mercado da bola e um dos poucos acertos do futebol no meio do ano. A habilidade do departamento de futebol na época o trouxe após ‘xaveco’ de Pintado no jogo de volta diante do Toluca no México e por um valor incrivelmente baixo (cerca de R$ 8 milhões em 4 prestações) quando Gustavo Vieira de Oliveira ainda estava na gerência do setor. Hoje o meia vale bem mais que o que está sendo pago pelo Tricolor.

 

E não é que já tem clube de olho no atleta? Segundo a rádio peruana RPP, o Paris Saint Germain estaria monitorando os passos do pequeno e habilidoso jogador. Clube e torcida tem que se acostumar com isso. É normal e será inevitável, cada vez que uma janela se aproximar ou que alguém da América do Sul estiver em destaque. Cueva agora terá o desafio de enfrentar o Brasil na próxima terça-feira (15), no Estádio Nacional do Peru. Se fizer chover novamente, pode ter certeza que não só o PSG como outros interessados entrarão na lista. Porém, para tirar do Tricolor, o interessado terá que desembolsar o valor integral da multa do jogador (estima-se ser em cerca de R$ 100 milhões*) e contar com a anuência do atleta. O São Paulo possui 100% do jogador e o contrato de Cueva termina em junho de 2020.

 

Eu estimo pelo menos mais um ano do ‘pequeno majestoso’ no Tricolor.

 

* Informação atualizada em 13/11/2016.

 

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Michel Bastos não joga mais no clube. Decisão foi da comissão técnica.

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Michel Bastos não  jogará pelo São Paulo Futebol Clube.

 

Apesar de integrar o elenco e continuar treinando, Ricardo Gomes não irá mais utilizá-lo no restante da temporada. Tratado como uma contratação de peso (Ataíde Gil Guerreiro chegou a chamá-lo de craque, antes do Tricolor anunciar sua vinda) a torcida jamais perdoou a atitude de mandá-la ‘calar a boca’ após a comemoração de um gol e a relação nunca mais foi normal. O comportamento extra-campo contribuiu para que Michel se tornasse ‘persona non grata’ para a maioria da torcida.

 

Segundo o Globoesporte.com a diretoria não irá afastar o jogador de suas obrigações no CT porque considera que a situação de Michel Bastos não afeta o elenco, isso é, não há problema entre ele e os jogadores. Além do mais, afastar o atleta significaria desvalorizá-lo no mercado.

 

O ideal seria vendê-lo para a Europa, Arábia ou China e monetizar com a negociação, já que Michel tem contrato até o fim de 2017. Caso contrário, uma troca seria boa também, desde que haja um outro jogador que interesse ao clube. Palmeiras, Cruzeiro e Santos demonstraram interesse pelo polivalente meia. O Cruzeiro teria William Bigode para oferecer. Que jogador teria Santos e Palmeiras?

 

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Por que Borja, atacante do Atletico Nacional, não veio para o São Paulo?

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Miguel Borja, atacante do Atletico Nacional, vem encantando a América Latina com muito futebol e gols. O algoz do Tricolor na semifinal da Libertadores está deitando na Sulamericana, inclusive com os três gols que eliminaram o Coritiba da competição. Um deles, uma verdadeira pintura.

 

Ainda completamente desconhecido, o atleta foi oferecido ao São Paulo no início deste ano. Borja atuava pelo modesto Cortuluá, clube colombiano. Na época, o Tricolor contava Alan Kardec, Rogério (que hoje está emprestado ao Sport), havia acabado de contratar Kieza e estava em vias de acertar com Calleri por um valor muito bom. Calleri na época era uma oportunidade e o clube optou por contratá-lo ao invés de apostar no colombiano. As pífias assagens de Borja no exterior pesaram na decisão. O jogador passou pelo Livorno (ITA) e Olimpo (ARG), sem nenhum destaque. Seria mais um ‘Pabón’ no CT da Barra Funda. Já Calleri chegou do Boca Jrs com ótimo cartaz.

 

São coisas do futebol. Do início do ano até o meio do ano Borja se destacou no Cortuluá, com 17 gols em 21 jogos e despertou a atenção do então rival da Libertadores. Borja acertou com o Atletico Nacional por cerca de R$ 6,5 milhões e fez a festa no Morumbi e em Medellín, com quatro gols em cima do Tricolor. Bola dentro dos colombianos. Ouso dizer que, sem Borja, o Atletico Nacional não seria campeão da Libertadores.

 

O problema do São Paulo não foi perder a chance de ter Borja no início do ano. Foi perder Kieza (com a chegada de Calleri), emprestar Rogério (a pedido dele), e vender Kardek sem as reposições necessárias, ainda sabendo que Calleri não permaneceria no segundo semestre. O clube trouxe apenas Chavez, que pode jogar de centroavante mas não é sua posição original, e a ainda as incógnitas Gilberto e Ytalo, que pouco jogaram.

 

A consequência? O clube é um dos piores ataques do Campeonato Brasileiro de 2016.

 

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