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Tardelli: desejo (quase) impossível

Nação do Maior do Mundo;

 

Cheguei a comemorar quando Diego Tardelli saiu do São Paulo em 2006.

 

O menino que despontou na Copa São Paulo de Futebol Júnior em 2004 e deslanchou em 2005 no Tricolor, marcando até gol em final de Libertadores, havia virado um problema para o clube.

 

O sucesso veio muito rápido, e com ele as baladas e os constantes atrasos nos treinos. Fora do Tricolor, o então garoto Tardelli passou por muitos clubes como o Betis, o PSV, São Caetano, Flamengo, Anzhi e o Al Gharafa, mas foi no Galo que teve seus melhores momentos, inclusive ganhando mais uma Libertadores, em 2013. Atualmente no Shandong Luneng, ele adquiriu maturidade e eficiência necessárias para ser desejado por várias equipes brasileiras.

 

O jogador inclusive foi alvo do São Paulo no ano passado. Edgardo Bauza revelou vontade de contar com Tardelli após a saída de Calleri, mas quem chegou naquele momento foi Gilberto. Com tanta escassez no mercado, esta seria a peça que falta no ataque tricolor. Porém, não dá para se animar: Tardelli tem contrato na China até o dia 20 de janeiro de 2019, e um salário inviável para qualquer clube daqui. O único jeito dele voltar ao país seria no ‘esquema Jucilei’: empréstimo de um ano com devida exposição para Tite, na esperança de ser chamado novamente para a seleção e disputar a Copa do Mundo de 2018.

 

O desejo é (quase) impossível e as buscas por um matador continuam.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Com a camisa 10 de Tevez, Centurión protagonizará ataque do Boca Juniors

Nação do Maior do Mundo;

 

Se o São Paulo atualmente sofre com a falta de gols de seus atacantes, o mesmo não pode se dizer do Boca Juniors. Em quatorze jogos do Campeonato Argentino (paralisado no final do ano e em vias de recomeçar), o clube ‘xeneize’ ostenta a liderança isolada, acumulando até então nove vitórias e 35 gols marcados, uma média de dois tentos por partida.

 

Por que a comparação? Porque desde que o astro Tevez se mudou para a milionária aventura na China, a camisa é envergada por um conhecido dos Tricolores: Ricardo Centurión. O atacante, que ainda pertence ao Tricolor, além de vestir a lendária camisa de Maradona, agora protagonizará o eficiente ataque do Boca.

 

Figura importante no último amistoso contra o Estudiantes e de bem com a vida junto aos torcedores do Boca, Centurión está em São Paulo renovando sua carteira de trabalho e não deve chegar a tempo para o amistoso contra o San Lorenzo. A expectativa é que seja poupado para o “Superclássico de Verão” contra o River, em Mar del Plata.

 

Mesmo voltando para o Tricolor no meio do ano (quando termina seu empréstimo) o jogador não deve ser aproveitado por Rogério Ceni. Com a sua valorização em solo argentino, devem ocorrer propostas mais interessantes ao clube, inclusive de fora do país. É fácil dizer que Centu não se adaptou no São Paulo, mas também é preciso concordar que aqui ele jogou em uma posição muito atrelada a marcação. No Boca ele tem muito mais liberdade para atacar e nem é preciso entender muito de futebol para ver que essa liberdade ajuda muito o seu futebol.

 

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São Paulo tentará encontrar “novo Tche Tche” no Campeonato Paulista

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O São Paulo não corre somente atrás de um matador para esta temporada. Com a saída de João Schmidt no meio do ano, o Tricolor também sairá a procura de mais um volante para o elenco.

 

O clube não conseguiu concorrer com as propostas de Palmeiras e Flamengo por Felipe Melo e Rômulo. Sem caixa para grandes investimentos, a alternativa será procurar uma boa oportunidade no Campeonato Paulista e em outros mercados, como o latino. O Palmeiras conseguiu no ano passado, com a aposta e a aquisição do volante Tche Tche. O jovem despontou no Audax e não sentiu o peso da camisa alvi-verde, sendo eleito um dos melhores volantes do Brasileirão, tanto pelo Bola de Ouro como pelo evento da Globo.

 

Até agora Rogério se mostrou satisfeito com a zaga e os seus laterais. A preocupação do treinador é na frente e também com esse homem de meio-campo, de características mais defensivas. Sem dinheiro em caixa, o único investimento (fora luvas e salários) feito pelo clube até agora foi com o goleiro Sidão. Algo em torno de R$ 250 mil reais.

 

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Ascensão de Foguete e lotação no elenco faz Auro ser emprestado para o América MG

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O ala Auro já conheceu o clube onde atuará em 2017: o América de Minas Gerais.

 

Com 20 anos, idade estourada na base e sem possibilidade de ser aproveitado no elenco principal, o jovem será emprestado pelo Tricolor por uma temporada. A subida do lateral Foguete e a opção de Rogério Ceni pela manutenção de Bruno e Buffarini (que pode atuar pelas duas laterais) diante da limitação de inscrições no Campeonato Paulista definiu o destino do jogador.

 

Auro teve destaque na equipe de base no ano passado muito mais como atacante que na primeira linha defensiva. Talvez por isso o clube optou por Foguete. O procedimento de empréstimo dos jogadores de base do SPFC é estratégico. O clube amplia o contrato dos jovens e monitora o desempenho em todos os clubes emprestados. Além de manter todo o patrimônio em atividade, o clube possibilita que os atletas tenham chance de destaque em equipes de menor expressão, diminuindo a pressão. Foi assim com Hernanes, por exemplo. Antes de virar estrela Tricolor, o jogador passou pelo nordeste e pelo ABC, até ser ‘achado’ por Marco Aurélio Cunha em uma viagem da equipe B Tricolor pela Índia.

 

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Colmán: valeu essa novela toda?

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Depois de muita novela, o São Paulo aparentemente desistiu da concorrência feita em cima de Cristian Colmán, jovem promessa paraguaia do Nacional (PAR). O clube deverá focar as atenções em outros homens de frente.

 

Após todo esse desgaste, a pergunta que fica é: “valeu essa novela toda”?

 

Falei pouco de Colmán aqui no blog. O jovem foi garimpado pelo núcleo de estatísticas do futebol Tricolor no meio do nada, o interesse virou notícia e chamou a atenção do mercado. A partir daí o Nacional estabeleceu um leilão e, ao que tudo indica, o jogador “desaparecerá” por um bom tempo no Texas. É mais um ‘caso clássico’ do futebol moderno: um atleta que se valorizou mais fora de campo que dentro dele.

 

Somente uma improvável reviravolta fará o paraguaio acertar com o Tricolor. Sem Colmán, restam poucas opções de qualidade e disponibilidade no mercado. Calleri gostaria de voltar mas até o momento não conseguiu convencer seus investidores. A resposta ficará para a semana que vem. Será que o São Paulo irá dar ‘all in’ no argentino e correr o risco de ficar até sem Chavez, sondado pelo futebol chinês?

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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