Search Results For : Opinião

Até breve, Marco Aurélio Cunha!

Nação do Maior do Mundo;

 

O blog havia antecipado no início de dezembro e Marco Aurelio Cunha deixa o São Paulo com a sensação de dever cumprido no cargo de gerente de futebol. “Hoje me despeço do SPFC, aqui na Flórida. Essa etapa da missão está cumprida. Entregar o futebol melhor, em paz, com esperança e com Rogério” – disse ele no Twitter.

 

MAC veio no lugar de Gustavo de Oliveira, demitido no meio do ano, com a missão de pacificar vestiário e acalmar os ânimos no setor. Conseguiu a proeza, ainda mais num período horrível do clube. Comigo sempre foi respeitoso, até nas discussões e opiniões contrárias. Apesar de ter rejeição por parte do conselho (a maior crítica foi ser remunerado mesmo conselheiro), é inegável sua competência no futebol. O doutor trabalha com alma, diferente de muitos outros profissionais de futebol, que possuem a característica mais técnica. Eu aprecio e há quem não aprecie.

 

Fez bem em sair em ano eleitoral. Sem Marco, Leco, Natel e um outro provável candidato da oposição (ainda não oficializado) poderão se enfrentar “em paz” em abril. Por mim, esse adeus é muito mais um “até breve” que qualquer outra coisa. Por mim MAC e Júlio Casares são, ao lado de Vinicius Pinotti, Itagiba Francez (Itagibinha) e Marcelinho Portugal Gouvêa, as futuras lideranças do clube.

 

Situação, oposição… enfim, líderes para um São Paulo rejuvenescido.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

Polêmica envolvendo Álvaro Pereira poderia ter sido evitada pelo próprio atleta

Nação do Maior do Mundo;

 

O lateral esquerdo Álvaro Pereira, que em 2014 fez parte do elenco do São Paulo, é figura central de uma polêmica envolvendo uma tentativa de retorno ao futebol brasileiro. O uruguaio quer retornar ao país atuando pelo Corinthians, um dos rivais do Tricolor na cidade.

 

Segundo matéria do UOL, o jogador irritou funcionários do clube alvo-negro ao enviar seguidas mensagens oferecendo seus serviços na lateral ou até como zagueiro, se fosse o caso. Em mensagens privadas (whatsapp), Álvaro teria até ofendido o Tricolor na tentativa de ganhar pontos com os profissionais corinthianos que abordou.

 

Tive acesso aos prints das conversas e, de fato, são reais. A ofensa ao São Paulo está lá mas, diferente de outros casos, não vi intenção premeditada do uruguaio em ofender o clube que atuou. Para mim foi apenas uma tentativa desesperada de ficar por cima na opinião dos funcionários do clube rival na “proteção” de uma conversa privada. Por sua raça e dedicação (e não pela qualidade refinada de futebol) Álvaro conquistou respeito e admiração de boa parte da torcida Tricolor. Agora, mesmo sem intenção, creio que muitos torcedores terão uma outra opinião sobre ele. O atleta negou o teor da conversa com os funcionários do Corinthians no próprio portal UOL, declarou que não ofendeu o clube em seu instagram e anda triste com a situação, que na minha opinião poderia ter sido evitada por ele mesmo.

 

Este caso (entre tantos outros) é mais um alerta para todos os atletas profissionais. Nunca vale a pena ofender instituições ou pessoas de seu ambiente de trabalho, mesmo em conversas reservadas. O ‘print screen’ é uma realidade que acaba com a privacidade do futebol e de tantas outras profissões. Vale a pena consultar uma agência de comunicação, fazer um media training ou negociar através de representantes capacitados.

 

Essas medidas citadas evitariam muitas situações constrangedoras como essa.

 

Caso encerrado. Segue o jogo!

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

Motivos para não comparecer a Audax X São Paulo não faltam. Vejam os meus:

Nação do Maior do Mundo;

 

A estréia do São Paulo no Campeonato Paulista não contará com a minha presença.

 

O Grêmio Audax, mandante do jogo, anunciou venda de ingressos a R$ 100,00 através de seu presidente na Rádio Jovem Pan. Pensando em faturar em cima da oportunidade de ter Rogério Ceni comandando oficialmente seu primeiro jogo no banco de reservas (o primeiro jogo oficial de Ceni será nos Estados Unidos), o clube de Osasco também mudou o local do jogo para atrair público Tricolor.

 

Assim como as organizadas do clube e tantos outros torcedores que se manifestaram contra esse procedimento, também não irei a Barueri. Além do valor de R$ 100,00 ser um absurdo para o torcedor (porém é um direito do mandante) a postura extremamente oportunista do representante do Audax ao anunciar o preço no microfone de um grande rádio mais uma vez vai contra meus princípios. Não entregarei um centavo sequer a qualquer coisa ligada ao presidente do Audax Marcos André Batista Santos, que já desrespeitou por diversas vezes o São Paulo e agora se vê em uma situação oportuna para lucrar em cima dele.

 

Considerarei a estréia do Rogério no Brasil diante da Ponte Preta, com casa cheia de são-paulinos, no maior templo do futebol paulista. Por mim Pintado dirigia o Tricolor em Barueri, com o time da Copinha. A Federação, que mais uma vez programou dois clássicos fora para o São Paulo (com mais um Sansão a ser jogado na Vila), continua também não merecendo meu apoio ao estadual. Prefiro tentar investir meu dinheiro para ir a São Luiz do Maranhão, assistir a estréia da Copa do Brasil diante do Moto Club, um torneio muito mais interessante que o estadual.

 

É bom lembrar que o último boicote a um jogo visitante do São Paulo funcionou: em março do ano passado, o torcedor do São Paulo não aceitou os preços de R$ 200,00 (R$ 100,00 meia) impostos pelo Palmeiras e o São Paulo teve menos torcida que o XV de Piracicaba no Parque Antárctica. Apenas 301 torcedores do clube compareceram.

 

Para este jogo, devido a estréia de Ceni, mais torcedores do SPFC irão comparecer que no Parque Antárctica, mas espero que o torcedor considere a verdadeira estréia a do Morumbi e que tenhamos um número mínimo de São-Paulinos nem Barueri.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

São Paulo poderia investir na contratação de volante que atua no Palmeiras

Nação do Maior do Mundo;

 

Não é informação, é sugestão. O São Paulo está à procura de um primeiro volante. Diante das opções do mercado, que tal investir no ‘palmeirense’ Gabriel Girotto, que tem os direitos presos ao Monte Azul, de São Paulo?

 

Com 24 anos de idade, Gabriel chamou atenção em 2014 no Botafogo RJ e despontou no Palmeiras em 2015, inclusive sendo eleito o melhor volante do Campeonato Paulista, ao lado de Arouca. Pesa contra o jogador as duas graves lesões sofridas em 2015 e 2016, que o fizeram perder espaço no clube. Apesar da ausência nos gramados, a torcida alvi-verde tem grande apreço pelo atleta.

 

O jogador chegou a ser cogitado no Corinthians, mas nessa quinta-feira o alvi-negro anunciou a contratação de Paulo Roberto, que atuou no Sport. Por ser da mesma posição de Girotto, creio que o interesse corinthiano por Gabriel tenha esfriado.

 

Seria interessante entender em que situação clínica o jogador está e consultar o Monte Azul, detentor dos direitos. Sem dúvidas, se estiver plenamente recuperado das lesões no joelho e coxa, Gabriel Girotto seria um reforço muito mais interessante que Arouca, que chegou a ser oferecido ao Tricolor. Seu salário deve estar dentro do limite pago pelo clube.

 

Atualizado: recebi uma informação nova; o custo econômico de Gabriel seria de R$ 18 milhões, cifras inviáveis não só para o SPFC como também para qualquer outro clube brasileiro, também devido ao histórico de lesões do jogador. O “Monte Azul” (ou os investidores) deverão rever esta pedida no Brasil.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

Ministério Público de SP mantém punição a organizadas, torcida única em clássicos e venda on-line

Nação do Maior do Mundo;

 

O promotor de justiça do Jecrim/Juizado do Torcedor Paulo Sérgio de Castilho, em ofício a Federação Paulista de Futebol, recomendou a manutenção da punição para as torcidas organizadas do estado, além dos clássicos com torcida única e venda online de ingressos para o ano de 2017.

 

Segundo ofício do MP, depois das medidas implementadas em 2016, houve redução de 75% das ocorrências relacionadas a eventos esportivos no estado, acréscimo de 20% do público em clássicos de uma só torcida e aumento de 11% de mulheres e crianças no público em geral.

 

Políticas de contenção de violência são sempre muito bem-vindas, mas MP e polícia agem de maneira errada, punindo muito mais o torcedor que o agente violento. Ao invés do poder legislativo trabalhar para a criação de leis que segurem ou proíbam de vez os infratores de frequentar os estádios, as medidas sugeridas pelo judiciário e a PM proíbem a festa, as bandeiras e a batucada. Vejam o caso do Parque Antárctica: na ‘final’ do Brasileiro, os arredores do estádio pareciam um cemitério. Estão querendo implementar a genial ideia no entorno de outros estádios, inclusive o Morumbi.

 

Ninguém faz apologia a violência, mas também ninguém deseja que os estádios se transformem em teatros onde, daqui a pouco, será proibido até se levantar da cadeira para xingar o juiz. A essência do futebol está cada vez mais se perdendo em São Paulo. Ninguém está preocupado com isso no Ministério Público?

 

Os violentos merecem punição rigorosa, não os torcedores da paz e da festa.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.