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O Morumbi não precisa ser demolido!

Nação do Maior do Mundo;

 

Em novembro do ano passado, o jornalista Antero Greco (Estadão/ESPN Brasil) reacendeu uma velha discussão sobre as reais condições do estádio Cícero Pompeu de Toledo. Segundo ele, o Morumbi deveria ser amplamente reformado e alinhar-se a modernidade das arenas paulistanas.

 

Segundo o jornalista, o Tricolor perdeu muito campo na área de eventos (os shows migraram em sua maioria para o Alianz Park) e precisa baixar sensivelmente o preço dos ingressos nos seus jogos para motivar torcedores. Não vi maldade na ideia de Antero. O jornalista não deixa de ter razão ao expor fatos relevantes a questão, mas esquece dois elementos primordiais no complexo debate: o entorno do bairro e o fato do estádio ser 100% de propriedade do clube.

 

O Morumbi é o maior estádio da cidade e o que mais comporta torcedores, por isso o São Paulo quase sempre será dono dos maiores públicos das temporadas brasileiras, mas o seu entorno não cresceu como deveria. O estádio não tem nenhum metrô ou trem por perto e também nenhum estacionamento de alta capacidade para seus torcedores. Este é um problemão para quem vai a shows e jogos. Se eu fosse presidente do São Paulo, lutaria por um super estacionamento subterrâneo no clube, que comportasse milhares de carros e usufruiria dele para o Hospital Albert Einstein. Tirando o estacionamento, que pode ser uma parceria com a iniciativa privada, o entorno é 100% responsabilidade da prefeitura e do governo do Estado de São Paulo. Quantas vezes o SPFC foi inundado pelo córrego do bairro e o clube teve que arcar com prejuízos? Quantas vezes o metrô da linha amarela foi adiado?

 

O segundo detalhe, ignorado por muitos que pedem um Morumbi “arenizado”, é: quem vai pagar por essa modernidade toda? Estamos vendo por aí as novas arenas do Brasil cheias de problemas, eu não quero isso para o meu clube. Com ou sem parceiro, reformar totalmente o Morumbi vai custar um valor que certamente afetará o preço dos ingressos. Você deixará de pagar seus R$20 ou R$30 reais para pagar R$100 ou R$200 reais por um estádio zerado. Fora isso, tirando os fanáticos, tem muita gente que irá no primeiro ano a esse preço médio e só.

 

Para não dizer que não quero o meu Morumbi ainda melhor, defendo uma cobertura leve e bonita como a do novo Beira Rio. Para proteger e dar acústica para a maravilhosa torcida da qual faço parte. Mas quero algo que não interfira na estrutura do estádio. Também defendo um super estacionamento no subterrâneo do clube (alguns setores do social teriam que parar de funcionar temporariamente para as obras andarem) e luto como cidadão pelo desenvolvimento do entorno, enchendo o saco dos políticos paulistas para cumprirem o que prometem há anos na região.

 

Amigos: o Cícero Pompeu de Toledo não está ultrapassado para a prática do futebol. Ele é um estádio antigo, mas isso não é o real problema. Problema é a falta de estacionamento e principalmente de um bom metrô. Quem vai direto no Morumbi sabe que com um bom entorno e, quem sabe, uma cobertura bacana, tudo está praticamente resolvido.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Michel por Thiago Ribeiro? Nada feito mesmo! Tchau e bênção, Santos!

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Houve almoço na Baixada Santista e tentativa de um ‘rôlo’ entre jogadores de São Paulo e Santos. Dorival Junior pediu Lucão e Michel Bastos. Leco consultou a comissão técnica e retornou com interesse por Ricardo Oliveira, veterano jogador que já teve duas passagens pelo Tricolor.

 

Os santistas recusaram. Propuseram Thiago Ribeiro e alguns outros atletas que não seriam aproveitados em 2017. Avaliaram que Michel, como reserva, não valia Ricardo Oliveira, nem com o acréscimo de Lucão.

 

O São Paulo também não considerou a contra-oferta justa. Cada um na sua, nada feito, tchau e bênção, Santos. Michel é reserva sim, mas porque uma série de fatores levaram ele a essa condição. Bola ele tem para ser titular em qualquer clube do Brasil. Lucão foi supervalorizado pelas passagens como capitão nas seleções de base e para mim foi lançado muito cedo a equipe principal do Tricolor. Não rendeu o esperado mas se fizer uma temporada ‘mais ou menos’ em algum clube grande, vai para a Europa rapidinho pela idade e currículum na seleção. Ricardo Oliveira é ótimo, mas é ‘velho de guerra’ (36 primaveras) e não será no São Paulo que irá se transferir pela última vez e findar seu pé de meia. ‘No hard feelings’ e segue o jogo!

 

Lucão deveria ser emprestado para engrossar canela e provar o potencial que ainda pode ter. Michel, com contrato a vencer no fim do ano que vem, também pode ser emprestado até o fim do seu contrato ou vendido para algum mercado menos atraente mas com alto valor comercial, como a China ou o Oriente Médio. É o que, creio eu, o São Paulo esteja tentando fazer. Além, disso, o atleta ainda é alvo de clubes como o Grêmio e Internacional. Será que não tem alguém bom para troca lá no Sul?

 

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Éder Militão e Rodrigo Nestor: volantes do futuro (ou seriam do presente?)

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Não faz muito tempo atrás que a crônica esportiva pregava que o cérebro de uma equipe de futebol era o meia. O ‘camisa dez’ dos anos setenta, oitenta e noventa era aquele que comandava a dinâmica do jogo. O aclamado maestro da equipe.

 

Hoje em dia ainda o espaço cerebral ainda é reservado ao meia, mas a responsabilidade da armação é (muito) compartilhada com os volantes. No futebol atual, não há mais espaço para aquele jogador que só destrói e dá um passe de dois metros. Os volantes tem que recuar e avançar tantas e tantas vezes no jogo que também acabam sendo responsáveis diretos pelo resultado de uma partida.

 

O São Paulo vem sofrendo com este setor do campo faz um bom tempo. Ouso dizer que depois dos títulos de 2005 a 2008, a maior deficiência das equipes montadas na Barra Funda foram ‘na volância’. Apesar do ponto fraco, o clube anda preparando uma dupla que pode dar muito certo num futuro bem mais próximo que se imagina. São eles os jovens Éder Militão e Rodrigo Nestor. Atualmente na sub20/17 Tricolor. Militão é zagueiro de origem mas pelo bom trato e habilidade com a bola nos pés vem atuando como volante. Rodrigo Nestor, de apenas 16 anos, trabalha mais a frente e é dotado de faro de gol. Ambos são tratados como jóias prestes a serem lapidadas de Cotia para a Barra Funda.

 

Os holofotes da base estão voltados a Marquinhos Cipriano, meia que chegou do Desportivo Brasil e já interessa a clubes como a Juventus e Arsenal, mas é bom ficar de olho em Militão e Nestor. Os dois tem dois anos de diferença e características complementares. Ambos vem sendo convocados constantemente para a seleção de base e também já tem clubes europeus de olho no seu talento.

 

O São Paulo tem intenção de lançar os três no elenco profissional em 2017.

 

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Wellington Nem: um ótimo reforço!

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A temporada de reforços começou ótima para o São paulo FC. O clube acabou de confirmar através de seu twitter oficial a contratação (por empréstimo) do atacante Wellington Nem.

 

Wellington Nem, 24 anos e com os direitos pertencentes ao Shakhtar Donetsk, ficará por um ano no Tricolor. Ele é sondado pelo clube desde a época de Figueirense, quando se destacou no comando do técnico Jorginho. Ele deve herdar a vaga de Kelvin no lado esquerdo do campo.

 

Veja o recado de Wellington Nem para a torcida do SPFC.

 

É uma contratação de peso para o ano que vem. Talvez a maior que eu esperava para a posição pois com a iminente saída de Kelvin, pensei que não viesse reposição neste setor. Nossos diretores começaram o planejamento do ano que vem com o pé direito.

 

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Marketing do São Paulo contabiliza R$ 40 milhões em 2017 e credibilidade no mercado

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Se o setor do futebol não andou como o desejado, ao que tudo indica o Marketing do São Paulo voltou a retomar os trilhos condizentes com o clube mais vencedor do país. O setor contabilizou neste ano cerca de R$ 40 milhões de receita com patrocínios, estádio, Sócio Torcedor e ações nos jogos contra R$ 6 milhões no ano da gestão Carlos Miguel Aidar. O marketing do São Paulo não incluiu nesta soma a receita vinda de material esportivo, no caso a Under Armour.

 

O ‘cartão de visitas’ foi o evento de despedida de Rogério Ceni dos gramados, em dezembro do ano passado, também não contabilizado nos R$ 40 milhões acima. Além da chegada do patrocinador master (Prevent Senior) e demais patrocinadores da camisa e de propriedades digitais do Morumbi (FIAP, Joli, Gatorade, Copa Airlines e a mais recente, Poty) o setor mexeu profundamente no programa Sócio Torcedor, implementando melhorias e chegando nos atuais 110.750 sócios.

 

Novos parceiros chegaram ao estádio do Morumbi, como o Bar&Poker e o restaurante árabe Amani, que se juntaram a Salucci Saladas, Companhia Atlética, loja São Paulo Mania e ao restaurante japonês By Koji, entre outros. Nos jogos grandes de Libertadores, ações do Marketing contribuíram com ao menos um milhão de receita a mais por jogo, pelo menos. Pontualmente, o clube agregou serviços a camarotes vazios e vendeu o espaço durante os jogos, gerando receita a mais.

 

A previsão é de, no mínimo, mais R$ 40 milhões de receita para 2017. Mais que isso, o Marketing comemora a volta da credibilidade do clube no mercado, atuando de maneira séria e transparente. Ainda há muito para melhorar e cito o Memorial de títulos e o merchandising como pontos a serem melhor explorados, mas neste setor houve uma nítida evolução, principalmente nos pontos mais emergenciais, como patrocínios e ST. Para o ano que vem esperamos que o futebol profissional acompanhe a retomada do Marketing, com um time competitivo e previsão de títulos.

 

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