Search Results For : Opinião

André Jardine não é promessa: é realidade na base Tricolor!

Nação do Maior do Mundo;

 

Bem diferente da Barra Funda, o trabalho realizado em Cotia tem sido motivo de orgulho para a torcida do São Paulo. O Sub20 Tricolor está em mais duas finais neste ano: Paulista e a Copa do Brasil da categoria.

 

As duas finais, somadas a outros títulos importantes como a conquista da Libertadores no início do ano são fruto do trabalho de extrema competência do técnico André Jardine. O profissional enfim consegue colocar organização e ambição aos jogadores que estão a um ou dois passos de atingirem o profissional. Muitos dizem que não são títulos que definem o sucesso de um trabalho de base, mas creio que a confiança trazida com a chegada nas finais e eventuais títulos ajudam em muito a talhar o DNA Tricolor nos futuros atletas. O moleque chega com muito mais confiança no ‘ninho de cobras’ que é a Barra Funda.

 

O técnico chegou a trabalhar em dois jogos do profissional, entre a saída de Bauza e a chegada de Ricardo Gomes. Muitos acreditam que uma eventual subida de Jardine para o profissional seria uma grande ideia, como foi a efetivação do Zé Ricardo no Flamengo. Eu já penso que ele deveria permanecer com o bom trabalho feito na base. Além de formar bem os jogadores, o trabalho na base garante longa vida no clube. Não há pressão na base como no profissional. Imagino Jardine técnico do time de cima, com três resultados ruins e o time em crise: provavelmente perderíamos uma jóia da base pelo ‘establishment’ do futebol brasileiro que é mandar técnico embora.

 

Os jogos da final do Paulista sub20 serão contra o Capivariano, que passou pelo Palmeiras e garantiu vaga na decisão. A Copa do Brasil da categoria será decidida contra o Bahia. vencedor em 2015, o Tricolor luta pelo bi-campeonato no torneio.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

OPINIÃO Chapecoense 2×0 São Paulo

Nação do Maior do Mundo;

 

Mais uma atuação abaixo da crítica do péssimo São Paulo deste Brasileirão. O time não se encontrou diante da organizada Chapecoense na Arena Condá e mostra a toda a coletividade tricolor que, se esse jogo foi um ‘vestibular” para 2017, a maioria dos atletas não passará de ano.

 

Antes do jogo começar, pelo cenário e pelas equipes, eu já imaginava a grande possibilidade de um resultado adverso. Porém, apesar da possibilidade de derrota, eu esperava melhor futebol e mais atitude. O time até foi agressivo nos primeiros minutos, mas não teve competência para acertar o gol dos donos da casa. O bom time da Chape, que fez dois gols no empate amargo no Morumbi, praticamente chutou duas bolas na meta de Denis, que entraram. Uma delas, mais uma vez defensável, mas infelizmente não temos um goleiro que acompanha a tradição de Waldir Perez, Gilmar, Zetti e Rogério Ceni (só para falar dos anos oitenta em diante). Depois de dois a zero, rolou até segundo tempo, porém com a peleja já definida. Sem forças e sem qualidade, o Tricolor ficou a mercê do time sensação da Sul-Americana 2016. Resultado justo e incontestável: a Chape tem chances reais de G6!

 

Com esse resultado, o São Paulo tem mais derrotas que vitórias no ano. São 25 vitórias, 18 empates e 26 derrotas. Uma vergonha! Me preocupa a diretoria achar que com apenas dois ou três reforços pontuais e o uso da base o Tricolor terá um ano diferente desse que estamos. Essa crônica é do início de novembro mas continua bastante atual. O jogo contra o Corinthians, assim como no ano passado, teve um resultado atípico e ilusório: para 2017 o São Paulo precisa de protagonistas dentro e fora de campo. Em todos os setores.

 

Nota dos principais personagens da partida:

 

Denis Praticamente duas bolas no gol e dois gols. Um deles, defensável. Nota: 3,5

Buffarini Discreto. Mal colocado no primeiro gol da Chape. Nota: 4,5

Maicon Hoje foi decisivo nos dois gols tomados. Má partida. Nota: 3,5

Rodrigo Caio Sofreu com a péssima partida coletiva. Nota: 4,5

Mena Avançou pouco. Na defesa, discreto. Nota: 4,5

João Schmidt Fraco no apoio e na transição. Nota: 4,0

Thiago Mendes Tentou, correu, chutou, mas se perdeu na confusão geral. Nota: 5,0

Cueva Sofreu com o coletivo fraco e o abalo dos dois gols. Nota: 5,0

David Neres Discretíssimo. Nota: 4,0

Robson Insuficiente, não passou no teste. Nota: 4,0

Pedro O pior da linha. Teve lance que tropeçou no gramado. Nota: 3,5

Jean Carlos, Daniel e Gilberto Até então reprovados no vestibular do Tricolor. Nota: 4,0

 

Ricardo Gomes Time desorganizado e completamente abalado depois dos gols tomados. Digo novamente: terá problemas se permanecer em 2017. Nada pessoal, a questão é que ele não consegue agrupar o elenco em torno de um ideal, um objetivo. A culpa não é só dele (o elenco é limitado) mas passa muito pelas mãos de um técnico reverter esse tipo de situação. Seu sucessor no Botafogo, por exemplo, conseguiu gerenciar o grupo em torno de um objetivo. Ricardo Gomes chegou com o bonde andando mas faz mais de dois meses que promete evolução. Eu não enxergo. Nota: 4,5

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

Zagueiro de coragem e compromisso!

Nação do Maior do Mundo;

 

Rodrigo Caio quebrou todos os protocolos do ‘politicamente correto’ na entrevista coletiva desta sexta-feira, no CT da Barra Funda, em São Paulo. Questionado sobre a temporada, o zagueiro não fugiu da raia: detonou a falta de compromisso de parte do elenco e defendeu todo o direito da diretoria do clube em fazer uma limpa, se quiser.

 

Geralmente os atletas são polidos e talhados para se esquivarem deste tipo de comportamento. Sempre ouvimos respostas protocolares e bem cuidadas, blindando o grupo e o trabalho. Rodrigo Caio não. Foi direto e incisivo e precisa ser ouvido pelo alto clero Tricolor.

 

Atleta que cresceu no clube, trabalhou muito para superar o preconceito sobre seu porte na zaga e até foi apelidado de ‘jogador de condomínio’ por parte da torcida, Rodrigo deu a volta por cima com uma estrondosa evolução e a inédita medalha de ouro olímpica. E o melhor: voltou da CBF melhor que foi. É compromissado!

 

Quero dar os parabéns a ele. Teve muita coragem para mostrar publicamente a insatisfação com mais um ano perdido, mesmo podendo ser segregado por quem possa se sentir atingido. Ao falar que o time não se recompunha direito em campo, expôs a falta de vontade de alguns em correr e cooperar.

 

A tendência é Rodrigo ser negociado em breve mas, se existir uma possibilidade de permanência, defenderei o jogador na zaga, ao lado de Maicon. É um exemplo. Precisamos justamente de atletas com esse tipo de personalidade, que encarem adversidades de frente e não tenham medo de desafios.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

OPINIÃO: São Paulo 1×1 Grêmio

Nação do Maior do Mundo;

 

Um bom primeiro tempo, um segundo tempo abaixo da média e um empate entre duas camisas gigantes no Cícero Pompeu de Toledo. O São Paulo se despede do Morumbi com um pontinho a mais na tabela e críticas de seu torcedor.

 

O golaço de Chavez foi o ponto alto do Tricolor Paulista na peleja. Defendo e defenderei o argentino no elenco durante toda a temporada de 2017. Ele, juntamente com o pequeno Majestoso Cueva, foi o destaque do time em um jogo brigadíssimo no meio-campo. Ricardo Gomes mais uma vez escancarou o elenco irregular ao colocar Carlinhos e Hudson, que voltavam de contusão, na metade da segunda etapa. O Grêmio se aproveitou e conquistou o justo empate, praticamente na última (e defensável) bola que teve.

 

A torcida tem todo o direito de se frustrar. Depois do show no clássico da semana passada a ilusão era uma arrancada rumo a Libertadores. Pés no chão: temos um elenco a formar e precisamos de tempo, qualidade e tranquilidade. Temos uma espinha dorsal mas precisamos completar peças-chave para vislumbrarmos mais que mera participação coadjuvante no ano que vem.

 

Nota dos principais personagens da partida:

 

Denis Pouco exigido. Bola defensável. Nota: 4,5

Buffarini Boa participação, suando a camisa e marcando bem seu setor. Nota: 7,0

Maicon Tranquilidade na zaga. Nota: 6,5

Rodrigo Caio Boa partida. Seguro. Nota: 7,0

Mena Como sempre, muita luta. Nota: 5,5

João Schmidt Boa partida, com assistência a gol. Caiu na segunda etapa. Nota: 6,0

Thiago Mendes Vinha fazendo uma partida normal até sentir e sair. Nota: 6,0

Cueva Correu tanto que parece que voltou do Peru de jatinho particular! Nota: 7,5

David Neres Discreto, teve poucos lances agudos. Nota: 5,5

Chavez Golaço, luta e dedicação. Cansou no final, como todo o time. Nota: 9,0

Luiz Araújo Teve dia de “Centurión”. Nota: 4,0

Hudson e Carlinhos Ambos entraram mal demais. O time decaiu. Nota: 4,0

Ricardo Gomes Terá problema de pegação de pé no Paulista 2017. Anotem! Nota: 4,5

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

Mena e Chávez: o São Paulo precisa de atletas que joguem com caráter

Nação do Maior do Mundo;

 

O jornalista Vitor Birner participou do último programa Mundo São Paulo, na terça-feira passada. Entre outros assuntos ligados ao Tricolor, ele disse uma coisa muito interessante sobre os atletas Chavez e Mena, atualmente emprestados por Cruzeiro e Boca Juniors.

 

Segundo Birner, são atletas importantes num elenco porque jogam com caráter.

 

Concordo plenamente com a afirmação e acho que Birner foi muito feliz em definir os dois jogadores com algo intangível mas de enorme valor agregado para o futebol. O significado de caráter é muito amplo e passeia por várias áreas do conhecimento. Geralmente ele faz referência às características morais de uma pessoa e sua forma de se comportar em relação à ética. Caráter faz parte da índole de cada um de nós.

 

Mena e Chavez não são um primor técnico, mas cumprem exatamente as determinações táticas dos técnicos. Jogam com vontade, empenho e dedicação os noventa minutos. Atributos importantes sobretudo em um clube que forma jogadores, como o Tricolor. Vale a pena ter atletas como eles e Lugano, por exemplo, no elenco.

 

Chavez terá seu contrato finalizado no meio do ano mas Mena encerra o compromisso com o Tricolor em dezembro. Gostaria que ambos ficassem, caso fosse possível. Chavez seria um ótimo reserva, tanto para a posição de centroavante como pelos lados. Mena eu não vejo pior que a média dos laterais atuais no Brasil, mas como é constantemente convocado, o clube precisa ter um outro atleta de bom nível na posição. Além de dedicados, são bons exemplos para os mais jovens.

 

Penso num grupo forte para 2017, e não apenas um time. E os dois fariam parte dele.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.