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Thomaz: uma aposta de 30 anos!

Nação do Maior do Mundo;

 

Eu estaria mentindo se dissesse que vi Thomaz atuando em mais de duas partidas.

 

Na verdade só o vi uma vez em campo: contra o Palmeiras pela Libertadores 2017. A impressão foi boa. O meia ex-Jorge Wilsetermann mostrou habilidade e rapidez para incomodar bastante o volante Felipe Melo. O porco ganhou da equipe boliviana apenas no último minuto da prorrogação.

 

Amigos que viram a atuação do meia contra o Peñarol disseram que Thomaz foi ainda melhor. O jogador foi indicado pelo Departamento de Análise e Desempenho do São Paulo e agradou Rogério Ceni. “Rei das estatísticas”, Thomaz foi aprovado e será inscrito nos jogos importantes que a equipe fará em abril.

 

Agora zera tudo. O atleta de 30 anos, ex-base do Corinthians, com atuações pelo Internacional e rodagem pela Bolívia terá que provar que também é bom vestindo a camisa de um clube com grande destaque no cenário mundial. Com mais marcação contra e menos espaços, esses números tendem a cair e o rendimento é outro caso não mostre qualidade. Pelo que fez na Libertadores, é uma boa aposta mas o vínculo de três anos se tornará um tormento caso não mostre eficiência.

 

Enfim, é uma aposta do treinador e sua equipe de scout, sem valor de mercado, que pode virar mesmo na casa dos 30 anos como o Mineiro em 2005 ou não virar, como aconteceu com o também trintão Paulo Assunção, em 2012. Vamos ver se acertamos desta vez.

 

Boa sorte a ele e muito trabalho a vista, pois abril será puxado!

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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OPINIÃO São Paulo 1×1 Corinthians

Nação do Maior do Mundo;

 

Clássico com muita polêmica, pouca bola e infelizmente um óbito no Morumbi. Sem seus principais jogadores, o São Paulo aumentou o histórico recente de invencibilidade diante do rival (agora são quatro jogos sem perder dos alvi-negros) e já está classificado, pois o Red Bull perdeu para o Botafogo em Campinas.

 

Antes da opinião do jogo, a nota de falecimento: o torcedor Bruno Pereira da Silva morreu ao cair do alto da arquibancada superior para o lado de fora do estádio, quando tentava pular de um setor para o outro. Uma tristeza e um aviso: vejo muita gente fazendo isso e se equilibrando de pé no apoio de concreto da arquibancada laranja. Não brinquem com o perigo. A vida é muito frágil.

 

Sem rodeios: o Tricolor deixou de ganhar esse jogo pela ausência de Cueva e Pratto. Se sem os dois melhores do time já fica difícil ganhar um jogo normal, imagina num clássico, quando o resultado é definido pelos detalhes. Rogério Ceni recuou Wellington Nem para fazer a função de Cueva e o time começou muito bem a partida, com toques envolventes e pressão no campo de ataque. A esquerda foi bem acionada com Luiz Araújo e Júnior e não fosse a falta de um ‘metedor de bolas’ como Cueva, o São Paulo poderia ter levado muito mais perigo ao gol de Cássio. Aos poucos o adversário equilibrou as ações e o primeiro tempo terminou morno e com poucas chances reais.

 

O gol de Maicon, minutos depois de uma grande chance desperdiçada por Luiz Araújo, botou fogo no  segundo tempo. Gostei da comemoração, com o zagueiro imitando o tradicional apelido corinthiano. Até o Twitter oficial do rival perdeu a linha! Com vantagem no placar, o Tricolor poderia ter acalmado o jogo e gastado mais a bola mas, na tentativa de alongar o placar, cometeu o descuido fatal na única jogada que poderia sair um gol dos rivais. Araruna não acompanhou no lado direito e a bola foi muito bem lançada para Jô, no meio dos zagueiros, marcar de cabeça o gol do empate. Sem Cueva e Pratto, condutores dessa equipe, o São Paulo sentiu o empate e não conseguiu voltar ao ímpeto de mandante. O adversário também não fez questão de se lançar a frente, e o jogo terminou por aí.

 

Claro, teve polêmica. Wellington Nem poderia ter sido expulso antes dos acréscimos e nunca na jogada que levou o vermelho, assim como Pablo, que estava amarelado e deveria ter ido para o chuveiro em uma entrada para amarelo em cima do próprio Nem. No final, placar igual e um jogo para ambos os clubes esquecerem a não ser pela comemoração do capitão Maicon. Provocação faz bem quando é bem feita e essa já ficou gravada na história!

 

Nota dos personagens da partida:

 

Renan Ribeiro Partida bem segura. Golaço do técnico em mantê-lo. Nota: 7,0

Araruna Disciplinado, fez bom jogo improvisado na direita. Nota: 6,5

Maicon Comemoração genial. Até o twitter do rival perdeu a linha! Nota DEZ!

Rodrigo Caio Bom jogo, com boas antecipações de bola. Falhou no gol. Nota: 6,5

Junior Primeiro tempo melhor, mas vem mantendo regularidade. Nota: 7,0

Jucilei Melhor partida com a camisa do São Paulo. Nota: 7,5

Thiago Mendes Mais adiantado, tentou jogadas, sem muito sucesso. Nota: 6,0

Cícero Partida regular, melhor no primeiro tempo. Nota: 6,5

Wellington Nem Não conseguiu fazer a do Cueva. Expulsão injusta. Nota: 4,5

Luiz Araújo Alguns lampejos de bom futebol. Perdeu gol na cara do Cássio. Nota: 4,5

Gilberto Não foi bem. Não prendeu a bola do gol adversário. Nota: 4,0

Chavez Entrou no lugar de Gilberto e tentou jogadas na base da raça. Nota: 5,0

Neílton Com ele, o São Paulo joga com dez. Nota: 4,0

 

Rogério Ceni Se virou sem os melhores do elenco, mas o time não reage. Nota: 5,5

 

Saudações Tricolores!
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Oposição contesta diretor financeiro e Conselho terá acesso aos números no dia 30, antes das eleições

Nação do Maior do Mundo;

 

A oposição do São Paulo, encabeçada pela chapa de José Eduardo Mesquita Pimenta, contestou os números apresentados pelo diretor financeiro Adílson Alves Martins no Blog do PVC. O jornalista, autor do post que replicou números do diretor do São Paulo, entende que do ponto de vista contábil, há lógica na contestação, mas não excluiu a existência de um forte fator político dos dois lados no fogo cruzado pré-eleições.

 

A princípio nada muda a boa notícia: o Conselho Deliberativo terá acesso e discutirá os números no dia 30 de março, em assembléia ordinária e extraordinária no salão nobre do clube e isso todos devem comemorar, não importa o lado.

 

Além do balanço de 2016, os conselheiros votarão um relatório da atual presidência e o atual balanço patrimonial. Enfim, a notícia da exposição dos números do clube, foco do último post deste tema no blog, confirma a tão exigida transparência pré-eleição foi feita e o acesso aos números do clube pelos votantes será realizada antes do comparecimento nas urnas.

 

Saudações Tricolores!
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OPINIÃO Botafogo 1×1 São Paulo

Nação do Maior do Mundo;

 

Mais um empate em um jogo marcado por dois tempos bem distintos em Ribeirão Preto. O São Paulo mais uma vez não convence o seu torcedor. O clube ainda luta pela classificação no estadual pois ainda não está garantido nas fases decisivas e tem concorrência do segundo e até do terceiro colocado de sua chave.

 

Sobre a partida a pergunta é simples: como é que podemos assistir dois tempos tão diferentes como assistimos em Ribeirão Preto? Um primeiro tempo ótimo, com a equipe se impondo, marcando bem, saindo para o jogo, com posse de bola e levando perigo a gol com bola na trave e descidas pelos lados do campo. Mesmo sem um meia de ofício e o rodízio de pancada do adversário, estava controlado o jogo. Já a segunda etapa foi pífia, com os jogadores aceitando a pressão do adversário em seu campo de defesa, errando passes de meio metro e não oferecendo perigo algum ao robusto goleiro Neneca. É mais um mistério para Rogério Ceni desvendar. Além de ter que acabar com o ‘gol nosso de cada dia’, o M1TO e sua comissão terão que reconstruir a ambição e o foco da equipe durante os noventa minutos. Tá difícil de explicar.

 

O fato é que o Tricolor passou a condição de ‘time interessante’ para ‘incógnita total’ em poucos dias. Isso mostra uma imaturidade coletiva que precisa ser corrigida. O que resta para a torcida nessa atual circunstância é torcer para que todo o futebol perdido nos três últimos jogos seja encontrado com vigor no clássico de domingo, que contará com ótimo público, já que mais de 30 mil ingressos já foram comercializados até então. Ah, também seria bom torcer por um amarelinho ao Cueva e ao Pratto nos seus jogos das eliminatórias. O argentino dificilmente levará mas o peruano tem chance.

 

Como diz o Datena, “me ajuda aí”…

 

Nota dos personagens da partida:

 

Renan Ribeiro Pouco acionado. Sem culpa no gol. Nota: 6,5

Bruno Não jogou bem hoje. Cruzamentos sem pontaria. Nota: 4,0

Lucão Apesar do vacilo no gol, foi melhor que eu esperava. Nota: 4,5

Lugano Arroz com feijão e bola para o mato quando preciso. Nota: 5,5

Junior O melhor do time. Assistência, combate na defesa e boas escapadas. Nota: 8,0

João Schmidt Fraco em campo. O maior responsável pelo gol tomado. Nota: 3,5

Thiago Mendes De novo partida fraca. Burocrático. Nota: 4,0

Araruna Partida regular, quase burocrática. Nota: 4,5

Wellington Nem Caçado no primeiro tempo. Sumiu na segunda etapa. Nota: 4,0

Luiz Araújo Tirando o bom início de jogo, outro que esqueceu o futebol. Nota: 4,0

Gilberto Se salvou com o gol de cabeça. Artilheiro do estadual. Nota: 7,5

Lucas Fernandes Entrou no segundo tempo e o time piorou a marcação. Nota: 4,0

Jucilei Discreto, entrou para reforçar a marcação. Nota: 5,0

Chavez A luta de sempre, desta vez com pouca eficiência. Nota: 5,0

Rogério Ceni Ótimo primeiro tempo e segunda etapa dramática. Nota: 4,0

 

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Conselheiros entenderão situação financeira do clube antes da eleição

Nação do Maior do Mundo;

 

Paulo Vinícius Coelho, o PVC, soltou um importante texto nesta quarta-feira.

 

O jornalista, um dos mais respeitados da crônica esportiva, reproduziu as palavras do diretor financeiro Adílson Alves Martins, que garante redução substancial da dívida do clube nos últimos quinze meses, período da gestão Leco.

 

Resumidamente, Adílson disse que a dívida, originalmente na casa dos R$ 247 milhões, foi reduzida em R$ 56 milhões e outros R$ 77 milhões foram alongados em 240 parcelas com juros justos via Profut. Ele ainda completou dizendo que a receita de 2016 foi de R$ 393 milhões e que a previsão de receita para este ano está na casa dos R$ 400 milhões para mais, graças a vendas de jogadores e reduções de custos em geral. Ainda segundo nosso diretor, no ano passado havia obrigatoriedade de pagar R$ 120 milhões em dois anos, o que provocou pane financeira. A dívida atual, além de menor, foi alongada e há débitos a serem pagos em cinco anos. Para ler detalhes, clique no post do PVC aqui.

 

O melhor de tudo isso é que o Conselho Deliberativo poderá ver e debater os números conquistados antes das eleições. No fim do mês os conselheiros se reunirão no salão nobre para ver o balanço do ano passado, além da explicação detalhada da adequação da dívida contraída nos últimos anos. Sem sombra de dúvidas, uma ótima oportunidade daqueles que votarão no próximo presidente verem, debaterem e entenderem de verdade o momento atual sem qualquer interferência maligna, principalmente durante este fogo cruzado e muitas vezes sem direção que sempre se forma às vésperas de qualquer eleição.

 

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