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Diego Souza não está à venda!

O técnico Diego Aguirre explicou a ausência do meia-atacante Diego Souza da lista de atletas que enfrentarão o Rosario Central, na Argentina. Segundo ele, o número de jogadores relacionados da Sul-Americana é menor que do Paulista ou da Copa do Brasil, e conta com o retorno de Valdívia.

 

“É uma opção que tomamos. No jogo passado tínhamos uma convocação de 23 jogadores. Agora, são 18, e voltou Valdívia. Temos que dar chances para todos.” – disse Diego Aguirre ao Globoesporte.com, na Argentina.

 

Além da explicação matemática, Diego Aguirre tem a característica de rodar os elencos que trabalha. Na mesma entrevista ele confirmou aos jornalistas que pretende dar chance a todos os atletas do plantel Tricolor.

 

A não ida de Diego Souza para a Argentina gerou especulações, fake news e teorias da conspiração dos próprios torcedores do São Paulo. Por enquanto a situação é essa: Diego Souza não foi afastado do grupo, nem está à venda, nem é moeda de troca. O imediatismo do futebol dos dias de hoje, somado com a urgência de títulos do São Paulo, faz os mais afoitos descartarem rapidamente um jogador na primeira dificuldade que passa. Não é assim que funciona. Futebol não é Playstation e é preciso dar um mínimo de tempo necessário para a adaptação no clube e aos companheiros.

 

O valor da compra é questionável, mas a capacidade não. Diego chegou ao São Paulo em janeiro e nas vezes que atuou na sua melhor posição (meia que chega na área) não decepcionou e até gol decisivo fez, diante do São Caetano. É fato que precisa melhorar a forma física e rendimento mas tem todas as condições de ajudar o clube no restante desta temporada.

 

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Pelos números apresentados em 2018, Bruno Alves merece ser titular!

O jornalista Alexandre Lozetti publicou uma matéria interessante no portal Globoesporte.com na manhã desta segunda-feira. Amparado em números coletivos e individuais, o jornalista “provou” que a presença de Bruno Alves na zaga tornou o São Paulo mais seguro na temporada 2018.

 

Bruno Alves chegou no Tricolor em meados de 2017, indicado por Dorival Junior. Em situação de fim de contrato com o Figueirense, o atleta fora eleito o melhor zagueiro do campeonato catarinense em 2016 e 2017 e vinha como oportunidade. Me lembro que na época conversei com Milton Cruz, técnico do Figueira, e recebi boa indicação de Bruno. Milton, recém chegado ao time de Florianópolis, me disse que queria permanecer com o jogador mas, segundo ele, a situação já era irreversível.

 

Em uma de suas primeiras partidas com o manto Tricolor, Bruno cometeu o pênalti da vitória do Atlético Mineiro em BH, pelo Brasileirão, foi criticado pela torcida e permaneceu na reserva durante o ano passado. Neste ano, com as contusões de Arboleda, Anderson Martins e a convocação de Rodrigo Caio, ele mostrou qualidade e até recebeu elogios do auxiliar de Tite, no jogo contra o Santos. Como diria um amigo meu: é zagueiro “zagueiro”!

 

É oportuna e positiva a matéria de Lozetti. Neste momento, Bruno Alves merece ser titular na zaga são-paulina, seja em uma formação com três zagueiros, seja ao lado de um dos ‘concorrentes’ citados acima. O jogador mostrou capacidade através das estatísticas apresentadas e faz uma boa temporada neste ano.

 

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OPINIÃO Atlético PR 2×1 São Paulo

Dos males, o menor: o São Paulo perdeu mais uma na Arena da Baixada mas contou com um gol ‘salvador’ e se mantém vivo na busca da classificação para a próxima fase da Copa do Brasil. Agora o papo será no Morumbi, onde a supremacia é grande do Tricolor sobre o rival paranaense.

 

Aguirre não mudou a formação inicial e optou por uma escalação quase idêntica a das semifinais do Paulista. Rodrigo Caio foi a única alteração: o selecionável entrou no lugar de Bruno Alves e foi dele o erro que originou o primeiro gol da partida, quando ainda havia equilíbrio, mesmo com o São Paulo dando campo para os donos da casa. Depois do gol de Pablo, só deu CAP. A equipe paranaense dominou por completo as ações, tornando o jogo uma tormenta para o torcedor Tricolor.

 

A segunda etapa prometia um pesadelo ainda maior, ainda mais após mais um gol sofrido de escanteio por parte do Tricolor. Porém, ao mudar a formação e promover as entradas de Cueva, Regis e Hudson, o time melhorou e buscou o seu gol, com Tréllez aproveitando um bom cruzamento de Reinaldo. O Tricolor ainda teve chances de empate mas ficou por aí. Vantagem protocolar dos donos da casa dentro de um estádio que nunca ganhamos em sua fase ‘moderna’.

 

Apesar da derrota, o placar é completamente reversível no jogo de volta. Muito se fala da freguesia dos paranaenses em sua arena mas, no Morumbi, o bicho pega e forte contra eles. Nossa vantagem em nosso estádio também é enorme e, com a ajuda da torcida, dá para pensar em classificação, sim. Quem acredita, vai. Quem não acredita, favor nem assistir o jogo. Temos tempo para melhorar o entrosamento técnico-treinador e vamos atrás dessa classificação.

 

Ou você já desacreditou?

 

Nota dos personagens da partida:

Sidão – Inseguro em muitos lances, principalmente tiros de meta. Nota: 5,0
Militão – Errou no segundo gol e tomou um amarelo no apito final. Nota: 4,5
Arboleda – Também errou no segundo gol. Partida razoável. Nota: 5,5
Rodrigo Caio – Falhou nos dois gols do Atlético. Nota: 4,0
Reinaldo – Falha no segundo gol e assistência para o tento Tricolor. Nota: 6,0
Jucilei – Partida segura. Bem na saída de bola. Nota: 6,0
Liziero – Bem até a hora que cansou e foi substituído. Nota: 6,0
Petros – Bom trabalho no meio-campo. Nota: 6,0
Nene – Não se esconde do jogo. Nota: 6,5
Marcos Guilherme – Vaiado quando tocava na bola, não foi bem. Nota: 5,0
Tréllez – Gol que colocou o São Paulo de volta no jogo. Nota: 7,0

Cueva
 – Melhorou o meio mas perdeu boas chances. Nota: 6,0
Régis – Estreou bem na direita, mas sem destaque. Nota: 6,0
Hudson – Apenas cobriu o espaço de Liziero. Nota: 5,5

Diego Aguirre – Não deveria ter entrado com Rodrigo Caio no lugar do Bruno Alves. As mexidas do segundo tempo melhoraram o time. Com todas as adversidades, o resultado não foi catastrófico e dá chances de ser revertido no Morumbi com uma atuação de ‘dono da casa’, mas o torcedor esperava mais por ter visto um São Paulo mais organizado na semifinal do campeonato estadual. Nota: 5,5

 

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Quase recuperado e sem contrato, Fabuloso quer jogar o Brasileirão!

O atacante Luis Fabiano, um dos maiores goleadores da história do São Paulo, está praticamente recuperado da cirurgia no joelho direito que o afastou dos gramados desde novembro de 2017. Sem contrato e com sondagens de clubes brasileiros, ele se recupera no Reffis do São Paulo e se diz confiante para jogar o Brasileirão deste ano.

 

A notícia vem do “De Primeira”, canal de notícias em primeira mão do UOL. O jogador faz trabalho fisioterápico em dois turnos para acelerar a recuperação clínica, com previsão de retorno para os treinos com bola até o final de abril. Nos bastidores, comenta-se que o Fabuloso primeiro quer estar 100% recuperado para pensar em assinar um contrato com algum clube, mas a história pode ir além. O jogador desconversa mas gente próxima a ele diz que o São Paulo é o principal motivo dele não ouvir propostas de mais ninguém neste momento. Tal qual Lugano, o atacante sonha voltar para o clube que o projetou.

 

Luis Fabiano tem 37 anos e obviamente não seria titular, porém poderia ajudar com sua experiência em partidas pontuais ou mesmo nos treinos do dia a dia do clube. Será que valeria a pena, caso estivesse recuperado, fazer um contrato nos moldes de Júlio César com o Flamengo? O veterano goleiro recebe um salário simbólico (R$ 10 mil reais/mês) para ser terceiro goleiro no rubro-negro.

 

Nas condições citadas acima, e recuperado, eu faria um contrato com o Fabuloso, sim.

 

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Os sete desafios que o São Paulo enfrentará na Arena da Baixada:

O São Paulo enfrentará o Atlético PR na noite desta quarta-feira, pela Copa do Brasil e terá muitos desafios para avançar na competição nacional. Listei sete deles neste post:

 

Título inédito – A Copa do Brasil é o único título de grande expressão nacional ainda não conquistado pelo Tricolor em sua história. Foram vinte e nove edições até agora e o máximo que o clube chegou foi a um doloroso vice-campeonato, em 2000. Um dos títulos perdidos mais tristes da história do clube.

 

Tabu histórico – Parece maldição mas o São Paulo nunca ganhou do seu próximo adversário em seus domínios, desde a criação da nova arena pelos paranaenses. Desde a inauguração da Arena da Baixada em sua versão moderna, em 1999, foram 12 vitórias para os donos da casa e 5 empates.

 

Rivalidade desde 2005 – O Atlético Paranaense tem sido um rival indigesto desde a disputa da Libertadores vencida pelo Tricolor em 2005. A disputa extra-campo foi ampliada na gestão Juvenal Juvêncio e teve seu auge na transferência de Dagoberto para o Morumbi, em 2007, após a longa briga judicial. O próprio jogador pagou a multa de R$ 5,4 milhões e assinou contrato de 5 anos com o Tricolor.

 

Grama sintética – O gramado sintético da arena paranaense é e sempre será uma vantagem para os donos da casa nos campeonatos que disputará. A bola quica de um jeito diferente e rola mais rápido que em grama natural.

 

Fernando Diniz – O treinador, atualmente no Atlético Paranaense é uma ‘asinha negra’ do Tricolor e ultimamente tem vencido seus compromissos diante do clube. Quando dirigiu o Audax, Fernando Diniz eliminou o São Paulo nas quartas de finais do Paulista de 2016 e venceu o Tricolor na estréia de Rogério Ceni, em 2017. Além disso, esteve algumas vezes no CT da Barra Funda a convite do ex-técnico Dorival Junior e conheceu as instalações do elenco.

 

Lei do ex – Carleto, atual titular da lateral esquerda do CAP é um atleta que já marcou contra seu ex-clube. No último compromisso entre o São Paulo e o Coritiba, no ano passado no Morumbi, ele anotou um dos gols da vitória paranaense. Porém o Tricolor deu o troco no jogo de volta, no Couto Pereira.

 

Ataque de poucos gols – Para vencer na Arena, o São paulo terá que criar chances e, principalmente, ser extremamente eficiente nas tentativas. Os confrontos contra o Corinthians foram considerado bons, porém a equipe deixou a desejar no ataque. Como Diego Aguirre já disse que primeiro solidificará a defesa para depois trabalhar o setor ofensivo, prevejo dificuldades no jogo de ida.

 

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