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Pacto entre Petros, Hernanes, Lugano e Lucas Pratto é bom para o São Paulo!

“Fizemos um pacto para resgatar o São Paulo; ele é muito grande para estar nessa situação”. A revelação de um acordo interno entre as lideranças do elenco do Tricolor foi feita por Petros, em entrevista exclusiva ao Globoesporte.com

 

Com quatro anos de contrato e no início de uma boa relação com a torcida, o volante contratado no meio do ano para o lugar de Thiago Mendes disse que o quarteto ficou responsável por qualquer assunto tratado junto a imprensa. “Se tem que falar algo, que falem conosco porque estamos acostumados com isso e aguentamos.” – disse ele num dos trechos da entrevista. Segundo Petros, isso não diminui a responsabilidade dos demais, mas os líderes não deixarão os mais jovens responderem pelo ambiente durante o restante desta temporada.

 

A entrevista foi ótima e até o momento a atitude vem dando resultado. Não se viu esse tipo de compromisso no semestre passado com Rogério Ceni no comando do elenco. Desde a postura tomada pelo experiente quarteto, o elenco não perdeu pontos nos jogos que atuou contra Vitória, Corinthians e Sport. Foram duas vitórias e um empate conquistado pelo rival graças a um gol Tricolor mal anulado. Petros ressaltou a dedicação de todos os funcionários do CT, diretoria e comissão técnica e revelou a importância de Lugano no vestiário, mesmo fora da titularidade. “São Paulo acima de tudo” é o mantra constante do uruguaio para o grupo.

 

O pacto só não é bom para quem torce contra e isso vale para os clubes concorrentes na tabela, a imprensa marrom e até os são-paulinos que tem prazer em ver o circo pegar fogo. O São Paulo ainda corre sérios riscos no ano e perderá alguns jogos mas o simples fato de estar fora da zona do rebaixamento e ‘trazer’ consigo muito clube para a briga já é um bom sinal de recuperação, também comentado por Petros na entrevista.

 

“No futebol ninguém tem dó de ninguém. Quando há dez times brigando muito próximos, você se obriga a se preparar melhor. Na situação que estamos, é melhor porque ninguém pode vacilar” – disse ele.

 

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Ederson, como tantos outros, é mais uma história do futebol brasileiro

Ederson Santana de Moraes, futuro titular da seleção brasileira no último jogo das eliminatórias para a Copa do Mundo, relembrou um período difícil de sua carreira no CT da Barra Funda, local onde a seleção treina para a partida diante do Chile.

 

O atual goleiro do Manchester City comentou com emoção a sua dispensa do São Paulo, em 2009. Na época com quinze anos, Ederson recebeu a notícia por telefone e chorou muito em sua casa. Pensou em desistir do futebol mas persistiu na escolinha até a oportunidade em Portugal, que mudou definitivamente sua vida. No Benfica, ele foi pivô de uma das transferências mais caras da história do futebol, e foi para a equipe treinada atualmente por Guardiola.

 

É mais uma história do futebol brasileiro, como tantas outras situações envolvendo atletas que não tiveram espaço nos clubes formadores e fizeram (ou fazem) história em outros países. Há mais oferta que procura no mercado, os empresários brasileiros muitas vezes ditam negociações e os clubes grandes geralmente não tem tempo para apostar em todas as promessas que surgem em suas categorias de base.

 

A história de Ederson é comum na maioria dos clubes daqui. Vale lembrar que, no mesmo período que ele atuava na base do São Paulo, um tal Rogério Ceni conquistara uma Libertadores, um Mundial e um tricampeonato brasileiro consecutivo sem receber sequer uma oportunidade decente de continuidade na seleção brasileira.

 

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Caso Hudson: São Paulo não pode ceder na negociação com o Cruzeiro

Os valores dos direitos econômicos de Hudson, emprestado pelo São Paulo ao Cruzeiro até o final deste ano, enfim foram revelados: para adquirir o volante, a raposa terá que desembolsar ao Tricolor a quantia de R$ 5,7 milhões de reais. Os números foram expostos pelo jornalista Jorge Nicola, em seu canal no Yahoo Esportes.

 

O Cruzeiro terá até o final do ano para exercer a opção de compra, mas já tenta abater o valor do acordo, incluindo atletas ou simplesmente diminuindo as cifras. O goleiro reserva Rafael é um dos nomes especulados em uma suposta sugestão de troca do clube de Minas Gerais.

 

O volante de 29 anos se valorizou na Toca da Raposa e tem o apreço de Mano Menezes e Dorival Junior. Por isso, penso que o São Paulo não deveria facilitar em nenhum centavo na negociação. Ou os cruzeirenses pagam o valor integral combinado em contrato ou Hudson volta a São Paulo. O jogador conta com a aceitação da maioria dos Tricolores.

 

Outro atleta que volta a pauta, segundo o próprio Jorge Nicola, é o volante Fernando Bob, da Ponte Preta. Caso seja verdade, penso ser mais uma daquelas ‘insistências’ difíceis de entender por parte do Tricolor. Por que não promover o dedicado Araruna e o ‘polivalente’ Militão, saindo atrás de um bom lateral direito?

 

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Vai para a área, Pratto!

A providencial vitória do São Paulo contra o Sport no Morumbi ajudou o clube a sair da zona do rebaixamento, embolando ainda mais a disputa da fuga da degola, mas ainda apontou uma série de defeitos no time comandado por Dorival Junior. Um deles é a função de Lucas Pratto.

 

Contratado no início do ano para ser a grande referência do ataque do São Paulo, o atacante está a dez jogos sem visitar as redes sem ser diretamente culpado por isso. Não há falta de empenho do argentino. Ele simplesmente é sacrificado no sistema de jogo e costumeiramente tem sido visto buscando as jogadas do meio-campo, algo que não é bom para ele nem para o time.

 

A essência de Pratto é o ataque. Ele mesmo disse no programa Bola da Vez (ESPN) que atua tanto na posição de centroavante como na de segundo atacante, porém nas entrelinhas deixou claro a quem estava atento ao programa que sente falta de um companheiro de ataque. Até Gilberto, como bem disse aos seus entrevistadores.

 

O estilo de jogo do argentino é mais parecido com o do peruano Guerreiro que o de centroavantes como Fred (Fluminense) ou Roger (Botafogo), isso é, menos poder de pivô e mais de construção e finalização de jogadas no ataque. Para que Pratto retome sua essência, é preciso ter alguém mais próximo a ele para tabelar. Uma jogada típica foi o gol Tricolor contra o Vasco no Morumbi. O gol surgiu de uma jogada do argentino com Cueva, mais próximo do ataque.

 

Dorival melhorou o sistema defensivo Tricolor e isso é um fato, mas para que o time atinja um equilíbrio maior, será preciso mudar algo no ataque. Pratto, a maior contratação do ano, é lutador e persistente em campo, mas precisa jogar mais próximo da área e ser o Pratto que sempre foi.

 

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OPINIÃO São Paulo 1×0 Sport

Suado, sofrido e, enfim vencido. O São Paulo finalmente voltou a fazer o dever de casa e venceu o Sport na sua ‘despedida’ do Morumbi. Com o resultado, a equipe está fora da zona do rebaixamento e passará dias com mais tranquilidade até o retorno da competição, que dá uma pausa para cumprir a data FIFA.

 

Se eu pudesse resumir em uma frase o que foi o jogo diria que o torcedor que esteve no Morumbi comemorou muito mais o apito final que o solitário tento de Marcos Guilherme, aos 35 minutos do primeiro tempo. Foi uma partida típica de duas equipes que fogem da zona do rebaixamento no Campeonato Brasileiro: muita disputa, pouca técnica e muitos, muitos passes errados. O Tricolor jogou muito abaixo do esperado pelo seu torcedor e no segundo tempo deu muito pano para a manga, recuando suas linhas após as substituições e permitindo que o Sport tivesse chances claras de empatar a partida. Não fosse Sidão, em tarde de Rogério Ceni, a vaca teria ido para o brejo e a confiança para o espaço.

 

Me impressionou também a incapacidade dos atletas em criar uma jogada diferente, um drible desconcertante, um lance fora da caixa… É tudo muito burocrático, mesmo com Hernanes, Pratto e Cueva considerados acima da média no futebol brasileiro. Porém, em nossa situação, o que valeu mesmo foram os três pontos. Ao contrário das partidas contra Palmeiras, Corinthians e até mesmo Ponte Preta, dessa vez jogamos mal mas conseguimos a suada vitória. Um alívio em um campeonato tão achatado que não se pode nem respirar direito.

 

O próximo duelo será nada mais nada menos que o também ameaçado Galo, em Belo Horizonte. Será mais seis pontos suados em disputa contra um grande tentando sair da lama. Haja coração!

 

Nota dos personagens da partida:

Sidão Hoje foi “SiDeus”. Fundamental na vitória. Nota: DEZ!

Militão Não é lateral mas cumpre com seriedade o setor. Nota: 6,0

Arboleda Tirando as pichotadas, jogou com determinação. Nota: 6,5

Rodrigo Caio Partida competente, sem comprometer. Nota: 6,0

Edimar Hoje participou do gol e foi bem, dentro de sua limitação. Nota: 6,5

Petros Partida regular na frente da zaga e saída de bola. Nota: 6,0

Hernanes Não brilhou como em outros jogos. Partida regular.  Nota: 6,0

Cueva Começou bem mas depois foi errando muitos passes e saiu. Nota: 5,5

Lucas Fernandes Se dedicou muito para o coletivo. Saiu. Nota: 6,0

Marcos Guilherme Gol importantíssimo e muita luta. Saiu com caimbras. Nota: DEZ!

Pratto Não falta luta mas falta mais verticalidade e jogo de grande área. Nota: 5,5

Marcinho Tentou o ataque mas não teve sucesso . Nota: 5,0

Shaylon Entrou muito mal, na hora que o Tricolor recuou muito. Nota: 5,0

Jonathan Gomez Limitou-se a fechar o lado direito. Nota: 5,5

 

Dorival Junior O jogo seria difícil, mais até que o clássico. Vi um São Paulo dedicado porém pouco inspirado na parte coletiva. No segundo tempo as substituições deixaram a equipe mais vulneráveis e o time recuou, permitindo perigos do adversário. Não temos um bom banco, isso é, um banco que seja capaz de manter a energia da equipe. Nota: 5,5

 

Torcida do São Paulo Quarenta e três mil, mais um show Tricolor. Nota DEZ!

 

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