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Caso Hudson: São Paulo não pode ceder na negociação com o Cruzeiro

Os valores dos direitos econômicos de Hudson, emprestado pelo São Paulo ao Cruzeiro até o final deste ano, enfim foram revelados: para adquirir o volante, a raposa terá que desembolsar ao Tricolor a quantia de R$ 5,7 milhões de reais. Os números foram expostos pelo jornalista Jorge Nicola, em seu canal no Yahoo Esportes.

 

O Cruzeiro terá até o final do ano para exercer a opção de compra, mas já tenta abater o valor do acordo, incluindo atletas ou simplesmente diminuindo as cifras. O goleiro reserva Rafael é um dos nomes especulados em uma suposta sugestão de troca do clube de Minas Gerais.

 

O volante de 29 anos se valorizou na Toca da Raposa e tem o apreço de Mano Menezes e Dorival Junior. Por isso, penso que o São Paulo não deveria facilitar em nenhum centavo na negociação. Ou os cruzeirenses pagam o valor integral combinado em contrato ou Hudson volta a São Paulo. O jogador conta com a aceitação da maioria dos Tricolores.

 

Outro atleta que volta a pauta, segundo o próprio Jorge Nicola, é o volante Fernando Bob, da Ponte Preta. Caso seja verdade, penso ser mais uma daquelas ‘insistências’ difíceis de entender por parte do Tricolor. Por que não promover o dedicado Araruna e o ‘polivalente’ Militão, saindo atrás de um bom lateral direito?

 

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Vai para a área, Pratto!

A providencial vitória do São Paulo contra o Sport no Morumbi ajudou o clube a sair da zona do rebaixamento, embolando ainda mais a disputa da fuga da degola, mas ainda apontou uma série de defeitos no time comandado por Dorival Junior. Um deles é a função de Lucas Pratto.

 

Contratado no início do ano para ser a grande referência do ataque do São Paulo, o atacante está a dez jogos sem visitar as redes sem ser diretamente culpado por isso. Não há falta de empenho do argentino. Ele simplesmente é sacrificado no sistema de jogo e costumeiramente tem sido visto buscando as jogadas do meio-campo, algo que não é bom para ele nem para o time.

 

A essência de Pratto é o ataque. Ele mesmo disse no programa Bola da Vez (ESPN) que atua tanto na posição de centroavante como na de segundo atacante, porém nas entrelinhas deixou claro a quem estava atento ao programa que sente falta de um companheiro de ataque. Até Gilberto, como bem disse aos seus entrevistadores.

 

O estilo de jogo do argentino é mais parecido com o do peruano Guerreiro que o de centroavantes como Fred (Fluminense) ou Roger (Botafogo), isso é, menos poder de pivô e mais de construção e finalização de jogadas no ataque. Para que Pratto retome sua essência, é preciso ter alguém mais próximo a ele para tabelar. Uma jogada típica foi o gol Tricolor contra o Vasco no Morumbi. O gol surgiu de uma jogada do argentino com Cueva, mais próximo do ataque.

 

Dorival melhorou o sistema defensivo Tricolor e isso é um fato, mas para que o time atinja um equilíbrio maior, será preciso mudar algo no ataque. Pratto, a maior contratação do ano, é lutador e persistente em campo, mas precisa jogar mais próximo da área e ser o Pratto que sempre foi.

 

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OPINIÃO São Paulo 1×0 Sport

Suado, sofrido e, enfim vencido. O São Paulo finalmente voltou a fazer o dever de casa e venceu o Sport na sua ‘despedida’ do Morumbi. Com o resultado, a equipe está fora da zona do rebaixamento e passará dias com mais tranquilidade até o retorno da competição, que dá uma pausa para cumprir a data FIFA.

 

Se eu pudesse resumir em uma frase o que foi o jogo diria que o torcedor que esteve no Morumbi comemorou muito mais o apito final que o solitário tento de Marcos Guilherme, aos 35 minutos do primeiro tempo. Foi uma partida típica de duas equipes que fogem da zona do rebaixamento no Campeonato Brasileiro: muita disputa, pouca técnica e muitos, muitos passes errados. O Tricolor jogou muito abaixo do esperado pelo seu torcedor e no segundo tempo deu muito pano para a manga, recuando suas linhas após as substituições e permitindo que o Sport tivesse chances claras de empatar a partida. Não fosse Sidão, em tarde de Rogério Ceni, a vaca teria ido para o brejo e a confiança para o espaço.

 

Me impressionou também a incapacidade dos atletas em criar uma jogada diferente, um drible desconcertante, um lance fora da caixa… É tudo muito burocrático, mesmo com Hernanes, Pratto e Cueva considerados acima da média no futebol brasileiro. Porém, em nossa situação, o que valeu mesmo foram os três pontos. Ao contrário das partidas contra Palmeiras, Corinthians e até mesmo Ponte Preta, dessa vez jogamos mal mas conseguimos a suada vitória. Um alívio em um campeonato tão achatado que não se pode nem respirar direito.

 

O próximo duelo será nada mais nada menos que o também ameaçado Galo, em Belo Horizonte. Será mais seis pontos suados em disputa contra um grande tentando sair da lama. Haja coração!

 

Nota dos personagens da partida:

Sidão Hoje foi “SiDeus”. Fundamental na vitória. Nota: DEZ!

Militão Não é lateral mas cumpre com seriedade o setor. Nota: 6,0

Arboleda Tirando as pichotadas, jogou com determinação. Nota: 6,5

Rodrigo Caio Partida competente, sem comprometer. Nota: 6,0

Edimar Hoje participou do gol e foi bem, dentro de sua limitação. Nota: 6,5

Petros Partida regular na frente da zaga e saída de bola. Nota: 6,0

Hernanes Não brilhou como em outros jogos. Partida regular.  Nota: 6,0

Cueva Começou bem mas depois foi errando muitos passes e saiu. Nota: 5,5

Lucas Fernandes Se dedicou muito para o coletivo. Saiu. Nota: 6,0

Marcos Guilherme Gol importantíssimo e muita luta. Saiu com caimbras. Nota: DEZ!

Pratto Não falta luta mas falta mais verticalidade e jogo de grande área. Nota: 5,5

Marcinho Tentou o ataque mas não teve sucesso . Nota: 5,0

Shaylon Entrou muito mal, na hora que o Tricolor recuou muito. Nota: 5,0

Jonathan Gomez Limitou-se a fechar o lado direito. Nota: 5,5

 

Dorival Junior O jogo seria difícil, mais até que o clássico. Vi um São Paulo dedicado porém pouco inspirado na parte coletiva. No segundo tempo as substituições deixaram a equipe mais vulneráveis e o time recuou, permitindo perigos do adversário. Não temos um bom banco, isso é, um banco que seja capaz de manter a energia da equipe. Nota: 5,5

 

Torcida do São Paulo Quarenta e três mil, mais um show Tricolor. Nota DEZ!

 

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A partida contra o Sport vale mais que o clássico contra o Corinthians!

O São Paulo está pronto para a partida diante do Sport neste domingo às 16 horas no Morumbi. Dorival Junior fechou treinos mas não deverá mexer muito na equipe que empatou o Majestoso. Apenas Edimar deverá entrar no lugar do suspenso Junior Tavares na esquerda.

 

Aliás, em termos de importância, a partida contra os pernambucanos vale muito mais que o clássico disputado diante do Corinthians. O Campeonato que o São Paulo disputa é contra aqueles que estão ao seu lado embaixo da tabela e o Tricolor não pode nem sonhar em empatar esse próximo jogo, quiçá perder a partida. Se fizer a lição de casa, o clube irá a 31 pontos e certamente ultrapassará o rival direto deste domingo na tabela. Pode até parecer zica mas o Tricolor nunca perdeu do Sport na história dos confrontos no Morumbi. Tem que fazer valer a supremacia histórica.

 

Pelas últimas parciais de vendas estimo cerca de 40 a 45 mil torcedores no Morumbi. O duelo marca um “até breve” no clássico estádio. Depois desse confronto, o São Paulo emendará uma sequência de cinco jogos como mandante no Pacaembu, só voltando a sua casa para encerrar a competição, diante de um também rival direto, o Bahia.

 

Não deixe para comprar seu ingresso nas bilheterias do estádio no dia do jogo. Além de reservar seus bilhetes na Total Acesso, você tem as opções de conforto e segurança como os camarotes Pub Sports (visão do meio do estádio) e Restaurante Amani (visão do gol de entrada). Os contatos dos camarotes estão nos links.

 

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Não perder já é um bom indicativo!

Saiu no site oficial: o São Paulo é o segundo time que menos perdeu no returno, ao lado de Botafogo, Cruzeiro, Palmeiras e Santos. Ainda segundo o site oficial do clube, o Tricolor tem a 10ª melhor campanha do returno, com nove pontos conquistados em duas vitórias, três empates e uma derrota.

 

Parar de perder já é um ótimo indicativo para o clube sair da lama que se encontra. Acredito na lenda do futebol que diz que para armar uma equipe competitiva é preciso primeiro “fechar a casinha”, isso é, acertar bem a defesa para depois apurar o ataque. Nos últimos jogos, o ofensivo Dorival Junior conseguiu equilibrar a defesa Tricolor com um coelho tirado da cartola (Éder Militão na lateral direita) e as linhas mais compactas.

 

Se manter o ritmo e padrão, o Tricolor pode sair do incômodo bolo e pensar em outros objetivos. Porém, o foco imediato é somar pontos, principalmente contra os adversários diretos. O Sport é o próximo alvo: o São Paulo nunca perdeu para o Sport jogando no Morumbi. Em 17 confrontos com a equipe pernambucana, foram dezesseis vitórias e um empate. É outro bom indicativo para subir na tabela.

 

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