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Pablo é relacionado e aumentam rumores sobre presença na semifinal

O atacante Pablo, inicialmente vetado para a segunda partida das semifinais do Campeonato Paulista neste domingo, foi relacionado pelo São Paulo Futebol Clube e irá com a delegação para o Allianz Park.

 

Desta maneira, aumentam os rumores sobre sua participação como titular no jogo que define vaga para a final do estadual. O jogador treinou separado dos companheiros no treino aberto do sábado que antecede a partida decisiva e, segundo o Globoesporte.com, continua sem condições de jogo.

 

A justificativa mais plausível é que o clube esperará até o último minuto para ver as condições da panturrilha direita do jogador, porém é importante dizer que Cuca, que fará sua estreia no banco de reservas ao lado de Vagner Mancini, gosta de confundir os adversários que confronta.

 

O fato é que Pablo não treinou durante boa parte da semana com seus companheiros, apenas participando de um treino na sexta-feira. Sendo assim, a tendência é que ele não atue se não estiver 100% recuperado das dores.

 

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Tchê Tchê vem para recuperar futebol e é a “primeira contratação” de Cuca

Tchê Tchê será jogador do São Paulo. Segundo o que apurei, Dynamo e Tricolor se acertaram e o volante vem para o Brasil na próxima semana. Se passar pelos exames médicos do clube, será anunciado. O ex-Audax e Palmeiras será a segunda contratação da “era Cuca” e a primeira indicada pelo novo técnico do clube.

 

Grande destaque do futebol brasileiro em 2016, quando defendeu o Audax sendo considerado o melhor volante do Campeonato Paulista daquela época e conquistando o Brasileirão do mesmo ano pelo Palmeiras com atuação em 37 dos 38 jogos daquele torneio, Tchê Tchê vem para recuperar o futebol perdido na Ucrânia. No Dynamo, Tchê Tchê amargou tempos na reserva e tempos nem relacionado para os jogos.

 

No São Paulo o homem de confiança de Cuca em 2016 terá oportunidade de recuperar o tempo perdido em Kiev e, se jogar bem, terá grandes chances de disputar uma vaga no meio-campo. Não é craque mas no Palmeiras e Audax mostrou uma grande regularidade e bom jogo no meio em uma posição carente no Tricolor.

 

É sempre bom lembrar ao torcedor que se o São Paulo quiser almejar algo maior que o meio da tabela de um Brasileiro ou o título de uma Copa do Brasil, ele precisa contar com um elenco vasto e com possibilidades. Dentro dessa linha de raciocínio, Pato e Tchê Tchê são ótimas contratações.

 

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Conselho de Administração atrasa e indica: nada mudará no São Paulo!

Não será em breve que o sócio do São Paulo poderá eleger diretamente o seu presidente do clube, tampouco escolher se prefere ter o futebol atrelado ao social do clube ou não.

 

Os jornalistas Bruno Grossi, José Eduardo Martins e Ricardo Perrone (UOL) publicaram nesta quarta-feira uma matéria que mostra a atual situação do Tricolor em relação a possibilidade de votação direta de seus sócios e eventualmente até sócios torcedores para a presidência do clube nas futuras eleições. Leia a matéria completa aqui.

 

A matéria também afirma que o estudo de separação futebol/social está atrasada, contrariando o que prevê o novo estatuto do clube, colocado em vigor em 2017. Segundo o UOL, o Conselho de Administração recebeu o estudo há mais de um ano, não aprovou o conteúdo e ainda não o devolveu aos responsáveis com as possíveis correções, pedindo mais noventa dias para reavaliar o projeto.

 

Não sei quais foram os motivos que fizeram os seis representantes designados (um do Conselho Consultivo, um do quadro de associados, um da atual Diretoria, um do Conselho Deliberativo, um do Conselho Fiscal e um do próprio Conselho de Administração) não recomendarem a prática de eleição direta. Já que existe um espaço no site do clube que se chama Transparência, sugiro que os motivos sejam expostos lá, bem como os nomes dos representantes que vetaram que a ideia fosse discutida no Conselho Deliberativo. Para mim, seria vital que os sócios do clube entendam por que não estão lhe dando o direito da escolha direta.

 

No mais, os atrasos para os estudos de eleição direta e de separação futebol/social são o mais claro sinal da indisposição coletiva dos mandatários para mudanças, tanto da situação como da oposição do clube. Leco, conselheiro, presidente remunerado e membro do Conselho de Administração, tinha tudo para fazer cumprir o estatuto mas optou por permanecer as coisas do jeito que estão há anos. Pimenta, candidato da oposição na última eleição, é conselheiro, presidente do Conselho Consultivo e membro do Conselho de Administração foi nomeado para avaliar o estudo da separação do futebol e, pelo visto, também optou por manter as coisas no mesmo lugar.

 

Pelo visto, os dois tem as mesmas velhas ideias de como administrar o clube, me lembrando a célebre música do Cazuza “Eu vejo o futuro repetir o passado, eu vejo um museu de grandes novidades…”.

 

E ainda tem gente que perde tempo brigando por um ou pelo outro.

 

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Hernanes treina, profetiza e se se considera mais próximo da forma ideal

O meia Hernanes, principal reforço do Tricolor na temporada, sofreu neste início de ano. Fora de forma por conta das férias na China e o pouco tempo de pré-temporada (o time iniciou o ano antes do normal, com a Libertadores), o jogador acha que agora está no caminho certo para retornar a forma física ideal.

 

“Abrir a passada” Foi assim que o jogador iniciou mais um de seus momentos proféticos na tarde desta quinta-feira em seu Instagram pessoal. “Existem quatro coisas na vida que só servem quando se abrem: um livro, um guarda-chuva, a mente e a passada. Começamos a abrir a passada por aqui, porque quando a gente acha que está fazendo a coisa certa, as coisas podem dar certo. Mas quando estamos fazendo a coisa certa, ela tem que dar certo. E vai dar certo. Vamos sorrir” – disse ele no vídeo.

 

 

Dedicação é o que não falta em Hernanes. O meia, que deve ser reforço no domingo em Bragança Paulista, possui em sua casa um campo de futebol society para aprimorar os fundamentos. Vou aproveitar o post para fazer o meu momento profético: “Com Hernanes em campo o São Paulo é um, mas com o Hernanes em forma em campo, o São Paulo é outro”. Esperamos o profeta no auge de sua experiência e forma, para conduzir o Tricolor ao patamar que o torcedor tanto deseja.

 

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O fim da história do São Paulo F. C. – Por Rodrigo R. Monteiro de Castro 

Não, o São Paulo não vai acabar. Não é disso que trata este texto.

 

O que chega ao fim é a sua história, conforme vinha sendo construída – e contada. Uma nova fase – e uma nova história – já começou e o introito não é soberano.

 

O futebol brasileiro foi majestoso enquanto o processo de profissionalização na Europa não iniciara ou não se concluíra. Além de títulos mundiais, os campeonatos nacionais eram relevantes, os times (relativamente) fortes e os jogadores se formavam e se mantinham por longo período desfilando em campos locais.

 

Não havia ambiente para que um time se distanciasse muito dos demais. Os recursos eram poucos e as técnicas amadoras. A formação de jogadores era pródiga e, mesmo que um grande time passasse anos sem um título, conseguia inverter a sorte, tornar-se campeão e, a partir daí, retomar sua posição no cenário nacional. A política clubística atrapalhava, mas não destruía – porque não se atuava em ambiente profissionalizado e tecnológico.

 

O São Paulo soube, como nenhum clube, sobretudo a partir da década de 1970, operar no ambiente amador do futebol brasileiro. Nesse período – ou nessa fase da história – foi o maior.

 

Ocorre que a economia do futebol mudou. Quem tem recursos deixa quem não tem para trás. Não há mais limite para o distanciamento entre quem se organiza e não se organiza.

 

A realidade de mercado foi desprezada pelo São Paulo. Enquanto admirava sua soberania, incorporando a patologia de Dorian Gray, os adversários se organizaram e, em muitos aspectos, o superaram: estádios, centros de treinamento, títulos internacionais; o que era exclusivo, passou a ser detido por todos – ou quase todos.

 

Para agravar a situação, o São Paulo mergulhou em seus dramas políticos e, paradoxalmente, manteve sua postura de auto-adoração. O ápice foi a renúncia do presidente Carlos Miguel Aidar.

 

Na esteira desse episódio, seu sucessor e atual presidente, Leco, aprovou uma reforma estatutária que se anunciava como a via modernizadora que colocaria o São Paulo à frente de todos os demais. Ao menos a arquitetura estatutária fora desenhada para esse fim.

 

E o que aconteceu desde então? O São Paulo continua a ser o mesmo de sempre, ensimesmado em suas glórias do passado, abusando de uma ilusória soberania.

 

A culpa tem um nome? Não. A culpa é coletiva.

 

As instituições (ou os órgãos) e os indivíduos falharam, dos associados aos dirigentes, passando pelos torcedores. Uns têm mais culpa do que os outros, evidentemente, mas todos (ou quase todos, com raras exceções) foram coniventes com a manutenção do modelo arcaico de administração de um estatuto contemporâneo.

 

Dois exemplos ilustram essa afirmação.

 

O primeiro diz respeito ao papel do conselho de administração. Sua criação simbolizava o ritual de aprendizagem e de passagem ao modelo realmente empresarial, de que se falará a seguir. Trata-se de órgão que deveria definir a orientação geral, fiscalizar, controlar e estabelecer relações com o mercado, e a exigência estatutária de membros independentes prenunciava o ingresso de pessoas de mercado – como é o caso do conselho do Bayern Munich, que conta com a participação do chairman da Volkswagen, do conselheiro sênior da Allianz, do conselheiro da UniCredit Bank, do CEO da Deutsche Telekom e do CEO da Deutsche Börse -, capazes de ajudar a implementar o processo transformacional que se anunciava.

 

O segundo envolve um processo interno que já deveria ter sido finalizado, de acordo com o art. 170 e seguintes do estatuto social – pelo que se noticia, está parado no conselho de administração desde maio de 2018 -, e culminaria numa pergunta aos associados: querer ou não querer o deslocamento do futebol para uma empresa autônoma, controlada pelo São Paulo e dirigida profissionalmente.

 

A realidade é que a tensão atual, marcada pela insatisfação da totalidade dos torcedores, não tem nada a ver com a promessa de transformação estrutural que o estatuto trouxe, mas com a falta de título. Se o São Paulo estivesse ganhando, mesmo que à conta do comprometimento futuro, talvez ninguém – ou quase ninguém– se insurgisse.

 

A falta de títulos não é, porém, a causa do problema; é a consequência. Aliás, qualquer ataque institucional por esse motivo, por mais doloroso que seja, é ilegítimo.

 

O São Paulo perdeu a oportunidade, logo após o início do segundo mandato de Leco, de pular no trem vitorioso de sua nova história; se ainda correr, e muito, conseguirá pegá-lo na estação seguinte. Se o perder novamente, já não haverá mais meio de alcançá-lo.

 

E aí talvez seja realmente o fim de um grande time, que apenas terá um grande passado.

 

Autor: Rodrigo R. Monteiro de Castro é presidente do MDA. Ex-presidente do IDSA. Professor de Direito Comercial do Mackenzie. Doutor em Direito Comercial pela PUC. Coautor do projeto de lei que institui a Sociedade Anônima Simplificada. Coautor do Livro “Futebol, Mercado e Estado” e autor dos livros “Controle Gerencial” e “Regime Jurídico das Reorganizações”. Sócio do escritório Lehmann, Warde & Monteiro de Castro Advogados.