Com proposta na mesa, Lugano decidirá seu futuro no São Paulo!

Nação do Maior do Mundo;

 

Demorou muito além da conta, mas aconteceu: finalmente o São Paulo apresentou a Diego Lugano uma proposta de permanência no clube por mais seis meses. O zagueiro agora que decidirá se aceita as condições do Tricolor ou se sai do clube no fim do mês, quando termina seu contrato.

 

A proposta Tricolor é basicamente a uma extensão do contrato até o final do ano e a realização um evento de despedida nos moldes do realizado com Rogério Ceni, com parte da renda destinada ao próprio jogador. O grande problema é que Lugano não está propenso a parar de jogar no final do ano, então o evento poderia servir como despedida do atleta do São Paulo, clube que conquistou as maiores glórias em 2005, e não como um encerramento de carreira.

 

O caso agora está com o jogador e seu estafe. Em pesquisa realizada aqui no blog, 92% dos torcedores aprovam a permanência do jogador, alguns sugerindo diminuição do salário, outros sugerindo produtividade. A permanência do uruguaio uma força considerável após as saídas de Maicon e Lucão.

 

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Maicon: herói e vilão Tricolor!

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O zagueiro Maicon não joga mais no São Paulo.

 

Clube e jogador aceitaram a proposta de 7 milhões de euros (cerca de 25 milhões de reais) do Galatassaray e o atleta jogará em um dos centros mais apaixonados do futebol mundial. Muito mais apaixonado que o Brasil, por exemplo.

 

A passagem de Maicon pelo São Paulo foi rápida e marcante em todos os sentidos. O início foi fulminante, com direito até a uma breve passagem no gol no épico jogo diante do The Strongest, em La Paz e o apelido “God of Zaga”, adotado na época até pelo torcedor que hoje o quer fora do clube. O desempenho e liderança praticamente obrigaram o clube a comprá-lo junto ao Porto, sob pressão quase unânime da torcida. Adquirido e com um plano montado para virar ídolo no Tricolor, Maicon colecionou muitos altos e baixos dentro de campo, que acabaram tirando sua condição de capitão e líder da equipe, ainda mais com a chegada de Lucas Pratto. O atleta também viveu momentos conturbados fora dos gramados, que contribuíram para a instabilidade no gramado e a saída prematura. Em menos de um ano foi herói e vilão e, principalmente, um real retrato de como o torcedor abraça e descarta os jogadores nos dias de hoje.

 

Em termos financeiros, o São Paulo fez um bom negócio e ‘empatou’. Com 28 anos de idade, Maicon foi comprado por 12 milhões de euros no meio de 2016, porém o modo de compra ainda confunde muito torcedor: foram 6 milhões de euros em dinheiro, e 6 milhões com o repasse do lateral Inácio e do volante Luizão, da base. O valor de Inácio , inclusive, está declarado no balanço de 2016. O clube ainda possui 50% dos direitos econômicos deles e pode ganhar com a valorização na Europa ou com a compra definitiva dos direitos pelo Porto.

 

Porém, não há o que comemorar: em termos técnicos, o São Paulo perderá uma peça forte no seu elenco. Não fundamental, mas forte. Mesmo vivendo um período ruim, ele era o melhor zagueiro de um elenco que agora conta com o bom Rodrigo Caio, o jovem Éder Militão e o fraco Douglas. O também fraco Lucão também não jogará mais no São Paulo e o veterano ídolo Lugano ainda vive a cruel expectativa de ser ou não aproveitado nos próximos meses. Robert Arboleda, zagueiro da seleção equatoriana chegará nesta semana mas para mim ainda é uma ingógnita, principalmente porque terá que se adaptar no meio do Campeonato Brasileiro.

 

De minha parte fica o agradecimento a Maicon por ter defendido o manto mais vencedor do país num dos piores momentos financeiros do clube, mas não falo por todos os torcedores do São Paulo. Muitos que agora o descartaram foram os mais pressionaram a diretoria nas redes sociais na época da compra. Que ele respire novos ares, jogue a bola que sabe jogar e vire ídolo entre os incondicionais apaixonados torcedores do Galatassaray.

 

O ídolo que não virou aqui no Tricolor.

 

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Lucão e Casemiro são jogadores e situações completamente diferentes!

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Lucão está com os dias contados no São Paulo.

 

O jogador muito provavelmente abreviou sua saída do clube após a declaração pós-jogo, onde ironicamente disse que estava saindo do Tricolor, para a alegria de muitos torcedores. A declaração pegou mal entre os diretores e o jogador muito provavelmente não seguirá com o elenco para Curitiba.

 

Entre as muitas discussões nas redes sociais, algumas comparam o zagueiro a Casemiro, que também saiu ‘chutado’ e se transformou em um dos melhores volantes do mundo, atuando no Real Madrid. O ex-diretor Marco Aurélio Cunha é um dos que defendem o zagueiro e o comparam com o volante merengue.

 

Respeito muito o Dr. Marco Aurélio, mas Casemiro e Lucão são jogadores e situações completamente diferentes. Casemiro sempre teve potencial e talento para a volância; o que o atrapalhou foi a falta de foco nos treinamentos e na vida de atleta profissional, algo que conquistou com a maturidade na Europa. Ele mesmo confessa isso em entrevistas no velho continente. Ouso dizer que, se Casemiro não saísse naquele momento, não renderia nada ao clube. O São Paulo recebeu pouco, mas não foi a falta de talento que tirou Casemiro do Morumbi.

 

Lucão é diferente: até onde sabemos não é da noite, parece ser bom moço como Rodrigo Caio e teve inúmeras chances para jogar no São Paulo, mas falhou demais, muito além da conta para um atleta de um clube do nosso tamanho. Foram falhas leves, graves e aberrações defensivas que viraram muitos gols contra o patrimônio Tricolor. Ao invés de ser emprestado e ganhar rodagem, como Tormena e Lucas Kal, o clube sempre buscou sua rendenção e a conta veio, até mais tarde que o normal.

 

A dramática passagem pelo profissional do São Paulo não quer dizer que Lucão não possa se tornar um bom jogador no futuro. Pode, e o futebol é assim mesmo, mas é certo que dentro do São Paulo ele não conseguirá trabalhar. A torcida, com ou sem razão, também está no seu limite.

 

Que o clube repare de vez essa insistência e que Lucão seja feliz em outro lugar.

 

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OPINIÃO São Paulo 1×2 Atlético Mineiro

Nação do Maior do Mundo;

 

Foi com muita dor e revolta que o torcedor recebeu a primeira derrota do clube em sua casa neste Brasileiro. Com o gol tomado aos 35 minutos de jogo, o Tricolor não teve forças para mais nada, viu sua invencibilidade ir por terra abaixo e despencou na tabela do torneio.

 

Venceu quem errou menos. E o São Paulo, apesar de ter lutado bastante nos dois tempos e até feito uma boa segunda etapa, abusou dos erros nos três setores do campo. No ataque, Lucas Pratto perdeu três grandes chances, sendo uma clara ao cabecear sem ninguém o marcando. Não digo que sentiu o jogo contra sua ex-equipe, mas não costuma errar tanto assim na cara do gol. Seu parceiro Wellington Nem manteve os já tradicionais 0% de produtividade e saiu no intervalo. No meio-campo, Jucilei continua jogando por ele e por todos os que estão ao seu redor e Cueva pareceu mais condicionado que nos últimos jogos. Quis mais bola e mostrou vontade, mas em compensação Cícero continua dando passes de lado e fugindo da responsabilidade nas partidas. Se Araruna estiver 50% bem, pode botar para jogar.

 

Agora a defesa, essa precisa de uma atenção maior no post. Maicon murchou desde que perdeu a braçadeira de capitão. Anda muito jururu e mesmo tirando algumas bolas no segundo tempo, não anda inspirando a confiança que inspirava nessa mesma época do ano passado. Militão errou muito neste domingo mas se compararmos com o histórico de Lucão, o jovem poderia ser chamado de “novo Darío Pereyra”. Aliás, Lucão é um caso a parte e espero que de uma vez por todas ele siga seu caminho em outra agremiação. Desejarei boa sorte, mas aqui no São Paulo não dá mais. É muita falha para um zagueiro. Acompanho ele em campo desde 2013 (fui na Copa Audi, ‘sua estréia’) e de lá para cá, salvo exceções, cada jogo é uma lambança. Hoje a ironia na entrevista pós-jogo pode ter selado sua história no Tricolor. Pode sair e virar o Baresi mas aqui não conseguirá.

 

Para piorar, a tabela é cruel: Atlético Paranaense na arena que nunca vencemos, Fluminense em casa e Flamengo na Ilha do Governador. Se os reforços não vierem e as mudanças não forem feitas com a entrada de jogadores mais qualificados que Nem, Cícero e Lucão, poderemos esperar muita tormenta nos próximos dias.

 

Nota dos personagens da partida:

Renan Ribeiro Sem culpa nos gols. Uma grande defesa. Nota: 8,0

Marcinho Um dos melhores em campo, até. Gol merecido. Nota DEZ!

Militão Mal na defesa. Substituído no meio da segunda etapa Nota: 4,0

Maicon Não anda inspirando confiança. Parece desanimado. Nota: 4,5

Lucão Uma falha e uma entregada. Dois gols para o adversário. Nota: 1,0

Junior Bom segundo tempo, saindo mais para o jogo. Nota: 6,0

Jucilei Regular, como sempre. Joga por dois. Nota: 8,0

Cícero Mais um jogo insuficiente. Erro e Ceni na contratação. Nota: 4,0

Cueva Melhor preparado e mais ambicioso, mas ainda errando muito. Nota: 5,5

Lucas Pratto Perdeu chances que não costuma perder. Nota: 4,5

Wellington Nem Mais uma vez um cemitério de jogadas. Banco! Nota: 3,0

Thiago Mendes Sua entrada melhorou a equipe. Nota: 6,0

Bruno Fraco jogo pelo lado direito. Nota: 4,5

Gilberto Pouco tempo em campo. Sem nota.

Rogério Ceni Tomamos um gol muito cedo e o time demorou a recuperar o jogo. Sua mudança na segunda etapa tornou o São Paulo melhor e, até o erro da defesa, media forças com o Galo. Seu grande erro é insistir em Wellington Nem, Cícero e Lucão, mas não pode levar a culpa sozinho. Cadê o elenco para ele trabalhar? Nota: 5,5

 

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Deus abençoe quem invadiu o Morumbi na primeira maior glória do Tricolor!

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Cícero Pompeu de Toledo, dezessete de junho de mil novescentos e noventa e dois.

Um trânsito que me obrigou a estacionar o carro quase na Ponte do Morumbi.

Um jogo nervoso, somente decidido na disputa de pênaltis.

Um mar branco que invadiu o gramado e emocionou os mais de cem mil torcedores.

Uma festa descontrolada por toda a Avenida Paulista.

O São Paulo no seu maior momento na história.

 

Deus abençoe Zetti, Alexandre, Cafu, Antônio Carlos, Ronaldão, Ivan, Adílson, Ronaldo Luís, Pintado, Raí, Suélio, Palhinha Elivélton, Catê, Muller, Macedo e Telê. Deus abençoe cada um dos torcedores que estiveram no gramado do Morumbi na “maior invasão” que um estádio viveu no mundo.

 

Deus abençoe o São Paulo Futebol Clube.
Vinte e cinco anos da primeira Libertadores da América.

 

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