Search Results For : Base

Se tiver paciência, Tricolor em breve resolverá problema no meio-campo

Nação do Maior do Mundo;

 

Depois da saída de Paulo Henrique Ganso, o São Paulo ficou carente de um meio-campista que organize a equipe. Cueva, ótimo meia contratado no meio do ano passado, é mais condutor da bola e menos articulador de jogadas e Jean Carlos não conseguiu mostrar futebol nos treinos com a camisa do Maior do Mundo.

 

Entretanto, dois meio-campistas poderão dar alegrias para o torcedor num futuro próximo. São eles os jovens Lucas Fernandes e Shaylon.

 

Lucas Fernandes estava crescendo de produção no ano passado quando se contundiu seriamente no joelho. O meia aproveitou para também operar o ombro e resolver um problema crônico no local. Com previsão para volta aos gramados no meio de fevereiro, é o que mais tem chance de sequência de jogos. Seu estilo agressivo e rápido com a bola nos pés é mais parecido com o de Cueva.

 

Shaylon é um meia mais parecido com PH Ganso. Joga com a cabeça erguida e articula as jogadas como um meia clássico. Com os direitos comprados junto a Chapecoense (a ida de Reinaldo ao clube catarinense ‘zerou’ a dívida de R$ 500 mil referente a compra) e contrato até o fim de 2021, Shaylon tem todas as condições de ocupar uma função que um dia já foi de Pita, Raí e Ganso.

 

Entretanto, é preciso ter paciência com os garotos. Ambos ainda estão em formação e oscilarão muito até o inevitável equilíbrio mas certamente serão peças importantes na rotação que Ceni quer e será obrigado e fazer no elenco; ainda mais com a limitação de 28 atletas para o estadual.

 

Acredito que, com um bom trabalho de transição a devida paciência do torcedor, tanto Lucas Fernandes como Shaylon em breve brilharão no São Paulo. Torço muito para que ambos agarrem com firmeza as oportunidades que certamente virão neste ano.

 

Deste mato podem sair futuros ídolos.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

Necessidade pode fazer meia da base ter a mesma trajetória de Kaká

Nação do Maior do Mundo;

 

O São Paulo não deve contratar um camisa dez para o primeiro semestre de 2017.

 

Com poucas e difíceis opções no mercado brasileiro e sul-americano, Rogério Ceni deverá a princípio subir o jovem meia Shaylon para o profissional, inclusive, levando-o com o elenco para os Estados Unidos.

 

Não era essa a previsão inicial do clube. O jovem catarinense de 19 anos, comprado recentemente pelo Tricolor junto a Chapecoense, seria uma das estrelas do São Paulo na Taça São Paulo Futebol Junior. A necessidade de subir o garoto casa com uma boa oportunidade, já que Jean Carlos, contratado junto ao Vila Nova e sem evolução nos treinos, será liberado para o Goiás e Lucas Fernandes está em fase final de recuperação de lesão e ficará no Brasil.

 

Kaká (que levava o nome Cacá no início de sua carreira), teve uma trajetória parecida. O meia era reserva do sub20 (o titular era Harrison) e, por uma questão de necessidade, teve a oportunidade de subir no início de 2001 e despontar após três jogos, sendo peça fundamental na conquista do torneio Rio-São Paulo da época. Longe das comparações entre jogadores, até porque Kaká foi mais veloz e vertical no início da carreira, mas Shaylon pode traçar o mesmo destino. O meia tem uma ótima visão de jogo, facilidade na armação e finalização.

 

Rogério deverá definir nesta sexta os nomes dos atletas que estarão na Flórida para a pré-temporada do Tricolor, na IMG Academy Pro & Team Training, a casa do clube em janeiro. David Neres está fora da lista. Enquanto isso o clube se dedica a aquisição de um atacante de área e um volante de contenção.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

Com Rogério Ceni no comando, SPFC terá “mais Cotia na Barra Funda”

Nação do Maior do Mundo;

 

O técnico Rogério Ceni, que será apresentado na próxima quinta, quer de fato inovar no comando do São Paulo em sua primeira experiência como treinador de futebol.

 

O novo técnico está em contato direto com o Centro de Formação de Atletas Laudo Natel, em Cotia, e pediu que algumas promessas do multi-campeão Sub20 Tricolor já subam para o profissional, ao menos por um período de testes.

 

A geração de 1996 é sem dúvidas uma das mais promissoras dos últimos anos. Além de adequar o elenco a uma nova realidade financeira, Rogério acredita na nova ideologia e acredita na compreensão tática dos garotos. O novo treinador contará com uma comissão técnica especializada no assunto. Michel Beale, por exemplo, virá ao Brasil depois de experiências bem sucedidas na base do Liverpool.

 

Atletas como Foguete, Shaylon e Júnior (que vieram de Vasco, Chapecoense e Grêmio) certamente terão espaço no elenco principal, até porque não poderão mais participar da base em 2017 pela idade. O técnico do Sub20 André Jardine foi direto em entrevista para a ESPN Brasil: “O Rogério valoriza muito a categoria de base, está olhando todos os nossos jogos. Nenhum outro treinador fez isso, de vir, sentar em Cotia e ver o jogo. Aqui está o futuro do clube. O Rogério está aqui para fazer um trabalho a longo prazo, não só para o ano que vem”.

 

É bom lembrar que a atenção maior com a base é essencial, mas que o clube também está procurando por nomes de peso e experiência para ajudar os garotos dentro de campo. No profissional, a realidade é muito diferente dos jogos entre garotos de clubes de base.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

Hoje é dia de final no Morumbi!

Nação do Maior do Mundo;

 

Bem diferente da estrutura de operação dos tempos de Juvenal Juvêncio e com seus atletas de contratos renovados com quase todos os direitos econômicos pertencentes ao clube, o sub20 do São Paulo finalmente começou a apresentar os resultados esperados para a base de investimento mais alto do país.

 

Os meninos de hoje em dia são mais organizados, jogam coletivamente e tem ganância, no melhor sentido da palavra. Conquistaram a Libertadores da categoria e estão disputando o bicampeonato da Copa do Brasil e a final do Paulista nesta reta final de ano. Mais que títulos, agora podemos de fato acreditar em melhor qualidade na transição para o profissional.

 

Essa quinta às 20h40 temos o primeiro dos quatro jogos decisivos da garotada. O São Paulo enfrentará o Bahia pela final da Copa do Brasil e precisa de um bom resultado para jogar com mais tranquilidade em Salvador. A entrada é gratuita e realizada pelo portão cinco, ao lado das arquibancadas azul e laranja.

 

Estarei lá. Vamos nessa?

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

André Jardine não é promessa: é realidade na base Tricolor!

Nação do Maior do Mundo;

 

Bem diferente da Barra Funda, o trabalho realizado em Cotia tem sido motivo de orgulho para a torcida do São Paulo. O Sub20 Tricolor está em mais duas finais neste ano: Paulista e a Copa do Brasil da categoria.

 

As duas finais, somadas a outros títulos importantes como a conquista da Libertadores no início do ano são fruto do trabalho de extrema competência do técnico André Jardine. O profissional enfim consegue colocar organização e ambição aos jogadores que estão a um ou dois passos de atingirem o profissional. Muitos dizem que não são títulos que definem o sucesso de um trabalho de base, mas creio que a confiança trazida com a chegada nas finais e eventuais títulos ajudam em muito a talhar o DNA Tricolor nos futuros atletas. O moleque chega com muito mais confiança no ‘ninho de cobras’ que é a Barra Funda.

 

O técnico chegou a trabalhar em dois jogos do profissional, entre a saída de Bauza e a chegada de Ricardo Gomes. Muitos acreditam que uma eventual subida de Jardine para o profissional seria uma grande ideia, como foi a efetivação do Zé Ricardo no Flamengo. Eu já penso que ele deveria permanecer com o bom trabalho feito na base. Além de formar bem os jogadores, o trabalho na base garante longa vida no clube. Não há pressão na base como no profissional. Imagino Jardine técnico do time de cima, com três resultados ruins e o time em crise: provavelmente perderíamos uma jóia da base pelo ‘establishment’ do futebol brasileiro que é mandar técnico embora.

 

Os jogos da final do Paulista sub20 serão contra o Capivariano, que passou pelo Palmeiras e garantiu vaga na decisão. A Copa do Brasil da categoria será decidida contra o Bahia. vencedor em 2015, o Tricolor luta pelo bi-campeonato no torneio.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.