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São Paulo é finalista da Copinha. Veja quando, que horas e onde será a final:

São Paulo e Flamengo, dois dos maiores clubes do Brasil duelarão pela conquista do título da Copa São Paulo de Futebol Jr. 2018 nesta quinta-feira (25), às 10h, no estádio do Pacaembu. A data tradicional coincide com o aniversário da capital paulista.

 

O Tricolor passou pelo Internacional em uma partida marcada por chuva, polêmicas e disputa de pênaltis. O jogo, que tinha sido interrompido na noite de segunda aos 17 minutos do segundo tempo por causa de raios, recomeçou com o placar empatado em 1 a 1. Sem gols nos 30 minutos restantes de jogo nesta terça-feira, a decisão foi para as penalidades máximas.  Aí nem mesmo o gigante goleiro colorado adiantou: deu Tricolor por 6 a 5.

 

São Paulo e Flamengo buscam a quarta conquista da Copinha: o Tricolor foi campeão em 1993, 2000 e 2010; o Rubro-Negro conquistou a competição em 1990, 2011 e 2016. Um deles será tetra na quinta-feira.

 

Os ingressos estão disponíveis no site Bilheteria Digital e custam entre R$ 15,00 (meia / arquibancadas) até R$ 50,00 (inteira / cadeiras). Compre e imprima seu voucher para não ter problemas para entrar.

 

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Rodrigo Caio, o “Highlander Tricolor”, inicia sua oitava temporada no elenco profissional

O zagueiro Rodrigo Caio atingiu uma das marcas mais expressivas de um jogador no São Paulo o entrar em campo na noite do último sábado, no Morumbi. Diante do Novorizontino, ele iniciou a sua oitava temporada consecutiva pelo elenco principal do clube.

 

Segundo o Site Oficial do São Paulo, descontando os goleiros, o último jogador de linha a atingir essa longevidade foi o zagueiro Ronaldão, que esteve na zaga Tricolor entre 1986 e 1993. Para termos ideia do tamanho do fato, entre Ronaldão e Rodrigo Caio, apenas dois atletas de linha atuaram em pelo menos sete temporadas consecutivas no Tricolor: Raí (entre 1987 e 1993) e França (entre 1990 e 1996). O ex-lateral esquerdo Nelsinho ostenta a maior longevidade consecutiva do clube, com participação em doze temporadas (1981 a 1992).

 

Outra marca observada pelo Site Oficial sobre Rodrigo Caio: o camisa 3 é o jogador há mais tempo, ininterrupto, no São Paulo. Ele chegou em 2006 em Cotia e vem atuando pelo clube até hoje.

 

Nem mesmo o carácter “highlander” e o amor explícito pelo São Paulo salvam o jogador de críticas de parte considerável da torcida. Alguns entendem que Rodrigo Caio não é um zagueiro ideal para o São Paulo, outros acham que o jogador está passando do momento de uma boa venda. Eu acho as críticas pesadas em cima do jogador muito exageradas. Rodrigo não é um Beckembauer, mas ao lado de outro bom zagueiro, faz bem o seu serviço.

 

O fato é que, em um clube tão carente de títulos como o atual São Paulo, atletas como Rodrigo Caio, com tanto tempo de clube, são vistos por alguns como “parte do problema” e não como uma boa solução de Cotia.

 

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Seria bom ver Cipriano, Gabriel Sara e Bissoli nas fases finais da Copinha!

André Jardine, técnico do sub-20 do São Paulo, poderá ganhar três reforços para a semifinal da Copinha. Os jogadores Gabriel Sara, Bissoli e Marquinhos Cipriano, mesmo treinando no profissional, estão inscritos na competição de base e teriam condições de atuar caso fossem chamados pelo treinador.

 

Vejo como uma oportunidade bem interessante para melhor avaliação dos garotos pela comissão técnica e pelos torcedores, além de um tremendo reforço para a equipe avançar para as finais do torneio. Não vejo conflito algo com os que lá estão, principalmente os que estão atuando nos jogos. Entrosamento não seria problema: os três já conhecem o grupo de tanto jogar a favor e contra em Cotia. Dorival Junior não se oporia a convocação dos garotos para as fases finais da Copinha. A decisão é de Jardine.

 

O São Paulo pegará o Internacional, outro forte candidato a conquista do título e, caso passe de fase, pegaria Palmeiras, Flamengo, Avaí ou Portuguesa na final, que será realizada no dia 25/01 no estádio do Pacaembu.

 

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O que esperar do elenco mais “Made in Cotia” da história do São Paulo?

O torcedor que deseja ver os jogadores da base do São Paulo jogando na equipe de cima não terá o que reclamar neste início de ano. Dos trinta e cinco atletas que se apresentaram na Barra Funda, dezoito são ou cresceram nas categorias de base do Tricolor.

 

São eles: Hernanes (ainda com futuro incerto no início do ano), Rodrigo Caio, Éder Militão, Lucas Fernandes, Araruna, Shaylon, Brenner e Júnior Tavares (que já atuam no profissional) e Lucas Paes, Paulinho, Caíque, Pedro Augusto, Marquinhos Cipriano, Lucas Perri, Rony, Gabriel, Bissoli e Paulo Bóia que ainda buscarão espaço entre os profissionais.

 

No momento, mais da metade dos atletas que se apresentaram no CT da Barra Funda foram criados em Cotia. É o elenco mais “Made in Cotia” da história recente do São Paulo. É bom para o clube? Sim, necessário e importantíssimo. O São Paulo sempre foi e será um celeiro de novos talentos, porém somente isso não indica a formação de uma equipe necessariamente forte para conquistar os títulos que o clube tanto anda precisando.

 

Não é só talento e potencial que define o futuro de um jogador. A adaptação na equipe de cima é muito importante e nem todos serão um “Müller, Silas ou até mesmo um Lucas Moura”. Será preciso mesclar a juventude com experiência para dar tranquilidade a transição dos garotos. Aí vai a importância da permanência de um Hernanes, a chegada de um Lugano ou a vinda de um atleta mais rodado na hora da roda antes do apito inicial dos jogos decisivos.

 

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Você sabia? Estrela do Manchester United passou pelo Tricolor em 2003

Mais uma daquelas muitas histórias do futebol. Henrikh Mkhitaryan, meia armênio do Manchester United e terceira contratação mais cara da janela do ano passado, passou pela base Tricolor em 2003.

 

Contratado por R$ 154 milhões junto ao Borussia em 2016, Mkhitaryan era apenas um menino de 13 anos de idade quando viajou sozinho ao Brasil e ficou durante quatro meses no São Paulo, em 2003. Aos 13 anos, ele veio em um projeto de intercâmbio com o governo da Armênia. O projeto levou três garotos armênios e um técnico para fazer testes no CT de Barueri (onde ficava a base do clube antes de Cotia).

 

O meia lembrou com carinho de sua passagem no Tricolor em sua Fan Page:

 

“Foi um dos período mais interessantes da minha vida. Eu era um menino tímido da Armênia e não falava português, mas não me importava porque, para mim, eu estava indo para o paraíso do futebol. Sonhava ser como o Kaká e o Brasil era a casa desse estilo criativo, o que eles chamam de ginga. Fui para lá com dois outros jogadores armênios. Quando chegámos ao nosso quarto, vimos que um jogador brasileiro seria nosso companheiro. Ele era magro e tinha cabelo escudo. ‘Bom dia! Meu nome é Hernanes’. Naquele tempo, o menino era desconhecido, mas aquele era Hernanes!” – referindo-se ao profeta, que na época dava seus primeiros passos na base do clube.

 

“Nos tornamos amigos devido à comunicação pela criatividade em campo. Lembro de fazer alguns gols no treino e pensar ‘Sou um menino armênio fazendo gols no Brasil’. Me senti um craque”, revelou Mkhitaryan, que acabou dispensado com o fim do intercâmbio. O garoto então voltou a Armênia, mas não desistiu do futebol. Brilhou no time armênio Pyunik e depois rumou ao futebol ucraniano, onde conseguiu grande destaque no Shakthar Donetsk, ao lado de vários brasileiros. Depois se transferiu para o Borussia e de lá para o Manchester United.

 

Mkhitaryan chegou a chamar atenção de Cilinho, responsável pelos intercambistas na época. ‘Esse baixinho é muito bom e extremamente disciplinado. Os técnicos sempre falavam bem dele, mais do que dos outros meninos”, disse Cilinho a Vasken Yeginerian, brasileiro descendente de armênios e responsável pelos meninos na época.

 

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