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Um título indigesto!

A notícia saiu no site Transfermarkt e foi publicada também pelo jornalista e blogueiro Jonathan Silva, do diário Lance: o São Paulo Futebol Clube superou o Santos FC e se tornou o clube brasileiro que mais lucrou com negociações no século XXI. Na América do Sul o Tricolor só perde do River Plate.

 

Segundo o Transfermarkt, o River Plate faturou 387,81 milhões de euros com a venda de 379 atletas, seguido do São Paulo, com 321,62 milhões de euros com a venda de 563 atletas. O terceiro colocado na América do Sul é o Boca Juniors, com 308,98 milhões de euros e 500 jogadores vendidos no século. A Argentina é a maior “mina de ouro” de jovens talentos atualmente, superando o Brasil.

 

O “título” não tem nada de bom para a coletividade Tricolor: o clube lucrou, lucrou e lucrou mas não levou nada de grande relevância nos últimos dez anos. Apenas uma Sul-Americana separa um dos maiores jejuns de títulos da história do clube, comparável a época da construção do Morumbi e aos anos de “vacas magras” do meio da década de 90. Além da recente seca de conquistas, o Tricolor vive uma das suas piores fases econômicas e políticas, afundado em dívidas e convivendo com brigas internas, gestões confusas e contratações duvidosas.

 

Vai levar tempo para que toda essa tormenta acabe, mas ela um dia acabará. O clube precisa urgentemente sanear suas dívidas, modernizar seus processos, apaziguar as disputas políticas e principalmente, conquistar um título dentro de campo para que este processo não seja ainda mais doloroso. É por isso que, apesar de descrente de todo esse cenário político atual no clube (e a gestão Leco, que fique claro), me agarro na esperança que Raí e Ricardo Rocha tem bagagem o suficiente para melhorar a pasta do futebol.

 

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Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Obrigado, Waldir!

O fim de semana acabou de forma triste para o futebol mundial. Faleceu na tarde deste domingo aos 66 anos de idade Waldir Peres, ídolo do São Paulo e da Seleção Brasileira. Com 617 partidas pelo Tricolor, o goleiro foi titular da melhor seleção brasileira que vi jogar. A de 1982.

 

Waldir marcou duas passagens na minha vida. A primeira delas foi o meu primeiro jogo no Morumbi, nos ombros de meu pai, no início doas anos 80. Com pouco menos de 10 anos de idade, fiquei fascinado pelo único ‘careca de cinza’ em campo num time mágico formado por Oscar, Dario Pereyra, Renato, Serginho e Zé Sergio. Mesmo com tanto craque em campo, naquele dia escolhi meu primeiro ídolo ao ver Waldir debaixo das traves. Minha primeira referência no São Paulo.

 

A outra passagem é recente. No dia 28 de abril deste ano tive a honra de mediar um evento esportivo onde o tema era justamente a magia dos goleiros no futebol. Waldir era o personagem principal do evento e solicitamente respondeu todas as perguntas dos presentes no Shopping Plaza Sul (SP), na maioria torcedores do Tricolor do Morumbi. Me lembro dos bastidores deste evento, quando Waldir me contou que sua ex-mulher tinha jogado fora seus troféus Bola de Prata numa briga conjugal. Rimos da situação e brindamos com café antes do início do evento.

 

Curiosamente a primeira camisa de goleiro deste ano é de uma tonalidade muito parecida a eternizada por Waldir ao longo de sua carreira no São Paulo e na seleção. Seria muito bonito ver Renan usando-a nesta segunda-feira com o nome do ídolo Tricolor nas costas. Num São Paulo cercado por lendas do gol como Poy, Zetti e Rogério Ceni, ter Waldir como ídolo é motivo de muito orgulho para mim e para todos que como eu compareciam no frio cimento das arquibancadas para vê-lo em ação.

 

Obrigado, Waldir!

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Mea culpa: eu acreditei em Wellington Nem no São Paulo Futebol Clube!

Mea culpa (em português, mea-culpa) no Wikipédia significa uma frase latina que, em português, pode ser traduzida como “minha culpa”, ou “minha falha”. Consiste num pedido de perdão ou num reconhecimento da própria culpa.

 

Tenho que fazer uma mea culpa no caso de Wellington Nem, jogador que pedi, acreditei e banquei no São Paulo Futebol Clube através de textos no blog e também conversas com profissionais do mercado e do Tricolor.

 

O Wellington Nem que queria ver no Tricolor era aquele garoto que nasceu nas categorias de base do Fluminense, foi cogitado para a seleção olímpica de 2012, estourou no Figueirense de Jorginho e foi muiticampeão em 2012 no time de Fred, Conca e Muricy Ramalho. O Wellington Nem que eu queria era o campeão da Taça Guanabara, Campeonato Carioca e Campeonato Brasileiro de 2012, com assistências que “fizeram a fama” de Fred no Tricolor Carioca. Queria o Wellington Nem campeão pelo Shakhtar Donetsk em 2013/2014.

 

Infelizmente não deu certo. O atacante, com contratação aprovada por 99% da torcida, animou na pré-temporada, chegando a ser chamado por Rogério Ceni de ponto de desequilíbrio no time. As lesões musculares o atrapalharam muito; a gente vê um atleta sem o arranque de outrora, além da falta de confiança que também assola o elenco neste momento.

 

Peço desculpas. O Wellington Nem que eu imaginava que seria o maior assistente dos centroavantes do clube, tal qual foi no Figueirense, Fluminense e no seu primeiro ano no Shakhtar não existe mais. A experiência necessária para um Tricolor com falta de títulos deu lugar a falta de explosão, antiga marca registrada do atacante. Hoje não vemos nem sobra do garoto que prometia muito não só para os clubes como também para a seleção brasileira.

 

Seu lugar deve ser passado para Marcinho, Lucas Fernandes ou até Léo Natel ou Brenner. Infelizmente não consigo mais ver Wellington nem em campo, a não ser que ocorra um verdadeiro milagre do futebol.

 

Mil desculpas, amigos. Errei!

 

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OPINIÃO Camisa histórica e linda homenagem para os heróis da Chape!

Nação do Maior do Mundo;

 

O São Paulo fará história no próximo domingo. A tragédia envolvendo o avião da delegação da Chapecoense comoveu o mundo e promoverá uma alteração inédita no uniforme do último jogo do Tricolor no Brasileirão.

 

Pela primeira vez o clube adotará o verde em uma das cores de seu uniforme.

 

Por princípios e seguindo seu estatuto, o Tricolor nunca utilizou a cor verde, nem mesmo em uniformes de goleiro. A única vez que o verde entrou no uniforme foi no logo da Círio e em um detalhe do logo da marca Hero, com muitas críticas da torcida. Mas foram apenas detalhes de logomarca, que não compuseram o uniforme. Para domingo, os jogadores entrarão com uniforme preto e verde, a camisa terá apenas os escudos do São Paulo e da Chape, os números e nomes dos atletas falecidos e a inscrição #ForçaChape em verde, cor do clube catarinense. Em uma das mangas existirá um selo preto com o número de mortos na tragédia de Medellín.

 

A camisa ficou maravilhosa e eu não veria receio nenhum em usar o verde na composição do uniforme Tricolor neste caso histórico. Embora o verde não fazer parte do meu vestuário, usaria essa camisa fácil. Apesar da richa histórica entre São Paulo e Palmeiras (que para mim e para muitos torcedores é maior que a richa entre Palmeiras e Corinthians) o motivo é mais que nobre. Parabéns diretoria por fazer história e ajudar o próximo num contexto tão triste.

 

Este uniforme não será largamente comercializado. O motivo é simples: o tempo de produção deste tipo de material seria de no mínimo seis meses a um ano desde a compra dos tecidos (importados), corte, costura, transporte, venda as lojas e etc… As camisas utilizadas pelos jogadores no jogo serão leiloadas em prol das famílias dos 19 jogadores falecidos. Ainda não se sabe como será o processo de leilão.

 

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O São Paulo se dispôs a ajudar a Chapecoense com um jogo amistoso no Morumbi em 2017

Nação do Maior do Mundo;

 

O São Paulo se dispôs a ajudar a Chapecoense com um jogo amistoso a ser disputado durante a pré-temporada de 2017, antes do Campeonato Paulista. O jogo poderá ser no Morumbi e a renda revertida as famílias das vítimas da tragédia em Medellín.

 

O São Paulo fará boa parte da sua pré-temporada em Orlando e participará da Florida Cup. Se a ideia for aceita pela Chape e se houver tempo hábil e logística necessária para ambos os clubes, esse amistoso poderá ser realizado entre os dias 22 de janeiro (quando o clube voltará dos Estados Unidos) e 4 de fevereiro, início do estadual.

 

Como sugestão, com ingressos a R$ 10,00 de arquibancada e R$ 20,00 as cadeiras, tenho certeza que o torcedor Tricolor lotaria o Morumbi para homenagear as vítimas e também seria uma ótima maneira de apresentar o elenco 2017 para o torcedor.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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