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Vamos fechar a casinha, Rogério?

Nação do Maior do Mundo;

 

“Não vamos esperar nenhum time, seja grande ou pequeno. Somos o São Paulo e temos de ir para frente, com tranquilidade e organização”. Essas foram algumas palavras do atacante Chavez em coletiva dada a imprensa na tarde desta segunda-feira, no CT da Barra Funda.

 

O argentino deu a letra do que será a filosofia do Tricolor nos cuidados de Rogério Ceni: um time que privilegiará a iniciativa do jogo, a posse de bola e agressão ao adversário, no sentido esportivo da palavra, é claro. Por outro lado, na hora de propor o jogo frente a primeira bem montada equipe do ano, o time descompactou feio e falhou demais no que foi o melhor setor em 2016: a defesa.

 

É complicado iniciar um ano precisando remontar todos os setores do campo e as mudanças defensivas foram drásticas: Bruno voltou a lateral direita, Buffarini jogou no lado esquerdo e, principalmente, Rodrigo Caio foi adiantado, dando seu lugar a Douglas. De todos (inclusive o goleiro), apenas Maicon se manteve em sua posição original do ano passado.

 

Um bom time se começa com uma boa defesa e esse feito o São Paulo, entre muitos prós e contras, conseguiu em 2016. Por isso, antes de implementar uma ideia de jogo que será assimilada com tempo, apoio e uma boa dose de paciência da torcida, Rogério deveria recompor novamente sua defesa, para não ter problemas com resultados ruins no início da temporada.

 

Há dois caminhos possíveis: a manutenção da linha de quatro defensores, com Rodrigo Caio ao lado de Maicon e mais um homem no meio ao lado de Thiago Mendes enquanto Jucilei não aparece na frente da zaga ou o consagrado esquema com três zagueiros, com Rodrigo Caio atuando como líbero e alas nas extremidades do campo, um esquema que também pode dar certo pelas características mais ofensivas de Buffarini, Bruno, Foguete e Júnior.

 

O que me deixa bastante otimista é a inteligência de nosso técnico e, principalmente, a sua capacidade de enxergar jogos. Na própria coletiva pós jogo contra o Audax, Ceni disse que tem muito o que fazer no time. Certamente já está de olho em tudo que foi dito nessas linhas.

 

É hora de fechar a casinha.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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A caminho do Brasil, Jucilei canta até um trecho do hino do Tricolor

Nação do Maior do Mundo;

 

A caminho do Brasil, Jucilei tratou os torcedores do São Paulo de uma maneira no mínimo inusitada. Em uma de suas lives no Instagram, o volante cantou um trecho do hino do clube e disse “agora eu sou Tricolor Paulista”.

 

Acompanhado de seu empresário, o volante e o São Paulo esperam um desfecho feliz da novela de sua repatriação junto ao Shandong Luneng. O clube chinês o emprestará ao São Paulo até o final do ano. Além de voltar a um grande clube brasileiro, Jucilei quer estar mais perto de Tite, técnico da seleção brasileira. A Copa do Mundo já é no ano que vem e o volante sabe que se fizer uma boa temporada no clube, alimentará boas chances de convocação.

 

O desejo do São Paulo é antigo e a negociação foi revelada no blog em dezembro. Com Jucilei dando proteção a zaga, o São Paulo ganha mais corpo e qualidade de elenco e poderá sonhar alto no ano, caso ainda chegue um goleador para o grupo. Se por um lado a vinda de Jucilei é iminente, por outro a transferência de Hernanes para a China é dada como certa nos jornais europeus.

 

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Caso Rogério: Ceni tenta reparar erro cometido por Edgardo Bauza em 2016

Nação do Maior do Mundo;

 

Alô, Rogério? Aqui é Rogério Ceni e contamos com você aqui de volta no Tricolor” – Não foram exatamente essas as palavras, mas o sentido é igual. O técnico gostaria de compensar a saída de David Neres antecipando a volta do seu xará, emprestado ao Sport até 31 de abril.

 

A negociação do “Neymar do Nordeste” se deveu ao fato dele constantemente não ter sido aproveitado em sua posição original no tempo em que Edgardo Bauza esteve no Tricolor. Não tinha jeito: o argentino insistia em colocar Rogério na armação das jogadas, matando a explosão das suas jogadas. De tanto jogar na tentativa de armar o meio-campo, o atacante perdeu a paciência, inventou uma desculpa qualquer e se mandou para Pernambuco.

 

Para mim, um grave erro de avaliação de Bauza naquela época. Rogério foi decisivo atuando pelos lados em vários jogos de 2015, inclusive marcando o gol que deu a classificação a Libertadores contra o Goiás, em Goiânia. O Sport está na dele e quer uma compensação para liberar o atleta. Wellington? Ceni não gostaria de perder o volante. Dinheiro? Duvido que o São Paulo tire o escorpião do bolso. Em caso de permanência de Rogério até maio, o jovem Caíque está de sobreaviso.

 

Cenas dos próximos capítulos…

 

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OPINIÃO David Neres: o negócio foi inevitável, a dúvida será eterna!

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David Neres, oito jogos e três gols pelo profissional, jogará no futebol holandês. O jogador foi negociado com o Ajax (Holanda) por 15 milhões de euros e se despede como a terceira maior venda da história do Tricolor, perdendo apenas para as vendas de Denílson (Betis) e Lucas (PSG).

 

Veja os detalhes da negociação na matéria do Globoesporte.com

 

Não conheço nenhum torcedor que comemorou a saída de Neres. É óbvio que eu, como a imensa maioria dos Tricolores gostaria de vê-lo no time principal mas o fato é que, pelos valores citados, o negócio foi absolutamente inevitável. Dois pontos me chamaram a atenção na matéria do Alexandre Lozeti (Globoesporte.com): o primeiro foi o pedido do próprio jogador para que fosse realizada a venda. Neres tem a grande chance de seguir a mesma trajetória de Romário e Ronaldo, que brilharam à partir da porta de entrada holandesa. O futebol de lá é um trampolim e se for bem, a chance de Neres seguir para um “Major Club” espanhol ou inglês é gigante.

 

Aí entra o outro ponto que me chamou a atenção. O São Paulo ainda fica com 20% dos direitos econômicos do atleta. Imaginando que Neres corresponda as expectativas, se o Ajax o vender por 30 milhões de euros (valor até baixo em se tratando de transação européia), o São Paulo levará 6 milhões de euros a mais, além da porcentagem de formador do atleta. David Neres é 100% Cotia, isso é, o Tricolor arrecadaria algo em torno de 10 milhões de euros por um jogador que mal pisou no gramado do Morumbi.

 

Se o negócio foi inevitável, por outro lado a dúvida sobre o rendimento do jogador será eterna na cabeça do torcedor. Ninguém poderá cravar sucesso ou fracasso de rendimento se o atleta ficasse no clube, mas para efeito de comparação, Denílson e Lucas, os dois maiores negócios do São Paulo, não atingiram o ápice projetado pelo torcedor. Lembramos do sucesso de Kaká e Casemiro, mas não podemos nos esquecer dos fracassos de Sérgio Motta, Ademílson e Henrique, entre muitos outros. Futebol não é uma ciência exata e dentro de campo muitas vezes dois mais dois não são quatro.

 

O mais importante de tudo isso é saber onde esse dinheiro será usado. Vamos amortizar os juros? Investir num centroavante? Que tal essa gestão do São Paulo colocar uma nota oficial sobre o destino do dinheiro de David Neres na área de transparência criada no site oficial do clube? O torcedor ficaria grato em saber que lá temos assuntos mais relevantes que atas de assembléias ou de reuniões no Conselho Deliberativo.

 

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Lyanco na Juve: bom negócio para todos!

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Mais uma proposta oficial está na mesa do São Paulo: são R$ 17 milhões pelo zagueiro Lyanco, que atualmente defende a seleção sub20 do Brasil, no Equador. A dona da proposta? A grande Juventus, de Turim.

 

Segundo o agente do atleta, o Tricolor ficou de enviar uma contraproposta ainda nesta segunda-feira. O tempo de negociação é curto pois as inscrições da janela européia terminam no dia 31 de janeiro. Ainda de acordo com o agente de Lyanco, como o São Paulo tem excesso de zagueiros no elenco (Maicon, Rodrigo Caio, Breno, Douglas, Lucão, Kal e Tormena), seria uma questão de ajustes de valores.

 

Lyanco é um bom zagueiro que, na minha opinião, tem muito mais chance de dar certo na Europa que no Brasil. Lembra muito o estilo do ex-zagueiro Bordon, que pelo estilo de jogo penou no São Paulo e se encontrou no velho continente. Tem vigor físico, juventude e passaporte europeu. Vale mais que os R$ 17 mi oferecidos mas chegando próximo a uns R$ 20 milhões a venda se justificaria, até porque outros bons nomes desta safra vencedora da base vem aí. Lembrando que o Tricolor só poderá inscrever 28 atletas no Campeonato Paulista.

 

Vai aí também uma sugestão, já que ‘perguntar não ofende’. A Juve quer Lyanco, a gente adoraria ter Hernanes, então que tal os R$ 17 mi e o empréstimo do Profeta? Sei que Hernanes prefere permanecer na Europa e tal, mas uma boa lábia, aliada ao tempo curto de negociação, talvez poderia fazer efeito.

 

Independente de Hernanes, o negócio é bom para as três partes: o São Paulo, que tem zagueiros para compensar a saída e receberia uma grana muito boa; a Juve, que experimentaria um zagueiro ‘made in Cotia’ em seu elenco e, finalmente, o próprio Lyanco. Afinal é o maior clube da Italia no momento. Grande camisa, belo estádio e tradição. Bem diferente do Atalanta, para onde irá João Schmidt.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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