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Saiba o que o SPFC ainda procura para fechar o elenco no início de 2017

Nação do Maior do Mundo;

 

De acordo com a imprensa esportiva, o Tricolor ainda está atrás de duas peças protagonistas para o elenco que iniciará 2017: um volante com características defensivas e um atacante de área com faro de gol.

 

O atacante de área pretendido no meio deste ano era Lucas Pratto. Segundo informações que obtive, o São Paulo chegou a acertar salários com o jogador após a Libertadores mas Daniel Nepomuceno, presidente do Atlético MG, brecou a negociação. Disse a Leco que a saída do argentino poderia desencadear um conflito com a torcida do Galo, recém eliminado da competição pelo próprio São Paulo. Hoje, valorizado e com seleção na bagagem, Pratto é praticamente inviável. Ricardo Oliveira também não foi liberado pelo Santos. Nomes como Nilmar e Ricardo Goulart foram sondados mas pelo visto há muita dificuldade de repatriação e Calleri deve permanecer na Europa. O paraguaio Colmán ainda está em pauta mas não duvido nada se vier alguma surpresa pesada até o início do Paulista. O clube pretende investir boa parte do que tem previsto no orçamento do futebol com esta posição.

 

O volante que o clube procura deve ter características defensivas e ser de preferência alto, segundo Ceni. O Tricolor mandou propostas para Felipe Melo (confirmada pelo jogador ao seu agente), Jucilei e também cogita nomes mais viáveis financeiramente, como Arouca (Palmeiras) ou Edson (Fluminense).

 

O fato é que o Tricolor subirá os garotos de 20 anos para cima (que não podem participar mais dos torneios de base) e deve fechar o grupo que irá para os Estados Unidos sem essas duas posições pretendidas. Rogério rodará muitos jogadores durante os amistosos preparativos da Florida Cup. O clube não considera o torneio algo importante em termos de conquista, por isso usará os jogos para que o treinador tenha mais oportunidade de testar melhor os atletas e variações táticas.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Necessidade pode fazer meia da base ter a mesma trajetória de Kaká

Nação do Maior do Mundo;

 

O São Paulo não deve contratar um camisa dez para o primeiro semestre de 2017.

 

Com poucas e difíceis opções no mercado brasileiro e sul-americano, Rogério Ceni deverá a princípio subir o jovem meia Shaylon para o profissional, inclusive, levando-o com o elenco para os Estados Unidos.

 

Não era essa a previsão inicial do clube. O jovem catarinense de 19 anos, comprado recentemente pelo Tricolor junto a Chapecoense, seria uma das estrelas do São Paulo na Taça São Paulo Futebol Junior. A necessidade de subir o garoto casa com uma boa oportunidade, já que Jean Carlos, contratado junto ao Vila Nova e sem evolução nos treinos, será liberado para o Goiás e Lucas Fernandes está em fase final de recuperação de lesão e ficará no Brasil.

 

Kaká (que levava o nome Cacá no início de sua carreira), teve uma trajetória parecida. O meia era reserva do sub20 (o titular era Harrison) e, por uma questão de necessidade, teve a oportunidade de subir no início de 2001 e despontar após três jogos, sendo peça fundamental na conquista do torneio Rio-São Paulo da época. Longe das comparações entre jogadores, até porque Kaká foi mais veloz e vertical no início da carreira, mas Shaylon pode traçar o mesmo destino. O meia tem uma ótima visão de jogo, facilidade na armação e finalização.

 

Rogério deverá definir nesta sexta os nomes dos atletas que estarão na Flórida para a pré-temporada do Tricolor, na IMG Academy Pro & Team Training, a casa do clube em janeiro. David Neres está fora da lista. Enquanto isso o clube se dedica a aquisição de um atacante de área e um volante de contenção.

 

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Cícero chega para jogar e tentar apagar má impressão conquistada na “era Ney Franco”

Nação do Maior do Mundo;

 

Vinte e quatro de outubro de 2014, Copa Sul-Americana. O jogo contra a modesta LDU de Loja estava complicado. A equipe equatoriana havia armado um ferrolho que os comandados de Ney Franco não conseguiam transpor. O jogo caminhava para um empate e Rogério Ceni, goleiro na época, pediu para o treinador colocar Cícero em campo. Ney não aceitou a intervenção e Willian José foi o escolhido. O episódio gerou uma crise que em pouco tempo gerou a demissão de Ney Franco, com farpas públicas entre o ex-treinador e o ídolo da torcida do São Paulo.

 

Quatro anos depois, o ‘pivô’ da crise de 2012 está de volta ao Morumbi. Cícero retorna para rodar o meio campo, chegar ao ataque e auxiliar a transição dos garotos de base do clube. Pelo menos essa é a visão de Rogério Ceni, grande defensor do futebol do ex-Flu desde 2011, quando jogaram juntos por duas temporadas.

 

Em números, Cícero jogará dois anos com salários dentro do teto do clube. Receberá menos que Michel Bastos, por exemplo, porque o Flu aceitou pagar 30% dos seus vencimentos. Será mais um jogador chegando a custo zero, como Wellington Nem e Neílton. Apenas Sidão custou ao clube, cerca de 250 mil junto ao Audax.

 

O torcedor do São Paulo não tem boas lembranças da passagem de Cícero pelo clube. A estigma de ‘polivalente’ não funcionou naquela época e o jogador entregou muito menos que o esperado em um time complicado como era o de Ney Franco, diga-se de passagem. Desta vez, sob a batuta de Ceni, o cenário poderá ser diferente. Cícero deverá jogar ao lado de Thiago Mendes e Cueva, até substituindo o peruano em caso de ausência. Tem chance de apagar a má impressão criada na primeira passagem.

 

Se futebol é momento, Cícero teve bom ano no Fluminense em 2016. Capitaneou o time na conquista da Primeira Liga do Brasil e teve boa performance individual no Campeonato Brasileiro. Que ele venha com espírito de vencedor e ajude o velho amigo, agora treinador, a conquistar um título neste ano.

 

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Júnior será titular do clube em 2017

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Marco Aurélio Cunha, ex-gerente de futebol do São Paulo, sinalizou em uma recente entrevista a Rádio Transamérica, uma importante configuração para o início da temporada do clube: as laterais do campo.

 

O clube confirmou as subidas de Foguete e Junior, multicampeões sub20, para a suplência no setor. Deste modo, sem Mena e Reinaldo (Dener, o nome acertado faleceu no acidente em Medellín), o São Paulo deve iniciar os treinamentos nos Estados Unidos com Bruno pela direita e Buffarini no lado esquerdo. O argentino jogou a última partida do ano na lateral esquerda a pedido de Ceni e foi bem, lembrando que o adversário era o já caído Santa Cruz.

 

Aí vai uma opinião, baseada no que eu vi no sub20 Tricolor: Júnior será o futuro titular na esquerda. Ele foi um dos mais regulares da equipe de Andre Jardine e vem com ‘bônus’ de atuação em onze jogos no profissional do Grêmio de Roger Machado no início do ano. No São Paulo, Junior esteve presente em toda a temporada do Sub20, sendo peça importante nas conquistas da Libertadores, da Copa do Brasil, do Paulistão e da Copa RS. Com o mercado brasileiro escasso de laterais esquerdos (o bola de ouro foi Fábio Santos, aquele), Junior aparece como boa saída para o clube. É só não se perder nas ‘tentações’ da transição base/profissional.

 

Já Foguete, outro vencedor da geração sub20, será um bom suplente em 2017. Bruno e Buffarini são especialistas no setor. Depois de anos derrapando, o São Paulo finalmente conta com jogadores de boa qualidade no lado direito. O clube prioriza a compra de um centroavante, corre atrás de um volante e deseja, em caso de alguma oportunidade, a vinda de um meio-campista.

 

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Neilton chega e dribla bobagem escrita no Twitter em 2011 com foto tricolor da infância

Nação do Maior do Mundo;

 

“Estou muito feliz por chegar ao São Paulo. Vestir essa camisa me dá muito orgulho e também à minha família, que é toda são-paulina. Nessa foto, com sete anos, estou com meu pai com o uniforme do Tricolor. Aproveito para pedir desculpas pelo tweet que publiquei quando era ainda mais jovem. Na época eu era apenas um garoto que sonhava jogar futebol profissionalmente e defendia um clube rival. Foi um erro, que não representa o que pensava e muito menos o que penso hoje. Estou realizando um sonho pessoal e vou me dedicar sempre para honrar essa camisa e dar muitas alegrias aos torcedores!”

 

Foi assim que Neilton se apresentou a torcida através de seu instagram. O jogador reconheceu o erro cometido anos atrás ao chamar o seu atual clube de ‘lixo’ no Twitter e postou uma bonita memória Tricolor de sua infância.

 

Meses atrás o atacante Getterson fora contratado pelo clube e pelo mesmo motivo perdeu a chance de jogar no clube. Que isso sirva de lição para todo atleta que busca ser profissional: sejam orientados! Hoje em dia custa pouco contar com uma consultoria de comunicação.

 

Bem-vindo, Neilton.

 

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