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O dia em que Renato Gaúcho usou o São Paulo Futebol Clube

A entrevista de Renato Portaluppi após o jogo diante do Flamengo em Porto Alegre foi um dos destaques do fim de semana do futebol. Após a partida diante do Flamengo o técnico do Grêmio sinalizou que poderá sair do Tricolor Gaúcho caso o clube não invista no elenco em 2020. “Não vou brigar lá atrás, nasci para ser vencedor” disse ele aos microfones.

 

A declaração da possível saída do técnico campeão da Libertadores em 2018 do Tricolor Gaúcho aguçou uma parte da torcida do São Paulo nas redes sociais. Parte da torcida vê no ótimo trabalho do técnico a possibilidade de um ano melhor e mais organizado dentro de campo para o elenco hoje comandado por Fernando Diniz.

 

Sem dúvidas, Renato Gaúcho provou que é um ótimo treinador, tornando o Grêmio novamente protagonista no futebol brasileiro dos últimos anos, mas há um motivo histórico (grave, na minha opinião) que faz com que seus serviços nunca sejam solicitados no São Paulo Futebol Clube. Reproduzirei aqui um trecho de um post do blog FUTEPOCA, que transcreveu com riqueza de detalhes um dos maiores micos da história do futebol: o dia em que Renato Gaúcho usou o São Paulo Futebol Clube.

 

“Em 1994, Fernando Casal de Rey assumiu a presidência do clube do Morumbi com a difícil tarefa de manter um mínimo de dois títulos expressivos por ano. Tinha sido assim em 1991, quando o São Paulo venceu o Brasileirão e o Paulista; em 1992, com a Libertadores, o Mundial e, de quebra, o Paulista; e em 1993, com o bi da América e do Mundo, mais o bônus da Supercopa. Mas a geração comandada pelo técnico Telê Santana demonstrou cansaço e, em 1994, início da gestão de Casal de Rey, perdeu o tri da Libertadores em casa e só faturou uma Conmebol com o Expressinho, sob a batuta de Muricy Ramalho.

Em 1995 e 1996, o time não ganhou nada de útil. Por isso, em 1997, Casal de Rey prometia uma contratação de peso, para acalmar a torcida. E a bola da vez foi o veterano Renato Gaúcho, então com 33 anos, que chegou a ser apresentado à imprensa em 14 de fevereiro. Só que o presidente são-paulino não sabia que tudo não passava de uma provocação do jogador ao seu ex-clube, o Fluminense, que lhe devia dinheiro. Deu certo: três dias depois, o tricolor carioca saldou a dívida de R$ 1,1 milhão com Renato, que voltou pras Laranjeiras. Fernando Casal de Rey ficou com cara de tacho e, naquele ano, ainda veria o São Paulo ser vice paulista e da Supercopa. Em 1998, quando terminou seu mandato, conseguiu ver o clube campeão paulista. Mas amargou mais um vice, do Rio-São Paulo. Sem dúvida, um presidente sem sorte. E que ficou marcado pelo “mico” do Renato Gaúcho.”

 

Tem torcedor mais jovem ou menos fanático que até relevaria esse insólito episódio em nome do atual bom desempenho de Renato como Treinador mas tenho certeza que quem viveu bem aquela época nunca irá compactuar com a presença do atual técnico gremista pelas bandas do Morumbi. Renato deu um sapeca iá iá feio no Tricolor e não merece sequer ser citado a voltar ao clube. Clube este que, por horas, ele segurou a camisa em coletiva para depois jogar por outro Tricolor… o carioca!

 

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OPINIÃO Santos 1×1 São Paulo

Opinião da partida:

 

O empate diante do Santos na abafada Vila Belmiro poderia ser bom, caso o clube tivesse feito a lição de casa e vencido as duas partidas anteriores, no Morumbi. Sobre o jogo, mais uma vez o São Paulo iniciou a partida desligado e viu o adversário dominar o primeiro tempo todo. Escapou de tomar mais de um gol, o que complicaria de vez a situação. Porém, com uma mudança fundamental, uma segunda etapa digna e liderança de Dani Alves, a equipe buscou o empate e poderia até ter vencido se tivesse concretizado as oportunidades que apareceram. O grande defeito do ano apareceu novamente no alçapão santista: o time não traduz boas chances em gols e por isso é o pior no quesito na elite do Brasil. Isso precisa mudar urgentemente para 2020 e faz com que esse empate não seja comemorado como normalmente seria em terras praianas. Seguimos na luta pela vaga direta na Libertadores, dependendo dos que estão ao nosso lado. Isso “não é” São Paulo!

 

Nota dos personagens em campo:

 

Tiago Volpi – Para variar, um dos melhores do time na partida. Apesar de uma saída falha que quase resultou em um gol santista, foi protagonista de algumas jogadas que poderiam traduzir-se em gols do alvinegro mandante. Nota: 8,0

Juanfran – Novidade na escalação, viveu bons momentos na segunda etapa, assim como todo o time. Gosto da sua presença na lateral, dá mais segurança defensiva ao Tricolor. Nota: 6,0

Bruno Alves – Apesar do cartão amarelo recebido no primeiro tempo, melhorou na etapa final e quase participou do gol da virada, desviando de cabeça um passe para Igor Gomes. A bola parou no goleiro Everson. Nota: 6,0

Arboleda – Penalti desnecessário atrapalhou muito seu desempenho. Quase fez um gol no final da partida, o que poderia ter melhorado a nota. Nota: 4,0

Reinaldo – Outro que cresceu com o coletivo do time, na segunda etapa. Nota: 6,0

Jucilei – Mal na primeira etapa, perdeu infantilmente a bola que originou a jogada do pênalti convertido pelo Santos. Saiu no intervalo. Nota: 4,0

Tchê Tchê – Também melhorou no segundo tempo, apesar dos passes certos, a maioria deles sem verticalidade. Terminou a partida como primeiro volante. Nota: 5,5

Igor Gomes – Sumido no primeiro tempo, o meia participou de boas jogadas na segunda etapa e quase marcou o gol da virada Tricolor. Sua presença no meio é necessária. Nota: 6,5

Daniel Alves – Depois de um primeiro tempo fraco, foi o motor do time na segunda etapa e melhorou com o coletivo Tricolor mais afinado. Além do gol, que iniciou e acabou com sua bola na rede, foi o jogador com mais passes certos na partida,  Nota: 9,0

Pablo – Apesar da luta e de duas boas chances criadas, para mim deve futebol ao São Paulo e deveu mais uma vez neste clássico. Tomou o terceiro amarelo, que o impede de jogar diante do Ceará. Nota: 4,5

Vitor Bueno – No primeiro tempo escapou do vermelho ao fazer falta perigosa já com um amarelo tomado. Na segunda etapa, participou ativamente do gol são-paulino e ajudou a equipe no abafa em cima dos santistas. Nota: 7,5

 

Liziero – Mudou a cara do time na segunda etapa. Com ele, o São Paulo teve volume de jogo e envolveu o Santos na sua casa e por pouco o Tricolor não saiu com a vitória no clássico. Precisa ser mais constante. Nota: 7,5

 

Gabriel Sara – Sem nota.

 

Fernando Diniz – O time sofre muito com as oscilações nos jogos. Mais um primeiro tempo ruim e uma segunda etapa boa. O gol Tricolor mostrou que o elenco está ao lado do técnico. Foi interessante ver Tiago Volpi falando “Você é foda!” ao técnico após o empate. Nota: 6,0

 

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Conheça Rodrigo Nestor: volante com pegada de meia que deve subir em 2020

Saiu no Globoesporte.com: o São Paulo deverá subir o volante Rodrigo Nestor para o elenco profissional, em 2020. A ideia é o atleta participar da Copinha em janeiro e depois se apresentar em definitivo na Barra Funda para a próxima temporada.

 

Nascido em 2000 e uma das ‘revelações do Blog’ ao lado de Eder Militão (leia matéria de 2016), Rodrigo Nestor é um volante com ‘pegada’ de meia-esquerda, capaz de desempenhar as duas funções com desenvoltura e ótima leitura de jogo. Oriundo do futsal, é um dos jogadores que o torcedor deve ficar de olho na competição de juniores, em janeiro. O São Paulo foi o último campeão da edição, com afirmação de Antony no elenco principal.

 

A subida de Nestor também é um indício de iminente venda de um dos jovens atletas do elenco profissional, já que o São Paulo passa por problemas financeiros e vê na base a solução imediata para o alívio no caixa. Recentemente atletas como Liziero e Igor Gomes foram sondados por equipes européias. O primeiro, inclusive, é monitorado pelo Barcelona e seria a minha aposta para a saída no final do ano.

 

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É obrigação do São Paulo ir a FIFA por vaga para o Mundial 2021, na China!

Já é oficial. A FIFA lançará um novo formato para o Copa do Mundo de Clubes, em 2021. A cada quatro anos, o torneio será disputado por 24 equipes, uma espécie de ‘super mundial’ e o primeiro será na China.  Segundo a entidade máxima do futebol, serão oito vagas destinadas para a UEFA, seis para a Conmebol, três para a Ásia, África e Concacaf e uma vaga para a Oceania.

 

Não há ainda notícia dos classificados ou convidados para o primeiro dos ‘super mundiais’ mas já há clube na América do Sul se movimentando para estar no polêmico campeonato. De acordo com o Diário Olé, o presidente do Boca Juniors viajou para a Suíça e participará de uma reunião na FIFA com o objetivo de ver o seu clube na Copa do Mundo de Clubes, em 2021.

 

“Não é que o Boca vai pedir. Há interesse do futebol em o Boca estar nesses jogos. Por quê? É pelo que significa o Boca. Eu não quero falar sobre os outros clubes. Mas, objetivamente, você percebe que o Boca é o que o mundo pede” – informou o periódico argentino sobre as pretensões do Boca.

 

Para entender: o modo de classificação dos seis clubes ainda não foi oficializado pela Conmebol. A idéia inicial é que a competição conte com os campeões da Libertadores de 2019 e 2020, os da Sul-Americana de 2019 e 2020 e os outros dois clubes, que podem entrar como convidados, pelo que representam no continente ou na história do futebol.

 

O argentino Boca e o brasileiro São Paulo representam valores semelhantes em termos de tradição e títulos internacionais, não importando a situação que vivem. Deste modo, pelo histórico, os dois merecem estar nessa Copa de Clubes. Por isso é obrigação do Tricolor ir atrás dessa vaga, mesmo ainda sem saber quais serão os critérios utilizados pela FIFA pois é muito provável que tradição e projeção sejam quesitos para completar os convidados deste formato.

 

Será que alguém do São Paulo está empenhado nessa missão? O Boca está tão interessado no torneio que mandou o presidente, representante máximo da instituição, para pleitear uma vaga. Vale lembrar que a gestão do atual presidente terminará em 2020 mas o fechamento dos clubes para o Mundial 2021 acontecerá bem antes do fim do ano que vem.

 

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OPINIÃO São Paulo 0x1 Athletico PR

Opinião da partida:

 

Mais uma derrota em casa em mais um tormento pontual para o já cabisbaixo torcedor do São Paulo Futebol Clube. Desta vez, as circunstâncias foram diferentes do jogo passado: o adversário, apesar de desfalcado, é um dos melhores do Brasil e jogava deixando jogar, o que tornou a partida bem mais movimentada que a da quinta passada. Apesar dos crônicos erros de finalização, o São Paulo teve algumas oportunidades no primeiro tempo, mas parou no goleiro Santos, futuramente eleito o craque da partida. Já na segunda etapa, o jogo caiu muito e com ele o obrigatório ímpeto de mandante que deveria ser do Tricolor. No apagar das luzes, uma infelicidade do nosso goleiro determinou a derrota do clube em “modo banana”, termo criado pelo jornalista Mauro Cezar Pereira, para classificar o Flamengo de anos atrás. Um time sem convicção, sem pulso firme e sem alternativas em campo. Entregamos mais uma vez a vaga ao Grêmio e corremos o risco de ver outros adversários (oscilantes, sim) nos ultrapassarem. Parabéns aos envolvidos!

 

Nota dos personagens em campo:

 

Tiago Volpi – Falha feia na única bola real do CAP ao gol. Ele não merecia a fatalidade e é um dos únicos jogadores do elenco que corresponderam no ano, tanto é que deve ser comprado em 2020. Nota: 3,0

Dani Alves – Quando estava no meio, diziam que era o maior lateral do mundo jogando medianamente como meia. Hoje, como lateral, vive uma das piores fases desde que surgiu no Bahia. Para mim, o pior é ele não se apresentar na linha de fundo para criar jogadas com Antony. Nota: 4,0

Bruno Alves – Apesar da derrota, não sai com a imagem arranhada no ano. É outro que correspondeu na temporada. Poucos altos e baixos. Nota: 5,5

Arboleda – Apresentou algumas falhas no início mas, no geral, o CAP não se mostrou perigoso nos contra-ataques. Está vivendo uma fase ruim. Nota: 5,5

Reinaldo – Se mostrou pouco no ataque mas foi bem defensivamente. O excesso de brio lhe custou mais um cartão amarelo por reclamação. Pelo menos se importa em cobrar e xingar dentro de campo. Nota: 5,5

Jucilei – Um dos melhores no primeiro tempo, com boa saída de bola e cobertura da zaga. Saiu por questão tática, para que a equipe pudesse jogar mais para frente. Nota: 5,0

Tchê Tchê – Péssimo momento no ano. Como segundo volante, pouco chegou a área adversária, algo essencial no futebol de hoje. Na segunda etapa jogou como primeiro volante. Nota: 4,5

Igor Gomes – Foi o melhor do São Paulo no primeiro tempo mas assustou a forma como caiu de produção na segunda etapa. Sumiu em campo no segundo tempo. Nota: 5,5

Vitor Bueno – Partida fraca, diferente das suas últimas apresentações, aceitáveis no ataque Tricolor. Não se mostrou como boa alternativa no lado esquerdo. Nota: 4,5

Pablo – Outro que vive um calvário próprio no Morumbi. Teve chance de ouro para abrir o placar no primeiro tempo mas parou no goleiro Santos. Isolado no ataque, pouco ajudou. Precisa de alguém para jogar ao seu lado pois não é exatamente um centroavante de área. Nota: 4,5

Antony – Novamente o menos pior da equipe e ainda acho que deveria jogar mais próximo de Pablo, que não é um centroavante de área e sim um atacante central que precisa de gente para tocar e tabelar. Mesmo sem muita ajuda, Antony foi o responsável pelas melhores jogadas do São Paulo no lado direito. Nota: 6,0

 

Hernanes, Gabriel Sara e Raniel – Mais do mesmo, sem mudar o cenário do jogo. Nota: 5,0

 

Fernando Diniz – Para mim, a falta de gols na temporada tem a ver diretamente com o esquema de jogo. Que tal um 4-4-2, com Antony e Pablo, com Dani Alves sendo o quarto homem do meio pela direita e Juanfran ou Igor Vinicius na lateral? É apenas uma sugestão. Vejo os jogadores distantes, sem criatividade e sem ajudar o ataque. A fórmula tá gasta e anda irritando quem assiste. Nota: 4,0

 

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