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OPINIÃO: Novorizontino 2×2 São Paulo

Nação do Maior do Mundo;

 

Um São Paulo praticamente reserva, uma chuva incessante e (mais) um empate indigesto. Pelo segundo sábado consecutivo o São Paulo empata uma partida ‘ganha’ e deixa de somar pontos que podem ser preciosos nas fases decisivas do estadual.

 

O time foi bem escalado, tendo em vista que os titulares jogaram três partidas em menos de doze dias e teremos um jogo decisivo na próxima quarta, pela Copa do Brasil. Os dois times foram prejudicados pelo gramado pesado de Novo Horizonte mas até aí o Tricolor controlava a posse de bola e criava algumas chances. Na derradeira, Gilberto mostrou mais uma vez faro de gol, em assistência de Bruno. É o quinto dele na temporada e o quarto no estadual, em cinco jogos em que ele participou. Vice-artilheiro do certame, só perdendo para Xuxa, do Mirassol. Bom para ele, ótimo para o elenco.

 

Ceni mexeu na segunda etapa, colocando o estreante Jucilei no ligar de Shaylon e adiantando Thiago Mendes para a primeira linha. E foi justamente ele que marcou o segundo gol Tricolor, com uma assistência de cabeça de… Gilberto. Dois a zero, partida controlada? Não. Mais uma reação de um adversário mais fraco tecnicamente. E foi Breno, jogador com tanta expectativa que foi o maior responsável pelos dois erros individuais que deram o empate para o Tigre. No primeiro gol, pênalti na perda do tempo da bola. No segundo, erro na saída de bola e, depois disso, vacilo na bola aérea.

 

Bola para frente; o time está em formação e o técnico com uma ótima proposta, mas que ‘aprende’ jogo a jogo, com as falhas dos seus comandados. Tabela controlada e liderança na chave. Só lamento os pontos perdidos que podem ser determinantes para as fases mais agudas da competição. Mas até lá muita água vai rolar e o time vai se encaixar e chegar no auge da forma física. Paciência, trabalho e foco.

 

Nota dos personagens da partida:

Denis Tirando uma picotada no início, boa partida. Sem culpa nos gols. Nota: 7,0

Bruno Assistência a gol e luta. Não evitou o cruzamento do empate. Nota: 6,5

Breno Falhas dos dois gols diretamente relacionadas a ele. Nota: 2,0

Lugano Melhor quando é colocando em uma linha de três zagueiros. Nota: 5,5

Buffarini Quebrou o galho no lado esquerdo, com certa dificuldade. Nota: 5,5

João Schmidt Boa distribuição de jogo. Nota: 6,0

Thiago Mendes Ótimo jogo. Virou meia no segundo tempo e fez gol. Nota: 8,5

Araruna Bom trabalho de ‘formiguinha’ na marcação e saída de bola. Nota: 6,0

Shaylon Discreto, jogou apenas quarenta e cinco minutos. Nota: 5,0

Neílton Mais uma vez discreto no ataque. Nota: 4,5

Gilberto O melhor do São Paulo. Gol, assistência e luta. Nota DEZ!

Jucilei Entrou na frente da zaga, liberando Thiago Mendes. Nota: 6,0

Luiz Araújo Melhorou o ataque, mesmo não fazendo muita coisa. Nota: 5,5

Chavez Pouco tempo. Sem nota.

Rogério Ceni Escalou bem e mexeu bem, tanto na entrada de Jucilei como na troca do comando de ataque. Prejudicado pelo pane geral de Breno, que resultou nos dois gols do Novorizontino. Mais um empate vencendo por dois gols até o meio da segunda etapa. Dois pontos perdidos. Nota: 6,5

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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OPINIÃO São Paulo 3×2 São Bento

Nação do Maior do Mundo;

 

O São Paulo precisou suar bastante a camisa para vencer o São Bento na noite desta última terça-feira. Com dois gols de Lucas Pratto e o pênalti convertido por Cueva no apagar das luzes, a equipe se mantém na liderança de seu grupo no estadual.

 

Mais uma vez a zaga, ponto forte do time no ano passado, saiu atrás do placar e cometeu falhas individuais. Rodrigo Caio não subiu no primeiro gol do adversário e o o que impressionou no segundo gol levado foi o incrível mano a mano que os zagueiros ficaram contra uma das equipes mais fracas da competição. Maicon e Rodrigo são bons, vem falhando mas para mim é mais uma questão de ajuste de sistema defensivo que troca de jogador, como alguns torcedores sugerem no calor das partidas.

 

Rogério Ceni tem uma carta na manga: Jucilei é justamente a peça para dar mais proteção na zaga, mas vai aprendendo a ajustar a equipe jogo a jogo, sem abrir mão de sua filosofia. Afinal, mesmo com três volantes não é comum para um clube grande tomar seis gols em casa em três jogos.

 

Mais uma vez o grande destaque foi o ataque, com o protagonista Lucas Pratto. O argentino, maior contratação do futebol paulista na temporada, já é artilheiro da competição com três gols, todos eles de cabeça. Mas foram muitas chances perdidas contra um adversário muito inferior tecnicamente, o que me faz considerar que esta foi a pior partida do clube no estadual, pela diferença entre as duas equipes. Basta ouvir o que o líder técnico do meio-campo falou após o jogo. Cueva quase se chicoteou de tanto erro. O pênalti redimiu sua apresentação ontem.

 

Bola prá frente, a equipe está tomando corpo e certamente vai crescer com a afinação das peças e mais proteção a zaga. O importante é que, apesar das falhas defensivas, a equipe de Ceni tem algo a mais a mostrar que o usual “o que vale é a vitória”. A torcida está com você, São Paulo.

 

Nota dos personagens da partida:

Sidão Mal posicionado, falhou no segundo gol do São Bento. Nota: 5,5

Buffarini Ainda não fez um bom jogo em 2017. Nota: 5,0

Maicon Exposto, é lento no mano a mano, provado no segundo gol. Nota: 5,0

Rodrigo Caio Falha de posicionamento no primeiro gol do São Bento. Nota: 4,5

Junior Assistência no segundo gol de Pratto. Vai dando conta do setor. Nota: 7,0

João Schmidt Distribuiu bem a bola, mas marcou pouco. Nota: 5,5

Cícero O trabalho é quase invisível, mas marcou e saiu bem com a bola. Nota: 6,0

Thiago Mendes Vem chegando mais no ataque. Falta marcação atrás. Nota: 6,0

Cueva Muitos lances perdidos. Ontem reconheceu a partida estranha. Gol. Nota: 6,0

Luiz Araújo Gosto quando ele joga “meio tempo” mostrando velocidade. Nota: 6,5

Lucas Pratto O nome do jogo. Dois gols, pivô e muita inteligência. Nota: DEZ!

Bruno Entrou na direita, falhou na marcação no segundo gol. Nota: 4,5

Chavez Mostrou importância ao sofrer o pênalti salvador. Nota: 6,0

Araruna Sem nota.

Rogério Ceni O São Paulo não jogou bem contra um adversário bem mais fraco tecnicamente: perdeu muitas chances e teve a defesa exposta em lances que são capitais. Mas é a filosofia ofensiva, que necessita de ajustes. Paciência e trabalho. Nota: 6,0

 

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Tricolor possui o sétimo ingresso mais barato do campeonato e média de mais de 47 mil torcedores por jogo

Nação do Maior do Mundo;

 

A informação é do canal Footstats: o São Paulo é o clube que até agora mais levou torcedores ao estádio em 2017. Foram mais quase 99.913 pessoas em dois jogos pelo Campeonato Paulista no Morumbi, diante da Ponte Preta e do Mirassol. Uma impressionante média de 47.456 torcedores por partida.

 

Já era de se esperar o comparecimento maciço diante da Macaca por ser o primeiro real encontro de Rogério Ceni como treinador com a sua torcida. Já o público diante do Mirassol marcou a estréia de Lucas Pratto com a camisa Tricolor, também impulsionada pela bela vitória na Vila Belmiro.

 

Para manter a ótima média, o clube praticará sua promoção de ingressos pelo menos até o Majestoso, driblando de maneira lícita a estratégia da Federação Paulista, que considera R$ 40,00 o valor mínimo de cobrança em uma arquibancada. Mesmo com a promoção, vale ressaltar que o clube é somente o sétimo colocado em valor médio de ingressos (R$ 26,25 reais) entre 16 participantes do torneio e mesmo assim tem a segunda maior renda bruta do campeonato, com R$ 2.491.222,00. E o melhor: grande parte deste dinheiro ficará nos cofres do clube por ser 100% detentor do seu estádio. Os ganhos são estimados em um milhão e setecentos mil reais limpos. 

 

Sem dúvida a chegada de Ceni e os bons reforços contribuem para essa média, mas a certeira ação da diretoria neste início de ano e o engajamento do torcedor Tricolor foram decisivos para esse ótimo início, provando que dá para fazer futebol com preços adequados e justos ao bolso do torcedor sem prejuízo ao clube. Vivemos em plena crise política e econômica, sabemos que nosso estádio, apesar de ótimo, não é adaptado ao modernismo atual e somente ações como essa poderão criar um ambiente favorável ao time dentro de campo e bom economicamente fora dele.

 

Bola dentro total e que a política de preços continue assim: o blog vai cobrar sempre ingressos justos para o torcedor do São Paulo; afinal suamos tanto para termos um estádio próprio e agora temos como usufruir dele de modo sustentável. Tanto clube como torcida ganham.

 

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OPINIÃO: São Paulo 2×2 Mirassol

Nação do Maior do Mundo;

 

A festa reservada para Lucas Pratto, com comparecimento de mais de 43 mil são-paulinos, no final não aconteceu. Surpreendido no Morumbi, o Tricolor cedeu o empate ao bom time do Mirassol nos acréscimos do jogo e frustrou bastante a torcida.

 

Foi um jogo muito movimentado, com ótimo trabalho das duas equipes. O principal destaque foi a intensa briga no meio de campo. Não houve supremacia Tricolor: as equipes alternavam o jogo, com muita competência nesta faixa do campo. Não é à toa que o Mirassol é a única equipe invicta e também com melhor aproveitamento no campeonato. O time é rápido, combativo e aproveitou as bobeadas individuais do São paulo para resgatar um placar já morto. mesmo com forte contribuição dos defensores do São Paulo, é para se destacar a luta do time do interior. Vai dar trabalho.

 

E por falar em bobeadas… que bobeadas! Maicon foi responsável pelo primeiro tento do Mirassol, ao tentar dar um rolinho e ser o último da defesa. Justo ele, que havia feito uma assistência monstro para o gol de Rodrigo Caio e era considerado por mim o destaque da defesa. A outra bobeada foi no apagar das luzes, Tony passou fácil por Buffarini e Neílton e cruzou como quis para Xuxa. O camisa 10 marcou ‘de barriga’, sem marcação alguma. Bruno, que também deu assistência para gol no jogo, não acompanhou. Enfim, duas falhas individuais bem aproveitadas pelo adversário.

 

Resultado frustrante. De proveitoso, a presença maciça da torcida, mesmo com a bobeada monstro da Total Acesso que, dias antes, não creditava os cartões já cadastrados no sistema. Outro ponto foi a estrela de Lucas Pratto. Gol na estréia é para dar moral e ir para a galera. Pena que os três pontos não vieram, mas no final das contas o placar acabou justo pelo que as duas equipes fizeram dentro de campo.

 

Vacilo, aprendizado e bola prá frente. A temporada está começando…

 

Nota dos personagens da partida:

Sidão Oscilou boas defesas e uma falha que quase custou um gol. Nota: 6,0

Bruno Não acompanhou Xuxa no gol de empate. Vinha bem mas… Nota: 5,0

Maicon Era destaque em campo até a jogada bisonha do primeiro gol. Nota: 5,0

Rodrigo Caio Gol e segurança no seu setor. Nota: 8,0

Junior Boa partida, menos insinuante mas com qualidade. Nota: 7,0

João Schmidt Boa briga com os meio-campistas do Mirassol. Nota: 6,5

Cícero Discreto; saiu no segundo tempo. Nota: 6,0

Thiago Mendes O melhor do São Paulo, com muita movimentação. Nota: 8,5

Cueva Fez uma partida discreta, mas não houve falta de empenho. Nota: 6,5

Luiz Araújo Bom início mas caiu de produção e saiu de campo. Nota: 6,0

Lucas Pratto Gol na estréia é para dar moral. Pelo tento, nota: DEZ!

Neílton Entrou mal mais uma vez, sem acrescentar nada no time. Nota: 4,5

Buffarini Veio para ser lateral esquerdo, liberando Junior. Não acrescentou. Nota: 5,0

 

Rogério Ceni Gostei do posicionamento e da dinâmica do time. O São Paulo jogou num 4-3-3, com o ataque trocando diversas vezes de posição, porém a entrada de Buffarini na esquerda e as falhas individuais deram justiça no placar. O time oscilou hoje mas a culpa não foi do técnico. Nota: 7,5

 

 

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OPINIÃO Santos 1×3 São Paulo

Nação do Maior do Mundo;

 

Estrondoso silêncio na mais famosa vila do futebol. Em um jogo eletrizante, o São Paulo fez bonito e aplicou uma justa e implacável vitória em cima do bom time do Santos. Foi o primeiro clássico do clube no estadual e o saldo foi espetacular.

 

Duas palavras definem a atuação do Tricolor em Santos: inteligência e dedicação. O jogo começou em ritmo de ‘Premiere League’, com as duas equipes mostrando força e velocidade. Os donos da casa saíram na frente com duas contribuições individuais. Buffarini foi presa fácil na marcação e Sidão viu a bola passar suave sobre as suas mãos. Mesmo com desvantagem a equipe (mais uma vez) não se abateu e continuou medindo forças. O gol de empate surgiu através de um pênalti bobo de Zeca em cima de Gilberto. Cueva cobrou, marcou, comemorou e tomou um incrível e chato amarelo. E o jogo foi para o intervalo.

 

Confira a análise tática da partida aqui.

 

Rogério mexeu inteligentemente na equipe, sacando o discreto operário Neílton para a entrada de Luiz Araújo, típico jogador de contra-ataque, e assim esperou os erros do Santos. Foi nos pés do garoto da base que sairam os gols da vitória. No segundo gol Tricolor, o atacante roubou a bola e foi acionado por Gilberto (de novo ele) para vencer a defesa e o goleiro santista. Já no terceiro gol, Luiz recebeu a bola de um endiabrado Cueva e sacramentou a vitória.

 

E que vitória. Ainda é cedo para conclusões mas uma coisa podemos cravar com convicção: a dedicação desta equipe impressiona. Parece que o elenco compreendeu os primeiros ensinamentos de seu comandante e aplicam em campo o que vêem na prancheta do técnico. É o terceiro jogo que o São Paulo corre atrás do placar e a segunda partida que vence com méritos, aproveitando as chances que a partida lhe ofereceu. Ainda falta Pratto, Nem e Jucilei, mas dá para ver a cara obstinada de Ceni estampada em cada um dos atletas.

 

Já é um belo começo!

 

Nota dos personagens da partida:

 

Sidão Bobeada no gol e falha com os pés, mas defesas importantes. Nota: 7,5

Buffarini Primeiro tempo fraco e erro no gol. Bom segundo tempo. Nota: 6,0

Maicon Um leão na defesa. Nota: 8,0

Rodrigo Caio Cresceu ao lado do parceiro de zaga. Nota: 8,0

Junior Mais uma boa partida, partindo para cima do adversário. Nota: 8,5

João Schmidt Bom ponto de equilíbrio na saída de bola. Nota: 7,5

Cícero Ótimo trabalho de construção no meio. Nota: 7,5

Thiago Mendes Deu o famoso ‘chega prá lá’ no Lucas Lima. Por isso… Nota: DEZ!

Cueva O melhor em campo, do começo ao fim. Gol e assistência Nota: DEZ!

Neílton Parece que sentiu a ex-casa. Trabalho discreto no ataque. Nota: 6,0

Gilberto Sofreu pênalti, deu assistência e batalhou muito. Nota: DEZ!

Luiz Araújo Entrou e foi o nome do segundo tempo. Dois gols! Nota: DEZ!

Araruna Ajudou a fechar o meio com boa marcação e achou o Cueva. Nota: 8,0

Bruno Entrou e ajudou a segurar o lado direito. Nota: 7,5

 

Rogério Ceni Time quase perfeito taticamente. Sofreu no início do jogo, buscou o empate e, após suas mexidas, costurou a vitória com contra-ataques fulminantes. Time assimilou bem a filosofia do treinador e mostrou uma ótima cara dentro de campo. Nota: 9,5

 

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