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Goleiro do River só não veio ao São Paulo por excesso de estrangeiros

Franco Armani, goleiro do River Plate e considerado um dos melhores (senão o melhor) goleiros da América do Sul, por pouco não vestiu a camisa do São Paulo. A notícia, publicada pelo blog em um “Tabelinha entre TRI Mundiais” do ano passado, foi confirmada nesta terça-feira pelo Portal UOL.

 

Na matéria, o portal confirma que o São Paulo, após a saída do técnico Rogério Ceni no meio de 2017, procurou um jogador para a posição. Walter (SCCP) foi oferecido na época mas a preferência de Vinícius Pinotti, diretor de futebol na época, era por Armani, até então goleiro do Atlético Nacional, da Colômbia.

 

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Multicampeão, o argentino procurava novos ares para a carreira e quase foi parar no Morumbi por R$ 13 milhões não fosse o excesso de atletas estrangeiros no elenco naquele período. Eram tantos gringos que o São Paulo de Dorival Junior teve que fazer um revezamento entre eles e dificilmente um goleiro entraria neste rodízio por ser uma posição em que há pouca troca. O São Paulo contava com Arboleda, Buffarini, Chávez, Cueva e Lugano. O excesso de estrangeiros era tão evidente que até o ídolo Diego Lugano muitas vezes não era relacionado para o banco de reservas.

 

O Tricolor desistiu da contratação e o então conturbado River Plate fechou com Armani por quase R$ 14 milhões. A adaptação foi imediata e coincidiu com a retomada de títulos do clube. Armani se adaptou facilmente, a equipe “millionária” engrenou, ganhou a Supercopa Argentina e o goleiro, agora ídolo do clube, se credenciou para a Copa do Mundo da Rússia em sua primeira convocação.

 

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Quarta rodada do Brasileirão: compare os números do São Paulo de 2018 com 2017

O São Paulo terminou a quarta rodada do Campeonato Brasileiro com seis pontos conquistados. Três na vitória em cima do Paraná Clube, pela estréia do torneio, e outros três com três empates diante de Ceará (Castelão), Fluminense (Maracanã) e Atlético MG (Morumbi).

 

Em pontos, o desempenho é idêntico ao do Brasileirão de 2017. Nas quatro primeiras rodadas o Tricolor perdeu do Cruzeiro no Mineirão, ganhou do Avaí e Palmeiras no Morumbi e perdeu da Ponte Preta no Moisés Lucarelli, em Campinas.

 

A diferença está no desempenho. Enquanto que no ano passado a equipe então dirigida por Rogério Ceni oscilava com vitórias em casa e derrotas fora, a equipe de Aguirre está invicta na competição, apesar de estar marcada por erros do segundo tempo que custaram as vitórias em cima de Fluminense (gol de empate aos 43 minutos do segundo tempo) e Atlético MG (virada em pleno Morumbi, antes do empate que decretou números finais).

 

Em números frios, o São Paulo de 2017 está na frente do de 2018 pois duas vitórias contam mais que uma vitória e três empates, mas a invencibilidade deste início de Brasileirão ajuda a dar confiança no setor que foi bastante criticado no ano passado: o sistema defensivo. Apesar da mudança que ocasionou o erro tático diante do Galo, os defensores deverão ser o ponto forte da equipe neste ano. Resta melhorar o ataque com um melhor entrosamento de Éverton, confiança de Diego Souza e a contratação de mais um jogador de qualidade para o elenco, já que Marcos Guilherme parece estar de saída.

 

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Rogério Ceni: “aquele São Paulo de 2017 não cairia com nenhum técnico”

Rogério Ceni concedeu uma boa entrevista para o Sportv, no último dia 01 de março. O atual treinador do Fortaleza disse, entre outras coisas, que lamentou muito a saída do Tricolor Paulista no ano passado. Segundo ele, o time de 2017 não cairia para a segunda divisão, nem com ele, nem com Dorival Junior e nem com nenhum outro técnico.

 

“Apesar de toda a dificuldade, aquele time não cairia com nenhum treinador: nem comigo, nem com o Dorival e nem com qualquer outro. Eu não esperava ser mandado embora e, quando o presidente veio falar comigo, eu senti muita tristeza, agradeci e fui embora” – disse ele ao “Seleção SporTV.

 

Apesar da decepção com a demissão, o M1TO Tricolor não se arrependeu da iniciativa: “aceitar o convite para ser técnico do São Paulo foi a decisão mais correta que eu já tomei. Eu gostaria de ter ficado lá durante muito tempo, mas foram apenas seis meses na função e o projeto nem sempre dá certo.” – disse em entrevista para o programa.

 

Muricy Ramalho, ex-técnico, ídolo do Tricolor e atual comentarista da mesma emissora que entrevistou Ceni, acredita que Ceni deveria ter começado pela base Tricolor. “Eu acho que ele tinha que se preparar um pouco mais na base. Falo por mim. Fiquei muito tempo na base, fiquei com Telê e depois com Parreira. Demorei pra chegar, mas cheguei muito forte. De futebol, todos nós entendemos. Ele sabe muito. Ele é um cara estudioso, determinado e tem personalidade. Para ser treinador de time grande, tem que ter tudo isso.” – ponderou em matéria para a emissora.

 

É muito complicado afirmar se o Tricolor cairia ou não com ou sem Ceni. O fato é que as dificuldades do clube na época atrapalharam muito o treinador, que acabou sendo, como sempre, o lado mais fraco da corda. O caso serve de referência para a situação de Dorival Junior no clube, que não conseguiu o perfil de jogadores que pretendia para montar o sistema que acredita ser o melhor do clube. De todos, apenas Valdívia tem a característica pretendida pelo técnico.

 

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Tréllez: confira a opinião e números do próximo reforço do São Paulo

Anunciado pelo jornalista argentino César Luis Merlo e confirmado pelo Globoesporte.com, o atacante Tréllez será o novo reforço do São Paulo. De acordo com as fontes citadas, o jogador fica a um “exame médico” de ser anunciado pelo clube.

 

Com 28 anos, o colombiano nunca se destacou nas grandes equipes do deu país, como o Atlético Nacional e o Independiente Medellin. Passou rapidamente pela base do Flamengo, Vélez e atuou em países como o México, Paraguai e Argentina sem muito brilho até, finalmente, se destacar no Deportivo Pasto, no primeiro semestre de 2017. Na modesta equipe colombiana, ele marcou nove gols em dezessete jogos, média que chamou a atenção do Vitória. Na equipe baiana, Tréllez marcou onze gols em vinte e quatro jogos. Um gol a cada dois jogos em 2017: ótima média para os padrões daqui.

 

Centroavante tem que fazer gols e, na minha opinião, está claro que o Tricolor aposta nos números atuais de Tréllez e não pela sua trajetória. É um jogador de área e bom no jogo aéreo, mas o torcedor não poderá cobrar dele um jogador de técnica apurada. Isso ele definitivamente não é.

 

Para resumir, Tréllez pode ser considerado um típico camisa 9 que está na área para empurrar a bola para o gol, tal qual o Boi Bandido. É mais um atacante para o elenco Tricolor carente de gols e, se mantiver a média alcançada no ano passado (um gol a cada dois jogos, inclusive contra o São Paulo), será um dos artilheiros da temporada e valorizado pelo são-paulino.

 

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Confira e compare a escalação do São Paulo no primeiro Majestoso de 2017

O primeiro clássico entre Corinthians e São Paulo no ano de 2017 não teve vencedor. Realizado no dia 26 de março, ele foi a penúltimo jogo dos dois clubes antes da fase de mata-matas e marcou a classificação do São Paulo (o adversário já estava classificado), mais de cinquenta mil são-paulinos no Morumbi, a queda de um torcedor da arquibancada, o gol e a provocação do zagueiro Maicon.

 

O time que o então técnico Rogério Ceni colocou em campo foi Renan Ribeiro; Araruna, Maicon, Rodrigo Caio e Júnior Tavares; Jucilei, Thiago Mendes e Cícero; Wellington Nem, Gilberto e Luiz Araújo. O destaque tricolor na partida foi Júnior Tavares pela esquerda.

 

Se considerarmos que o Tricolor usará a mesma escalação do jogo contra o Mirassol, há coincidências nos dois times do ano passado e deste ano. A lateral direita continua improvisada (Araruna/Militão) e o meio-campo permanece com deficiência na criação. Se no primeiro Majestoso de 2017 tivemos um trio “acéfalo” com Jucilei, Thiago Mendes e Cícero, neste ano ainda esperamos mais de Shaylon e Lucas Fernandes, ou até mesmo um novo maestro para o meio-campo.

 

Em termos de qualidade, o ataque também não está tão diferente, com exceção de Diego Souza, esperança de gols na frente. Brenner está jogando fora de posição (seu talento não é bem explorado nos lados do campo) e Marcos Guilherme, que atua como um operário no sistema de Dorival. Gostei da velocidade que os garotos impuseram no segundo tempo do jogo em Mirassol e acho que isso poderá ser uma arma, caso o jogo se defina nos trinta minutos finais.

 

Torço para a vitória e, principalmente, uma apresentação segura neste prematuro clássico. Não deveria, mas São Paulo x Corinthians será um termômetro para o que virá no primeiro semestre. Principalmente para nós, Tricolores.

 

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