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Com a camisa 10 de Tevez, Centurión protagonizará ataque do Boca Juniors

Nação do Maior do Mundo;

 

Se o São Paulo atualmente sofre com a falta de gols de seus atacantes, o mesmo não pode se dizer do Boca Juniors. Em quatorze jogos do Campeonato Argentino (paralisado no final do ano e em vias de recomeçar), o clube ‘xeneize’ ostenta a liderança isolada, acumulando até então nove vitórias e 35 gols marcados, uma média de dois tentos por partida.

 

Por que a comparação? Porque desde que o astro Tevez se mudou para a milionária aventura na China, a camisa é envergada por um conhecido dos Tricolores: Ricardo Centurión. O atacante, que ainda pertence ao Tricolor, além de vestir a lendária camisa de Maradona, agora protagonizará o eficiente ataque do Boca.

 

Figura importante no último amistoso contra o Estudiantes e de bem com a vida junto aos torcedores do Boca, Centurión está em São Paulo renovando sua carteira de trabalho e não deve chegar a tempo para o amistoso contra o San Lorenzo. A expectativa é que seja poupado para o “Superclássico de Verão” contra o River, em Mar del Plata.

 

Mesmo voltando para o Tricolor no meio do ano (quando termina seu empréstimo) o jogador não deve ser aproveitado por Rogério Ceni. Com a sua valorização em solo argentino, devem ocorrer propostas mais interessantes ao clube, inclusive de fora do país. É fácil dizer que Centu não se adaptou no São Paulo, mas também é preciso concordar que aqui ele jogou em uma posição muito atrelada a marcação. No Boca ele tem muito mais liberdade para atacar e nem é preciso entender muito de futebol para ver que essa liberdade ajuda muito o seu futebol.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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O início, duas certezas!

Nação do Maior do Mundo;

 

Depois de intensos dias de preparação no IMG Center, dois amistosos, o título da Florida Cup neste último sábado e um pouco de lazer na Universal Studios, a equipe de Rogério Ceni retornará ao Brasil com duas certezas nas bagagens.

 

A primeira delas se refere ao ambiente no grupo. Desde que chegou ao clube, o novo treinador implementou uma nova filosofia, uma espécie de ‘competição compartilhada’ onde todos os atletas concorrem entre si, mas em prol de um objetivo em comum. É claro o novo astral entre os jogadores, celebrado por Rodrigo Caio em matérias para vários veículos. Apesar da falta de experiência na nova profissão Rogério tem tarimba suficiente para passar sua história de vida aos garotos, e peito suficiente para comandar os mais velhos. Cai por água abaixo a lenda de que ele era odiado pelos seus companheiros de treinos… Rogério é obstinado por futebol e apaixonado pelo São Paulo. Se vai dar certo, só o tempo dirá, mas é um ótimo começo.

 

Leilão da camisa usada por Lucas em 2011 termina hoje. Dê seu lance!

 

A outra certeza é antiga e ficou clara nos dois jogos ‘valendo’ nesse início de ano: não temos ninguém para empurrar a bola na rede. Falta um finalizador para a equipe. Gilberto, o único homem especialista na posição, será um útil reserva. Chavez, que anda atuando por lá, não é pivô nem eficiente cara a cara com o gol. Não é a dele a posição de centroavante e ainda mais, o argentino deve retornar ao Boca no fim do seu empréstimo. O São Paulo mais que nunca precisa acertar com um especialista. Nilmar é um nome muito especulado e até o nome de Luiz Fabiano tem sido comentado por torcedores nas redes sociais.

 

Apesar da falta de pontaria e do elenco ainda a se desenvolver com os muitos garotos incorporados, o saldo na Florida foi muito positivo e dá confiança para clube e torcida alcançarem vôos mais altos que nos últimos anos em que se misturou a clubes coadjuvantes no Campeonato Brasileiro.

 

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OPINIÃO São Paulo Futebol Clube: campeão da Florida Cup 2017

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Muita festa em Orlando. O São Paulo finalizou a bem sucedida pré-temporada nos Estados Unidos sagrando-se campeão da Florida Cup 2017. Após passar nos pênaltis pelo River Plate, a equipe de Rogério Ceni mais uma vez sai vitoriosa. Sidão, o “BIG SID” foi o MVP da partida, com dois pênaltis defendidos.

 

A partida foi medíocre. Pela rivalidade, os dois clubes foram ‘obrigados’ a disputarem um jogo de pré-temporada como se fosse uma verdadeira final de campeonato. E foi o que aconteceu. Bruno se desentendeu com Marquinhos Gabriel, Maicon e Kazim trocaram cabeçadas e o saldo no início de jogo foram dois expulsos, desfigurando as pretensões táticas de Ceni e Carille. No caso Tricolor, Rodrigo Caio voltou a atuar na zaga, Luiz Araújo deu lugar a João Schmidt e Wellington Nem passou a jogar pela esquerda, fazendo dupla de ataque com Chavez. Apesar do domínio, o primeiro tempo foi marcado por ausência de chutes a gol.

 

Veio a segunda etapa e com ela as múltiplas substituições, típicas do início de temporada. O banco corinthiano mostrou-se bem melhor que o banco São-Paulino e por pouco os adversários não abriram o placar em algumas oportunidades. As falhas na cara do gol continuaram e o São Paulo novamente foi para os pênaltis. Mais uma vez brilhou a estrela de Sidão, que mais uma vez havia entrado no intervalo. Com dois pênaltis defendidos, o goleiro Tricolor deu ao São Paulo muito mais que um título: deu alegria ao seu torcedor neste início de ano.

 

Há muito o que melhorar, mas um caneco em cima do Corinthians sempre é gostoso. Certeza que se o título fosse para o outro lado, a imprensa marrom teria decretado o terceiro mundial corinthiano na Florida, criando pela segunda vez uma cortina de fumaça de conquista de título internacional. Mas como somos pessoas sensatas e sabemos que torneios de verão não valem mundiais, fazemos a festa hoje, mas amanhã voltamos ao trabalho novamente. Muito trabalho: é preciso um fazedor de gol urgente e uma ou duas peças para o meio e lateral esquerda para não passar vergonha novamente no meio da tabela do Campeonato Brasileiro.

 

Destaques:

 

Rogério Ceni O primeiro título como treinador foi no time que fez o centésimo gol. Ainda há muito trabalho, a começar com reforços no comando de ataque, mas é sempre bom saber que o caneco coroou a boa pré-temporada, no sentido de integração e performance física.

Wellington Nem Gostei muito do modo como provocou o adversário.

Sidão O MVP da Florida Cup. Muita estrela. Tem que ser titular do São Paulo.

 

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OPINIÃO: Amistoso é a mãe!

Nação do Maior do Mundo;

 

São Paulo e Corinthians farão a final da Florida Cup 2017 neste sábado às 21h.

 

Será o segundo jogo oficial (e o segundo clássico) de Rogério Ceni no comando do Tricolor. O treinador sabe que para o torcedor dos dois clubes, pouco importa se é um torneio de pré-temporada. Tanto o são-paulino quanto o corinthiano vão querer vencer a peleja. Apesar do início do ano, não há clima de amistoso algum na cabeça do torcedor.

 

“Amistoso é a mãe!”, diriam em uma só voz gregos e troianos.

 

Se Rogério levar a rivalidade municipal em consideração, a tendência é repetir o time do primeiro tempo diante do River Plate e promover menos alterações na segunda etapa. Apenas os exaustos darão lugar a sangue novo. Agora, se ele resolver repetir o “bota fora” feito nos três primeiros jogos do ano, Ceni claramente mostrará ao torcedor que a ideia é mesmo preparar o elenco para o estadual e a Copa do Brasil, que começa com uma eliminatória já no dia 9 de fevereiro em São Luiz (MA).

 

Se você fosse nosso treinador, arriscaria o condicionamento físico dos atletas em troca de um título em cima de um dos nossos maiores rivais ou focaria o trabalho em chegar em boas condições de grupo no Paulista e na Copa do Brasil?

 

Eu levaria a sério. Afinal, começar o ano com um caneco em cima deles é bom para o moral, como diria a filósofa do povo Rita Cadillac. Vale se entregar um pouco mais, porém é bom o torcedor ter prudência na vitória ou na derrota. Não dá para o resultado de Orlando virar um carnaval ou um dia de finados.

 

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OPINIÃO: São Paulo 0x0 River Plate

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Boa impressão no primeiro teste do São Paulo na pré-temporada. Uma boa proposta de jogo no primeiro tempo com a equipe praticamente titular e, de quebra, a vaga na final conquistada com duas defesas do estreante Sidão, o ‘BIG SID’ da massa.

 

Vamos separar a análise em duas: resultado e desempenho. Como resultado, foi ótimo para a moral ir a final da Florida Cup mas, convenhamos; era para o São Paulo ter resolvido o jogo com tranquilidade no primeiro tempo, diante de um desfigurado River Plate. Tivemos um penal perdido no início do jogo e pelo menos umas quatro chances desperdiçadas por Luiz Araújo e Chavez. Fortes indícios de que a grande falha do ano passado ainda está presente nos dias de hoje: as finalizações.

 

Agora, falando do que mais interessa: o desempenho. Deu para entender a nova proposta de jogo exposta no empenho dos jogadores em praticamente todo o jogo: marcação intensa, retomada de bola e transição rápida até o gol. Obviamente faltou qualidade na equipe do segundo tempo, mostrando que o elenco não é tão qualitativo como se imaginava, mesmo com a chegada da base, mas pode melhorar com o tempo.

 

Concentrando a atenção no time da primeira etapa, claramente vimos Rodrigo Caio jogando muito mais como primeiro volante que como terceiro zagueiro, pelo fato do adversário atuar com apenas um homem fixo na frente. Destaque individual para Wellington Nem (a maior contratação até então do ano) e Cueva que, apesar do pênalti perdido, deu boas assistências. Breno e Maicon bem na zaga, Bruno e Buffa ainda se soltando, Thiago Mendes, Rodrigo Caio e Cueva foram bem e irão entrosar ainda mais no sistema, mas Chavez e Luiz Araújo precisam urgentemente de sombra. Neres está na seleção e é preciso reforçar atenções para um fazedor de gol nato. Difícil? Tem que correr atrás, oras. São Paulo é clube grande, deve pensar e agir como tal.

 

De qualquer forma, foi ótimo começar com uma classificação. Veremos a posição de Ceni em relação a final e ao adversário. Será que o técnico, em seu primeiro clássico da carreira, irá minimizar o Majestoso e repetir dois times em campo como fez contra os hermanos ou vai testar seus titulares num jogo de rivalidade eletrizante? Cenas dos próximos capítulos.

 

Destaques:

 

Wellington Nem Mostrou o cartão de visitas de maior contratação do ano, até então.

Sidão Se não foi tão exigido no jogo, garantiu a final em duas defesas nos penais.

Rodrigo Caio Na falta de ataque do River, virou primeiro volante. Peça fundamental.

 

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