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Em coletiva, Raí explica demissão de Aguirre para os torcedores

Raí concedeu entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira.

 

O diretor agradeceu os trabalhos do ex-técnico, reconhecendo a importância e o legado de Diego Aguirre num momento delicado do clube. Raí enfatizou que a decisão de demissão era algo que estava sendo discutido internamente há um tempo, confirmando o que foi escrito no post de domingo no blog, e não algo impulsivo.

 

Raí confirmou o risco da demissão mas acredita na reação do time após a saída. O diretor deixou claro que a permanência no G4 é o objetivo nessa reta final e foi um dos fatores importantes na decisão, também confirmando o que foi escrito no blog no último domingo.

 

Raí enfatizou que a demissão foi fruto de uma sucessão de fatos e não um ou outro fato isolado com algum jogador ou algo parecido. A resposta veio em uma pergunta sobre a comemoração de Nene e Brenner. O diretor de futebol confirmou a permanência de Ricardo Rocha, pelo menos até o final do ano.

 

Finalizando a entrevista, Raí disse que André Jardine faz parte de uma comissão permanente mas não descartou a sua permanência como técnico efetivado do São Paulo. O diretor disse que sabe que haverá gente a favor ou contra a decisão mas que o seu trabalho continua.

 

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Jardine: aposta na base ou pragmatismo na reta final do ano?

A maré do Reffis não está para peixe. Carneiro teve lesão constatada nesta segunda-feira. O estiramento no músculo posterior da coxa direita tirará o uruguaio das próximas partidas do Campeonato Brasileiro.

 

Assim como Luan, Carneiro poderá voltar ao futebol somente em 2019.

 

A lesão novamente abre espaço os jovens atacantes do Tricolor. Helinho, que entrou contra o Flamengo e fez um golaço, concorre com Brenner, outro que deixou a sua marca diante do Corinthians em Itaquera e Antony, ainda sem estrear pelo profissional do clube. Os três fazem parte de uma geração altamente vencedora das categorias de base de Cotia.

 

Diego Aguirre muitas vezes relutou em escalar os garotos, mesmo com a necessidade de mudanças. O histórico de Jardine aponta um caminho inverso para esses últimos jogos, até por conta das lesões de Carneiro e Rojas. Será que o interino apostará na base vencedora que tanto conhece ou recorrerá a atletas mais experientes ou atletas improvisados nos lados do campo?

 

Os próximos dias no CT da Barra Funda darão ao torcedor essa resposta.

 

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OPINIÃO SCCP 1×1 São Paulo

Mais um resultado igual para a coleção da equipe que mais empatou no Campeonato Brasileiro. Jogando com um a mais durante a maior parte da partida, o Tricolor não soube se sobrepor ao adversário e sai de Itaquera com sensação de jogo perdido.

 

Na verdade, o Tricolor se safou de mais uma derrota no estádio corinthiano. O jogo só foi equilibrado nos primeiros vinte minutos quando os donos da casa não acertavam a marcação em Carneiro. Com a precoce saída do atacante uruguaio, a entrada de Brenner e a dificuldade na criação das jogadas, o São Paulo foi sucumbindo e terminou o primeiro tempo correndo atrás da bola e até mesmo com um gol legítimo ao favor dos donos da casa não marcado. Sorte do Tricolor que o adversário foi ao vestiário com um a menos.

 

Na segunda etapa, a equipe teve a bola mas não conseguiu propor o jogo, ou melhor, não sabe propor o jogo. Com duas linhas de quatro, o adversário se fechou e, aos poucos, começou a sair, tamanha a fragilidade Tricolor. O gol de Ralf e o tento de Brenner deram números finais a um clássico em que uma equipe jogou com alma. A outra apenas protocolou o mau e desorganizado futebol aplicado em todo o segundo turno.

 

No final, o resultado não agradou ninguém. Muito menos o torcedor Tricolor. Faltou agressividade, organização e alma ao São Paulo em Itaquera. Péssima apresentação de uma equipe composta por atletas que precisam mostrar mais e um treinador que precisava mostrar mais.

 

O torcedor está exausto desse fim de feira.

 

Nota dos personagens da partida:

Jean – É atabalhoado, porém melhor que o seu reserva. Nota: 6,0
Arboleda – Como o técnico o deixou fora em alguns jogos? Nota: 6,5
Bruno Alves – Mesmo amarelado precocemente, segurou. Nota: 5,5
Anderson Martins – Acho lento para trabalhar três zagueiros. Nota: 4,5
Bruno Peres – Um dos piores em campo, senão o pior. Nota: 4,0
Reinaldo – O “Kingnaldo” virou um mero plebeu. Nota: 4,5
Jucilei – Bem na volância. Saiu amarelado precocemente. Nota: 6,0
Hudson – Bem no meio. Falta a ele mais chegada ao ataque. Nota: 6,0
Liziero – Não funciona como elo de ligação. Melhor como volante. Nota: 4,5
Carneiro – Era o melhor quando saiu ainda no primeiro tempo. Nota: 7,0
Diego Souza – Participação quase nula no ataque. Nota: 4,0

Brenner – O gol salvou a tímida partida. Nota: 6,0
Everton – Insistiu em cruzamentos, mas é titular absoluto. Nota: 6,0
Nene – Pouco tempo mas melhor que Liziero na ligação. Nota: 6,0

Diego Aguirre – Mais uma partida sofrível tecnicamente. O torcedor do São Paulo não merece, não aguenta e nem pode se contentar com tamanha desorganização em uma partida em que o time jogou com um a mais durante todo o segundo tempo. Desempenho medíocre no segundo turno. Nota: 3,5

 

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Aguirre deveria dar chance para Nene jogar e ‘dar a vida’ em Itaquera

Muito se falou sobre Nene nesses últimos dias. Sua atual condição de reserva e atitude ao ser substituído ou até mesmo não entrar em jogos como o último diante do Flamengo rendem pautas da imprensa e torcedores.

 

Até mesmo Lugano entrou no balaio. Ídolo Tricolor, o uruguaio declarou que já era sabido que o atual camisa dez chegaria ao clube com um ‘pacote’ de atitudes, caso não fosse aproveitado como titular. Segundo Lugano, foi assim com o PSG, clube que atuou ao lado de Nene.

 

Na minha opinião, o São Paulo não pode expôr o jogador como fez Lugano ou como alguns torcedores se comportam ao creditar somente ao meia o mal desempenho do time no segundo turno. Por mais que não atue como nos tempos áureos, Nene tem grande valor no grupo pela experiência e também com a técnica que ainda possui. Nene sabe segurar a bola quando é preciso e apresenta ótima visão de jogo, algo que poucos tem no próprio elenco.

 

Como sugestão, para instigar o meia, Aguirre deveria dar chance de participação no clássico de sábado, ainda que no segundo tempo. “Quer jogar, dê a vida e faça chover no Itaquerão” – eu diria. Algo parecido foi feito com Diego Souza no início do ano.

 

Tudo que Nene precisa é de uma apresentação de gala neste segundo turno. E tudo que o São Paulo não precisa é de mais polêmicas neste final de temporada. Acabar com o tabu em Itaquera, como foi na Arena da Baixada, é algo que o torcedor prezaria muito nesta reta final.

 

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Raí melhorou o departamento de futebol. Contestar isso é burrice!

Saiu na coluna De Primeira, do Portal UOL: a pauta da reunião do Conselho Administrativo no próximo dia 13 inclui, entre outros assuntos, a discussão sobre a situação da equipe profissional. Raí deverá ser convidado a atualizar o conselho sobre o trabalho na pasta. Segundo informações do UOL, antes incontestável no clube, Raí já virou alvo de críticas de parte de alguns conselheiros.

 

Para analizar o trabalho de Raí e de todo o departamento de futebol em 2018 é fácil. Basta comparar o resultado atual com o do ano passado. Em 2017 o Tricolor passou sufoco no Brasileirão enquanto que neste ano o clube brigou pelo título até as últimas rodadas e certamente estará na Libertadores 2019. Palavras de Lugano, que eu endosso.

 

Arestas devem ser feitas mas, no geral, a melhora é incontestável. O que o São Paulo precisará para o ano que vem é qualificar o elenco com contratações pontuais, promover mais os atletas de base (Liziero, Militão e Luan são prova do sucesso neste ano neste quesito) e tranquilidade para trabalhar.

 

Espero que as críticas que Raí sofrerá de parte dos conselheiros sejam apenas sobre o que pode ser melhorado pois, no âmbito do futebol, é evidente que Raí, Ricardo Rocha e Lugano melhoraram o setor. Ou alguém aqui sente falta dos diretores de futebol dos últimos anos?

 

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