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OPINIÃO CSA 0x2 São Paulo

O São Paulo venceu o CSA em Alagoas e se classificou para a terceira fase da Copa do Brasil 2018. Com gols de Nene e Cueva (convertendo pênalti sofrido em Diego Souza) a equipe espantou a zebra e o perigo dos jogos “mata” das duas primeiras fases da competição.

 

Muita gente disse que exagerei na preleção do jogo, quando disse que o São Paulo tinha que ter a máxima atenção com o regulamento. Era para ter medo mesmo. Até o primeiro gol, aos três minutos do segundo tempo, o Tricolor vinha dando show de horrores no Estádio Rei Pelé. Foi duro ver um primeiro tempo com apenas um mísero e magro chute (de Militão) ao gol. O CSA, campeão da série C do ano passado, esteve mais atento a partida que o Tricolor. Não que merecesse a vitória nos primeiros 45 minutos, afinal é uma equipe bem limitada, mas marcou muito bem e se mostrou muito mais organizada e bem postada que os comandados de Dorival Junior.

 

O gol relâmpago da segunda etapa, fruto da primeira jogada “fora da curva” da equipe (Cueva lançou bem, Marcos Guilherme infiltrou e cruzou rasteiro no segundo pau para o gol de Nene) aliviou a barra Tricolor. Com menos peso nos pés, a equipe procurou acertar mais passes e diminuir os espaços mas não teve tanto êxito. Foi um lateral “Gérson” de Reinaldo que deu ponto final no placar: o lateral encontrou Diego Souza na área, o camisa 9 deu um tapa e malandramente (isso vale!) foi atingido pelo goleiro Mota. Pênalti claro.

 

Com 2×0, Dorival colocou Shaylon, Caíque e Valdívia esperando os contra-ataques em cima do espaço naturalmente deixado pelos alagoanos e também pensando no clássico de domingo. O jogo entrou num rumo natural e a classificação foi conquistada.

 

O Tricolor retorna para a capital sabendo que terá que voltar para Maceió, novamente pela Copa do Brasil. Em dois jogos, o time enfrentará o outro time da capitam alagoana: o CRB. Os dois clubes me lembram a infância, quando eu esperava para ver a zebrinha do Fantástico dar o placar “quase sempre disputado” entre CSA e CRB. Agora, falando sério: apesar da quarta vitória e de mais uma vez nenhum gol tomado, a equipe ainda está longe de ter a confiança do torcedor. Que Dorival arrume uma saída para a lentidão da equipe e dê um mínimo de organização tática com o que tem. Bem ou mal, pedido por ele ou não, temos um elenco para trabalhar.

 

Nota dos personagens da partida:

Sidão – Não teve participação em bolas difíceis. Nota: 6,0
Militão – Defendeu bem pelo lado direito. Nota: 6,5
Bruno Alves – Partida tranquila no seu setor. Nota: 6,0
Rodrigo Caio – Cumpriu o papel. Nota: 6,0
Reinaldo – Bela assistência no lateral que originou o penal. Nota: 6,0
Jucilei – Boa partida. Melhor na segunda etapa. Nota: 6,5
Hudson – Não chegou na frente para finalizações. Nota: 6,0
Nene – Gol importantíssimo. Nota: 6,5
Marcos Guilherme – Boa atuação no segundo tempo. Nota: 6,5
Cueva – Se destacou num jogo fraco do coletivo do São Paulo. Nota: 8,0
Diego Souza – Segundo tempo bem melhor que o primeiro. Nota: 6,0

Shaylon – Mais uma vez muito discreto. Nota: 5,5
Caíque – Também sem muita participação. Nota: 5,5
Valdívia – Pouco tempo mas com boa movimentação. Nota: 6,0

Dorival Junior – Partida coletiva muito ruim, principalmente no primeiro tempo. O gol relâmpago de Nene salvou a equipe de uma segunda etapa com os nervos a flor da pele. Falta posicionamento, organização e mais trabalho de infiltrações e tabelas. Apesar das vitórias e da boa fase da defesa, o time está longe de uma melhoria convincente. Nota: 4,0

 

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Puma “imita Penalty” e lança camisa 100% vermelha para o Independiente

O Independiente, campeão da última Copa Sul-Americana, jogará a Recopa contra o Grêmio com uma camisa totalmente diferente dos seus padrões. Os “diabos vermelhos” atuarão com uma camisa completamente vermelha, inclusive com os patrocinadores do clube em vermelho. A Puma, fornecedora do clube argentino, é responsável pela criação e confecção das apenas 3 mil unidades que serão postas à venda para os hinchas argentinos.

 

A ideia é boa mas não é inédita: em abril de 2013 o São Paulo e a Penalty lançaram em conjunto uma camisa comemorativa do Tricolor toda vermelha, muito semelhante ao conceito adotado pela Puma/Independiente neste modelo. A camisa Tricolor provocou polêmica na época, mas teve boas vendas e elogios de atletas como Rogério Ceni, capitão da equipe naquele ano. Segundo o Estado de São Paulo, em cerca de 25 mil unidades produzidas pela Penalty foram negociadas em poucas horas após o lançamento e divulgação do produto em um jogo daquela temporada.

 

Veja matéria do Diário Olé com detalhes do uniforme do Independiente.

 

O conceito do uniforme 100% vermelho são-paulino foi em homenagem ao estádio do Morumbi, que teve todas as cadeiras mudadas para a cor vermelha naquele ano. O vermelho também foi escolhido por se relacionar com a raça da equipe nos gramados. Vale lembrar que 2013 também foi um dos piores anos do clube dentro de campo, com perigo real de rebaixamento.

 

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Regulamento e goleiro: o São Paulo não pode sequer empatar com o CSA!

O São Paulo se reapresentará para os treinos na tarde desta segunda-feira. A semana importante inclui as preparações para o jogo decisivo diante do CSA em Alagoas e também para o clássico diante do Santos no estádio do Morumbi, no domingo.

 

A Copa do Brasil, competição de grau importantíssimo para o São Paulo, inspira cuidados especiais por conta do regulamento e o goleiro adversário. Nesta segunda fase, também com um jogo único, não há favorecido pelo empate. A igualdade no placar levará o Tricolor e o CSA para uma dramática disputa de pênaltis.

 

Não dá para bobear: é importante lembrar que o grande destaque do primeiro jogo do CSA na Copa do Brasil foi justamente o seu goleiro. Mota, 31 anos, pegou um pênalti no último minuto diante do Manaus/AM e garantiu a equipe alagoana na segunda fase da Copa do Brasil no empate de 2×2 em na Arena Amazônica, em Manaus. O goleiro foi provocado durante o jogo todo pela torcida adversária e deu o troco no final da partida. “Tenho certeza que eles (os torcedores do Manaus) não irão se esquecer de mim”. – Disse ele em entrevista ao Globoesporte.com.

 

Além do perigo nas traves, o CSA vem embalado pelo título inédito da série C, em 2017. A equipe alagoana venceu o Fortaleza na grande final e também garantiu o acesso a série B do Brasileirão deste ano. O CSA perdeu apenas uma das seis partidas que fez em 2018.

 

São Paulo e CSA já se enfrentaram pela Copa do Brasil, em 2014. Na ocasião, as equipes jogaram duas partidas pela primeira fase e o Tricolor venceu lá (1×0) e no Morumbi (3×0). Foi a estréia de Pato com a camisa Tricolor, num time que tinha Rogério Ceni, Luis Fabiano e PH Ganso em seu plantel. Desta vez a situação é muito diferente e não permitirá erro algum dos jogadores.

 

O jogo será realizado no estádio Rei Pelé e os ingressos para a torcida do São Paulo variam entre R$ 30,00 (meia entrada) e R$ 60,00 (inteira). Eles estão disponíveis à venda no site Guichê Web.

 

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Valdívia: “Não vejo a hora de estrear com a camisa do São Paulo!”

O atacante Valdívia foi apresentado no CT da Barra Funda. Raí o classificou como jogador jovem de muito potencial e que o clube tem histórico em recuperar jogadores. Brincalhão e Tricolor na infância, o jogador comentou sua situação atual e diz que não vê a hora de estrear com a camisa do São Paulo.

 

O novo contratado disse que se destacou jogando pela beirada do campo pelo Internacional de Diego Aguirre na Libertadores, mas também pode jogar no meio se estiver bem condicionado. O jogador afirmou que está recuperado da grave lesão no joelho esquerdo e que cumpriu as funções táticas no Galo mas que os gols não saíram. “Já fui lá em cima, já fui para baixo, hoje estou no meio, pronto para me recuperar e estou num clube gigante como o São Paulo. Tenho qualidade, tranquilidade e a confiança da diretoria.” – disse ele.

 

Por falar em diretoria, Valdívia disse uma coisa muito importante na coletiva. Ele comentou a importância de ter uma diretoria que tenha jogado bola profissionalmente. “É mais fácil de lidar mas também sabemos que seremos mais cobrados dentro de campo” – disse ele. “Vou brigar pelo meu espaço e ajudar muito o clube. Não penso lá na frente. penso a cada partida. No final do ano que pensarei a longo prazo. É dar meu melhor que as coisas vão aparecer” – completou.

 

Uma coisa que me deixou contente foi a forma como o jogador falou da sua condição atual, inclusive contestando alguns jornalistas. Valdívia disse que fez um bom período no Galo, está bem fisicamente mas que os gols não saíram em BH, por isso foi bastante cobrado, até em comparação com seu auge no Inter. Teve personalidade em lidar com as perguntas sobre seu estado físico.

 

Boa sorte, Valdívia. Que você seja muito feliz no Tricolor. Precisamos!

 

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É ou não é um camisa nove?

A entrega da camisa número nove para Diego Souza em sua apresentação no São Paulo me deixou apreensivo na época. Não pela capacidade do jogador em se adaptar a posição de  mas sim pela cobrança de todo e qualquer torcedor por aquilo que todo o autor deste número precisa fazer: gols.

 

O post do anúncio de Diego Souza foi o de maior audiência no Blog São Paulo Sempre desde a sua criação, em outubro de 2016. O jogador, que iniciou sua carreira como segundo volante, foi avançando as linhas devido a facilidade de arremate até terminar 2017 cogitado por Tite como suplente de Gabriel Jesus para a Copa do Mundo 2018. Porém, nunca foi centroavante em nenhum clube que atuou.

 

“Gosto de fazer gols, normal, mas não estabeleço uma meta. Também quero ajudar com assistências e gols. Não estou preocupado em jogar de 9, 10 ou pelo lado. Quero jogar e estar bem ajudando da melhor maneira.” – disse Diego Souza em sua chegada no site oficial do clube.

 

Porém, o momento é outro. Dorival, em sua entrevista após o jogo contra o Bragantino, cogitou (ironicamente ou não) mudar o número da camisa de Diego para tirar o peso de ser o homem-gol das costas do jogador. Dorival pensa num atacante flutuante, que não fica preso a consagrada função de Serginho Chulapa, Careca ou Luis Fabiano. Será que isso não poderia ter sido evitado desde a sua apresentação?

 

O número nove não é uma simples número no futebol. Ele é referência de gols, comemorações e artilharia em um país que cada vez mais discute a função do comandante de ataque. Só para dar um exemplo recente, Jô seria o Craque do Brasileirão de 2017 se não entregasse todos os gols que entregou no ano? Obviamente não.

 

Quando um camisa nove chega a um clube de futebol, não se esperam os meios e sim o fim: gols. Ainda mais quando falamos de uma contratação de peso como a de Diego Souza. Claro falta adaptação e paciência, mas entregar essa responsabilidade de cara a um jogador que ainda se adapta a função, ainda mais em um clube grande e em crise de títulos, é contribuir decisivamente para a discussão do tema.

 

PS Para não ser uma simples cornetagem, continuo acreditando em Diego na função de falso nove, mas como disse no texto, bastava dar também uma camisa “falso nove” para aliviar esse peso natural.

 

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