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O que Aguirre planeja para fazer funcionar o setor ofensivo do time?

Diego Aguirre anda cumprindo a risca o seu planejamento para o time do São Paulo. Desde que chegou no clube, o técnico se preocupou com o ajuste do setor defensivo e agora focará no ataque para acabar com a estiagem de gols da equipe.

 

Amparados pelos volantes Jucilei e Petros, os zagueiros Militão, Arboleda, Rodrigo Caio e Bruno Alves vêm se revezando no setor e adquirindo cada vez mais entrosamento. Sem a bola, Militão recompõe um trio de zagueiros, dando mais suporte na zaga. Porém, é verdade que o time tem demonstrado muitas dificuldades na frente. Foram somente oitos gols anotados nas últimas dez partidas. No período Aguirre, o Tricolor só marcou mais de um gol em duas partidas: 2 a 0 no São Caetano e 2 a 2 com o Atlético-PR.

 

Se analisarmos o último jogo (Fluminense), Diego Aguirre deverá apostar no trio Nenê, Everton e Diego Souza, com Tréllez e Valdívia entrando no segundo tempo. Porém, Carneiro aos poucos poderá ser testado no ataque. O uruguaio está em fase final de recuperação e treinou parcialmente com o elenco nas atividades desta quarta-feira.

 

A missão agora é acertar o setor ofensivo. Eu não insistiria com Diego Souza no comando de ataque mas entre ele e o Tréllez, a escolha fica difícil mesmo. Apesar de Carneiro, para mim o São Paulo carece muito de um matador tarimbado. O clube corre atrás de possibilidades para reforçar o elenco.

 

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Rosario Central demite técnico e deseja ex-Tricolor no seu comando

O Rosario Central, adversário do Tricolor pela primeira fase da Copa Sul-Americana, vai mal das pernas. A equipe demitiu o treinador Léo Fernandez após três derrotas consecutivas no Campeonato Argentino e procura um técnico antes do confronto de volta, no Morumbi.

 

O nome mais desejado pelos ‘canalhas’ (como são chamados os torcedores do Central) é um velho conhecido do Tricolor: Edgardo Bauza, que comandou a equipe no primeiro semestre de 2016 e levou o São Paulo até as semifinais da Libertadores daquele ano. Bem ligado ao Central desde os tempos de jogador, Bauza está sem trabalho desde 2017, quando deixou o comando da Arábia Saudita.

 

Mesmo com o interesse, o possível técnico não deverá enfrentar o Tricolor pelo torneio internacional: o treinador espera definir seu futuro após o término da Copa do Mundo. Melhor para o São Paulo pois Bauza é ‘mestre’ em armar retrancas e o jogo, que já será complicado, ganharia mais ares de dramaticidade.

 

O jogo entre São Paulo e Rosario Central acontecerá dia 09 de maio, às 21h45, no Morumbi. Com o 0x0 em Rosario, o Tricolor precisará de uma vitória simples para avançar na competição. O Rosario terá o empate com gols como trunfo para prosseguir na Sula. Empate sem gols levará a decisão aos pênaltis.

 

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OPINIÃO Fluminense 1×1 São Paulo

São Paulo e Fluminense protagonizaram um jogo equilibrado e cheio de emoções no Rio de Janeiro. O duelo de Tricolores marcou vinte e cinco finalizações e quatro bolas na trave. No fim, o empate deixou um sentimento de frustração no São Paulo, que vencia o jogo até sofrer o seu primeiro gol do Campeonato Brasileiro os 43 minutos do segundo tempo. Um vacilo!

 

E pensar que estivemos a três minutos de sermos líderes do Brasileirão, junto com o Flamengo. Em termos de tabela, um ponto fora de casa contra o Fluminense não deixa de ser um resultado aceitável. O que não podemos permitir em um clube tão grande como o nosso é tomar mais um gol no fim, com o jogo controlado, mesmo com os cariocas partindo para o ataque durante quase todo o segundo tempo. O São Paulo, muito bem na primeira etapa, fez seu gol e jogou no erro dos donos da casa. O Flu mandou na segunda etapa mas mesmo assim encontrava uma boa defesa, ponto alto do sistema do Aguirre. No final, o gol ‘defensável’, que para mim também pareceu falta em cima do Arboleda.

 

Injusto? Não. Circunstâncias do jogo. O time se encolheu muito, apostando nos esporádicos erros da adiantada linha carioca. Poderíamos ter defendido o resultado agredindo mais o Flu nos quarenta e cinco minutos finais. Não perdemos a partida mas ficou um cheirinho de vitória perdida.

 

Bola para frente no Brasileirão de pontos corridos. Sábado temos um confronto importante contra o Atlético MG no Cícero Pompeu de Toledo. A torcida precisa comprar mais o time e apoiar os jogadores para que esse empate no Rio seja considerado bom, pois estaria acompanhando de uma vitória em cima do Galo em casa.

 

Nota dos personagens da partida:

Sidão – Na minha opinião, bola defensável para alguns goleiros. Nota: 5,5
Militão – Gol e partida muito segura no lado direito. Nota: 9,0
Arboleda – Muito bem na zaga. Achei falta em cima dele no gol. Nota: 7,0
Bruno Alves – Fez uma boa parceria com o equatoriano. Nota: 7,0
Régis – Gostei do desempenho na esquerda. Substituído. Nota: 6,5
Jucilei – Bom trabalho na frente da zaga. Nota: 6,0
Petros – Também foi bem no combate do meio-campo. Nota: 6,0
Liziero – Bons avanços e rapidez na contenção. Nota: 6,0
Nene – Ótimo na articulação. Nota: 7,5
Éverton –
 Mais entrosado, criou boas jogadas no primeiro tempo. Nota: 6,5
Diego Souza – Não gosto dele na função de centroavante. Lento. Nota: 5,0

Edimar
 – Entrou para a marcação na esquerda. Nota: 5,5
Marcos Guilherme – Deu novo gás na direita, atacando e marcando. Nota: 6,5
Tréllez – Maldita bola que bateu na trave… Nota: 6,0

Diego Aguirre – Achei boa a escalação, com exceção de Diego Souza que, para mim, não pode ser NUNCA o centroavante da equipe. A equipe fez um ótimo primeiro tempo mas recuou muito na segunda etapa. Diferente de Dorival, que tinha posse de bola, o uruguaio gosta de jogar no erro do adversário. Hoje por um detalhe a estratégia não teve sucesso. Nota: 6,0

 

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São Paulo já iniciou a “limpeza de elenco”. Quem saiu e quem pode sair?

A tradicional “limpeza de elenco” (negociação de jogadores) do São Paulo já teve início em 2018. Com a chegada de Aguirre em abril (Dorival havia chegado no meio do ano) mais uma vez alguns atletas não serão aproveitados e entram na prateleira de negociações entre os clubes.

 

Há três tipos de jogadores na limpeza no elenco são-paulino. O primeiro tipo é o atleta que definitivamente não será aproveitado pelo treinador, como foi o caso de Aderllan e deverá ser o caso de Bruno. O lateral, campeão brasileiro pelo Fluminense com Muricy, é preterido até por improvisados e aguarda um negócio. O segundo tipo de atleta a ser negociado é o jovem que precisa “engrossar canela” em outros clubes, isso é, ter oportunidades de jogo para poder voltar mais experiente ao Tricolor. Foi assim com Hernanes, emprestado ao Santo André no início da carreira, e deverá ser o destino de jovens como, por exemplo, o volante Araruna. Já o terceiro tipo é a contingência de fazer caixa, isso é, equilibrar as contas e garantir a folha salarial do elenco. Deverá ser o caso de Cueva e Éder Militão. O atleta da base não renovou contrato e deverá ser negociado ainda nesta próxima janela. O peruano deverá ser negociado no período da Copa e a multa do seu contrato com o São Paulo garantirá um bom dinheiro ao clube em uma eventual transferência.

 

Existe ainda um caso particular, que se encaixa um pouco nos três tipos acima: Junior Tavares. Cotado em 2016 como o melhor jogador da base Tricolor e titular certo em 2017, o lateral não conseguiu desenvolver seu futebol por vários fatores, entre eles concorrência na lateral e delicados problemas particulares. A saída para o Rennes é a alternativa encontrada para o jogador retomar a carreira. O São Paulo projetou alto o jogador, comprado junto ao Grêmio por R$ 500 mil mas os complexos problemas não ajudaram no desenvolvimento de Junior. Mesmo assim, haverá boa compensação em caso de negócio.

 

A limpeza de elenco é natural em todos os clubes do futebol. Às vezes uma contratação não se desenvolve conforme o esperado. Sempre é bom lembrar que estamos mexendo com humanos. Até no vitorioso São Paulo de 2005, 2006, 2007 e 2008 havia a limpeza. Quem não se lembra do atacante Lima, parceiro de Aloísio no Atlético PR e que amargou a quarta ou quinta opção no ataque? Porém, no São Paulo, a limpeza é exagerada devido aos crônicos erros de planejamento dos últimos anos. Muito dinheiro jogado no lixo e muita comissão dada a empresários. Estes fazem a festa. Já o torcedor…

 

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OPINIÃO Ceará 0x0 São Paulo

Tortura medieval no Castelão. São Paulo e Ceará judiaram da bola e dos seus torcedores no primeiro 0x0 do Brasileirão e da história do confronto dos dois clubes. Com o resultado, o Tricolor soma quatro pontos em dois jogos no torneio.

 

A partida foi horrorosa por conta de muitos fatores. No lado do São Paulo, Aguirre promoveu uma verdadeira salada nos pouco mais de noventa minutos. A equipe começou o jogo com três volantes e Cueva de ala esquerdo e, no final da partida, o peruano acabou fazendo parede de centroavante. Outro ponto: Hudson e Petros não saíram para o jogo em nenhum momento, enfraquecendo o time. Dois volantes que não atacam não dá. Eu ficaria apenas com Jucilei em campo, que não jogou. Ah, também teve a ‘satisfação’ com o ponto fora de casa. Foi nítido ver os jogadores conformados com o empate. Um clube como o São Paulo, com uma das três maiores folhas salariais do Brasil, não pode dar ao luxo de se satisfazer com um empate.

 

Por fim, apesar de toda a morosidade tática e técnica dos jogadores, o resultado poderia ser bem diferente não fosse o pênalti claríssimo a favor do Tricolor, não marcado pela arbitragem. Parece que bola na mão só é apitada quando é contra o São Paulo. Bem ou mal, o resultado poderia ter sido outro se a arbitragem cumprisse o regulamento. É engraçado: só ‘interpretam’ contra o Tricolor.

 

Se você, meu amigo torcedor, almoçou mais rápido com a família, deixou de ir a praia ou de ir ao cinema com a namorada por causa do jogo, estamos juntos. Foram mais noventa minutos perdidos em nossas vidas. Raí no Bola da Vez (ESPN) disse que o São Paulo precisa mostrar o que quer, aí eu pergunto: o São Paulo de hoje quer que o torcedor vibre com o ponto e conte 46 até o fim do campeonato ou fique revoltado porque crê que o elenco pode mais?

 

Nota dos personagens da partida:

Sidão – Uma boa defesa no único bom lance do Ceará. Nota: 6,0
Militão – Seguro no setor defensivo. Arriscou pouco no ataque. Nota: 5,5
Arboleda – O melhor do São Paulo, para variar. Absoluto. Nota: 7,0
Rodrigo Caio – Errou linha no lance mais perigoso do Ceará. Nota: 5,5
Edimar – Discreto pela limitação. Não deveria estar em campo. Nota: 4,5
Liziero – Um primeiro tempo fraco. Substituído no intervalo. Nota: 4,5
Petros – Limitou-se a proteger a zaga. Só destruiu. Nota: 5,0
Hudson – Deveria avançar mais mas não saiu da intermediária. Nota: 4,0
Éverton –
 Estréia discreta. Desentrosado. Nota: 5,0
Cueva – Na lateral, no meio, no ataque: muita malemolência. Nota: 4,0
Trellez – Difícil até avaliar. A bola não chegou nele. Nota: 4,5

Nene
 – Mesmo tendo 45 minutos, mostrou ser vital no time. Nota: 6,0
Regis – Entrou meia bomba mas quase fez um gol no final. Nota: 5,0
Valdivia – Muito pouco serviço em campo. Nota: 4,5

Diego Aguirre – Que salada em campo, sr. Aguirre! Na quinta-feira o São Paulo foi bem contra o Atlético PR, mesmo não conquistando a classificação. Criou-se uma expectativa de manutenção do sistema e atletas. Hoje, muito pela nova ideia do técnico, o time voltou a apresentar limitação coletiva e malemolência individual em campo. O uruguaio foi um dos grandes culpados do péssimo espetáculo dado em Fortaleza. Cueva terminou na função do Tréllez! Nota: 3,5

 

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