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Arboleda alerta sobre possibilidade de novas saídas. Conheça os cotados:

O zagueiro Arboleda conversou com o jornalista José Eduardo Martins (UOL) na manhã desta sexta-feira. Entre outros assuntos, o atleta alertou o clube sobre a possibilidade de novas saídas de jogadores e confirmou o “espírito família” do elenco, aspecto que, segundo ele, é positivo na busca de títulos.

 

“O nosso time pode perder muito sim com a saída de outros jogadores, pois fizemos uma família com os que estão aqui, uma grande amizade, e ficamos tristes por vermos amigos indo embora. O companheirismo e união que temos aqui, acredito que nenhum outro time tem.” – disse ele.

 

Mesmo com as recentes saídas de Marcos Guilherme e Valdívia, Arboleda acredita no elenco e no trabalho dos diretores. “Temos um elenco forte para suprir as ausências e com certeza a diretoria vai trabalhar forte para substituir a altura quem sair”. – completou para o UOL.

 

Valdívia e Marcos Guilherme eram atletas emprestados. O São Paulo deverá vender mais dois ou três atletas para equilibrar o caixa que paga os salários do elenco e também utilizar parte das vendas para outros reforços. Os mais cotados são Rodrigo Caio, que se recupera de uma cirurgia no pé esquerdo, e Cueva, atualmente na seleção peruana. A saída do camisa dez é praticamente certa.

 

Éder Militão é outro cotado para sair e tem um leque de clubes interessados. O jogador está extremamente indeciso sobre sair agora ou no fim do ano. O São Paulo só ganharia algum valor nesta janela, porém seria outra perda técnica importante no grupo de Aguirre. Se eu fosse diretor, o convenceria a ficar no São Paulo até o final do ano, mesmo sem ganhar com a negociação.

 

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Parabéns, Banco Inter: patrocinador de respeito e que ouve o seu público!

O São Paulo voltará a reeditar a sua camisa com as faixas no peito. A notícia foi dada pelo próprio presidente do Banco Inter (João Vitor Menin) em seu Twitter Oficial e confirmada pelo Twitter do São Paulo FC, em um diálogo que empolgou muitos torcedores.

 

O motivo da notícia ser dada por Menin foi especial. Para poder atender o pedido, o São Paulo precisava de uma autorização especial do Banco Inter, patrocinador master do clube, para alterar o local do seu logo no uniforme #1. O banco ouviu o apelo da torcida através da campanha #FaixasNoPeito (criada pelo torcedor Marco Aurélio – SPFC em Cartaz) e atendeu o pedido, atuando de forma decisiva para a nova configuração do uniforme.

 

A atitude do Banco Inter mostra que o patrocinador é também parceiro do clube e sua torcida. Marketing de respeito e sucesso é aquele que ouve, dialoga e promove experiências enriquecedoras com o seu público. A atitude certamente irá gerar um sentimento positivo em relação a empresa e, com a entrada da Adidas, promete uma venda recorde no setor. Lembrando que, mesmo nos tempos escassos de títulos, o São Paulo é um dos líderes nas vendas de uniformes entre os grande players do setor: Netshoes e Centauro.

 

Com 23 anos de mercado, o Banco Inter se tornou patrocinador master do São Paulo FC em 2017. Na época, ele contava com 80 mil correntistas. Em maio de 2018 esse número subiu para 600 mil correntistas. O sucesso se dá muito pela forma diferenciada de relacionamento do banco com a torcida do São Paulo, mais próximo e com ações interessantes como o custeio de 30 mil ingressos na partida contra o Bahia, no Morumbi, no final de 2017, onde diversos torcedores puderam comprar ingressos a R$1,00 nas arquibancadas.

 

Com essas ações, o patrocinador master entende e marca com força a sua participação no modelo esportivo de clube. Não basta apenas estampar a sua marca na camisa. É preciso ouvir e incentivar o torcedor a lotar o estádio e a abraçar o time. Não tenho dúvidas que este número de correntistas dará outro salto nos próximos meses.

 

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São Paulo deveria devolver “torcida única” do Atlético PR no Morumbi!

O torcedor são-paulino não poderá comparecer com a camisa do clube na Arena da Baixada neste próximo sábado às 16 horas. De acordo com o Globoesporte.com, em decisão conjunta entre o Atlético Paranaense (anfitrião do evento) e o Ministério Público do Paraná, o jogo terá torcida única.

 

A medida “Torcida Única” foi criada em decorrência das brigas constantes entre torcedores organizados de clubes rivais. Não deveria ser assim mas a atitude se justificou com a diminuição substancial do número de incidentes. Aqui em São Paulo, a medida freou a violência nos estádios e em seus entornos.

 

Porém, não vejo justificativa em proibir o torcedor visitante em um jogo de clubes de outros estados. Vejo pouquíssimos incidentes em jogos assim, ainda mais na Arena da Baixada, onde todos são previamente cadastrados com biometria. Houve confusão? É só identificar os infratores e aplicar a pena adequada.

 

O estranho é que a proibição contou com o próprio Atlético PR. Já que a ideia partiu com preciosa colaboração do anfitrião, que os outros clubes façam o mesmo com o visitante e vetem a torcida do Furacão nos seus estádios.

 

O São Paulo deveria aplicar a mesma regra no Morumbi. Estaremos atentos.

 

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Valdívia, a arábia e a desgraça do ‘futebol moderno’ no Brasil

Valdívia, mato-grossense boa praça e torcedor do São Paulo na infância, não deverá completar seis meses no São Paulo Futebol Clube. Contratado por empréstimo junto ao Internacional e com um valor de multa estratosférico, o jogador recebeu via Colorado uma proposta ‘das arábias’ (Al-Wehda, atual clube de Fábio Carille) e foi liberado dos treinos na Barra Funda para definir a situação.

 

Resumindo: a chance de sair do Tricolor é enorme.

 

Por contrato, o São Paulo deve liberar o atleta em caso de proposta vantajosa ao Inter e não receberá nada pela iminente negociação; porém deixará de arcar com R$ 1,8 milhões de salários que seriam destinados ao jogador até o fim do seu empréstimo, em dezembro de 2018. Nada contra os objetivos do jogador e não é esse o ponto que me entristece, já que o clube encontrará um suplente no mínimo em iguais condições que o “Poko Pica”. Dói é ver a situação do futebol brasileiro perante o “futebol moderno”. O país é amplamente dominado por empresários, agentes, advogados, aventureiros e agregados e cada vez mais vê atletas atrás de dinheiro em novos e novos oásis do esporte. Ontem foi a China, hoje é o Oriente Médio, amanhã sabe se lá o que será.

 

A palavra “futebol moderno’ deveria significar apenas o que há de bom na evolução do esporte bretão: bons gramados, ótimos estádios, integração saudável nas redes sociais e marketing da paixão. Porém, com a profissionalização (e com ela uma injeção surreal de dinheiro), veio o lado desgraçado de tudo onde o dinheiro é em abundância: a ganância. O futebol virou objeto de interesse de gente que pouco se importa pelo esporte. É um negócio, no pior sentido da palavra.

 

Valdívia, se for, será mais um caso. Nem o primeiro, nem o último.

 

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Ricardo Rocha responde “polêmica” sobre o convite para ser comentarista da Copa

O coordenador de futebol Ricardo Rocha usou a sua conta no Twitter para se defender da “polêmica” sobre o convite recebido (e aceito) para ser comentarista da Copa do Mundo. O período da parada dos clubes para o maior evento do planeta é considerado fértil para os profissionais do futebol procurarem negócios envolvendo jogadores. Veja na íntegra abaixo:

 

“Sempre que sinto que minha índole e meu caráter estão sendo postos à prova, ou questionados, sinto a necessidade de me reapresentar. Quem me conhece sabe que eu jamais faria nada para lesar ninguém ou nenhuma instituição, nesse caso senti a necessidade de reafirmar que eu jamais jamais faria algo para prejudicar o torcedor (maior patrimônio do São Paulo) e muito menos o clube. Fui convidado pela emissora FOX para comentar alguns jogos da Copa do Mundo. Aceitei o convite porque não atingiria em nada meu compromisso com o São Paulo, porque nada é mais importante para mim, eu sei o que eu posso fazer, sei até onde posso ir e sempre agi de forma honesta em em tudo o que fiz na vida. Eu NÃO viajarei para a Rússia, eu estarei aqui o tempo todo, nenhum compromisso com o clube será afetado, absolutamente nenhum. Seguirei minha agenda profissional no São Paulo, da mesma forma dedicada, focada e LEAL, que fiz e faço desde que aceitei o convite de Raí. Tanto Raí, quanto Leco e todos da comissão, me apoiaram em aceitar o convite, porque além de conhecerem minha índole, eles entenderam que comentar e analisar esses jogos acrescentariam bastante na minha profissão. Ver jogadores e esquemas táticos na maior competição de futebol do mundo, só pode ser muito enriquecedor, e conhecimento nunca pode ser desperdiçado. Torcedores, meu compromisso com o São Paulo e com vocês fica mais forte a cada dia, eu espero sinceramente que vocês saibam disso e nunca duvidem. Obrigado!” 

 

O coordenador, então funcionário do São Paulo, é alvo de críticas nas redes sociais pela decisão. Na minha opinião a grande maioria das críticas foi prematura, já que praticamente ninguém sabia (ou se preocupou) em saber se ele iria a Rússia, qual seria a jornada do trabalho e se sua rotina no clube seria afetada. A rádio Globo, Ricardo Rocha disse que perderia um ou dois dias no máximo do dia a dia no CT da Barra Funda e analisar esquemas táticos também faz parte da função de um coordenador de futebol, portanto, o ‘bico na FOX’ está dentro das atribuições do profissional.

 

Em tempo: duvido que 10% dos que atacaram (sem conhecimento de causa) Ricardo Rocha o viram defendendo a camisa do São Paulo dentro de campo. Que falta faz um título: sendo campeão de algo, ele poderia estar até na Lua que nada iria acontecer.

 

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