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São Paulo deveria devolver “torcida única” do Atlético PR no Morumbi!

O torcedor são-paulino não poderá comparecer com a camisa do clube na Arena da Baixada neste próximo sábado às 16 horas. De acordo com o Globoesporte.com, em decisão conjunta entre o Atlético Paranaense (anfitrião do evento) e o Ministério Público do Paraná, o jogo terá torcida única.

 

A medida “Torcida Única” foi criada em decorrência das brigas constantes entre torcedores organizados de clubes rivais. Não deveria ser assim mas a atitude se justificou com a diminuição substancial do número de incidentes. Aqui em São Paulo, a medida freou a violência nos estádios e em seus entornos.

 

Porém, não vejo justificativa em proibir o torcedor visitante em um jogo de clubes de outros estados. Vejo pouquíssimos incidentes em jogos assim, ainda mais na Arena da Baixada, onde todos são previamente cadastrados com biometria. Houve confusão? É só identificar os infratores e aplicar a pena adequada.

 

O estranho é que a proibição contou com o próprio Atlético PR. Já que a ideia partiu com preciosa colaboração do anfitrião, que os outros clubes façam o mesmo com o visitante e vetem a torcida do Furacão nos seus estádios.

 

O São Paulo deveria aplicar a mesma regra no Morumbi. Estaremos atentos.

 

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Valdívia, a arábia e a desgraça do ‘futebol moderno’ no Brasil

Valdívia, mato-grossense boa praça e torcedor do São Paulo na infância, não deverá completar seis meses no São Paulo Futebol Clube. Contratado por empréstimo junto ao Internacional e com um valor de multa estratosférico, o jogador recebeu via Colorado uma proposta ‘das arábias’ (Al-Wehda, atual clube de Fábio Carille) e foi liberado dos treinos na Barra Funda para definir a situação.

 

Resumindo: a chance de sair do Tricolor é enorme.

 

Por contrato, o São Paulo deve liberar o atleta em caso de proposta vantajosa ao Inter e não receberá nada pela iminente negociação; porém deixará de arcar com R$ 1,8 milhões de salários que seriam destinados ao jogador até o fim do seu empréstimo, em dezembro de 2018. Nada contra os objetivos do jogador e não é esse o ponto que me entristece, já que o clube encontrará um suplente no mínimo em iguais condições que o “Poko Pica”. Dói é ver a situação do futebol brasileiro perante o “futebol moderno”. O país é amplamente dominado por empresários, agentes, advogados, aventureiros e agregados e cada vez mais vê atletas atrás de dinheiro em novos e novos oásis do esporte. Ontem foi a China, hoje é o Oriente Médio, amanhã sabe se lá o que será.

 

A palavra “futebol moderno’ deveria significar apenas o que há de bom na evolução do esporte bretão: bons gramados, ótimos estádios, integração saudável nas redes sociais e marketing da paixão. Porém, com a profissionalização (e com ela uma injeção surreal de dinheiro), veio o lado desgraçado de tudo onde o dinheiro é em abundância: a ganância. O futebol virou objeto de interesse de gente que pouco se importa pelo esporte. É um negócio, no pior sentido da palavra.

 

Valdívia, se for, será mais um caso. Nem o primeiro, nem o último.

 

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Ricardo Rocha responde “polêmica” sobre o convite para ser comentarista da Copa

O coordenador de futebol Ricardo Rocha usou a sua conta no Twitter para se defender da “polêmica” sobre o convite recebido (e aceito) para ser comentarista da Copa do Mundo. O período da parada dos clubes para o maior evento do planeta é considerado fértil para os profissionais do futebol procurarem negócios envolvendo jogadores. Veja na íntegra abaixo:

 

“Sempre que sinto que minha índole e meu caráter estão sendo postos à prova, ou questionados, sinto a necessidade de me reapresentar. Quem me conhece sabe que eu jamais faria nada para lesar ninguém ou nenhuma instituição, nesse caso senti a necessidade de reafirmar que eu jamais jamais faria algo para prejudicar o torcedor (maior patrimônio do São Paulo) e muito menos o clube. Fui convidado pela emissora FOX para comentar alguns jogos da Copa do Mundo. Aceitei o convite porque não atingiria em nada meu compromisso com o São Paulo, porque nada é mais importante para mim, eu sei o que eu posso fazer, sei até onde posso ir e sempre agi de forma honesta em em tudo o que fiz na vida. Eu NÃO viajarei para a Rússia, eu estarei aqui o tempo todo, nenhum compromisso com o clube será afetado, absolutamente nenhum. Seguirei minha agenda profissional no São Paulo, da mesma forma dedicada, focada e LEAL, que fiz e faço desde que aceitei o convite de Raí. Tanto Raí, quanto Leco e todos da comissão, me apoiaram em aceitar o convite, porque além de conhecerem minha índole, eles entenderam que comentar e analisar esses jogos acrescentariam bastante na minha profissão. Ver jogadores e esquemas táticos na maior competição de futebol do mundo, só pode ser muito enriquecedor, e conhecimento nunca pode ser desperdiçado. Torcedores, meu compromisso com o São Paulo e com vocês fica mais forte a cada dia, eu espero sinceramente que vocês saibam disso e nunca duvidem. Obrigado!” 

 

O coordenador, então funcionário do São Paulo, é alvo de críticas nas redes sociais pela decisão. Na minha opinião a grande maioria das críticas foi prematura, já que praticamente ninguém sabia (ou se preocupou) em saber se ele iria a Rússia, qual seria a jornada do trabalho e se sua rotina no clube seria afetada. A rádio Globo, Ricardo Rocha disse que perderia um ou dois dias no máximo do dia a dia no CT da Barra Funda e analisar esquemas táticos também faz parte da função de um coordenador de futebol, portanto, o ‘bico na FOX’ está dentro das atribuições do profissional.

 

Em tempo: duvido que 10% dos que atacaram (sem conhecimento de causa) Ricardo Rocha o viram defendendo a camisa do São Paulo dentro de campo. Que falta faz um título: sendo campeão de algo, ele poderia estar até na Lua que nada iria acontecer.

 

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São Paulo procurará atacante, meia e lateral. Veja o perfil de cada um:

Amparado pela regra aprovada pelo Conselho de Administração do clube, a diretoria de futebol poderá investir 50% do que arrecadar com eventuais vendas em aquisição de novos jogadores. Deste modo, é certo que Diego Aguirre terá caixa para investir em setores pontuais do seu elenco.

 

Em entrevista após o jogo diante do Internacional, o técnico confirmou a busca por reforços durante a pausa para a Copa do Mundo. Segundo o que o Globoesporte.com apurou, as necessidades são de um atacante de lado, um meia e um lateral direito. Vamos ao perfil de cada posição:

 

Atacante – O Tricolor sentiu muito a ausência de Marcos Guilherme, que trabalhava para desafogar outros atletas do meio e ataque do time. Aguirre prepara Paulinho e deverá subir Toró após acerto com o Primavera, clube que ainda detém direitos do jogador mas a escolha por Tréllez no lado diante do Internacional indica que o técnico irá pedir um jogador com mais rodagem que os garotos, tidos por alguns como “verdes” para assumir a vaga. Um dos atletas especulados no início do ano foi Carlos Eduardo, do Goiás. O perfil é esse.

 

Meia – O São Paulo sabe que não pode depender de Nene como dependia de Cueva no ano passado e, deste modo, clube deverá procurar um meio-campista mais experiente para o restante do ano. Bucha para Shaylon e Lucas Fernandes, que precisam mostrar mais eficiência quando tem a chance no time titular. O clube talvez possa recorrer ao mercado exterior para esta posição.

 

Lateral direito – O São Paulo ainda não resolveu o caso de Militão. Se o garoto ficar até o final de 2018 a chance de procura de um lateral direito não será urgente. Caso ele saia já nesta metade de ano, a posição será prioridade na procura, já que seu reserva (Régis) misteriosamente não vem sendo relacionado, como de costume.

 

Na minha opinião, a lateral é a posição mais prioritária, caso Militão saia. No meio, para alguém ser contratado, Lucas Fernandes (ou Shaylon) deve ser emprestado. Para o ataque, a base possui nomes promissores, como Paulinho, Caíque, Helinho e Toró (se for comprado), sem contar Valdívia e Morato. É difícil saber a condição dos jovens sem colocar em campo. Às vezes, nas adversidades, é que cresce uma nova estrela. É a posição que eu investiria na base.

 

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OPINIÃO São Paulo 0x0 Internacional

O Morumbi presenciou um jogo horroroso entre duas das camisas mais pesadas do Brasil. As poucas chances de gol, o equilíbrio e falta de identidade do Tricolor marcaram o empate sem gols. O resultado não beneficiou nenhum dos dois clubes na tabela.

 

Somente um torcedor recém saído de hibernação de dez anos atrás pensaria que a partida seria fácil para o São Paulo. Sem Bruno Alves (esse não fez tanta falta) e principalmente sem Jucilei, Marcos Guilherme e Nene (fundamentais no time titular) a equipe perdeu equilíbrio e identidade. Quem entrou infelizmente não deu conta do recado. Aguirre, que tem boa parcela de culpa na mediocridade vista nos noventa e poucos minutos por colocar Tréllez na função que era de Marcos Guilherme, até tentou mudar na segunda etapa. Saiu do 4-3-3 e foi para o 3-5-2 na tentativa de desafogar os lados, mas com Reinaldo (em péssima fase) e Araruna como alas, ficou bem difícil. Não dá para erguer um bolo sem fermento.

 

O Inter, acuado em quase toda a primeira etapa, viu que podia ganhar e foi para cima no segundo tempo. Não ganhou porque também é um time bem limitado e não mereceu balançar as redes, mesmo mais intenso no ataque. E o jogo terminou assim, com o visitante comemorando não ter perdido, o mandante lamentando o empate em casa e nenhum dos dois saindo do lugar no ‘jogo de seis pontos’. Atuações medíocres!

 

Em termos de tabela, o empate em casa é amargo. Pelas circunstâncias ocasionadas pelos desfalques, nem tanto. Se fosse o ano passado esse jogo seria contabilizado derrota na certa. O São Paulo jogou bem os trinta minutos iniciais e depois sucumbiu a sua própria falta de qualidade, ou melhor, falta de identidade, mas também não entregou o jogo ao Inter. Nessa gélida terça-feira o solitário ponto foi o que deu para conquistar.

 

PS – Não costumo escrever sobre arbitragem nos meus posts de jogos mas o árbitro dessa partida não pode passar batido. Descaradamente tendencioso, apitando faltinhas só para um lado que contribuíram para minar o São Paulo e a torcida. Não determinou o resultado, mas ajudou a deixar as coisas ainda mais difíceis.

 

Nota dos personagens da partida:

Sidão – Inseguro e atrapalhado nas poucas bolas que vieram. Nota: 5,5
Militão – Não teve trabalho no seu lado. Nota: 5,5
Arboleda – Boa partida. Defesa não teve problemas. Nota: 6,0
Anderson Martins – Jogou com segurança. Nota: 6,0
Reinaldo – Partida muito fraca no apoio. Nota: 4,5
Petros – Bem na destruição. Precisa melhorar o passe. Nota: 5,0
Liziero – Fez uma boa partida no meio.  Nota: 6,0
Lucas Fernandes – Não conseguiu preencher a vaga de Nene. Nota: 5,0
Tréllez – Totalmente deslocado na direita. Partida nula. Nota: 4,5
Éverton –
 Discreto no apoio e nas assistências. Nota: 5,0
Diego Souza – Sem ser acionado, sumiu no jogo. Nota: 5,0

Shaylon – No lugar de Lucas Fernandes, seis por meia dúzia. Nota: 4,5
Araruna
 – É desperdício colocar o garoto como ala direito. Nota: 4,5
Paulinho – Pela característica, deveria ter entrado desde o início. Nota: 5,5

Diego Aguirre – Sem importantes titulares (Jucilei foi vetado pelo depto. de fisiologia), resolveu complicar ao invés de fazer o simples. A ideia de Tréllez na ponta era arriscada e não deu certo. A tentativa de um 3-5-2 com Araruna e Shaylon também não. O time sentiu a saída de Jucilei, Nene e Marcos Guilherme, que era uma válvula de escape na direita. Nota: 4,0

 

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