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São Paulo fará quatro das suas primeiras cinco partidas fora do Morumbi!

O Tricolor não terá vida fácil no início da temporada. O clube, que já treina para a temporada no CT da Barra Funda, realizará quatro dos seus primeiros cinco jogos do ano fora do seu estádio, o Morumbi.

 

O São Paulo estreará dia 17 de janeiro contra o São Bento, em Sorocaba. No dia 20 de janeiro jogará no Morumbi diante do Novorizontino. No dia 24 de janeiro volta a sair da capital e enfrentará o Mirassol; no dia 27 de janeiro terá seu primeiro clássico diante do Corinthians no Pacaembu e, finalmente, fará a primeira participação na Copa do Brasil no dia 30 de janeiro, enfrentando o Madureira em jogo único ainda sem local definido (talvez Londrina), porém certamente fora do Cícero Pompeu de Toledo.

 

Dorival Junior sinalizou a possibilidade de iniciar a temporada com um time misto e previu um time mais encorpado para o clássico do dia 27. Curiosamente o Corinthians, primeiro adversário de clássico do Tricolor jogará na capital os seus primeiros quatro jogos do ano. A equipe de Itaquera pegará a Ponte Preta, o São Caetano e a Ferroviária no Pacaembu antes de enfrentar o São Paulo. Isso acontece porque o Azulão inverteu o seu mando de jogo e levará a partida para o estádio Municipal.

 

Outro detalhe típico do torneio regional paulista: mais uma vez o Tricolor jogará dois dos suas três clássicos da fase de grupos fora de casa. A Federação Paulista se baseia no ranking recente dos clubes no torneio para definir os mandos de campo. Sabendo que nesta fase não tem jogo de ida e volta, não seria mais justo a Federação inverter o mando de campo dos clássicos a cada ano?

 

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Atraso de Cueva não passará batido!

Apesar de ter comunicado o atraso em seu retorno ao Brasil por conta de compromissos publicitários, o meia Cueva não escapará de uma conversa com Raí, diretor de futebol do Tricolor. O novo dirigente do clube, também conhecido por sua disciplina dentro e fora dos gramados, tratará o caso cara a cara com o peruano.

 

Não é a primeira vez que Cueva falta a uma reapresentação. Em novembro do ano passado, após classificar o Peru para a Copa do Mundo da Rússia, o meia se atrasou dois dias e só foi aparecer no CT do clube na véspera do jogo contra o Botafogo, pelo Campeonato Brasileiro. Na ocasião, Cueva acabou entrando no segundo tempo da partida e foi multado pela diretoria.

 

A grande dependência de Cueva, atleta genial e genioso, para mim é um dos maiores, senão o maior problema de 2018. Os dois jogadores criativos do elenco (Lucas Fernandes e Shaylon) ainda precisam de mais rodagem, o que faz com que o clube necessite dos serviços do peruano. O ano de Copa torna essa dependência ainda mais delicada. Alguém se atentou que a semifinal do Campeonato Paulista cairá em meio a datas FIFA e, caso a gente chegue lá, não poderemos contar novamente com ele?

 

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Raí acredita no São Paulo. Eu acredito no Raí!

Mesmo com as iminentes saídas de Lucas Pratto e Hernanes, o diretor de futebol Raí mantém o otimismo no ano. O dirigente conversou com a imprensa nesta sexta-feira e enumerou os pontos de seu trabalho, além de falar sobre alguns possíveis nomes para o clube em 2018.

 

Sobre sua gestão, Raí tranquilizou a torcida, dizendo que o clube chegará a uma ótima condição de time e elenco porque, segundo ele, o clube segurou a maioria de seus atletas ‘preciosos’ (tirando Hernanes), apostará na base e ainda fará contratações pontuais para repor ou fortalecer o grupo.

 

Sobre reforços, Raí disse que Diego Souza está em estágio avançado de negociação e acredita na chegada do atleta. O dirigente não comentou muito sobre Marinho e Gustavo Scarpa mas deu a entender que são jogadores na mira do clube. “Se estivessem aqui, todos estariam felizes.” – disse ele.

 

É isso que tem que fazer um diretor quando a corda aperta. Raí foi preciso em suas palavras na coletiva e trabalha para melhorar o elenco antes do início do Paulistão. Confio plenamente em seu trabalho. Ricardo Rocha também será importante no dia a dia Tricolor.

 

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Quais são os atletas mais cotados para iminentes saídas de Hernanes e Pratto?

O ano mal começou e o São Paulo já se prepara para a saída de duas de suas principais contratações de 2017: Lucas Pratto e Hernanes. O primeiro vive a iminência de ser negociado com o River Plate, caso o valor da proposta (que ainda não apareceu) confirme a versão falada pela imprensa e seja boa para o Tricolor. Já o segundo deverá cumprir uma cláusula de retorno, imposta pelo Hebei Fortune em troca da cessão de empréstimo gratuita.

 

Serão duas perdas significativas no elenco. Apesar de não ter correspondido no ano passado, Pratto chegou como maior contratação do clube em 2017 e Hernanes, o “Profeta salvador”, foi um dos grandes responsáveis pela guinada do clube no segundo semestre. As prováveis saídas serão duros golpes na gestão Leco e a dupla Raí/Ricardo Rocha deverá correr atrás de reforços para as duas posições.

 

Para o lugar de Pratto, o principal candidato é Aloísio Boi Bandido, que se desligou do mesmo Hebei Fortune de Hernanes e está livre no mercado. Se ele voltar, teremos garantia de gols feitos e perdidos, mas também de presença de área e muita raça. Não me oponho a sua chegada pois vivo dizendo que, para a posição de comando de ataque, um clube tem que “contratar gols”, isso quer dizer, quando se pensa um Fred, um Jô ou um Ceifador, o contratante está de olho em bola na rede. Foi o pensado na vinda de Pratto. Aos trancos e barrancos, o Boi cumprirá essa função. O jovem Brenner, que treina como titular nesse início de temporada, corre por fora e é boa esperança no ano.

 

Já para a vaga de Hernanes, o Tricolor trabalha para a chegada do veterano Diego Souza e há quem diga que o negócio terá sucesso. Não vejo ele como uma substituição a altura do Profeta e até preferia o investimento num jogador mais leve como Gustavo Scarpa mas Dorival Junior, que chega junto no planejamento, espera por um time mais goleador neste ano e o meia-atacante do Sport possui boa característica de finalização e chegada na área. Porém, o time mudaria mais uma vez de característica. Incógnita.

 

Além de Aloísio e Diego Souza, é bem provável que exista negociação pela vinda de Victor Ferraz, lateral direito do Santos. Jair Ventura, novo técnico santista, deverá promover a titularidade de Daniel Guedes, deixando o caminho um pouco menos difícil para os diretores do Tricolor. Não está descartada uma troca entre atletas dos dois clubes.

 

É esse o São Paulo “Black Mirror” de 2018: com um elenco nebuloso, volátil e ainda envolto com os mesmos problemas que o minaram nos anos passados. Manutenção das principais peças do elenco era um ponto da carta aberta ao Leco e abala a confiança do torcedor no ano. Mesmo assim tenho plena confiança em Raí e Ricardo Rocha e darei toda a paciência que tenho para que eles trabalhem para um Tricolor forte ao ponto de disputar os títulos da temporada. Um ponto que toco bastante neste início de ano é achar uma alternativa a Cueva, jogador de perfil ‘perigoso’ pois disputará a Copa do Mundo e será frequente ausência em datas FIFA.

 

Entrevista de Raí falando de reforços no Tricolor aqui.

 

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O que esperar do elenco mais “Made in Cotia” da história do São Paulo?

O torcedor que deseja ver os jogadores da base do São Paulo jogando na equipe de cima não terá o que reclamar neste início de ano. Dos trinta e cinco atletas que se apresentaram na Barra Funda, dezoito são ou cresceram nas categorias de base do Tricolor.

 

São eles: Hernanes (ainda com futuro incerto no início do ano), Rodrigo Caio, Éder Militão, Lucas Fernandes, Araruna, Shaylon, Brenner e Júnior Tavares (que já atuam no profissional) e Lucas Paes, Paulinho, Caíque, Pedro Augusto, Marquinhos Cipriano, Lucas Perri, Rony, Gabriel, Bissoli e Paulo Bóia que ainda buscarão espaço entre os profissionais.

 

No momento, mais da metade dos atletas que se apresentaram no CT da Barra Funda foram criados em Cotia. É o elenco mais “Made in Cotia” da história recente do São Paulo. É bom para o clube? Sim, necessário e importantíssimo. O São Paulo sempre foi e será um celeiro de novos talentos, porém somente isso não indica a formação de uma equipe necessariamente forte para conquistar os títulos que o clube tanto anda precisando.

 

Não é só talento e potencial que define o futuro de um jogador. A adaptação na equipe de cima é muito importante e nem todos serão um “Müller, Silas ou até mesmo um Lucas Moura”. Será preciso mesclar a juventude com experiência para dar tranquilidade a transição dos garotos. Aí vai a importância da permanência de um Hernanes, a chegada de um Lugano ou a vinda de um atleta mais rodado na hora da roda antes do apito inicial dos jogos decisivos.

 

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