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Diniz explica atuação e valoriza difícil vitória no pós-jogo em Chapecó

Fernando Diniz mais uma vez deu entrevista coletiva após um jogo do Tricolor. Ainda na Arena Condá, o técnico Tricolor explicou o jogo, valorizou o adversário e defendeu um dos atletas criticados no ataque: Antony.

 

“A gente não ganhou de um time frágil e sim de um time com momento difícil na tabela. Conseguimos nosso gol de maneira merecida. Baixamos a marcação no segundo tempo. Gostei no geral, mas temos que melhorar” – declarou o técnico após o apito final, explicando por que o Tricolor teve menos ímpeto na segunda etapa que no primeiro tempo.

 

O técnico defendeu as atuações de Antony e disse não saber sobre problemas particulares expressados pelo jogador no fim do jogo. “Não sei se ao Antony precisava de gol, ele tem sido um dos melhores, decisivos em outras partidas. Problemas particulares, eu não sei, mas é um garoto que tem um futuro brilhante pela frente” – disse Diniz.

 

Antony é utilizado na direita e atua de pé trocado devido ao seu alto poder de finalização a gol, porém nos últimos jogos não vinha conseguindo acertar bons chutes nas metas adversárias. Na minha opinião, o gol anotado quase um ‘descarrego’ na pressão por ele não conseguir executar essa sua jogada característica nos últimos jogos. O menino desabou em lágrimas dentro de campo.

 

Já sobre a marcação baixa do segundo tempo, creio que a estratégia foi colocada porque o time poderia se cansar bastante marcando na linha alta e também pelo placar bem favorável. Porém, este procedimento causou muitos perigos ao Tricolor nos últimos quarenta minutos e creio que Diniz reconheceu nos microfones a grande dificuldade em segurar o resultado durante quase todo o segundo tempo.

 

Aspas retiradas do Portal UOL.

 

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OPINIÃO Chapecoense 0x3 São Paulo

Opinião da partida:

 

Excelente resultado, se também colocarmos no pacote a costumeira dificuldade em se jogar em Chapecó e também a árdua tarefa dos nossos atacantes em empurrar a bola nas redes. A goleada em cima da Chape pode ser dividida em duas etapas quase exatas: o primeiro e o segundo tempo. Na primeira etapa, eficiência quase máxima, com boas atuações dos três setores, dois gols, um pênalti não marcado e um espírito não visto na quarta passada. Já no segundo tempo, aquela segurada irritante de quem gasta o tempo até o apito final, pressão do adversário, bola no travessão de Volpi e uma defesa incrível do goleiro para a arrancada em que Antony decretou o placar. Ainda teve mais um gol de Bruno Alves, no meu ver incorretamente anulado. Enfim, o Tricolor deu o troco da goleada sofrida no Palestra em outro verde, explorando exatamente o que foi explorado no jogo da Pompéia: as falhas do adversário. Não dá para comparar as duas situações dos jogos mas, em termos de Campeonato Brasileiro, ao menos equipe segura bem a sua posição na tabela e mostra que brigará até o fim pelo G4.

 

Nota dos personagens em campo:

 

Tiago Volpi – O São Paulo goleou mas ele teve atuação de destaque. No primeiro tempo, um semi-milagre. Na segunda etapa, defesa que originou o gol de Antony. Nota: 9,5

Dani Alves – Atuação a sua altura, na lateral direita. Nos 45 minutos que atuou, deu duas assistências a gol e fluiu o jogo no seu setor. Substituído no intervalo com… dores. Se depender do DM, volta só em 2020 (contém ironia). Nota: 8,0

Bruno Alves – Um dos nomes do jogo. Gol importante, outro mal anulado e bem na defesa. Nota: DEZ

Arboleda – Outro que se redimiu da atuação catastrófica contra o Palmeiras. Partida digna da melhor defesa do campeonato. Nota: 8,0

Reinaldo – Foi abaixo da sua normalidade no ano. Nota: 6,0

Jucilei – Surpresa de Diniz e em boa forma física, aguentou bem o jogo, distribuindo bons passes e protegendo a zaga. Não se pode preterir de um jogador desse, desde que esteja em boa forma. Nota: 7,5

Tchê Tchê – Partida regular, limitando a carregar o piano do meio campo. Nota: 6,5

Igor Gomes – Abaixo do que pode render, principalmente no segundo tempo. Nota: 6,5

Vitor Bueno – Vem se firmando no time de Fernando Diniz. Mais um gol importante para adquirir a confiança do torcedor. Nota: 8,0

Raniel – No lugar de Alexandre Pato, correu, lutou, até exagerou nas pegadas e teve mais presença de área que o seu concorrente na posição, mas não se destacou. Partida regular. Nota: 6,0

Antony – Gol importante para a auto-afirmação e ter mais confiança no seu futebol mas ainda acho que joga muito longe da área. A jogada de gol foi típica de contra-ataque, algo que pode explorar mais no Tricolor. Nota: 8,0

 

Luan – No lugar de Jucilei, manteve a boa média. Nota: 7,0

Juanfran – No lugar de Dani Alves, limitou-se a defender o lado direito. Nota: 6,0

Hernanes – Pouco tempo. Sem nota.

 

Fernando Diniz – Após o desastre da última quarta, mostrou poder de reação em seus comandados e teve uma vitória merecida, ainda que com oscilação nos dois tempos. De qualquer forma, ganhar na Arena Condá sempre é uma tarefa difícil. Nota: 7,0

 

 

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Com opção de retorno ao Tricolor, Diego Souza é decepção no Botafogo

Diego Souza não está em uma boa fase. Depois do anúncio glorioso do empréstimo para o alvinegro e  algumas boas partidas pela equipe carioca, o centroavante vem sofrendo críticas pela escassez de gols e a atual forma física.

 

Visivelmente pesado, ele tem muita dificuldade para concluir as jogadas de gol da equipe e, mesmo sabedora dos salários atrasados do clube do coração, a torcida exige melhor desempenho daquela que foi a sua principal contratação para o ano.

 

Diego Souza acertou com o Botafogo até o final de 2019, quando terminará, também, o vínculo atual com o São Paulo. O jogador poderia deixar General Severiano antes de dezembro caso recebesse proposta de no mínimo US$ 1,5 milhão (R$ 5,7 milhões), coisa que não aconteceu.

 

Em uma cláusula do acordo entre os dois clubes, o Tricolor teria o direito de renovar por um ano com o camisa 9 no fim de 2019, mas pela situação atual do atleta, não deve exercer a preferência. Neste caso, Diego Souza já poderia encaminhar um novo vínculo com o Botafogo por dois anos, algo que neste momento é bem improvável.

 

Apesar da passagem discreta e com direito até a banco no Tricolor, Diego Souza deixou o clube depois de 61 jogos e 17 gols marcados. Gols que hoje fazem falta ao ataque do clube, um dos piores da sua história.

 

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Dani Alves repete processo árduo vivido por muitos ídolos do São Paulo

Dani Alves se manifestou após a derrota no clássico (o seu primeiro com a camisa do SPFC) com uma mensagem em seu Instagram. O camisa dez Tricolor falou em superação e árduo processo na recuperação do elenco após o péssimo viés.

 

“Se a vida fosse fácil eu não nascia chorando. A vida me ensina a cada dia a ser um pouco mais forte, a não temer aos desafios, a fazer aquilo que está ao alcance dos que não desistem jamais de lutar, aos que não deixam de tentar e aos que não teme arriscar. Não é quantas vezes podemos cair, é quantas vezes somos capazes de levantar. Não desistirei jamais da minha equipe, não deixarei de tentar fazê-los melhores cada dia…. sei que o processo é árduo mas o final será prazeroso e valerá a pena. Soldado que teme a sua missão não é merecedor de estar à frente de um batalhão!” – Escreveu ele.

 

Principal contratação do São Paulo na temporada e uma das maiores do clube na sua história, Daniel Alves é mais um grande que não inicia bem no Tricolor. Algo semelhante aconteceu com Darío Pereyra, Raí, Careca e até o mestre Telê Santana.

 

Darío demorou praticamente dois anos para se transformar um dos maiores zagueiros da história do Tricolor. Chegou como revelação promissora do Uruguai e sofreu com lesões e adaptação. Hoje, tal qual Lugano, é visto como uma lenda no Morumbi. Raí também sofreu nos primeiros meses, chegando a quase ser envolvido em uma negociação com Bismarck, ex-meia do Vasco da Gama. Só não foi para o Rio devido a insistência de outro que também quase saiu do clube no seu primeiro ano: Telê Santana. Quem viveu os períodos de glória da era do Mestre não pode se esquecer do perrengue em seu primeiro ano, com direito a Brasileirão perdido para o Corinthians em pleno Morumbi.

 

Claro, há também decepções no hall de expectativas Tricolores, e aí incluo a chegada do Rei de Roma Falcão, que frequentou muito o banco de reservas, o chileno Sierra, que desceu até de helicóptero no gramado do Cícero Pompeu de Toledo, e num nível menor o saudoso Fernandão, herói do Inter que teve uma passagem pra lá de discreta no Morumbi.

 

No caso de Dani Alves, creio que a demora é pela chegada no meio da temporada e consequentemente a ainda não compreensão dos companheiros em relação ao seu jogo. Segundo o jornalista Leonardo Miranda, formado em análise de desempenho pela CBF e especialista em tática e estudo do futebol, o camisa dez já reprisa com Fernando Diniz a função que desempenha na seleção brasileira, atuando na  lateral e com liberdade para construir as jogadas do time no ataque. Só que o São Paulo ainda não o ajuda a ser o protagonista que foi na Copa América. O time não está adaptado ao lateral que tem.

 

É talvez o maior pepino que Fernando Diniz terá que descascar, diretamente ligado ao seu sucesso no comando do clube. Creio ser questão de tempo e compreensão de jogo. O fato é que, com Dani Alves em campo, o São Paulo ainda não engrenou como se espera. A solução: tempo, paciência e muita dedicação. Uma pré-temporada muito bem feita pode fazer com que o Good Crazy possa repetir Raí, Darío e tantos outros que estão para a eternidade na Calçada da Fama Tricolor.

 

Como ele mesmo disse em seu texto, esse processo será árduo mas o final poderá valer a pena, sim.

 

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O inconformismo de Andrés Sanchez é um tapa na cara nos nossos dirigentes

Derrota acachapante num clássico, escape de uma goleada histórica, jogadores apáticos, veteranos irreconhecíveis, jovens com peso nas pernas, má estratégia… tudo isso vimos ontem no Parque Antárctica. Ao vivo, a cores e com o inconformismo do são-paulino padrão, aquele que venceu tudo que poderia conquistar nos últimos 30 anos do futebol mundial.

 

Inconformismo esse visto pela figura principal de um dos principais rivais do clube na sua história. A entrevista de Andrés Sanchez após a derrota de seu clube no Rei Pelé, em Maceió, foi quase digna de aplausos da coletividade do futebol.

 

Andrés desceu do pedestal de presidente, mostrou toda a irritação de um dirigente de clube grande que cresceu nas arquibancadas e mandou recado claro aos seus funcionários: “Treinador e jogadores tem culpa. Se todos pedirem férias, podem sair. Colocamos o Sub-20. Acabou a paciência. Estou decepcionado. P*** nervoso. Triste.” – Disse ele aos microfones.

 

Podem falar o que quiser do mandatário alvinegro mas uma coisa Andrés tem de bom: ele sabe defender muito bem a instituição que representa, algo que não vemos há algum tempo pelos lados do Morumbi. Após a goleada no Palestra, relatos dos setoristas dão conta que apenas os atletas mais jovens deram a cara para bater na zona mista, além da coletiva obrigatória e protocolar do técnico. Nada de diretores e muito menos o maior representante do clube: Carlos Augusto de Barros e Silva.

 

Muricy foi muito claro em um vídeo feito no seu evento, no Camarote do Leandro Guerreiro, viralizado entre os torcedores. Falta gente que sinta o São Paulo do jeito que o São Paulo realmente é. O Tricolor e seus representantes máximos deveriam ter o inconformismo do presidente rival. Na vitória ou na derrota. É função dos que possuem cargos de liderança não serem somente protocolares. Eles precisam dar exemplo e recado aos que lhe cercam quando a situação exige. Quem não se faz presente nas crises vira símbolo de descaso e despreocupação.

 

Saudade das figuras de Marcelo Portugal Gouvêa, Marco Aurélio Cunha, Rogério Ceni, Telê Santana, Muricy Ramalho e até Juvenal Juvêncio, em sua melhor forma. Estes sim, cada um de um jeito, sentiam o São Paulo Futebol Clube, sua grandeza e a saúde mental e física de sua torcida.

 

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