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Com Luan ‘garantido’, Jardine precisa optar por meio combativo ou ofensivo

André Jardine ganhou um importante reforço nesta semana: o meio-campista Luan.

 

O jovem voltou da seleção Sub-20 após jogar o Sul-Americano da categoria e deverá ser titular no meio-campo. A imprensa não teve acesso ao treino tático da segunda mas, segundo os setoristas ainda na saída do campo, deu para notar o colete de titular nas mãos do jovem antes de fechar os portões. Deste modo, com Hudson suspenso e Liziero sem condições para o jogo decisivo, o nome de Luan vira ‘barbada’ para o meio.

 

Com Luan praticamente garantido na vaga de Hudson, resta saber se o técnico formará um meio-campo mais combativo ou ofensivo. Se quiser reforçar o meio, Jardine poderá usar Jucilei (que volta de uma tendinite), Luan mais avançado e Hernanes na criação. Se optar por um meio-campo mais ofensivo, o técnico poderá contar com Luan mais recuado, Hernanes e mais um atleta de presença ofensiva. Nene seria o nome mais provável mas não dá para descartar a entrada de Diego Souza ou até mesmo o uruguaio Gonzalo Carneiro atuando mais avançado.

 

Por mim, é tudo ou nada no Morumbi: o Talleres deve vir fechado para explorar uma bola. Eu formaria um meio-campo com Luan, Hernanes e Nene, deixando o ataque com Pablo, Everton e um dos jovens entre Helinho, Antony, Biro-Biro ou Carneiro.

 

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São Paulo e Adidas ousam em linha treino/viagem e arriscam vendas

O site Footy Headlines, conhecido por antecipar uniformes e coleções de clubes do mundo todo, apresentou em primeira mão os uniformes de treino e viagem 19/20 do São Paulo na noite desta segunda-feira.

 

 

Disponível nas cores azul (próximo ao marinho) e “off white” (um branco creme) e com o escudo monocromático, as linhas são baseadas no modelo de template mais recente da Adidas, o Tiro 19 e contém detalhes em um vermelho forte, próximo ao laranja. O site internacional elogiou a marca pela entrega de cores incomuns e comentou ser interessante o escudo monocromático presente nas linhas desenvolvidas.

 

 

Independentemente de gosto (eu não gostei de nenhum destes novos modelos), marca e clube inovam bastante na entrega do novo material, representando um impacto grande nas vendas, para o bem ou para o mal. Por exemplo, a Under Armour, fornecedora anterior do Tricolor, vendeu muito pouco as peças monocromáticas que desenvolveu em uma das suas últimas coleções com o clube, precisando desovar muitos dos produtos em seus Outlets ou em promoções junto a lojas credenciadas.

 

O contrato Adidas/São Paulo prevê pagamentos de royalties ao clube na proporção das vendas dos produtos aos torcedores. Para se ter uma ideia, ano passado o valor proveniente das vendas foi sensivelmente inferior em relação a anos anteriores devido a falta de camisas #1 e #2, além de outros produtos da marca alemã no mercado.

 

A ousadia das coleções treino/viagem pode alavancar vendas mas também pode criar mais um rombo no orçamento previsto pelo departamento de marketing do clube. Por ter acumulado prejuízo no ano passado com as vendas de material esportivo, o São Paulo não tem o direito de errar. Neste caso, não seria melhor ter ‘fechado a casinha’ e criado uma coleção mais tradicional, contendo as três cores originais do clube?

 

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Com ou sem Jardine, responsabilidade da diretoria está triplicada em 2019

Escrevi um texto neste blog no dia que Jardine foi efetivado no comando profissional do São Paulo, em 25 de novembro de 2018. No texto, sem deixar de apoiar o trabalho do novo técnico para este ano, comentei da responsabilidade do presidente e diretoria de futebol pela ousada atitude de prestigiar o prodígio interino.

 

Leia texto sobre a efetivação de Jardine em 2018.

 

Hoje, sem conquistar nem sombra do aproveitamento desejado em um clube grande como o São Paulo, Jardine corre sérios riscos de permanência. Na corda bamba na Libertadores, o técnico comandará um São Paulo reserva neste sábado em Campinas e, após o jogo de volta contra o Talleres, enfrentará o seu segundo clássico, diante do Corinthians em Itaquera.

 

Não bastasse o momento, o histórico de técnicos no São Paulo de Leco não é animador: Rogério Ceni, Dorival Junior e Diego Aguirre sofreram forte pressão de conselheiros em seus trabalhos e não resistiram a máquina moedora de técnicos do atual Tricolor. Se não mudar radicalmente o seu aproveitamento, o multi-vencedor da base será o próximo da lista.

 

Com ou sem Jardine, a responsabilidade neste ano da diretoria está triplicada em relação aos dois anos anteriores da gestão Leco. Apesar disso, como torcedor, sonho com um bom resultado dos reservas em Campinas, a classificação no Morumbi e, por tabela, a vitória no Majestoso. Seria querer muito? Neste momento, sim, mas pela história, nada é impossível para quem torce para o Clube da Fé.

 

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Esperança no meio, Luan participa de vexame no Sul-Americano sub-20

Está claro para o torcedor do São Paulo. O meio-campo da equipe foi o grande responsável pelos gols que decretaram a derrota diante do Talleres, na Argentina. Os dois tentos do adversário, ambos de fora da área, foram frutos do não acompanhamento dos volantes que atuaram na partida.

 

É fato que a equipe carece de melhorias no meio. Jucilei, Hudson e Willian Farias não conseguiram dar a dinâmica necessária no setor e sucumbiram na marcação em uma das duas partidas-chave para as pretensões do clube no primeiro semestre. Se não golear o Talleres, o São Paulo estará fora da Libertadores 2019 na próxima quarta-feira.

 

Uma das maiores esperanças para um meio-campo de mais qualidade no meio é Luan. Apesar de praticamente só ter atuado como primeiro volante na equipe de cima, o garoto jogou por muito tempo como segundo volante na base, com apresentações que o credenciaram a subir para o profissional. Luan estreou na vitória diante do Cruzeiro no Mineirão e só saiu do time após contusão sofrida no jogo contra o Flamengo, no Morumbi.

 

Apesar da confiança do torcedor, Luan atualmente participa de um dos maiores vexames do futebol brasileiro. O volante é um dos onze titulares da seleção brasileira sub-20 que participa do Sul-Americano sub-20, no Chile. Com apenas 2 pontos em 12 disputados no hexagonal, o Brasil é o lanterna e tem mínimas chances de classificação para o Mundial da categoria. Para sobreviver, a seleção comandada por Carlos Amadeu precisa vencer a Argentina, torcer por tropeços de venezuelanos e colombianos e ainda por cima depender do saldo de gols. Uma classificação improvável.

 

Outra esperança para o meio-campo Tricolor é Liziero. Também destaque da base, o polivalente jogador foi alçado ao profissional por Diego Aguirre nas quartas de final do Paulista e alterna bons momentos com apresentações medianas. Liziero se recupera de dura entrada na partida diante do Guarani, no Pacaembu e sua volta aos treinos ainda é incerta.

 

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OPINIÃO Talleres 2×0 São Paulo

Um jogo irregular e um resultado que beira a tragédia para o futuro do São Paulo na Libertadores 2019. O clube volta para casa com um resultado prá lá de adverso e precisará de muito apoio e futebol para reverter o placar no Morumbi.

 

Foram dois tempos completamente diferentes no estádio Kempes. O primeiro foi seguro, com a equipe tendo até mais oportunidades de gol que os donos da casa. Faltou eficiência na última bola. Já a segunda etapa, até de modo inexplicável, foi o contrário. O time apagou em campo e não demonstrou nem um pingo de organização, vontade e fôlego diante de um adversário limitado, porém animado por participar de uma competição tão especial. Esqueceram que era Libertadores. O festival de erros culminou em um resultado muito difícil de reverter, até mesmo no clássico e emblemático Morumbi.

 

Jardine, que acertou em escalar os mais experientes para a partida, tem sua parcela de culpa ao não apresentar repertório para mudar o cenário que se mostrou desfavorável na segunda etapa. Mudou jogadores mas continuou com o time engessado. Os jogadores foram responsáveis por outra parcela, para mim a maior parcela da derrota: não dá para mudar do vinho para a água em tão pouco tempo. De uma equipe experiente e segura a uma equipe frágil e perdida em campo. Foram tantos erro individuais que parecia que o Talleres era o Boca ou o River tamanha a facilidade de encontrar os gols.

 

Tudo está perdido? Não, muito mais pela mística da camisa Tricolor do que qualquer outra coisa. Porém o time terá que jogar muito, mas muito mais o que ainda não jogou neste ano. Como falou Galvão Bueno, a história do São Paulo exige uma outra apresentação no Morumbi. Um São Paulo que verdadeiramente se imponha em campo e mostre que é um tricampeão das Américas. Passar ou não será do jogo. O torcedor precisa assistir um outro Tricolor na semana que vem.

 

Nota dos personagens da partida:

Thiago Volpi – Sem culpa nos gols. Nota: 5,5
Bruno Peres – Muito ruim. A lateral direita sangra. Nota: 3,5
Bruno Alves – Individualmente sem erros nem destaque. Nota: 5,5
Arboleda – Bom primeiro tempo. Seguro. Nota: 6,0
Reinaldo – Joga mais com as mãos que com os pés. Nota: 4,5
Jucilei – Pesado, presa fácil na tabelinha do segundo gol. Nota: 3,5
Hudson – Melhor do primeiro tempo, bem expulso na segunda etapa. Nota: ZERO!
Hernanes – Nitidamente fora de ritmo de jogo. Nota: 4,5
Pablo – Apenas um bom chute. Sumido demais. Nota: 4,0
Nene – Isolado demais na direita. bem substituído. Nota: 4,5
Everton – Pouco eficiente. Nota: 4,5

Diego Souza – Pesadão, não alterou a situação do jogo. Nota: 4,0
Willian Farias
– Participou negativamente do segundo gol. Nota: 4,5

 

André Jardine – Teve a sua contribuição para mais um futebol pobre do São Paulo, em especial quando, atrás no placar, o time precisou jogar na segunda etapa. O que fala e o que fez na base não chega nem perto do que faz no profissional. Ou os jogadores não entendem o que ele quer ou ele não sabe explicar. Nota: 4,0

 

Menção honrosa aos vinte e seis conselheiros pé-frios que foram a Córdoba no avião da delegação Tricolor, em mais um ato que envergonha o torcedor do clube. Espero que a janta na primeira classe esteja bem servida!

 

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