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“Projeto Jardine” por um fio!

O Globoesporte.com informou ainda na noite da última quarta-feira que a diretoria do São Paulo se reunirá nesta quinta para decidir o futuro de André Jardine. Ainda segundo o portal, a tendência é de descontinuidade do cargo porém com chances de permanência no clube em outra função.

 

O objetivo do clube seria de uma saída menos traumática para um profissional bem quisto pelo trabalho de alta excelência nas categorias de base. Porém, os 33,3% de aproveitamento nos quinze jogos que esteve a frente do elenco Tricolor e o pouco futebol apresentado pala equipe neste início de ano pesam muito a favor de sua saída do comando no profissional.

 

Vale entender como André Jardine chegou ao comando do elenco profissional. Extremamente vencedor na base Tricolor, o técnico foi fortemente sondado para fazer carreira no Internacional no início de 2017. Gaúcho de nascença, Jardine balançou com a proposta colorada. O Grêmio, clube muito presente na carreira do treinador, foi outro que se interessou pelo seu regresso. O São Paulo manteve Jardine com a promessa de um plano de carreira que o preparasse para subir ao comando profissional desde a chegada de Rogério Ceni ao comando técnico.

 

O treinador foi alçado a auxiliar de Dorival Junior e Diego Aguirre até agarrar a oportunidade no final do ano passado, antecipada pela saída do uruguaio até os dias de hoje. Seu futuro no Tricolor será definido nas próximas horas e fundamentalmente passará por um dilema profissional. Jardine pode entender que o retorno a base ou ao cargo de auxiliar um ‘downgrade’ de carreira.

 

A volta de Jardine para as categorias de base do clube seria benéfica para o São Paulo e, no meu modo de pensar, também para o treinador. Porém, entendendo como funciona o mercado do futebol, acho a permanência no clube pouco provável. Há também uma chance de convite para dirigir a seleção brasileira sub-20, já que a CBF fará uma reformulação no quadro técnico após o fiasco do último Sul-Americano da categoria.

 

Ainda não há definição por parte da diretoria Tricolor mas o fato é que, muito pressionado pelo fracasso na Libertadores 2019, o clube se movimentará bastante nas próximas horas. A ver.

 

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Histórico, Talleres deixa mensagem no vestiário de visitantes no Morumbi

O Talleres conquistou sua vaga de forma justa e limpa e, além de sair do Brasil com a classificação, deu um show de civilidade e educação fora dele. A agremiação de Córdoba deixou lembranças e recado para o Tricolor no reformado vestiário de visitantes do Morumbi.

 

 

A mensagem, escrita em espanhol, diz algo assim: “São Paulo, muito obrigado. Compartilhamos o desafio de continuar a crescer. Talleres da Argentina”. Junto a mensagem, um livro dos cem anos do clube argentino, uma cuia (para tomar mate) e uma revista atual da equipe.

 

Diferente de uma provocação, a atitude significa reconhecimento da importância do adversário brasileiro e a absoluta crença em ter feito história em um dos estádios mais emblemáticos da América do Sul. Ao contrário do Tigres, que arrumou uma confusão gratuita no Morumbi, o Talleres, mostrou respeito pela instituição São Paulo e seu torcedor, coisa que seus atuais gestores não conseguem.

 

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OPINIÃO São Paulo 0x0 Talleres

Tango argentino no Morumbi e vexame uma Libertadores. O maior do clube na história da competição. O São Paulo se despede do torneio que é seu DNA sem sequer chegar na fase de grupos ou ao menos acertar uma bola certeira no gol do Talleres. A equipe de Córdoba segue na competição e enfrentará o Palestino na segunda fase do Torneio.

 

Logo nos cinco minutos de jogo já dava para perceber que a estratégia de jogo e esquema tático de André Jardine dificilmente daria certo. A entrada de Diego Souza tornou o esquema de jogo muito mais um 4-2-4 que um possível 4-3-3 ou 4-2-3-1. Atuando com três zagueiros, o Talleres facilmente engoliu o meio-campo Tricolor e jogou com muita tranquilidade durante todos os noventa minutos da partida. Mesmo com poucas chances reais de gol, a equipe argentina foi extremamente aplicada taticamente e levou a classificação com justiça e certa tranquilidade. Do outro lado, vimos um São Paulo confundindo garra com nervosismo, abusando da violência em alguns momentos e absolutamente inferior taticamente. Foi muita fragilidade diante de uma equipe bem montada e com proposta de jogo definida, porém extremamente comum no futebol argentino e com tradição quase nula na competição internacional mais importante do continente. Uma vergonha.

 

No âmbito das responsabilidades dentro de campo, faltou mais de quase todos os jogadores mas, sobretudo, faltou muito do banco de reservas. Infelizmente o que vimos hoje foi a cereja do bolo de uma filosofia de jogo boa nas entrevistas porém sem aplicação prática até agora no profissional. Jardine é responsável pelo que vemos dentro de campo e deveria pedir o boné antes de ser defenestrado. Responsável sim, mas não culpado. Acima dele a culpa da diretoria e presidente, conforme dito em um post dias atrás, é triplicada em relação a outros anos.

 

Diante de tanta vergonha, um orgulho. Parabéns a torcida do São Paulo que, mesmo com a decisão da Diretoria de aumentar significativamente os preços das arquibancadas num precoce mata-mata, compareceu em bom número (45 mil pessoas) no Morumbi. O torcedor, no seu direito e dever, apoiou, protestou contra os jogadores, vaiou (bastante) o presidente, gritou em prol de Muricy e, após o apito final, posicionou-se pacificamente na entrada do portão principal para mais protestos, sem causar grandes incidentes. Esse é o verdadeiro papel que cabe ao torcedor: torcer, vibrar, vaiar e protestar de forma pacífica no estádio.

 

Após o fracasso da Libertadores, vem a dura e já costumeira realidade. O torcedor, elo mais sofrido da rede de incompetência que é o clube, será mais uma vez ridicularizado na escola, ambiente de trabalho, faculdade, em grupos de whatsapp e nas mesas de bar do Brasil afora. Até quando sairemos dessa torre de Babel, incompetente Leco? Até quando teremos uma oposição de verdade? Até quando teremos conselheiros que vendem a honra por benesses? Até quando assistiremos a tudo em cima do muro, pobre gigante São Paulo?

 

Nota dos personagens da partida:

Thiago Volpi – Trabalhou mais com as cordas vocais que com as mãos. Nota: 5,5
Bruno Peres – A lateral direita jorra sangue. Horroroso. Nota: 3,0
Bruno Alves – Se salvou jogando simples. Nota: 6,0
Arboleda – O melhor do Tricolor. Seguro e preciso. Nota: 7,0
Reinaldo – Continua jogando mais com as mãos que com os pés. Nota: 4,0
Willian Farias – Fez o trabalho básico na frente da zaga. Nota: 5,5
Hernanes – Fisicamente abaixo. Isolado no meio-campo. Nota: 5,0
Diego Souza – Mal colocado taticamente. Perdeu gol feito. Nota: 4,0
Pablo – Nervoso emocionalmente e apático tecnicamente. Nota: 3,5
Helinho – Fez boas jogadas, mas ainda está em formação. Nota: 5,5
Everton – Já poderia ter sido expulso no primeiro amarelo. Nota: ZERO!

Araruna – Mesmo com Peres morto, sua entrada é injustificável. Nota: 5,0
Nene
– Correu mas não alterou a dinâmica da partida. Nota: 4,5
Antony – Também correu um bocado, sem alterar o jogo. Nota: 5,0

 

André Jardine – Com cinco minutos de jogo, o time já se mostrava desorganizado e nervoso. Mesmo com toda a torcida a favor, a partida foi facilmente controlada pelo Talleres. Classificação até de certa forma tranquila dos argentinos. Uma vergonha. Nota: 3,0

 

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Com Luan ‘garantido’, Jardine precisa optar por meio combativo ou ofensivo

André Jardine ganhou um importante reforço nesta semana: o meio-campista Luan.

 

O jovem voltou da seleção Sub-20 após jogar o Sul-Americano da categoria e deverá ser titular no meio-campo. A imprensa não teve acesso ao treino tático da segunda mas, segundo os setoristas ainda na saída do campo, deu para notar o colete de titular nas mãos do jovem antes de fechar os portões. Deste modo, com Hudson suspenso e Liziero sem condições para o jogo decisivo, o nome de Luan vira ‘barbada’ para o meio.

 

Com Luan praticamente garantido na vaga de Hudson, resta saber se o técnico formará um meio-campo mais combativo ou ofensivo. Se quiser reforçar o meio, Jardine poderá usar Jucilei (que volta de uma tendinite), Luan mais avançado e Hernanes na criação. Se optar por um meio-campo mais ofensivo, o técnico poderá contar com Luan mais recuado, Hernanes e mais um atleta de presença ofensiva. Nene seria o nome mais provável mas não dá para descartar a entrada de Diego Souza ou até mesmo o uruguaio Gonzalo Carneiro atuando mais avançado.

 

Por mim, é tudo ou nada no Morumbi: o Talleres deve vir fechado para explorar uma bola. Eu formaria um meio-campo com Luan, Hernanes e Nene, deixando o ataque com Pablo, Everton e um dos jovens entre Helinho, Antony, Biro-Biro ou Carneiro.

 

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São Paulo e Adidas ousam em linha treino/viagem e arriscam vendas

O site Footy Headlines, conhecido por antecipar uniformes e coleções de clubes do mundo todo, apresentou em primeira mão os uniformes de treino e viagem 19/20 do São Paulo na noite desta segunda-feira.

 

 

Disponível nas cores azul (próximo ao marinho) e “off white” (um branco creme) e com o escudo monocromático, as linhas são baseadas no modelo de template mais recente da Adidas, o Tiro 19 e contém detalhes em um vermelho forte, próximo ao laranja. O site internacional elogiou a marca pela entrega de cores incomuns e comentou ser interessante o escudo monocromático presente nas linhas desenvolvidas.

 

 

Independentemente de gosto (eu não gostei de nenhum destes novos modelos), marca e clube inovam bastante na entrega do novo material, representando um impacto grande nas vendas, para o bem ou para o mal. Por exemplo, a Under Armour, fornecedora anterior do Tricolor, vendeu muito pouco as peças monocromáticas que desenvolveu em uma das suas últimas coleções com o clube, precisando desovar muitos dos produtos em seus Outlets ou em promoções junto a lojas credenciadas.

 

O contrato Adidas/São Paulo prevê pagamentos de royalties ao clube na proporção das vendas dos produtos aos torcedores. Para se ter uma ideia, ano passado o valor proveniente das vendas foi sensivelmente inferior em relação a anos anteriores devido a falta de camisas #1 e #2, além de outros produtos da marca alemã no mercado.

 

A ousadia das coleções treino/viagem pode alavancar vendas mas também pode criar mais um rombo no orçamento previsto pelo departamento de marketing do clube. Por ter acumulado prejuízo no ano passado com as vendas de material esportivo, o São Paulo não tem o direito de errar. Neste caso, não seria melhor ter ‘fechado a casinha’ e criado uma coleção mais tradicional, contendo as três cores originais do clube?

 

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