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São Paulo já participou de ‘Florida Cup Raíz’ em 1982. Veja como foi aqui:

São Paulo muito provavelmente não deverá participar da Florida Cup 2020. O torneio, que acontecerá entre os dias 15 e 18 de janeiro na Flórida (EUA) anunciou até então o Palmeiras e o Atlético Nacional como participantes e deverá completar os clubes nas próximas semanas.

 

Existe uma situação curiosa envolvendo o Tricolor e torneios no continente americano. O clube foi pioneiro em um torneio nos moldes da Florida Cup, no ano de 1982, logo após a Copa do Mundo da Espanha. Com Waldir Peres, Oscar, Darío Pereyra, Renato e Serginho no elenco, o Tricolor enfrentou os americanos Tampa Bay Rowdies, Fort Lauderdale e o inglês Ipswich Town, atualmente jogando na English Football League one, uma espécie de terceira divisão do Campeonato Inglês.

 

A “Florida Cup Raíz” foi promovida pela extinta agência de viagens BCN Turismo e com a companhia aérea Pan Am, também já extinta. O folheto que vendia o evento aos são-paulinos, os clubes americanos eram tratados como ‘poderosos’ e o Ipswich Town foi descrito como ‘famoso’ no anúncio da viagem. O meia Renato ‘Pé Murcho’ era o garoto propaganda do anúncio que explicava ponto por ponto a viagem aos torcedores. Veja detalhes clicando nas imagens abaixo:

 

 

Sunshine International Series 1982

24/julho/1982

TAMPA BAY ROWDIES (EUA) 1 x 3 IPSWICH TOWN (ING)
Local: Tampa Stadium, Tampa (Flórida), Estados Unidos
Gols: Fernando / Alan Brazil, Terry Butcher e Tony Kinsella

FT. LAUDERDALE STRICKERS (EUA) 1 x 2 SÃO PAULO (SP)
Local: Lockhart, Fort Lauderdale (Flórida), Estados Unidos
Gols: Ray Hudson / Renato (2)

28/julho/1982

TAMPA BAY ROWDIES (EUA) 2 x 3 SÃO PAULO (SP)
Local: Tampa Stadium, Tampa (Flórida), Estados Unidos
Gols: Fernando e Kozic / Everton, Paulo Cesar e Perry Van Der Beck (contra)

FT. LAUDERDALE STRICKERS (EUA) 0 x 1 IPSWICH TOWN (ING)
Local: Lockhart, Fort Lauderdale (Flórida), Estados Unidos
Gol: Eric Gates

31/julho/1982

IPSWICH TOWN (ING) 0 x 1 SÃO PAULO (SP)
Local: Tampa Stadium, Tampa (Flórida), Estados Unidos (PRELIMINAR)
Gol: Jaiminho

TAMPA BAY ROWDIES (EUA) 1 x 3 FT. LAUDERDALE STRICKERS (EUA)
Local: Tampa Stadium, Tampa (Flórida), Estados Unidos (J.PRINCIPAL)
Gols: DeBrito / ???

Classificação Final (PG)

1º São Paulo (SP) – 6 (CAMPEÃO)
2º Ipswich Town (ING) – 4
3º Fort Lauderdale Strickers (EUA) – 2
4º Tampa Bay Rowdies (EUA) – 0

Fonte: http://cacellain.com.br/blog/?p=10479 e Blog Jogos Do São Paulo.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Alô, conselheiros: só a carta não funciona. Promovam o debate sobre a S/A!

Segundo o Globoesporte.com, quatro grupos políticos do São Paulo enviaram um documento com um pedido de profunda reestruturação no CT da Barra Funda ao presidente Leco. Eles pedem uma mudança firme e rápida para dar um ‘up’ no departamento de futebol do São Paulo.

 

Para mim, a carta dos conselheiros ao Leco soa tão inócua como os discursos das candidatas a miss universo pedindo o fim da guerra e da fome. Só carta não funciona. Está na hora dos conselheiros do clube fazerem algo realmente relevante nos importantes postos que ocupam. Na minha opinião, os conselheiros poderiam exigir dos responsáveis a discussão sobre a possibilidade do São Paulo virar uma S/A. Segundo o que apurei, o estudo foi finalizado no início do ano e entregue ao conselheiro Eduardo Mesquita Pimenta, também membro do Conselho de Administração do clube. Qual é o problema de debater sobre a possibilidade, mostrando prós e contras de uma real reformulação no clube?

 

O São Paulo S/A pode ser a saída para o Tricolor, como também pode não ser. O fato é que o estudo precisa ser apresentado e debatido entre todos, inclusive os sócios do São Paulo, também ‘donos’ do destino do clube. O estudo estava previsto no novo estatuto. Empurrar uma decisão tão importante como essa pode fazer com que o Tricolor permaneça por muito mais tempo estagnado no tempo.

 

Vale a discussão, conselheiros?

 

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Qual é a solução para o São Paulo?

O Arquibancada Tricolor, um dos mais tradicionais portais da torcida do São Paulo na Internet, procurou profissionais do esporte e jornalismo esportivo para tentar desvendar o problema do São Paulo Futebol Clube, instituição afundada em crise e que não conquista um título desde 2012. Já são sete anos de estiagem.

 

Leia a matéria Qual a Solução? – Arquibancada Tricolor.

 

O problema, já sabemos, é um pouco de tudo que os entrevistados citaram: diretorias incompetentes, oposição tão incompetente quanto, conselheiros defasados, falta de convicção em um trabalho de longo prazo, ausência de jogadores cascudos e comprometidos e por aí vai.

 

Mas, afinal, qual seria de fato a solução para o Tricolor?

 

O São Paulo sempre se destacou como um clube pioneiro no cenário brasileiro. Foi assim desde a sua inauguração até meados dos anos 2000, quando o seu centro de recuperação de atletas era considerado o melhor do mundo. Pioneiro é a palavra certa para definir o que o clube sempre foi e o que deveria sempre ser. O gigante Morumbi, as medalhas olímpicas e recordes mundiais, o CFA de Cotia, o REFFIS… tudo isso é uma linda história, bem como seus idealizadores e realizadores. É hora do clube novamente andar e olhar para frente.

 

O futebol mundial aponta para gestões profissionais, baseadas em sucesso à partir de conquistas e glórias. Por que não o Tricolor se reinventar e ser o primeiro clube grande empresa do país? Gestão independente com CEO (este sim, remunerado) e capital aberto no mercado; algo que só foi implementado em clubes pequenos do Brasil, pode ser o caminho para mais uma mudança ousada e pioneira.

 

Não sou iludido; a solução não aparecerá da noite para o dia, muito menos por um passe de mágica. Mas sou um sonhador, como muitos dos são-paulinos sonhadores que ajudaram a construir este gigante do esporte mundial. Sonho com mais um salto de pioneirismo do clube que aprendi a amar contando títulos mas, mais que isto, enxergando um estilo de vida. O são-paulino não é melhor nem pior que os outros torcedores. Ele é diferente. Ele é nobre em seu pensamento.

 

O estudo do São Paulo S/A foi realizado e atualmente está estancado nas mãos dos atuais homens fortes do clube. Merece ao menos ser discutido com seriedade e profundidade. É esta discussão que eu atualmente defendo, para o bem da instituição. Caso contrário, permaneceremos em um eterna ‘reconstrução’ de presidentes, diretores, técnicos e jogadores. #ForaIsso e #ForaAquilo, #ForaEste e #ForaAquele. Mudarão os peões mas o tabuleiro permanecerá o mesmo.

 

Que tal seria dar mais um salto rumo ao futuro, Tricolor?

 

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O linear entre o amor e o caos

Por Ricardo Luiz Cunha.

 

A combinação entre o amor e a impotência da atual situação do SPFC me fez refletir e filosofar um pouco sobre nosso grandioso Tricolor.

 

O caos, com frequência, é apresentado de forma positiva, pois tal como já ocorreu em outros clubes, ele precederia a existência de uma gestão ordenada, profissional, o que nos faz florescer o amor e a esperança. Rivais tiveram que jogar uma segunda divisão para se ‘agigantarem’.

 

Nas décadas de 90 e no inicio do novo milênio, vivemos o auge da Instituição e hoje uma ‘estafa’ Institucional, diante de um cenário que parece ser irreversível, catastrófico e caótico.

 

Não há respostas que indiquem a busca por forças para que possamos lutar por algo que tanto amamos.

 

As grandes chaves explicativas parecem reduzidas diante de um mundo que se agigantou, profissionalizou e engoliu quem se achou soberbo ou acima de todos.

 

A camisa, a tradição, a estrutura continuam a ser importantes, mas sem a mesma significação e grandeza de outrora. O futebol não aceita mais amadorismo.

 

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, muda-se a confiança e o que um dia foi exemplo, hoje pode não ser mais, isso vale para a vida e encaixa perfeitamente ao Tricolor.

 

Quando um modelo de administração foi estabelecido como único e eterno e todos a sua volta o colocam como ideal, o resultado é o esvaziamento e a insignificância deste modelo. Pior, a hesitação e o medo passam a ser companheiros de quem está subordinado a isso, comissão técnica e jogadores, que, para disfarçar as inseguranças, transmutam-se em discursos inflamados, virulentos e inoperantes, sendo a confiança, nesse caso, apenas aparente.

 

Insisto que não é a pessoa que lá está o grande problema e, sim, o modelo instaurado, o grande ‘moedor’ de pessoas, independente de sua capacitação.

 

Onde está o limite entre o amor e o caos dentro de cada torcedor do Tricolor?

 

Ricardo Luiz Cunha é advogado, sócio da RCunha Advogados e são-paulino fanático. É um dos idealizadores do movimento #UnidospeloSPFC que voluntariamente reuniu portais, blogs e personalidades em torno da melhora do São Paulo Futebol Clube.

 

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Rogério Ceni: “presidente do São Paulo não deveria ser uma profissão”

O jornalista Bruno Grossi publicou uma excelente matéria com a nova vida do ídolo Rogério Ceni no Portal UOL. Aposentado com todas as honras possíveis dos gramados, o atual treinador precisou de apenas dezoito meses para se tornar “Mito” para outra torcida: a do Fortaleza.

 

Confira o especial Rogério Ceni aqui.

 

Entre todos os assuntos brilhantemente abordados pelo jornalista, me chamou a atenção a resposta de Ceni a uma dúvida que muitos torcedores tinham até hoje, inclusive eu. Por que o ídolo optou por seguir a (muitas vezes) conturbada carreira de técnico e não atuar na área administrativa até ser presidente do São Paulo?

 

“Não penso nisso. Primeiro porque presidente do São Paulo não é uma profissão, ou ao menos não deveria ser. Depois porque não gosto de lugares fechados. Gosto de estar no campo, do ar livre.” – respondeu.

 

A resposta do ídolo Tricolor é de certa forma uma crítica ao atual estatuto do São Paulo, que prevê remuneração mensal ao seu presidente. Não só a Leco, como também aos futuros mandatários que se sentarão na cadeira mais alta da instituição. Neste último fim de semana, os sócios do clube votaram pelo fim do cargo remunerado a conselheiros, permitindo a eles a opção de permanecer conselheiros e atuarem voluntariamente ou continuarem remunerados, desde que abdiquem do Conselho, retornando em eleições quando não estiver mais trabalhando sob salário. Porém, ao que tudo indica, a mudança será apenas efetivada para conselheiros. O atual e os futuros presidentes do clube continuarão com salário e o pior, com possibilidade praticamente zero de serem demitidos por gestões incompetentes.

 

A segunda parte da resposta de Rogério sobre ser técnico ou dirigente também era uma dúvida minha e foi muito bem esclarecida. O ídolo deixou claro que o seu negócio é o campo, o gramado, o dia a dia no ar livre. Se ele se sente bem desta maneira, mesmo sabendo como funciona o futebol brasileiro em relação ao cargo de treinador, quem sou eu para discordar?

 

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