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Tricolor “dobra” a multa e se protege do assédio a Luiz Araújo em 2017

Nação do Maior do Mundo;

 

O São Paulo deu um importante passo na proteção do seu patrimônio de futebol.

 

Conforme adiantado no Tabelinhas de segunda, Luiz Araújo, atacante que mais participou de gols nesta temporada renovou seu contrato com o clube neste início de semana. O atleta, que recebia salário de base, agora recebe valores compatíveis a um atleta profissional (sem chegar sequer perto do teto do clube) e seu vínculo foi de 2019 para 2021, com substancial aumento de multa.

 

Os detalhes do novo contrato não foram e não poderão ser revelados publicamente (somente o Conselho terá o acesso aos números) mas especula-se que a multa rescisória praticamente foi dobrada, dificultando muito o assédio do exterior neste ano. Recentemente o clube recebeu uma proposta do Lille de 6 milhões de euros (cerca de R$ 22 milhões de reais) e optou por não vender o jogador. “Eu não liberaria. Daqui a um ano ele poderá se desenvolver mais, render mais dinheiro ao clube e ganhar mais dinheiro.” – disse Rogério Ceni na época.

 

Luiz Araújo vem correspondendo em campo a confiança dada pelos diretores, que negociaram David Neres por uma fortuna e seguraram Lyanco por seis meses antes da saída para a Europa. O retorno do então vice-artilheiro do Paulista ainda é incerto devido a sua idade mas se continuar jogando como vem jogado certamente será alvo de muitos outros clubes e realizará a projeção de Rogério.

 

Ótima notícia para o futebol do clube. O caminho de atletas como Luiz Araújo para a Europa é praticamente certo e no final do ano muita gente estará de olho no jovem atacante caso mantenha a regularidade deste início de ano, mas agora o clube está resguardado e pode trabalhar o melhor caminho para ele e o atleta.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Saída de jogo: tormento Tricolor!

Nação do Maior do Mundo;

 

Palestra Itália, 45 minutos de um jogo morno e saída de bola do São Paulo quase no fim do primeiro tempo. O zagueiro Douglas está com a bola na linha defensiva, Denis se aproxima para dar opção com um Palmeiras atuando forte na marcação alta. Ele passa na fogueira para Buffarini; o argentino perde de Egídio, que toca para Dudú fazer o primeiro gol de fora da área de sua carreira.

 

Esqueçam o resto da partida: o foco é justamente a saída de bola Tricolor. Não é de hoje que o São Paulo, por convicção de Rogério, trata a bola no chão desde a defesa até o ataque. O chutão é em último caso até quando o atual técnico jogava sob o comando do colombiano Osorio. A saída pelo chão gera bons números de posse de bola, mas também vira um grande complicador quando o sistema não está afinado.

 

E não está afinado. O ‘interessante’ São Paulo é o melhor ataque e a pior defesa do Campeonato. Dá gosto de ver jogar mas também dá um frio na barriga dos seus torcedores. Se a intenção é o equilíbrio e o ajuste defensivo, isso passa obrigatoriamente por essa situação. Tocar a bola na defesa é legal quando temos jogadores acostumados e com aptidão para tal. Não me parece o caso, por isso, às vezes o famoso “bola para o mato” tem que ser regra.

 

Não é a volta do futebol feio, do chutão para o ataque, mas às vezes é preciso conciliar fiolofia de jogo com sintonia e propriedades dos atletas do elenco. Falando do último domingo, é a terceira ou quarta vez que Buffarini perde uma bola dessas no campeonato e Douglas (assim como Maicon e Rodrigo Caio), ao ser acuado, precisa virar beque de fazenda de vez em quando. Uma dose de “Luganol” ajuda.

 

Não é de hoje que eu estranho a saída de bola no chão do Tricolor e no clássico da Pompéia esse foi o calcanhar de Aquiles muito bem explorado por Eduardo Batista. Quando marcam o São Paulo em cima, a defesa tem que ser muito bem treinada para a transição ao meio. E também habilitada para o serviço. O Tricolor assustou em um ou dois lances antes do gol que mudou o jogo, e já perdeu pontos importantes usando mal esse recurso. Que sirva de aprendizado.

 

Ou o pessoal lá de trás aprende a fugir da marcação que cada vez mais será feita em cima do sistema adotado por Ceni ou vamos sofrer nos jogos derradeiros do restante da temporada.

 

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OPINIÃO Palmeiras 3×0 SPFC

Nação do Maior do Mundo;

 

Vitória justa e placar exagerado no Parque Antárctica. No dia que o melhor ataque não funcionou e a pior defesa deu novamente as caras, o São Paulo perdeu feio para o (considerado por mim) seu pior rival e, para alguns (não para mim), coloca o trabalho do início do ano em cheque.

 

O primeiro tempo foi disputado e de certa forma equilibrado pela falta de chances dos dois lados, mas o Palmeiras anulou muito bem o sistema ofensivo Tricolor com uma marcação forte na primeira linha, matando a saída de bola. Mesmo assim compensamos com posse de bola e até tivemos campo quando conseguíamos sair da marcação alta. Os primeiros quarenta e cinco minutos foram disputados igualmente até o detalhe do gol, que contou com o talento (e sorte) de Dudu, aliada com falhas sistemáticas da defesa Tricolor; neste caso em especial da trinca Douglas, Buffarini e Denis. Porém, muito mais mérito do atacante.

 

Já o segundo tempo não teve xurumela: foi um passeio alvi-verde em sua invicta  residência, contando novamente com a solene colaboração da nossa esburacada defesa. Posse de bola, marcação e ofensividade. O Palm eira foi o que o São Paulo não conseguiu ser. E ganhou com méritos.

 

É frustrante, mas não é o fim do mundo. Vale para continuar a saga por um equilíbrio maior. O São Paulo é o melhor ataque da competição, mas também a pior defesa. E desta vez não marcou nenhum tento porque, além de não ter Cueva (que faz muita falta), foi completamente engolido pelo adversário. Aí cabe uma reflexão realista: não dá para comparar o elenco dos dois clubes neste momento. O São Paulo é uma equipe em formação, com identidade ofensiva e com sérios problemas defensivos. O Palmeiras é um grupo muito mais qualificado, se adaptando ao novo treinador, que matou a pau hoje. Dá para reverter num mata-mata isso? Claro que dá, mas uma dose de realismo não faz mal a ninguém. Bom para baixar a bola e colocar os pés no chão.

 

O Tricolor vai passar de fase no Paulista. Precisa neste intervalo até a fase decisiva é lutar contra essa terrível estatística defensiva e avançar na Copa do Brasil jogando em Natal, prioridade do momento. E procurar uma forma de sair da marcação alta com mais qualidade. Na vitória e na derrota: aprendizado e trabalho.

 

Observação: arbitragem perfeita. Inquestionável.

 

Nota dos personagens da partida:

Denis Falha feia no terceiro gol, mas é difícil até comentar. Nota: 3,5

Buffarini Mais uma falha clamorosa. Quase uma por jogo. Nota: 3,0

Rodrigo Caio Sofreu, como toda a defesa. Nota: 4,5

Douglas Gol do Dudú começou numa fogueira que ele criou. Nota: 3,5

Júnior Um dos poucos que jogou dignamente. Nota: 5,5

Jucilei Regular, mas não teve pré-temporada e saiu no intervalo. Nota: 5,0

João Schmidt Pior partida do ano. Errou quase tudo. Nota: 3,0

Thiago Mendes Coringa, começou na direita e terminou no meio. Nota: 5,0

Cícero Desta vez sucumbiu ao bom trabalho do meio palmeirense. Nota: 4,0

Luiz Araújo Sumido, foi inócuo no ataque. Nota: 4,0

Pratto Ilhado no comando de ataque, também jogou com dignidade. Nota: 5,5

Wellington Nem Entrou ligado mas sucumbiu como o time todo. Nota: 4,0

Lucas Fernandes Tentou algo mas já não dava tempo para reações. Nota: 4,5

 

Rogério Ceni A proposta foi anulada pelo adversário. Apesar de perder muito com a saída de Cueva e a falta de forma de Jucilei, ficou a mercê da excelência estratégica de Eduardo Batista, para mim o ‘senhor’ do Jogo ao lado de Tche Tche. Nota: 4,0

 

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Pode beber sim, Cueva!

Nação do Maior do Mundo;

 

Caiu na Net nesta sexta-feira um vídeo caseiro do meia peruano Cueva.

 

No vídeo, o jogador está descontraído, provavelmente em sua casa, cantando e tomando uma cerveja com um amigo. Uma música latina bomba pela sala e os dois parecem estar bem soltos na cevada.

 

Óbvio que alguns (poucos, claro) já começaram a criticar o ‘pequeno majestoso’ após a divulgação do vídeo. É a turma do politicamente correto, ou melhor, a jovem geração mimimi que de uns tempos para cá invade as redes sociais anos para pregação (ou pentelhação) virtual. Não respeitam o espaço privado do jogador, que certamente está em seu horário de folga, e o criticam/ofendem por um vídeo pessoal que nada tem a ver com o seu trabalho.

 

Que saudades de uma época que Serginho Chulapa chutava a bandeirinha de escanteio (quando não era outra coisa), que Sócrates fumava no vestiário e que Romário e Renato Gaúcho eram vistos na balada horas antes do treino. Um tempo que não tinha xurumela ou mimimi: eles faziam, mas compareciam e ainda mandavam a platéia ‘se coçar’.

 

A patrulha do politicamente correto é uma consequência da nova sociedade, com acesso a quase tudo e sem cérebro para quase nada. Conversando com um amigo, importante comunicador de rádio, este me disse que já foi até questionado por um vegano por falar que tal goleiro era “mão de alface”. É o fim da picada!

 

O peruano com a branquinha na mão é um tapa na cara dessa geração leite com pêra. Pode beber sim, Cueva! Camisa dez marrento, raíz e bom de bola. E se fizer gol, comemore ainda mais, saboreando uma cerveja virtual para as câmeras e os olhares de reprovação. Já que o mundo está um porre mesmo, por que não mais um gole?

 

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Quem é melhor: Ganso ou Cueva?

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Desde ao meio do ano passado até os dias de hoje, a pergunta que se repete quase que em um eterno ‘loop’ entre os grupos de discussão do torcedores do São Paulo é essa: “quem é melhor; Ganso ou Cueva?”

 

Paulo Henrique Ganso surgiu como um furacão no futebol brasileiro. Me lembro até que nos seus primeiros passos como profissional e muita gente na época acreditava que o craque era ele, e não Neymar. De estilo clássico e pouca movimentação com muita distribuição, seu apelido “maestro” pegou desde os primeiros jogos com a camisa do Tricolor. Ditou muitos jogos com diferencial, mas não resolveu quase nenhum clássico. Me lembro apenas de um São Paulo x Santos no Morumbi. Seu estilo introvertido era confundido com apatia, desinteresse e até soberba. De fato Ganso não demonstrava muita emoção nas entrevistas pós-jogo. Está sofrendo com Sampaoli.

 

Christian Cueva veio de surpresa, tomou o lugar do paraense e de cara conquistou a torcida com muita habilidade e rapidez. Além disso, mostrou muita personalidade na goleada sobre o Corinthians ano passado (o empate em Itaquera foi com gol dele, logo após jogos complicados na Libertadores) e agora foi importante contra o Santos na Vila. Tem estilo moderno e não precisou se adaptar para conquistar seu espaço no meio-campo. De quebra, renovou contrato com aditivo de valorização caso seja o cara no Brasileirão 2017, um caso raro de auto-confiança no futebol. Justifica a ‘marra’ na bola.

 

Muitos choram até hoje a perda do paraense, outros tantos sentem enorme alívio com a chegada triunfal do pequeno peruano e a mudança na dinâmica de jogo do Tricolor. Na ‘briga Ganso x Cueva’ sou mais o peruano, mas proponho outra coisa: jogaria com os dois no meio-campo. Sempre achei que Ganso poderia atuar mais recuado, distribuindo mais a bola que chegando ao ataque. Algo como fazia Pirlo na seleção italiana. Seria demais ter ele ao lado de Cueva e um cão de guarda na proteção a zaga. Óbvio, tudo isso no campo da imaginação, até porque o gênio dos dois também poderia ser um problema no vestiário, rs!

 

E para você? É Ganso, Cueva ou os dois?
Responda a enquete no blog e dê sua opinião!

 

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