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Diniz prestigiado: finalmente a diretoria acerta em respaldar seu treinador!

Fernando Diniz está prestigiado no São Paulo.

 

Mesmo com os gritos de “burro” ecoados no final do clássico entre São Paulo e Corinthians no último sábado, os diretores respaldam o trabalho do técnico Tricolor. Mais que isso: até um vídeo em que o clube elogia o trabalho realizado e destaca as chances de gol foi publicado nos canais oficiais do clube.

 

Finalmente a diretoria acertou em prestigiar o seu treinador. A constante troca de técnicos, frito de uma política de pouca confiança (e muito menos convicção) nos trabalhos é uma das grandes causas da falta de títulos no Tricolor. Cada ano tínhamos que começar do zero o futebol, com um técnico diferente, uma equipe técnica diferente e uma ideia de jogo diferente. O maior exemplo é Aguirre que, mesmo com boa campanha na temporada de 2018 não resistiu a uma má fase e foi demitido antes do fim do Brasileiro.

 

Fernando Diniz não é um gênio do futebol e merece ter alguns de seus comportamentos junto ao time postos em discussão, mas isso não quer dizer querer tirar o treinador que também finalmente colocou o São Paulo para jogar em cima do adversário. Foi assim que vimos o time atuar contra o Novorizontino, Santo André e Corinthians. Os resultados, como todos viram, também não vieram por conta dos erros de arbitragem, decisivos nos placares.

 

O São Paulo precisa melhorar seu arremate a gol e isso é fato consumado. Porém, creditar a falta de bola na rede a apenas uma pessoa é, no mínimo, estupidez. Até acho que Diniz mereceu o coro de “burro” ao tirar um atacante para colocar um volante no final da partida, mas que fique por ali, pela atitude do momento. Que siga la pelota.

 

Querer a cabeça do técnico, hoje, é procurar pêlo em ovo.

 

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Gritos homofóbicos: se o São Paulo for punido, que outros também sejam!

O Globoesporte.com anunciou: a procuradoria do TJD (Tribunal de Justiça Desportiva) de São Paulo denunciará o São Paulo por causa dos gritos homofóbicos da torcida, que gritava “bicha” quando o goleiro Cássio, do Corinthians, chutava a bola durante o clássico do último domingo.

 

Ainda de acordo com o portal, o Tricolor será enquadrado no artigo 243-G e, caso seja penalizado, perderá três pontos no torneio.

 

Acho justo que o clube seja advertido ou até denunciado nesta nova era do futebol, onde os gritos homofóbicos são crime. A lei existe é para ser cumprida, dentro e fora de campo. O problema é que a torcida da ‘vítima’ dos gritos em questão também usa gritos homofóbicos contra o São Paulo em seu estádio e nunca foi penalizado em Itaquera. O mesmo acontece no Allianz Park, na Baixada Santista e no Maracanã, só para citarmos alguns exemplos.

 

Caso seja penalizado, o Tricolor será o primeiro a pagar por atitudes que todos os torcedores de outros clubes cometem, mesmo com os insistentes pedidos para não usar de procedimentos homofóbicos emitidos pelos microfones do Morumbi durante todo o jogo.

 

Vale ficar de olho nessa possível punição e nas atitudes semelhantes em outros locais.

 

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OPINIÃO São Paulo 0x0 SCCP

Clássico movimentado no Morumbi. São Paulo e Corinthians fizeram um jogo agradável e não saíram do zero graças as chances perdidas, atuações de seus goleiros e mais uma lambança da arbitragem.

 

Vamos por partes. A principal delas, o lance capital do jogo: o pênalti não marcado no final da partida em cima de Igor Gomes mais uma vez coloca o São Paulo como réu das péssimas arbitragens do Campeonato Paulista. Lance capital não marcado, que estraga o já tão discutido futebol regional. O VAR chega atrasado e nas fases finais, mas é providencial. Foi o terceiro jogo seguido que a arbitragem prejudica claramente o São Paulo. Não é pouco.

 

Agora vamos a partida: quem gosta de futebol viu um bom jogo no Cícero Pompeu de Toledo. As duas equipes buscando o jogo ofensivo, como manda (ou mandava) o futebol brasileiro. Dos noventa e cinco minutos de partida, o São Paulo foi melhor em pelo menos oitenta e cinco, mas mais uma vez não converteu as chances, um “parasita” que se instalou no ataque tricolor e teima não sair. O adversário jogou menos mas foi mais objetivo e, por isso, teve chances mais claras. Volpi foi o melhor da partida.

 

No fim, lamentos dos donos da casa e vaias ao ataque e a Fernando Diniz, que promove um jogo que eu gosto de ver e não tem culpa da inoperância dos atacantes, mas fez o favor de ser vaiado ao tirar um atacante faltando pouco tempo para terminar o jogo com o Tricolor em cima. Tem pouca culpa mas mereceu o coro de burro. Se tivesse ido com o atacante até o fim, talvez teria passado batido.

 

É fato que o São Paulo precisa corrigir urgente essa ‘bola na rede’ mas hoje, mais uma vez, pode se declarar prejudicado pela arbitragem. Os dois bandeiras foram ótimos, o juiz fez lambança. Vale a reclamação.

 

Nota dos personagens em campo:

Tiago Volpi – O melhor da partida. Monstruoso. Nota: DEZ!

Juanfran – OK na defesa, impedindo os ataques no lado esquerdo, mas ineficiente no ataque. Nota: 5,5

Bruno Alves – Tirando dois passes BEM errados, foi bem e não deu chance aos atacantes corintianos. Nota: 8,0

Arboleda – Na maioria da partida, defensor foi bem. Nota: 7,5

Reinaldo – Para mim, o pior em campo. As duas jogadas de ataque agudo do rival no fim do primeiro tempo surgiram em falhas de marcação dele. Não se omite em campo mas está muito mal neste início de 2020. Nota: 4,5

Tchê Tchê – Um dos melhores em campo. Primeiro tempo impecável com combate e saída de jogo. Essa posição é boa para ele. Nota: 8,5

Hernanes – Boa participação mas um tanto quanto cadenciada demais. Foi substituído no início do segundo tempo. Nota: 5,5

Daniel Alves – Não brilhou mas participou de todas as construções de jogada, principalmente no primeiro tempo. Nota: 7,5

Pato – Apesar de estar atento e prestativo, não dá para perder a chance que perdeu na frente de Cássio. Um jogador do calibre dele tem que concluir em gol! Nota: 5,0

Vitor Bueno – Também bem participativo e autor de um bom chute e ótima assistência a Pato, mas tem que fazer mais no ataque, ser mais efetivo. Nota: 6,0

Pablo – Mas uma vez uma presença “indigestamente” discreta no ataque Nota: 4,5

 

Igor Gomes – Deu mais dinâmica no meio. Nota: 7,o

Toró e Liziero – Sem nota.

 

Fernando Diniz – Como venho dizendo, gosto do jogo ofensivo do São Paulo e apoio o treinador neste ano pois vejo o time produzindo. Porém, deu munição a quem não gosta dele ao sacar um atacante (PATO) no fim do jogo para colocar um volante. Nem fez diferença mas só a atitude deixou muitos raivosos. Se permitiu ser chamado de burro com a inócua substituição. Nota: 6,0

 

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Dupla olímpica treina e fica à disposição para o clássico. Quem deve jogar?

Os olímpicos Igor Gomes e Antony voltaram aos treinamentos no CT da Barra Funda e estão à disposição  para o clássico com o Corinthians, neste próximo sábado, no Morumbi.

 

Com o retorno dos dois, Fernando Diniz ganha reforço no elenco e possibilidades de melhorar o setor ofensivo, muito criticado após aproveitamento pífio nas primeiras cinco rodadas do estadual. Em boas condições físicas e com ritmo de jogo, ambos podem entrar na equipe diante dos alvi-negros.

 

Antony deverá ser titular no domingo. O atacante é o único com característica do drible entre todos os atacantes do elenco e deve voltar ao lado direito do ataque. Com Vitor Bueno no lado esquerdo, Pablo e Pato brigam pela vaga no comando do ataque.

 

Já Igor Gomes terá mais trabalho para entrar no meio-campo. Apesar de dar dinâmica e velocidade, seu companheiro de posição é o profeta Hernanes, que também está em boa forma, fazendo um bom início de ano. Hernanes já está adaptado ao time no início do ano, o que parece uma momentânea vantagem para iniciar como titular, mas Diniz tem três dias para optar pelo jovem ou pelo experiente atleta.

 

O meu palpite é que Antony começa titular com Pablo no comando de ataque (mais uma vez prestigiado pelo técnico) e Hernanes inicia o jogo como titular no meio-campo, com Dani Alves de segundo volante e Tchê Tchê de primeiro volante. Porém, acredito em Igor no segundo tempo e pegando a vaga durante a competição.

 

Diniz não revela a escalação até momentos antes do clássico, o que considero correto.

 

Quer iro com a família no jogo neste sábado? O Camarote B/Club Morumbi é o mais novo e exclusivo do estádio e oferece visão privilegiada. Você tem acesso a Loja Adidas no intervalo ou no final do jogo. Reserve seus ingressos aqui.

 

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OPINIÃO Santo André 2×1 São Paulo

O São Paulo experimentou o seu primeiro revés na noite deste último domingo, em Santo André. Em um Bruno José Daniel encharcado, a equipe não conseguiu superar os donos da casa e, mesmo com muitas chances criadas, saiu com sua primeira derrota em jogos oficiais da temporada.

 

Mais uma vez a arbitragem teve relação com o resultado. O primeiro gol, aos quatro minutos de jogo, teve participação de um atleta em impedimento, o que invalidaria o tento. Resultado: o Tricolor passou praticamente noventa minutos correndo atrás do resultado. O segundo gol dos mandantes veio com falhas na defesa. Fernando Diniz abriu bem a equipe e colocou atacantes para ir atrás do resultado. A equipe amassou o Santo André no segundo tempo e marcou com Dani Alves mas não conseguiu o que seria um juto empate ou até mesmo a virada.

 

A primeira derrota naturalmente já começou a dividir fortemente opiniões e no calor do resultado muita gente aponta a culpa para o técnico. Isso era esperado. Hoje, sou a favor da continuação do trabalho. Fernando Diniz está fazendo o São Paulo praticar um futebol ofensivo que me agrada e a equipe corresponde com volume de jogo e chances de gol. O problema é o mesmo do ano passado: a falta de eficiência no ataque. Falta ao Tricolor alguém que empurre a bola nas redes com frequência; o famoso matador. No caso deste último domingo, a chuva obrigou a equipe a levantar mais bolas na área, o que dificulta diante de uma defesa bem posta e atacantes sem a característica do jogo aéreo. Mais uma vez o goleiro adversário foi o nome do jogo.

 

O futebol ofensivo me agrada, vejo jogadas trabalhadas e sou a favor da continuidade do trabalho. Anos e anos de gestão ruim e não é trocando mais uma vez de técnico que a coisa resolverá como um passe de mágica. Mas é preciso corrigir a carência de gols com a maior urgência possível. O ataque “falsa cobra coral” do São Paulo prejudicará qualquer técnico. Quem sabe com a volta de Igor Gomes e Antony a artilharia ofensiva melhore, mas ainda há muito trabalho pela frente, principalmente de finalizações a gol.

 

Nota dos personagens em campo:

Tiago Volpi – Boa participação, evitando um resultado pior. Nota: 8,0

Juanfran – Apresentação abaixo da sua média. Nota: 5,0

Anderson Martins – Foi complicada a missão de substituir Bruno Alves. Não teve participação direta nos gola mas a condição de reserva no Tricolor neste momento é justa. Substituído no intervalo para que o time fosse mais ofensivo. Nota: 5,0

Arboleda – Falhou no primeiro e segundo gol. Para apagar do currículo. Nota: 4,0

Reinaldo – Outro que fez má apresentação. Não começa bem a temporada. Nota: 4,0

Tchê Tchê – Cumpriu o dever com regularidade. Nota: 6,0

Hernanes – Participou bem da partida e teve duas chances desperdiçadas para marcar. Há algo que eu ainda não sei que faz com que ainda não seja aquele “Profeta” conhecido pelo torcedor. Nota: 6,0

Daniel Alves – O melhor da equipe nesta partida. Saindo para o jogo e com visão para iniciar as jogadas da equipe, distribui bem melhor a bola que no meio-campo ofensivo. O gol Tricolor foi dele.  Nota: 8,5

Pato – Se movimentou bastante mas não balançou as redes, algo que o São Paulo necessita com urgência em 2020. Nota: 5,0

Vitor Bueno – Idem a Pato. Muita movimentação e pouca eficiência. Perdeu um gol incrível, daqueles que não se pode perder. Nota: 4,5

Pablo – Tá devendo. Camisa nove tem que fazer gol. Tem que fazer gol! Nota: 4,0

 

Brenner – Nada a acrescentar no segundo tempo. Nota: 5,0

Everton – Idem a Brenner, nada a acrescentar. Nota: 5,0

Igor Vinícius – Não foi o esperado “escape” pela direita. Nota: 5,0

 

Fernando Diniz – Mais uma partida bem jogada e sem a eficiência no ataque que prejudica a avaliação do torcedor em cima do seu trabalho. Eu já fui a favor de sua saída no fim do ano passado mas vejo que o problema do São Paulo estéril nas redes não é de um técnico. É preciso capricho nas finalizações para que essa equipe corresponda o volume de jogo e as chances que vem criando. Nota: 6,5

 

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