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Hernanes vê Choque-Rei de 2020 diferente dos últimos clássicos do clube

O meia Hernanes viu um São Paulo diferente em relação aos últimos clássicos do clube. O profeta comparou o primeiro jogo importante da temporada de 2020 com apresentações realizadas no ano passado.

 

“A equipe está se solidificando. Tentamos impor nosso ritmo e tem que ser assim independentemente do jogo e do local. Tentamos isso, nos adaptamos a situação do fim, baixando a marcação e o mais importante foi o espírito de luta com solidez defensiva, criando chances. Foi um clássico diferente em relação aos do ano passado” – disse Hernanes ao Globoesporte.com

 

O portal do Grupo Globo também identificou sinais de evolução no futebol do time, em relação ao ano passado. Marcelo Hazan,  jornalista e setorista do clube, considerou o empate justo, com um clube melhor em cada etapa. O jornalista também destacou as ausências de Antony e Igor Gomes.

 

Na minha opinião, ainda é muito cedo para identificar evolução ou decretar falência do estilo Fernando Diniz no clube. Por exemplo, mesmo em início de temporada eu achei que o Tricolor poderia ter jogado melhor o clássico. Concordo com o treinador que ainda há um longo caminho para que esse São Paulo seja o São Paulo que o torcedor confie mas, neste momento, é preciso observar a equipe jogar. Na teoria, gosto do controle de bola e marcação avançada mas é preciso também transformar posse de bola em chances agudas de gol.

 

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OPINIÃO Palmeiras 0x0 São Paulo

São Paulo e Palmeiras empataram sem gols no primeiro compromisso sério da temporada. A partida foi realizada em Araraquara porque o estádio alviverde passa por uma grande reforma no seu gramado.

 

Apesar de ver uma equipe taticamente mais adiantada que no ano passado (onde o objetivo claro era se classificar para a Libertadores), eu esperava mais do São Paulo neste clássico. O Tricolor alternou momentos com o rival, mas de derradeira chance, só o incrível tento perdido por Dani Alves, cara a cara com Weverson. A impressão que eu tive foi que que Luxemburgo descobriu o “anticorpo” do jogo do São Paulo e não permitiu espaços ao Tricolor. Quando apertou, o Palmeiras envolveu melhor a equipe de Fernando Diniz e só não abriu o placar por falta de capricho. Foram duas bolas na trave e um chute de Dudu brilhantemente defendido por Tiago Volpi. Não ganharam mas estiveram mais próximos da vitória.

 

O meio-campo excessivamente cadenciado e o ataque sem repertório sentiram falta da jovialidade e dinâmica de Igor Gomes e Antony, diferenciais importantes que hoje estão com a seleção olímpica. Hernanes, Vitor Bueno e Pablo, que estrearam bem no estadual, não repetiram a dose no clássico. Helinho, a “teimosia da vez”, mais uma vez negou jogo e desta vez saiu no intervalo. De bom mesmo, a boa e velha defesa e o espetacular goleiro, autor do lançamento para o gol perdido do nosso camisa dez.

 

O clássico mostrou que ainda falta muito para que esse time conquiste a real confiança do seu torcedor. As duas peças na seleção fizeram muita falta mas o jogo poderia ter sido melhor jogado por parte do Tricolor. No final, a impressão foi que o time mais uma vez pregou.

 

Apesar de ainda não se mostrar uma equipe eficiente no ataque, o mais importante era não perder o Choque-Rei. Uma derrota fatalmente desencadearia mais uma crise de relacionamento entre torcida e time, mesmo no segundo jogo do ano. Como foi um clássico fora de casa, e tendo em vista que teremos mais dois a serem realizados no Morumbi, o ponto conquistado é bem-vindo. Sem comemoração, mas é bem-vindo.

 

Nota dos personagens em campo:

 

Tiago Volpi – Disparado, o melhor em campo. Nota: DEZ!

Juanfran – Seu trabalho defensivo no lado direito foi bom. Nota: 6,0

Bruno Alves – Mais uma boa partida na defesa Tricolor. Nota: 8,0

Arboleda – Pivô de polêmica e ‘saudado’ pelo adversário na escalação, o equatoriano começou claudicante mas foi um dos destaques da imponente defesa Tricolor com desarmes, rebatidas e até uma cabeçada perigosa na meta do rival. Nota: 8,0

Reinaldo – Trabalho discreto e ok no lado esquerdo. Nota: 6,0

Tchê Tchê – Não apareceu nem para o bem, nem para o mal. Nota: 6,0

Hernanes – Parece que sentiu o ritmo de jogo e não correspondeu como na estreia. Faltou o brilho do Profeta. Nota: 5,5

Daniel Alves – Perdeu a chance do São Paulo na partida, chutando em cima de Weverson cara a cara com o gol. Apesar da chance incrível perdida, ditou o ritmo do Tricolor e foi um dos destaques do jogo. Nota: 7,5

Helinho – Mais uma partida fraca. A bola na trave de Ramires foi resultado de uma perdida de bola dele quase na intermediária. Saiu no intervalo. Nota: 4,0

Vitor Bueno – Não repetiu a boa estreia. Partida fraca no ataque. Nota: 4,5

Pablo – Outro que não repetiu a boa estreia com gol. Na chance que teve (aquela que todo o atacante gosta de ter) mandou a bola para a prefeitura de Araraquara. Precisa dar mais a torcida. Nota: 4,5

 

Liziero – Entrou nos 45 minutos finais e o São Paulo piorou no meio-campo. O Palmeiras dominou a segunda etapa e pressionou o Tricolor. Não foi 100% culpa dele mas espera-se mais deste jogador. Nota: 4,5

Pato –
Foi bem na lateral direita, com dois desarmes importantes. Pouco tempo para avaliação. Entrou tardiamente. Nota: 5,5

Everton – Sem nota.

 

Fernando Diniz – Não teve nó tático mas quando teve vontade o Palmeiras chegou ao gol. O que me assusta é a falta de repertório para mudar uma situação de jogo. Apesar de ver o time mais adiantado, ainda falta muito para que o time responda o desejo do torcedor. Nota: 5,0

 

Daniel Perrone assistiu a partida a convite do B Clube, um dos mais novos camarotes do Morumbi.

 

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É obrigação do Tricolor ter um bom desempenho no primeiro clássico do ano!

Pode parecer brincadeira mas o São Paulo já entra pressionado no segundo jogo da sua temporada. Sim, o clássico diante do Palmeiras em Araraquara, “estrategicamente” colocado na segunda rodada do estadual, poderá até definir a empatia da torcida com o elenco atual Tricolor.

 

Um bom desempenho é obrigação dos comandados de Fernando Diniz. Primeiro pelo recente péssimo retrospecto em clássicos. Apesar de valer muito pouco em termos de pontuação no início do Paulista, um jogo grande define o sentimento do torcedor e até o seu comparecimento no estádio. Ganhou jogando bem, maravilhoso; ganhou jogando mal, ótimo; empatou jogando bem, ok; empatou jogando mal, ruim. Perdeu jogando bem ou jogando mal pode significar novas trevas já no início do ano.

 

Muitos torcedores (sobretudo os mais jovens) não consideram o alviverde o maior rival do São Paulo mas, em outros tempos, o que se mais ouvia entre os Tricolores era a frase “o Corinthians é rival, o Palmeiras é inimigo”, em alusão a mais histórica rivalidade da cidade, que perdeu força nos últimos anos.

 

Também por isso, não é errado dizer que o desempenho do São Paulo neste segundo jogo será observado por todos os torcedores e, até por estar com o mesmo técnico e praticamente o mesmo elenco do ano passado, uma boa partida passa a ser obrigatória. A pressão é também reflexo também da estiagem de títulos que o clube passa neste momento de sua história.

 

O jogo também é emblemático para Arboleda. O zagueiro, flagrado vestindo a camisa do rival nas férias, reencontrou-se com o torcedor na estreia do time no Paulista e não escapou de vaias pelo comportamento. Em campo, o equatoriano levou as mãos aos ouvidos mostrando entender a atitude da torcida e considerou justo o protesto. Vai ter que ter uma apresentação no mínimo impecável para amenizar a dor de muitos torcedores. Para mim, Arboleda cometeu um ato gravíssimo contra a instituição e, para retomar o confortável posto que tinha junto ao torcedor, vai ter que comer grama e ganhar título neste ano.

 

Ao que tudo indica a equipe irá fortalecida de Reinaldo e iniciará o clássico com o mesmo time da vitória diante do Água Santa. Tudo que a torcida pede é que os jogadores encarem o jogo como final de campeonato, mesmo valendo muito pouco no estadual. A primeira impressão no clássico pode definir o sentimento do torcedor em relação a equipe.

 

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Diniz explica posicionamento centralizado de Pato após a estreia

Alexandre Pato é uma das grandes esperanças (e incógnitas) do São Paulo para a temporada 2020. Contratado no ano passado, o jogador não se firmou na equipe e sofreu com o condicionamento físico na readaptação ao Brasil.

 

Na estreia do Tricolor diante do Água Santa, o jogador entrou no segundo tempo, invertendo a posição com o “9” Pablo. Pato ficou no comando de ataque e o centroavante caiu para a direita, no lugar que era de Helinho.

 

“Não vejo que ele tem dificuldade para jogar ali (no comando de ataque). Ele não é um nove fixo. Um jogador perigoso, com a técnica que ele tem, tem que ficar próximo ao gol.” – disse Fernando Diniz ao Globoesporte.com, após o apito final. Ele realmente acredita que Pato tem que jogar dentro da grande área, em posição de arremate.

 

A crença de Diniz e a ótima fase de Vitor Bueno dificultarão a titularidade de Pato, pelo menos pelos flancos, área onde o jogador se sente melhor. Pelo menos por enquanto Pato será um reserva de alto luxo para a saída de qualquer atacante, seja ele Pablo, Vitor Bueno ou Antony. Essa qualidade de elenco é vital para a temporada, ainda mais sabendo que o Tricolor terá que se desfazer de um ou outro jovem para pagar suas contas.

 

“Acho que o Pato tem tudo para fazer uma boa temporada esse ano e ajudar o São Paulo” – finalizou Fernando Diniz.

 

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OPINIÃO São Paulo 2×0 Água Santa

Boa estreia na temporada 2020. O São Paulo venceu com tranquilidade o Água Santa no Morumbi e largou na frente em seu grupo no Campeonato Paulista deste ano. Os gols foram anotados por Pablo e Dani Alves.

 

Teve gente que viu evolução e teve gente que viu mais do mesmo. É muito cedo para tirar alguma conclusão sobre a equipe de Fernando Diniz mas o fato é que o time é praticamente o mesmo do ano passado (ainda sem os jovens e titulares Igor Gomes e Antony) porém está aparentemente mais inteiro que no início de 2019, quando tivemos uma pré-temporada rasa, fato determinante para a eliminação na pré-Libertadores. O mau início em 2019 desencadeou eventos ruins ao longo do ano todo.

 

O time ser o mesmo do ano passado não é demérito ou motivo de ira do torcedor. A janela foi fraca para quase todos os clubes brasileiros e, após muitos anos de mudanças, este começa com as peças prontas, faltando montar o tabuleiro. Já a aparente melhoria física pode ser, sim, comemorada. Vimos alguns princípios de tabelas e boa saída de bola, apesar do jogo pelos lados não ter ainda fluido como deveria. Deu para perceber trocas de posições e esforço por aproximação. Ainda há trabalho a se fazer para o encaixe perfeito entre jogo no meio e pelos flancos porém, neste primeiro cartão de visitas ao torcedor, o mais importante era o time construir uma vitória livre complicações. Foi o que aconteceu.

 

No domingo, a primeira pedreira diante do Palmeiras, o ‘inimigo mortal’, em Araraquara. Racionalmente, o início de temporada tem que ser considerado para os dois clubes mas sabemos o que pode causar uma derrota retumbante em um clássico. Se jogar seguro como jogou hoje, a chance de uma má apresentação no Choque-Rei será pequena.

 

Nota dos personagens em campo:

 

Tiago Volpi – Um dos destaques no único momento de real perigo do adversário. Salvou gol iminente em duas defesas a queima roupa, dentro da grande área. Pilar da equipe. Nota: 9,0

Juanfran – Início discreto, porém sem complicações no setor. Aliás, o lado direito foi todo discreto. Sou a favor da manutenção do espanhol, dando segurança a linha defensiva. Nota: 6,5

Bruno Alves – A defesa tricolor trabalhou com competência, apesar das duas chances agudas do Água Santa no primeiro tempo. O zagueiro fez o seu costumeiro bom papel. Nota: 7,0

Arboleda – Sim, houve uma divisão de manifestações para o zagueiro no primeiro tempo por causa da polêmica foto com a camisa do nosso próximo adversário. Sou a favor da discussão sobre o ato impensado do equatoriano, mas não durante o jogo. Isso só prejudica o coletivo e o espetáculo que a torcida dá nas partidas. No gramado, o jogador mostrou que assimilou a forte cobrança. Dentro de campo, partida competente da zaga como um todo. Nota: 7,0

Léo – Vamos aposentar o “Pelé”, né? Na ausência do papai Reinaldo trabalhou com discrição e poucos sustos na partida, mas foi no seu lado que o Água Santa teve seu lampejo perigoso. Nota: 6,5

Tchê Tchê – Para mim, um dos mais regulares, com combate e boa saída de bola. Nota: 8,0

Hernanes – Mesmo sem ter brilhado em jogadas individuais, o Profeta mostrou melhor vigor físico e participou bem coletivamente da construção no meio-campo. Nota: 7,0

Daniel Alves – Ditou o ritmo do São Paulo e, por que não, do jogo. Revezou a saída de bola com Tchê Tchê, se movimentou no meio, chamou o jogo para si e liderou boa parte da partida, como tem que ser e como será a sua obrigação com o salário que ganha e a importância que tem. Um dos destaques e autor do segundo gol da partida. Nota: DEZ

Helinho – Ainda um tanto quanto discreto para chamar o jogo. O lado direito não funcionou como deveria. Teve chances de marcar gol mas concluiu mal. Saiu sob princípio de vaias. Acho exagerado, tendo em vista que é reserva natural de Antony. Nota: 6,0

Vitor Bueno – Ótima partida, com muita movimentação e participação nos dois gols. Pato e Everton terão muita dificuldade em tomar a posição no lado direito com o que está jogando o Vitor Bueno. Ótima aquisição para o São Paulo. Nota: 9,0

Pablo – Tomara que o belo gol seja indício de uma nova vida ao atacante no clube. Prejudicado com muitas contusões em 2019, Pablo é peça fundamental na engrenagem ofensiva deste Tricolor. Não fez uma partida exuberante e no fi do jogo atuou no lado direito, sem sucesso. Nota: 7,5

 

Pato – No lugar de Helinho, jogou no comando de ataque, muitas vezes de costas para o gol. Tentou tabelas sem muito sucesso. Nota: 6,5
Liziero –
Tocou a bola com o jogo ganho. Nota: 6,5
Brenner – Sem nota.

 

Fernando Diniz – No início de temporada, pouca coisa pode ser observada além do melhor preparo físico que do ano passado (impossível ser pior) e do jogo entregue ao móbil Dani Alves. Boas tabelas em alguns momentos do jogo. Nota: 7,0

 

Daniel Perrone assistiu a partida a convite do B Clube, um dos mais novos camarotes do Morumbi.

 

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