E-Consulters Web - Hospedagem Premium

Search Results For : Tricolor

5 razões para crer que o SPFC de Telê foi o maior time brasileiro da história:

São quatorze anos sem a presença física do Mestre Telê Santana, mas seu legado apreciado até hoje junto ao torcedor do mundo todo. Afinal de contas, que treinador mundial é tão reverenciado, mesmo com duas eliminações consecutivas em Copas do Mundo? Para homenagear o Mestre dos Mestres, reproduzo aqui um brilhante texto de autoria de Fábio Utz Iasnogrodski para o Portal 90 Min:

 

Há exatos 14 anos, Telê Santana nos deixava. E, com o seu falecimento, terminava ali a história de um dos personagens mais importantes de todos os tempos no futebol brasileiro. Principalmente como treinador, baseou seu trabalho em cima de convicções que, para o momento do futebol, poucos tinham.

 

Sob o lema “não é possível chegar à perfeição, mas é possível se aproximar dela”, deixou para trás o fracasso em duas Copas do Mundo seguidas para levar o São Paulo a um patamar até então inimaginável. Entre 1991 e 1994, conquistou nada menos que dez títulos com o clube do Morumbi. E é por isso, até como uma forma de homenagem, que nós elencamos cinco razões pelas quais é possível acreditar que o Tricolor, sob a batuta do Mestre Telê, foi o maior time brasileiro da história.

 

1 – Um time baseado em convicções
O Brasil, em termos de seleção, vivia seu maior jejum em Copas do Mundo. Por isso, no início dos anos 1990, começava a se duvidar da capacidade do país em formar jogadores e times capazes de dar espetáculo. Pois foi então que Telê, ao assumir o São Paulo, resgatou as origens do futebol brasileiro. Era possível, sim, jogar bola, ser competitivo e vencer. E ele comprovou isso ao montar aquela histórica equipe.

 

2 – Uma equipe à frente do seu tempo
Assim como conseguiu resgatar as características do futebol brasileiro, também colocou aquele São Paulo um passo à frente dos demais. Quem diria que, naquela época, marcar sob pressão viria a ser uma das valências mais importantes do jogo? Pois é… aquele Tricolor já fazia isso, independentemente do adversário que tinha pela frente.

 

3 – Um olhar em tudo, menos para a violência
Telê Santana era exigente ao extremo. Treinava à exaustão, dava voz às lideranças do plantel, cobrava comprometimento a qualquer passo. Só que, ao contrário do que muitos pregavam, era contra a violência. E isso ele deixou claro também no São Paulo. O time ganhou tudo o que ganhou na bola, na qualidade, na supremacia sobre o adversário. Assim foi. E assim deveria ser sempre, ao menos na visão do Mestre.

 

4 – Um grupo com gestão de pessoas
Poucos times na história do futebol brasileiro reuniram tantos craques como aquele São Paulo. Zetti, Raí, Cafu, Cerezo, Müller, Palhinha entre outros. E foi ali que Telê, que no passado, por birra, já havia, por exemplo, preterido o goleiro Emerson Leão do Mundial de 1982, mostrou também a sua capacidade de gestão de pessoas. Se alguns podiam pensar que era muito ego para pouco espaço, o treinador tratou de acabar com isso. Soube domar as feras e, claro, a equipe só subiu a ladeira.

 

5 – O ápice
Se o São Paulo jamais havia sido um time de repercussão internacional, Telê tratou de acabar com isso. Duas Libertadores e dois Mundiais em sequência (algo que, em termos de futebol brasileiro, só o Santos de Pelé havia conseguido e nenhum outro clube jamais obteve). E olha que o planeta ficou aos pés do Tricolor com vitórias históricas sobre os poderosos Barcelona e Milan. Sim, o clube atingiu outro patamar. E isso ninguém esquece.

 

NOTA DO BLOGUEIRO Se este São Paulo é ou não é o maior time brasileiro da história, isso para mim pouco importa. O que vale foi ter Telê Santana no Tricolor, uma mudança absurda de patamar.

 

Veja o texto original aqui.

Matéria espanhola sobre o SPFC de Telê.

 

Para acessar outras notícias do Blog São Paulo Sempre clique aqui.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

Os 10 melhores estrangeiros que vestiram a camisa do São Paulo FC

Você sabia que atletas de dezessete nacionalidades diferentes passaram pelo São Paulo Futebol Clube? Nações desde as “tradicionais” Argentina e Uruguai (responsáveis pela vinda do maior número de atletas) até países como Chipre, Japão, República Tcheca, Romênia e El Salvador configuram na lista.

 

Segue abaixo a lista de países que forneceram atletas para jogos do Tricolor (ao menos uma partida) e o TOP10 estrangeiros do Blog, com critérios exclusivos do Blogueiro.

 

Países: Argentina, Chile, Chipre, Colômbia, El Salvador, Equador, Espanha, Hungria, Japão, Paraguai, Peru, Portugal, República Tcheca, Romênia, Ucrânia, Uruguai e Venezuela.

 

TOP 10 Estrangeiros (por Daniel Perrone)

 

10) Calleri

Apesar de curta, a passagem de Johnatan Calleri pelo São Paulo foi impactante para muito torcedor. Contratado por empréstimo em 2016, Calleri marcou 16 gols nos 31 jogos que fez pelo São Paulo em seis meses de contrato. Mesmo com o alto índice, ficou onze partidas sem marcar pelo Tricolor. Sua partida de mais destaque foi sobre o River Plate pela Libertadores, no Morumbi. Na ocasião, Calleri marcou os dois gols da vitória Tricolor.

 

9) Maldonado

O chileno por algum tempo foi considerado um dos melhores volantes do mundo em sua época. Por onde passou foi titular e contribuiu para títulos importantes para suas equipes. pelo São Paulo conquistou o Paulista de 2000, o Rio-São paulo de 2001 e o SuperCampeonato Paulista de 2002. Tinha qualidade técnica, raça e carrinhos quase perfeitos para roubar a bola dos adversários.

 

8) Aristizábal

O colombiano Víctor Aristizábal teve uma passagem muito boa pelo Tricolor, jogando muitas vezes ao lado de Dodô, uma dupla muito lembrada pelo torcedor nos anos noventa. Ari tinha técnica e velocidade que se aliavam com o oportunismo do “artilheiro dos gols bonitos”. Foi Campeão Paulista de 1998 com a camisa do São Paulo.

 

7) Armando Renganeschi

O argentino jogou no São Paulo na década de quarenta e ganhou três títulos com a camisa Tricolor: os Paulistas de 45, 46 e 48, como titular na zaga nos dois primeiros títulos. Inclusive, foi dele o gol do título na última partida de 1946, diante do Palmeiras. Em 1948, já com 35 anos de idade, acabou perdendo a titularidade para o jovem Mauro Ramos de Oliveira, outro monstro sagrado Tricolor. Como técnico do São Paulo, Renganeschi disputou 56 partidas, com 33 vitórias, 14 empates e 9 derrotas.

 

6) Forlán

O uruguaio foi um monstro na lateral direita do São Paulo. Campeão mundial pelo Peñarol em 1966, chegou no Tricolor em 1970 e conquistou os Paulistas de 70, 71 e 75, sempre deixando a alma em campo. A história diz que, quando chegou ao São Paulo, logo no aeroporto Forlán prometeu o título em seu primeiro campeonato a ser disputado com o manto sagrado. Dito e feito. Foi campeão. Forlán também foi técnico do São Paulo, dirigindo a base por seis anos e o profissional por um curto período.

 

5) Sastre

O argentino Antonio Sastre foi considerado um dos jogadores mais virtuosos da história do futebol, atuando em diversos setores do campo, inclusive como goleiro improvisado. Era eficaz nas alas, preciso como atacante e seguro como defensor, sendo considerado um jogador moderno da década de 1930. Vindo já veterano, Sastre ganhou o apelido de Maestro durante seu período no São Paulo, por ser considerado o cérebro do time. Ganhou os Paulistas de 1943, 1945 e 1946 com o Tricolor.

 

4) Darío Pereyra

Darío Pereyra foi um dos maiores zagueiros da história do futebol mundial e fez história no São Paulo formando uma zaga inesquecível ao lado de Oscar. Jogou pelo Tricolor durante onze anos, disputando um total de 451 partidas e marcando 38 gols. Foi campeão brasileiro pelo clube em 77 e 86 e Paulista em 1980, 1981, 1985 e 1987, além de auxiliar técnico, técnico da base e do profissional.

 

3) Pedro Rocha

O uruguaio Pedro Rocha foi um dos maiores meio-campistas da história do São Paulo. Campeão Paulista pelo clube em 71 e 75, exibia uma categoria ímpar, aliando plástica e raça nunca antes vistas juntas no clube. Foi o primeiro jogador estrangeiro a ser artilheiro no Brasil, no Campeonato Brasileiro em 1972. Atuou 375 vezes com o manto, marcando 113 gols e levando o clube para a sua primeira final de Libertadores, em 74. Os mais antigos dizem que, se não tivesse machucado na final, o São Paulo seria campeão naquele ano. Um verdadeiro ícone.

 

2) Lugano

Pela história e pela Libertadores e Mundial de 2005, Lugano é considerado o vice-campeão dessa lista, superando Darío Pereyra e Pedro Rocha, irmãos de pátria. Contratado sob desconfiança da torcida em um período de estiagem, Lugano assumiu a posição e, com raça e liderança que lhe eram peculiares, levantou canecos como o Paulista de 2005 e o Brasileiro de 2006. Seu amor pelo clube o fez voltar ao Morumbi para encerrar a carreira (com uma Florida Cup) e hoje trabalha no Tricolor. Uma de suas características mais marcantes era a de raramente trocar de camisa com o adversário ao final do jogo, alegando não se sentir confortável com tal ato, em respeito ao torcedor, para quem a camisa do time é sagrada. Encerrou a carreira no clube.

 

1) Poy

O campeão dessa lista é o lendário argentino José Poy. Era tão bom que teve seu nome cotado para a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1954, mesmo sendo argentino. A imprensa pressionou e os dirigentes chegaram a consultá-lo sobre uma eventual naturalização, mas a ideia acabou não vingando. Jogou pelo São Paulo de 1948 a 1962 e era tão apaixonado pelo clube que teve importância decisiva na construção do Estádio do Morumbi, vendendo títulos de cadeira cativa, a principal fonte de renda para a obra até 1968. Poy, sozinho, vendeu mais de oito mil cativas e por este motivo é o campeão da lista. Aleem da idolatria dentro de campo, Poy dirigiu o próprio do time do São Paulo diversas vezes, entre 1964 e 1982, tendo sido campeão paulista em 1975, vice-nacional em 1971 e em 1973, vice da Libertadores em 1974 e vice paulista em 1982. Comandou o time por 422 partidas, sendo o terceiro técnico que mais treinou o Tricolor do Morumbi.

 

Para acessar outras notícias do Blog São Paulo Sempre clique aqui.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

As grandes contratações da história do São Paulo no mercado brasileiro

O São Paulo é um dos clubes que mais contratou atletas de agremiações do mercado brasileiro. O Tricampeão Mundial já contou com inúmeros jogadores de outros clubes do país, inclusive dos seus grandes rivais do estado. O Palmeiras, por exemplo, foi o clube que mais vendeu atletas para o Tricolor, com vinte e oito transações para o Morumbi. Destacarei algumas das mais bem sucedidas nessas linhas:

 

Atlético Mineiro – Do Galo vieram dois grandes laterais direitos da história do São Paulo. O primeiro deles é Getúlio, que atuou nem grandes esquadrões do início dos anos oitenta. O outro é Cicinho, que veio da Cidade do Galo para ser campeão Paulista, da Libertadores e Mundial pelo Tricolor.

 

Athletico Paranaense – Destaco duas grandes contrataões do Furacão para o Tricolor. Um deles é Aloísio Chulapa, que veio para ganhar títulos e ser campeão Mundial em 2005. O outro é Dagoberto que, após uma transação prá lá de polêmica no início de 2007, vestiu a camisa do clube. No São Paulo Dagol foi campeão brasileiro no mesmo ano e em 2008.

 

Bangu – Sim, do carioca Bangu Atletico Clube veio um dos maiores jogadores da seleção brasileira: o meia Zizinho. Sucessor de Leônidas da Silva e antecessor de Pelé, Zizinho foi eleito o melhor jogador da Copa do Mundo FIFA de 1950 e veio veterano em 1957, para fazer sucesso no Tricolor. Pelo clube, conquistou de forma magistral o Campeonato Paulista de 1957.

 

Botafogo RJ – Destaco três grandes contratações da Estrela Solitária. O primeiro é o grande meia Gérson. O Canhotinha de Ouro veio já veterano para o Tricolor e, com quase 30 anos de idade, ajudou o clube na conquista do bi-campeonato paulista de 1970/1971, após treze anos de estiagem. Outro que veio do alvinegro para se dar bem no São Paulo foi o zagueiro Váber. Dono de uma técnica absurda, esteve nos anos dourados do clube (1992 e 1993) atuando na reserva ou como titular naquele esquadrão mágico de Telê Santana. Outro que veio do Botafogo para ser campeão no São Paulo foi Luizão. Apesar do pouco tempo de clube, foi campeão Paulista e da Libertadores em 2005 com gols e raça.

 

Corinthians – Do rival de Itaquera, destaco as vindas de Mirandinha e Casagrande. Mirandinha teve sua melhor fase da carreira no Morumbi, onde foi campeão Paulista em 1975 e Brasileiro em 1977, com passagem pela seleção na Copa do Mundo da Alemanha, em 74. Casagrande veio do alvinegro para o Tricolor pela fama que o clube tinha em corrigir rebeldes. Jogou mais de meia que de atacante mas teve atuações destacadas ao lado de Careca e até hoje lembra e é lembrado com carinho pelo torcedor são-paulino.

 

Cruzeiro – A raposa nos deu dois importantes laterais: Beletti e Serginho. Envolvidos em uma troca ‘maluca’ por Vítor, Palhinha, Gilmar, Donizete, Aílton (cinco tricolores por dois cruzeirenses) os dois então jovens provaram que mereciam estar no Morumbi e fizeram uma bela história no Tricolor. Belleti, inclusive, conquistou títulos importantes como lateral, função que ele aprendeu no Morumbi, como uma Champions League pelo Barcelona, fazendo gol na final.

 

Flamengo – Da Gávea, vieram o icônico Leônidas e o lateral Leonardo, os atletas que mais sucesso tiveram no Tricolor. Já vimos alguns dos rubro-negros que vieram ao São Paulo neste post.

 

Fluminense – Do Tricolor das Laranjeiras veio o zagueiro Rui, um dos maiores da história do clube e campeão Paulista em 1945, 1946, 1948 e 1949. Junto com Bauer e Noronha, formou a melhor defesa da época.

 

Goiás – O Esmeraldinho deu para o São Paulo os craques Josué, Fabão, Grafite e Danilo, atletas que fizeram sucesso com o técnico Cuca no Centro-Oeste e conquistaram vários títulos com a camisa do São Paulo, entre eles a Libertadores e o Mundial de 2005.

 

Guarani – Do Guarani, veio o genial Careca, genial centroavante que passou pelo clube entre 1983 e 1987, conquistando o Brasileiro de 86 e os Paulistas de 85 e 87. Contratado para substituir Serginho Chulapa, Careca viu também grande oportunidade de reestabelecer a carreira após a grave contusão que o tirou da Copa do Mundo de 1982. Do São Paulo foi para o Napoli fazer dupla com outro gênio: Maradona.

 

Grêmio – Do tricolor gaúcho vieram vários jogadores mas destaco dois deles. O primeiro foi o goleiro Suly, que atuou em boa parte da década de 1960 pelo Tricolor Paulista. Época difícil, Suly sofreu bastante, pois não havia investimento na equipe, por causa da construção do Estádio do Morumbi. Mesmo assim, teve passagem de destaque. Outro jogador que veio para o São Paulo e se destacou foi o meia Hugo. No Tricolor, o meia conquistou os Brasileiros de 2007 e 2008.

 

Internacional – O Colorado nos presenteou com o genial e intempestivo Mário Sérgio, Campeão Paulista de 1981, e o grande goleiro Gilmar. O goleiro conquistou muitos títulos pelo Tricolor, entre eles o Brasileiro de 86, os Paulistas de 85, 87 e 89 e os Rio-São Paulo de 85 e 87.

 

Palmeiras – O Palmeiras foi o clube que mais negociou jogador dom o São Paulo entre os clubes brasileiros. Foram vinte e oito na história. Do rival da Pompéia destaco as vindas do inesquecível Zetti, que conquistou de tudo com a camisa do Tricolor) e o lateral Ilsinho, pivô de uma saída conturbada, uma verdadeira pulada de muro do CT Palestrino para o CT Tricolor.

 

Santos – O Peixe também negociou vários jogadores com o Tricolor, entre eles destaco o centroavante Toninho Guerreiro, o meia Pita e Paulo Henrique Ganso. No São Paulo, Toninho Guerreiro conquistou os Paulistas de 70 e 71 com um detalhe: nos três anos anteriores fora campeão pelo Santos, se tornando o único pentacampeão consecutivo da competição. Pita também era genial e veio para o Tricolor conquistar os Paulistas de 1985 e 1987 e o Brasileiro de 1986. Já Ganso não foi tão bem como se esperava com a camisa do São Paulo mas tem o título de campeão da Sul-Americana de 2012 e a Eusébio Cup, em 2013.

 

Vasco – Enfim, o Vasco da Gama cedeu importantes nomes para a história do São Paulo. Entre eles, o lateral esquerdo Noronha, que com a camisa Tricolor faturou os Paulistas de 43, 45, 46, 48 e 49; o volante Vágner que, mesmo com a breve passagem conquistou o Paulista de 2000 e marcou pela extrema habilidade e visão de jogo; e o eterno zagueiro Belini, capitão da seleção brasileira na primeira conquista de Mundial, em 1958. Era um zagueiro vigoroso, raçudo, que se impunha dentro da área. Compensava a limitada técnica com muita seriedade e lealdade aos adversários. Jogou de 1962 a 1967 com a camisa Tricolor.

 

Colaboração: Michael Serra (historiador do SPFC)

 

Para acessar outras notícias do Blog São Paulo Sempre clique aqui.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

Cinco rubro-negros que fizeram história com a camisa do São Paulo

São Paulo e Flamengo sempre produziram craques para o futebol brasileiro. As categorias de base do Tricolor e do rubro-negro carioca são base de quase todas as categorias das seleções brasileiras, com atletas vendidos a altas cifras para o futebol mundial. Neste post falaremos de cinco atletas que saíram direta ou indiretamente do Flamengo e fizeram sucesso no São Paulo.

 

Leônidas
Uma das transações mais bem sucedidas entre os dois clubes foi em 1942 e envolveu Leônidas da Silva. Flamenguista assumido, o Diamante Negro foi protagonista da transação mais cara da história do futebol sul-americano na época: 200 contos de réis, aproximadamente R$ 200 mil reais nos dias de hoje. Leônidas foi recebido em 10 de abril de 1942 por 10 mil torcedores e na primeira exibição, lotou o Pacaembu. Leônidas foi pentacampeão paulista em 1943, 1945, 1946, 1948 e 1949 e é um dos maiores ídolos do São Paulo em todos os tempos.

 

Leonardo
Em 1990, o São Paulo mandou para o Rio de Janeiro o meia Bobô e o lateral-esquerdo Nelsinho em troca do jovem e promissor Leonardo, que havia sido campeão da Copa União de 1987, e do atacante Alcindo. Leonardo participou de parte da vitoriosa era Telê Santana. Ganhou o Brasileirão de 1991, a Supercopa dos Campeões da Libertadores em 1993, a Recopa Sul-Americana em 1993 e 1994 e o Mundial de Clubes de 1993 e hoje é lembrado como um dos maiores laterais esquerdos do clube.

 

Junior Baiano
Na temporada de 1994, o zagueiro Júnior Baiano trocou o Flamengo pelo São Paulo. Sob o comando de Telê Santana, a quem considera um grande mentor e ‘calmante’, o controverso zagueiro conquistou naquele ano a Recopa Sul-Americana. Formava a linha defensiva com Vitor, Válber e André Luiz e apesar de não ser um craque, até hoje é lembrado por sua raça e temperamento explosivo.

 

Reinaldo
Em janeiro de 2002, Reinaldo e Adriano foi negociado do Flamengo para a Internazionale mas jamais defendeu o clube italiano. Da Itália foi repassado ao Paris Saint-German que o emprestou ao São Paulo. Ao lado de atletas como França e Luis Fabiano, Reinaldo marcou seus gols e era querido pela torcida. “Posso falar que foi uma das melhores fases da minha carreira porque a essência que eu tive, a química que eu tive com a torcida do São Paulo, é um privilégio na minha vida, é uma torcida que eu amo de paixão, que eu respeito.” – disse ele ao UOL. Reinaldo faturou o Supercampeonato Paulista de 2002 jogando pelo Tricolor.

 

Adriano
O imperador não conseguiu conquistar um título pelo Tricolor mas sua contratação ficou marcada junto ao torcedor do São Paulo por ser uma das mais impactantes da história do clube. O atacante marcou 17 gols em 28 partidas no curto período em que atuou, por empréstimo em 2008. Porém, seus constantes atrasos incomodaram a diretoria, que optou por não brigar para renovar o empréstimo do jogador junto a Inter de Milão.

 

Para acessar outras notícias do Blog São Paulo Sempre clique aqui.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

Doze “viradas de casaca” que deram (ou não deram) certo no São Paulo!

Nenhum torcedor gosta de ver um jogador do seu clube ir para um rival, ainda mais quando trata-se de um ídolo. Todas as agremiações mundiais já experimentaram algum jogador que “virou a casaca” e o São Paulo não é diferente. Porém, neste post mostrarei doze entre muitas viradas de casada para o Tricolor na história do clube. Algumas deram certo, outras um verdadeiro fiasco. Vamos a elas, não necessariamente em sua ordem cronológica ou de importância:

 

Djalma Santos
O icônico lateral direito do Palmeiras e da Seleção Brasileira vestiu por uma só vez a camisa do Tricolor. O clube promoveu uma série de amistosos na semana da inauguração do Morumbi e, para apresentar o estádio para outras torcidas, o clube convidou jogadores de clubes rivais para uma partida diante do Nacional, do Uruguai. Além de Djalma Santos, Almir Pernambuquinho e Julinho Botelho também participaram do amistoso com o manto sagrado Tricolor.

 

Leivinha (ex-Palmeiras)
Considerado um dos maiores jogadores da história do Palmeiras, o meia direita encerrou a carreira de forma discreta no São Paulo em 1979, após uma bem sucedida passagem pelo espanhol Atletico de Madrid. Leivinha atuou pelo Tricolor em onze partidas, marcando dois gols.

 

Rivellino (ex-Corinthians)
O ídolo do Fluminense e Corinthians jogou uma partida pelo São Paulo antes de se aposentar no futebol. A história é interessante: em maio de 1981, Riva encerrou seu vínculo com o Al-Hilal e chegou até a anunciar a aposentadoria do futebol. Porém, com 35 anos, o meia mantinha a forma treinando na sede social do São Paulo, no Morumbi e ficou empolgado com o convite dos dirigentes do clube para voltar a jogar futebol profissionalmente. O canhoto participou de um amistoso pelo Tricolor contra o mesmo Al-Hilal mas logo após encerrou a carreira.

 

Casagrande (ex-Corinthians)
O atual comentarista da Rede Globo começou a carreira no início dos anos 80, no Corinthians. Porém, devido a vida boêmia, desentendeu-se com o técnico Jorge Vieira e foi emprestado ao São Paulo. No Tricolor, o centroavante atuou por 23 jogos, fez onze gols e ganhou o apelido de “Casão”. Só não fez mais porque, com Careca na equipe, atuou como meia direita, em uma improvisação bem sucedida na época.

 

Neto (ex-Corinthians e Palmeiras)
Outro corinthiano que vestiu a camisa do Tricolor. Porém, o atual comentarista da Band teve uma passagem discreta por conta de um acidente automobilístico que o deixou de molho por bom tempo no Morumbi. Apesar da passagem marcada pelo acidente, Neto foi responsável por uma das vitórias mais comemoradas na época, com um gol de falta por baixo das pernas do palmeirense… Zetti.

 

Zetti (ex-Palmeiras)
Um dos maiores jogadores da história do Tricolor foi praticamente “doado” pelo arqui-rival Palmeiras após uma grave fratura na perna, quando ainda atuava pelo Palestra. Sua chegada provocou uma enorme sombra no então titular Gilmar. Com a saída do titular, Zetti tomou a posição e nunca mais saiu, ganhando títulos e títulos pelo Tricolor. Muitos o consideram o melhor goleiro da história do clube.

 

Evair (ex-Palmeiras)
Um dos maiores artilheiros da era moderna do Palmeiras também vestiu o manto sagrado Tricolor. Contratado em fim de carreira no início dos anos 2000, teve poucas oportunidades (31 jogos e 9 gols) mas foi campeão do Paulistão daquela época antes de ter se transferir para o Goiás. Detalhe: Evair, auando jovem, rejeitou a ida ao Tricolor. Se tivesse aceitado, a história poderia ter sido outra.

 

Ricardinho (ex-Corinthians)
Uma das viradas de casaca mais sentidas pelos corinthianos foi um fiasco no tempo de defendeu o São Paulo. Ricardinho, maior transferência do futebol brasileiro na época, foi boicotado pelo próprio elenco e não caiu nas graças da torcida, se transferindo para o futebol inglês em 2004.

 

César Sampaio (ex-Palmeiras)
Outro ícone palmeirense, o volante César Sampaio vestiu a camisa do São Paulo em 2004, antes de encerrar a carreira. Jogou 24 partidas pelo Tricolor e fez um gol. Passagem discreta para um volante do seu calibre.

 

Júnior (ex-Palmeiras)
Outro palmeirense que vestiu a camisa do São Paulo, porém com extremo sucesso. O lateral esquerdo Júnior chegou no Tricolor em 2005 vindo do Parma e ficou no Morumbi até 2008, período em que conquistou Paulista, Brasileiros, Libertadores e Mundial. É lembrado como um dos maiores laterais da história do Tricolor.

 

Fernandão (ex-Internacional)
Considero uma virada de casaca pelo fato de Inter e São Paulo protagonizarem uma grande rivalidade nos anos 2000. Um dos algozes do Tricolor na Libertadores de 2006, o já falecido centroavante ficou um ano (2010) no clube, realizando 39 jogos e marcando oito gols. Passagem discreta.

 

Rivaldo (ex-Palmeiras e Corinthians)
Melhor do mundo no Barcelona, o meia que fez a história no Palmeiras também veio em fim de carreira para o São Paulo, em uma contratação muito comemorada pelo clube. Pegou a camisa dez em 2011 mas não se firmou no Tricolor, frequentando a contragosto o banco de reservas. No início de 2012 anunciou no Twitter que o Tricolor havia o dispensado. Passagem discreta para um jogador de seu currículum, com 46 jogos e sete gols.

 

Menção Honrosa – Pelé (Santos)
Pouca gente sabe mas o maior jogador do mundo de todos os tempos aceitou o convite para vestir a camisa 10 do São Paulo nos amistosos de apresentação do Morumbi, causando uma grande impacto na imprensa da época. Porém, uma distensão muscular impediu que o meia do Santos tivesse a honra de vestir o manto Tricolor diante do Nacional, do Uruguai. Os torcedores do São Paulo disseram naquele dia que aquele fora o único pecado do Rei no futebol na sua trajetória de melhor da história. Convenhamos, foi mesmo!

 

Muitos outros vieram de rivais e fizeram história no São Paulo, como Pita (Santos), Careca (Guarani – na época rivalizando com o SPFC), Jorge Wagner (SCCP), Ilsinho (Palmeiras), Leandro Guerreiro (SCCP) e até PH Ganso (Santos). A história do São Paulo também passa por eles.

 

PS: não publiquei atletas atuais como Pato e Tchê Tchê pois ainda estão construindo suas histórias com a camisa do Tricolor.

 

Para acessar outras notícias do Blog São Paulo Sempre clique aqui.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.