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Livro 2005

Cerezo e Hernanes: representantes do puro DNA do meio-campo Tricolor!

2 minutos de leitura

Estive presente no Bola de Prata 2017, da ESPN Brasil, realizado no Teatro Opus (Shopping Villa Lobos) nesta segunda-feira. Além de entregar a premiação para os destaques do Brasileirão deste ano, o evento homenageou os 35 anos da inesquecível seleção de 1982, comandada pelo mestre Telê Santana.

 

Cada jogador daquela seleção teve a oportunidade de entregar a Bola de Prata para cada destaque deste ano. Hernanes, o melhor segundo volante do campeonato, teve a honra de ter o prêmio entregue pelas mãos de outro fenômeno da posição: Toninho Cerezo. O segundo volante das conquistas mundiais de 1992 e 1993 fez questão de entrar no palco vestindo o manto sagrado Tricolor. O único que fez esse tipo de homenagem entre os oitentistas. Uma surpresa enorme para a nação tricolor em um evento dominado por gremistas, cruzeirenses e corinthianos, os grandes vencedores do ano.

 

Cerezo e Hernanes são grandes representantes da volância Tricolor na gloriosa história do clube. Grandes não, enormes. Quem não era nascido na época que Cerezo jogou pelo São Paulo e pela seleção não tem noção do tamanho da bola deste cara. Líder nato e de uma técnica fora do comum. Hernanes é mais fácil para muitos: bicampeão brasileiro pelo Tricolor em 2007 e 2008, o profeta chegou para ajudar o clube com sua liderança e talento dentro de campo.

 

Além da posição, talento e liderança, ambos tem a são-paulinidade aflorada. Pude assistir o primeiro jogo do Mundial 2005 (contra o Al Itiihad) ao lado de Cerezo e senti o quanto é apaixonado pelo clube. Hernanes também, representa muito e deu uma aula de profecia na entrega do seu prêmio. Com direito a selfie e tudo!

 

Vida longa a esses sobrenaturais do meio-campo. DNA Tricolor de grandeza pura!

 

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Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Daniel Perrone

Daniel Perrone

O publicitário e jornalista Daniel Perrone passou por empresas como DPZ, Mc Cann Erickson, Foote Cone & Belding e lecionou no Instituto Europeu di Design (SP) até criar sua própria agência, a Diretta, em 1999. São-paulino desde que se conhece por gente, foi colunista da SPNet por três anos e blogueiro do Globoesporte.com por 9 anos. É autor do Livro “TRI Mundial” (licenciado pelo SPFC), presente em jogos no Morumbi e fora dele e palestrante da Social Media Week (SP) por dois anos (2014 e 2015).

5 comentários

      1. É verdade, não lembrava. É que ele veio só pra esse jogo eu acho, porque não jogou o resto da temporada de 1992 e o Dinho ainda entrou no lugar dele nessa partida, por isso que eu confundi.

  1. O Cerezo ainda cobrou o cafú… ” Você também devia ter vindo com a camisa Cafú”
    Cara fantástico, também sou fã do Cerezo, e o Hernanes o grande representante do torcedor Sãopaulino. Parabéns pelo premio.

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