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EXCLUSIVO Ticketmaster oferece mais R$ 75 mi ao São Paulo, além da proposta atual

EXCLUSIVO Ticketmaster oferece mais R$ 75 mi ao São Paulo, além da proposta atual

São Paulo e Ticketmaster alinham uma parceria que envolve a venda de ingressos para os jogos do clube, investimento na modernização do Museu atual do clube e gerência no ST; tudo sob a administração da possível futura nova parceira do Tricolor.

 

Vencendo seis concorrentes, a Tiqueteira global e com ações no mercado americano ofereceu R$ 140 milhões em até quarenta e cinco dias ao clube sob forma de adiantamento, que será retornado em prestações de até R$ 1,8 milhão ao mês e não mais que esse valor mensal. O caso já passou por aprovação pelo Conselho de Administração e depois passará por votação no Conselho Deliberativo.

 

Neste interim, a Ticketmaster, empresa do grupo Live Nation (o maior do mundo) ainda ofereceu um adiantamento de R$ 75 milhões em troca de administração das maquininhas de crédito e débito do Estádio do Morumbis (Social não incluso). Vale lembrar que esta oferta é paralela a que está em andamento de aprovação.

 

Resumindo: para administrar também as maquininhas do estádio, a Ticketmaster está disposta de adiantar ainda mais R$ 75 milhões ao clube, além dos R$ 140 milhões previstos e que ainda dependem de aprovação do Conselho Deliberativo.

 

Esse novo dinheiro não entra em quarenta e cinco dias pois é atrelado a uma nova proposta. Ela será apresentada ao próximo presidente do clube, que será votado em novembro deste ano e exercerá o cargo à partir de 2027.

 

Nos corredores do clube, as pessoas (situação e oposição) que viram todos os detalhes da proposta, tiveram a percepção que tecnicamente e comercialmente a Ticketmaster é a melhor empresa para o São Paulo, e estaria integrando as atividades de venda de ingresso, reforma do museu e ST em uma plataforma robusta e pertencente a Live Nation, atual parceira até 2031.

 

Opinião

Já dei minha opinião sobre o assunto mas vale reafirmar. Não tenho nenhum tipo de contato com a Ticketmaster além da experiência contínua de anos como usuário. Se ela repetir o trabalho feito há anos com eventos de shows em Vegas como o Cirque du Soleil, NFL, Baseball, basquete (nos EUA) e nos shows aqui no Brasil, o são-paulino terá uma experiência de compra muito melhor que a atual. Com taxa de administração de 8 a 10%, praticadas pelo mercado.

 

Ela é uma ferramenta muito mais robusta por possui parceria com várias adquirências. A adquirência é o conjunto de serviços financeiros que processa e conclui pagamentos feitos com cartões de crédito e débito. Na prática, se uma adquirência cai do sistema, o que é comum hoje na atual tiqueteira em jogos grandes – o usuário não consegue finalizar a compra – a Ticketmaster aciona outra adquirência e por aí vai.

 

Assim, a chance de “deu ruim” no checkout é muito, muito baixa.

 

Exemplo real: em setembro sairei de férias e vou ir a cinco shows nos EUA em dez dias. Todos eles comprados via Ticketmaster sem nenhuma tipo de transtorno ou problema de pagamento. Shows gigantes com procura alta e mesmo assim comprei tranquilamente através da sala virtual de espera no próprio site.

 

Como usuário, aprovo totalmente a mudança Total Acesso / Ticketmaster.

 

Novo show

A Live Nation anunciou um novo show no Morumbis. No dia 20 de fevereiro, o Foo Fighters se apresentará no estádio Tricolor, a princípio com um show apenas. A tiqueteira é… a Ticketmaster.

 

Por que só o Dorival
não enxerga isso?

 

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Morumbis: shows dão retorno financeiro e clube busca Pacaembu para 2027

Morumbis: shows dão retorno financeiro e clube busca Pacaembu para 2027

Todo torcedor consciente sabe que o propósito do São Paulo é o futebol, embora o seu templo sagrado seja palco de shows e eventos emblemáticos como o primeiro show do Queen e do Kiss ao Brasil, além da visita do Papa João paulo II ao país.

 

Porém, um estudo revelado pelo ge – e que já debatemos e informamos várias vezes no programa Semana Tricolor – mostra que, do ponto de vista financeiro, o acordo com a Live Nation rende mais que as bilheterias dos jogos no estádio Tricolor. Isso com plano de ST incluso na conta.

 

Segundo matéria publicada no ge, o acordo já rendeu quase R$ 100 milhões, ante R$ 11,4 milhões estimados em arrecadação nos jogos que o time deixou de fazer no Morumbis. Veja a matéria do ge e seus detalhes aqui. 

 

Outro dado interessante e importante nessa conta: desde o início da parceria, o São Paulo trocou completamente o gramado cinco vezes, mas a despesa – cerca de R$ 4 milhões – segundo o ge – é bancada pela Live Nation por contrato.

 

Mesmo com o lucro maior, o prejuízo esportivo é evidente em jogos como o diante do Athletico, assistido por cerca de seis mil pessoas em Bragança Paulista. Ninguém garante que num Morumbis lotado o time venceria os paranaenses, mas o clima hostil e o gigantismo ajudariam, sim. Ainda mais sabendo que o Majestoso do Brasileirão deste ano não será em nossos domínios.

 

Pacaembu: uma via!

Diante da questão financeira e esportiva, tive a informação de que o clube conversa com os detentores do Pacaembu para que ele seja palco não somente do São Paulo mas também de pelo menos um pool com outros cinco clubes para à partir de 2027.

 

Enquanto não se formaliza esse acordo – que ainda não é certo – o clube terá que cumprir o contrato (com adendos bem melhores que o primeiro) que prevê 36 megashows a serem realizados no Morumbi em, no máximo, seis anos. Uma média de seis eventos por temporada.

 

Naming Rights 

O São Paulo estuda o próximo contrato de Naming Rights com a própria Mondelez (BIS) e pelo menos mais três marcas para vigor à partir de 2027 e os show são trunfo do clube para valorizar novas e maiores cifras. Apurei que a BYD é uma concorrente considerável para o ano que vem. Veja mais nesta matéria.

 

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São Paulo trata Naming Rights do Morumbi com BYD e mais duas marcas

São Paulo trata Naming Rights do Morumbi com BYD e mais duas marcas

O Blog São Paulo Sempre havia comentado neste post de março, o ge apurou e sim, o São Paulo conversa com algumas empresas para substituir a Mondelez (BIS) no novo naming rights do estádio do Morumbi.

 

Uma delas, também antecipado pelo Blog, é a BYD, com recente penetração no mercado brasileiro de carros elétricos e conversas mais avançadas que os demais interessados. No caso da montadora chinesa, a ideia do “trocadilho” seria mantida como foi no caso da Mondelez, indo de Morumbis para MorumBYD.

 

O interesse se justifica. Atualmente a BYD ocupa a sétima posição no mercado brasileiro e o plano da montadora é crescer ainda mais no Brasil. Segundo projeções apresentadas no evento de inauguração do Vision Center, em São Paulo, a BYD trabalha com a meta de alcançar 250 mil carros vendidos por ano no Brasil, um salto considerável em relação ao volume atual.

 

Os números recentes são expressivos. Nos primeiros meses de 2026, a BYD registrou alta de cerca de 56% nas vendas em comparação com o mesmo período do ano passado, ritmo que já colocou a empresa entre as cinco marcas mais vendidas do país no acumulado do ano.

 

Estar em um grande player como o Morumbi e o São Paulo faria parte dos planos de maior visibilidade nacional da BYD. Um caso antigo mas muito bem sucedido foi a coreana LG, que entrou de vez no mercado brasileiro através de exposição no manto sagrado Tricolor, entre outras propriedades.

 

BYD não está sozinha

O ge confirmou que pelo menos mais duas empresas também mantém conversas com o Tricolor. As negociações com a Mondelez não estão encerradas, mas mas não há otimismo por parte do clube pela renovação.

 

O diretor de marketing do clube, André Marques, está à frente das negociações. O contrato do Tricolor com a Mondelez termina no final do ano.

 

Veja o post de março da BYD com o Tricolor.

 

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Pacaembu? Não para agora…

Pacaembu? Não para agora…

O presidente Harry Massis teve um encontro com os canais segmentados da mídia Tricolor há duas semana atrás. No bate-papo, o presidente respondeu perguntas diversas de todos os presentes e também discutiu assuntos ainda não conhecidos pelo torcedor.

 

Um assunto levantado é a intenção do São Paulo em contar com o Pacaembu para jogos enquanto o Morumbis estiver recebendo shows ou em reformas para melhorias do estádio.

 

A ideia ainda está em fase de estudos. Caso avance, o uso não seria imediato e dim para à partir do ano que vem por diversos motivos. Um deles é o piso sintético, que deverá ser trocado por grama natural.

 

Outro motivo se refere a concessão do estádio que hoje é privatizado. Não somente o São Paulo usaria o Pacaembu como também um “pool de clubes” paulistas.

 

Gosto muito da ideia, já que a Live Nation ficará com várias datas do Morumbi até o fim de 2031 e a multa é inviável de ser quebrada pelo Tricolor. Porém ainda há muito o que discutir.

 

Pacaembu? Sim, mas não para agora.

 

Harry Massis sob pressão fala tudo!

 

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Entenda o que está por trás do interesse da XP Investimentos no São Paulo

Entenda o que está por trás do interesse da XP Investimentos no São Paulo

O São Paulo e a XP Investimentos se reuniram no início desta semana para discutir uma possível parceria voltada ao controle da impagável dívida acumulada pelas últimas gestões, além da modernização do estádio do Morumbi, entre outros pontos.

 

Intermediada pelo conselheiro Marcelo Pepe, a reunião contou com a presença do presidente Harry Massis e de alguns representantes do São Paulo e da instituição financeira. Nela, a XP oficializou seu interesse e pontuou os principais aspectos de uma possível futura proposta, que prevê trinta anos de contrato.

 

Consultando o que foi publicado por sites como São Paulo Digital e o canal Papo em Três Cores, além de conversar com pessoas do clube e da XP Investimentos com quem mantenho contato e proximidade, o que me foi relatado (e confirmado) é que a XP pretende assumir, a curto prazo, boa parte da dívida tricolor, que hoje ultrapassa R$ 1 bilhão, além de investir no Morumbi para o centenário, modernizando-o de fato e não apenas com reformas superficiais. Um presente para o torcedor no Centenário do clube.

 

Além da contenção da dívida e da modernização definitiva do Morumbi, existe a possibilidade — eu disse possibilidade — de aportes no futebol profissional e também na base.

 

A contrapartida

A XP Investimentos cobraria do São Paulo entre 1% e 1,2% de juros ao mês ao longo de trinta anos de parceria, além de obter os Naming Rights do estádio e outras propriedades de mídia desde o eventual início até o término do contrato. Além disso, a XP alocaria profissionais para os setores de controladoria, governança e finanças do clube, atuando como uma espécie de co-gestora minoritária no acordo.

 

Opinião

A XP é uma gigante do mercado e superficialmente, a proposta seria tudo o que o São Paulo deseja neste momento: desafoga a dívida no curto prazo, não prevê SAF e não transforma o clube em um “sócio minoritário”. Porém, duvido muito que não existam sérios conflitos na atuação de profissionais do mercado financeiro ao lado de conselheiros e gestores que se elegem por política interna, e não necessariamente por competência.

 

Por isso, a necessidade de dois CNPJs — um para o social e outro para Futebol/Estádio/CT — se torna emergencial.

 

Outra coisa: também duvido que essa possível parceria não seja utilizada para fins políticos, já que em quatro meses teremos eleições para presidente e a já conhecida corrida por cadeiras vitalícias no Conselho Deliberativo. Serão quarenta indicações para apenas dez vagas abertas em um sistema que mantém o clube amarrado a poucas pessoas.

 

Nada será definido antes da posse do novo presidente, mas a boa notícia é que, enfim, uma intenção concreta foi sinalizada em reunião. Apesar das boas intenções iniciais, aconselho o torcedor a não se empolgar neste primeiro momento, já que tudo no São Paulo costuma ser tortuoso.

 

O foco neste ano deve ser torcer por um bom fim de temporada no futebol. Vale lembrar que iniciamos o mês de julho sem um diretor executivo. Já são dez dias sem um nome para liderar as contratações na próxima janela.

 

Por essas e outras, o ano promete ser difícil dentro das quatro linhas.

 

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