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Expulsão de Rogério Ceni espanta velha apatia da temporada passada

Em 2021, muitos torcedores, jornalistas e analistas percebiam que Rogério Ceni, nas coletivas pós-jogos, sempre estava com um semblante desanimado.

 

 

Após cumprir a missão de evitar o rebaixamento no Brasileirão passado, a saída do treinador parecia cada vez mais próxima depois do áudio vazado de Muricy a um amigo contando que, se não houvesse investimentos no time, ele e Rogério sairiam.

 

 

Ontem, em Bragança Paulista, Rogério foi expulso nos minutos finais do jogo, sendo a primeira expulsão do treinador dirigindo o São Paulo.

 

 

Rogério explicou o que aconteceu no momento da advertência:

“O que aconteceu foi que o Calleri saiu machucado, eu sei que não pode, pela regra, entrar por trás do gol, e eu estava gritando com o médico para levar ele pro lado do campo pra gente não ficar com um jogador a menos. É verdade que eu saí da área técnica para gritar com o médico para ele tentar escutar. Voltei pra área técnica, ele (árbitro) veio provocando, já querendo o enfrentamento para dar o cartão.”

 

“Fui até o delegado, pedi que gostaria de, no fim do jogo, justificar na súmula que quem provocou o cartão foi ele. No momento de o delegado falar, ele veio e me expulsou. Não ofendi, não xinguei, pode pegar o lance, eu saí da área técnica para gritar com o médico. O cara fez uma put* sacanagem. Eu não falei nada pra ele naquele momento. E agora o que vai acontecer? Eu fico suspenso e aquele cara vai trabalhar.”

 

 

Não entrarei no mérito se a expulsão foi correta ou não, o que mais me chamou atenção e o que considero mais positivo foi a indignação e o envolvimento contumaz com a partida que o Rogério demonstrou nessa situação. Isso prova que a postura do treinador, que no ano passado parecia apática, esse ano está diferente.

 

 

Talvez o Rogério do ano passado não esbravejaria a ponto de ser expulso de campo. É uma boa notícia para nós torcedores.

 

 

O São Paulo tem como próximo adversário o Jorge Wilstermann, na próxima quinta-feira, em Cochabamba, na Bolívia. Rogério estará na beira do gramado por ser jogo válido pela terceira rodada da Copa Sul-Americana.

 

 

Escrito por Giovanni Gdikian Abbatepaolo.

 

 

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Foto por Rubens Chiri.

 

Rogério Ceni demonstra a cada coletiva que é o cara certo

Dizer que mais uma coletiva pós-jogo do Rogério foi boa é chover no molhado. Nas redes sociais, a maior parte da torcida são-paulina sempre exalta a clareza e conexão com o clube que o treinador mostra nas entrevistas.

 

 

Não foi diferente na última quinta-feira. Rogério e Arboleda (o equatoriano por ter sido eleito o melhor jogador da partida) concederam respostas às perguntas dos repórteres após a vitória do São Paulo por 2 a 0.

 

 

Um ponto de destaque em uma das falas do técnico foi a forma como retrucou um jornalista ao ouvir o termo “reserva”, quando o repórter se referia ao status de Arboleda no elenco.

 

 

“Ele não é reserva. Ele é titular, é um grande jogador que pode jogar todos os jogos ou quando estiver cansado pode ficar de fora em algum jogo. Não use a palavra ‘reserva’ porque eu também nunca usei essa palavra, nem pra ele (Arboleda), nem pra ninguém. Ele foi titular hoje, pode ter certeza do que eu estou te falando.” – cortou Rogério.

 

 

Achei que Rogério foi bem em dizer que não existem onze titulares fixos. Ele deixa claro que o revezamento dos atletas continuará e tem ligação direta com o desgaste físico apresentado, devido a grande sequência de jogos, sem espaço de tempo para recuperação.

 

 

É importante que os jogadores que fiquem de fora em determinados jogos, entendam que o descanso e a não participação em todas as partidas é fundamental para a manutenção da regularidade no restante da temporada.

 

 

Como exemplo, Gabriel Neves, que na minha opinião pode ser útil para o desenrolar do ano, sequer foi relacionado contra o Everton-CHI, mas o jogador deve reconhecer que apesar de não estar presente, pertence ao grupo da mesma maneira que o badalado Calleri.

 

 

“Pode ter certeza que trocas acontecerão em cada jogo, não sei se em um número tão grande ou em um número menor, mas para suportar esses jogos nós vamos ter que, em algumas posições onde se desgasta muito, fazer trocas e por isso que eu repito, não existe titular ou reserva, existe um grupo de jogadores. Cada vez que você entra pra jogar, está entre os onze, vai ser o titular e é assim que eles têm que se sentir. Se o Arboleda quiser jogar todos os jogos a cada três dias, quando chegar no último jogo, sem dúvidas ele vai cair na parte física. É normal, natural pela exigência que hoje o futebol oferece.” – explicou.

 

 

A união entre comissão técnica e elenco é primordial para a colheita de bons frutos ao longo das competições. Na minha visão, esse é o ponto que o Rogério mais tenta implementar em seus comandados.

 

 

Por isso, coloco no título do texto que ele é o “cara certo” para recolocar o São Paulo entre os times de ponta do futebol brasileiro. Seu desenvolvimento cada vez melhor como treinador, aliado à sua identificação incomparável com o clube podem deixar o Tricolor mais forte.

 

 

Escrito por Giovanni Gdikian Abbatepaolo.

 

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Foto do texto por Maurício Rummens.