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O São Paulo nunca precisou tanto de sua base quanto precisará em 2021!

Dezesseis de julho de 2021: dezesseis anos de Cotia. As categorias de base do São Paulo Futebol Clube são a ‘salvação’ econômica do clube há pelo menos vinte anos mas neste ano específico de 2021 ela também deverá ser também a redenção técnica da instituição mais vencedora do país.

 

Em um ano atípico onde o clube optou por emendar as temporadas para voltar a conquistar um título, as sequelas físicas são claramente vistas neste momento. Os jogadores mais experientes e aqueles que vieram de países onde o calendário não é intenso como no Brasil sentiram o baque. Foram os casos de Eder e Miranda, vindos do confortável futebol chinês para o calendário mais louco do mundo.

 

Há também os atletas com conhecido histórico de lesões, como Benitez e Luciano e até a situação de Rigoni. O argentino chegou em fim de temporada na Europa para vestir a camisa titular, sem férias ou uma preparação inicial para a maratona de jogos na América do Sul. Também sentiu.

 

Sem seus jogadores mais experientes e sem recursos ‘ilimitados’ para contratações, a base será o pêndulo do ano. Jogadores como Galeano, Wellington, Talles e Marquinhos se juntaram aos ‘veteranos’ Liziero, Luan, Igor Gomes e Gabriel Sara para manter a intensidade desejada por Crespo e sua comissão técnica. Sorte do São Paulo em possuir esse recurso, mas não é ideal colocar o peso de uma temporada profissional nas costas dos recém chegados, apesar de estarem acostumados a decisões na base.

 

Na próxima terça, dia de decisão de uma vaga para as quartas de finais da Libertadores, poderemos ter em campo metade ou mais jogadores formados em Cotia. Para mim, essa situação é motivo de muito orgulho mas também muita preocupação: a classificação para a próxima fase do torneio internacional, bem como o futuro no ano, passará pelos pés e pelos cérebros dos nossos garotos.

 

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Por que Bruno Rodrigues sairá mas ainda poderá dar certo no São Paulo?

O atacante Bruno Rodrigues, emprestado ao São Paulo no início do ano, está de saída do clube. O jogador, que pertence ao Tombense, viajará para Portugal e acertará um novo compromisso de empréstimo com o Famalicão, time da primeira divisão do país.

 

Bruno, primeira contratação da era Júlio Casares, veio antes mesmo do técnico Crespo e, segundo o que eu apurei, não se adaptou ao esquema do treinador. Por este motivo, é um erro achar que o jogador não teve chances para mostrar futebol no período que esteve no clube. Treinando normalmente com o elenco, Bruno era o jogador que mais tinha dificuldade em executar as funções exigidas na formação e por isso em muitos jogos sequer ficava no banco.

 

Apesar da saída, Bruno Rodrigues pode dar certo no Tricolor. Por que? Porque o clube o liberou mas manteve a preferência de compra pelo mesmo valor do contrato firmado no início do ano, acreditando em uma evolução ou mesmo no uso em uma outra formação de jogo, no futuro. Enfim: o São Paulo acredita no jogador, mesmo não funcionando num primeiro momento.

 

Desejo boa sorte ao Bruno em sua nova jornada. Atuará na primeira divisão portuguesa, provavelmente em um esquema que já está acostumado e tem tudo para mostrar futebol. O São Paulo estará de olho.

 

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Alerta ligado: a meta deste segundo semestre é não cair para a série B!

Creio que não haja neste mundo um são-paulino sequer despreocupado com a situação do São Paulo no Campeonato Brasileiro. Sem vencer desde o início da competição, o clube amarga míseros cinco pontos em nove rodadas e encabeça a turma do Z4 no torneio de regularidade.

 

O alerta está ligado. É evidente que a confiança do elenco e da torcida despencou com a falta de resultados no Brasileirão. Afinal, é o pior início do Tricolor na era dos pontos corridos em um torneio que é cada vez mais parelho e disputado. Com alguns de seus principais jogadores abaixo fisicamente e tecnicamente, o clube tenta corrigir o rumo o mais rápido possível para evitar o efeito “areia movediça” da luta contra o rebaixamento.

 

Eu mudei meus planos para a segunda metade do ano. Se a principal meta do primeiro semestre era ganhar um título para resgatar a confiança do torcedor e de investidores no clube, neste segundo semestre a o objetivo é não ser rebaixado. Cair para a Série B significa muito mais que abalar o orgulho do torcedor que se gaba de nunca ter visto o seu time na segundona. Financeiramente o São Paulo receberia muito menos receita de TV, premiação, bilheteria, Sócio Torcedor e patrocinadores. Cruzeiro,  Vasco e Botafogo que o digam.

 

Portanto, o foco até dezembro deve ser é a manutenção do clube na série A.

 

Vejam bem: é evidente que torcerei para que o São Paulo avance o mais longe possível nos mata-matas que terá em vista. Porém, analisando a situação e perspectiva atual, se o São Paulo não cair de divisão e ainda melhorar sua situação financeira neste ano, fechará 2021 no lucro.

 

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Caixa apertado obriga São Paulo a viabilizar negócios como o de Rigoni

De fato, o São Paulo não se movimentará na janela do meio do ano com a mesma intensidade que se movimentou no início desta temporada. Com o caixa apertado, a tendência do clube é vender de um ou mais atletas do elenco e buscar oportunidades de mercado como a contratação de Rigoni.

 

Leia-se oportunidade de mercado negociações que não envolvam compra de direitos econômicos ou, no caso que originou a vinda do argentino do Elche, um acordo para pagamento apenas no ano de 2022. Para ter Rigoni, a diretoria do Tricolor conseguiu chegar a um acordo com o clube espanhol para começar o pagamento somente em janeiro de 2022. Até lá, o clube estima contar com as finanças mais restabelecidas.

 

Isso não quer dizer necessariamente que as portas do Tricolor estejam fechadas a reforços. O clube mantem uma busca incessante por atletas dentro da qualidade pretendida pela Comissão Técnica e da realidade do seu departamento financeiro. Claro; a venda de um ou mais jogadores de bom valor de mercado facilitariam a chegada de reforços e esse é o trabalho neste momento.

 

Após um início de ano até surpreendente, com muitas chegadas de atletas, o clube agora tem como meta diminuir sua folha salarial, sem perder a qualidade do elenco e, se possível, melhorando o plantel. Por uma questão de responsabilidade, procuro aqui não alimentar grandes esperanças de contratações aos leitores mas sei que o Tricolor não deixou de procurar oportunidades como a do bom ambidestro.

 

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Casares admite ‘efeito colateral’ do estadual e manda mensagem a torcida

O presidente Júlio Casares se manifestou sobre o mau momento do clube na temporada. Em seus canais no Twitter e Instagram o dirigente máximo do Tricolor reconheceu o esforço máximo no estadual e consequentemente o desgaste excessivo do elenco.

 

“Sabíamos que na reorganização financeira do clube e na maratona de jogos, enfrentaríamos vários momentos difíceis e o desgaste dos atletas. Foi um esforço concentrado na conquista de um título, após anos de angústia!” – escreveu ele para os torcedores do clube.

 

Júlio Casares também deu a receita para que o clube atravesse a má fase: “Apoio e foco no trabalho. Assim superaremos as adversidades.”. – disse ele nas suas redes.

 

O presidente do São Paulo também mandou uma mensagem subliminar a torcida ao publicar uma foto ao lado de Crespo, mostrando apoio ao técnico e sua comissão neste momento de instabilidade, afastando qualquer possibilidade de troca no cargo.

 

 

Acho muito importante essa manifestação. Não é somente nas boas horas que os dirigentes devem se comunicar com os torcedores. Também foi importante reconhecer que o Título Paulista poderia gerar um efeito colateral neste momento, como de fato gerou. Segundo Casares, as dificuldades eram previstas pela gestão.

 

Após o alívio da volta da conquista de um título após oito anos de estiagem, o São Paulo enfrenta o seu pior início de Campeonato Brasileiro na era dos pontos corridos. Com três pontos em seis jogos disputados, o clube está na zona de rebaixamento do campeonato, com 1/3 do primeiro turno praticamente completo.

 

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