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Conheça os atacantes “pós-Soteldo” que não fecharam com o São Paulo

O Tricolor tem até essa próxima sexta-feira para registrar o elenco que jogará o Paulista na Federação Paulista de Futebol. Com cinco reforços anunciados no fim de 2021 e no início do ano, o clube vê o seu elenco praticamente fechado e não deve contratar mais ninguém neste momento.

 

O Tricolor até tentou fechar com um atacante após as fracassadas negociações com Douglas Costa e Soteldo. Nomes como o atacante Sorriso e Deivid foram procurados nos últimos dias para fazerem parte do plantel de Rogério Ceni mas as negociações não avançaram devido a forte concorrência. O primeiro deverá acertar com o Red Bull Bragantino e o segundo já foi anunciado pelo Internacional e fará dupla de ataque com Yuri Alberto.

 

Recentemente o presidente Júlio Casares conversou com o jornalista Jorge Nicola e negou veementemente interesse pelo atacante argentino Ezequiel Barco, pertencente ao Atlanta United. Nomes como Diego Costa, Luís Henrique, Ocampo, Brian e Corozo, ventilados nas redes sociais, também foram descartados pelo presidente ao jornalista.

 

Rogério tem alternativas imediatas para compensar a falta do velocista pretendido. Ele poderá testar Marquinhos na equipe principal, usar garotos da base como Juan, Vitinho ou Caio para imprimir velocidade em algumas situações de jogo ou até mesmo compor uma equipe sem sua referência na área: o atacante Calleri. Se desejar, o técnico até poderá escalar o ataque com com Nikão na direita, Rigoni na esquerda e Luciano na sua tradicional função de buscar o jogo no meio e chegar na área.

 

Vale lembrar que Toró, com característica de jogo pelos lados, retornou de empréstimo junto ao Atlético-GO e não será aproveitado pelo treinador Tricolor. Asim como Pablo e Vítor Bueno, o jovem atacante está treinando separado, a procura de um novo clube.

 

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Além de elenco, o São Paulo precisa de competitividade

Para a temporada 2022, a diretoria do São Paulo vem fazendo a necessária reformulação no elenco. Um ponto positivo para quem, em 2021, errou feio ao contratar jogadores como William e Éder, dois veteranos que só consumiram dinheiro e não entregaram nada em campo.

 

Em contrapartida, acertadamente, a diretoria já se livrou de vários jogadores e anunciou as chegadas de Rafinha, Alisson, Jandrei e Patrick. Ainda poderão pintar no Morumbi Nikão e Soteldo, outros dois bons nomes.

 

Sem dúvida, considerando as dificuldades financeiras do clube, são nomes que, EM TESE, ou, como se diz no futebol, “no papel”, têm muito a acrescentar.

 

Repito, em tese, porque muito além do jardim do elenco, o grande problema do São Paulo nos últimos anos, salvo raras exceções, foram elencos indolentes, descomprometidos, indiferentes nas vitórias e nas derrotas, transformando o Tricolor em um clube que meramente entrava para participar dos torneios e não disputar títulos.

 

O grande desafio para a diretoria e comissão técnica é construir um time com vontade de vencer. São muitos os exemplos na história da bola de clubes que formaram esquadrões (não é o caso atual do SPFC), mas que, na prática, foram grandes fiascos.

 

O torcedor compreende que ganhar ou perder fazem parte do jogo, mas não aguenta mais lidar com o descaso diante de uma camisa com tanta história e tradição.

 

Se analisarmos friamente, o São Paulo conta em sua comissão técnica com dois nomes dentre os mais vencedores e competitivos em sua história: Muricy e Rogério Ceni.

 

Em tempo de mercado da bola cada vez mais reflexo do poderio financeiro, Muricy e Ceni representam os últimos dos moicanos no futebol brasileiro, que têm um amor incomensurável pelo seu clube de coração e, acima disso, obsessão pela vitória.

 

Se Muricy e Rogério Ceni não conseguirem arrancar deste elenco garra e vontade de vencer, a questão que ficará suspensa no ar é: quem conseguirá?

 

Sem exagero, a temporada 2022 é divisor para o São Paulo, clube que cambaleia nos últimos 10 anos e sofre com elencos indolentes, beirando a irresponsabilidade e provocando a ira da torcida.

 

Se com Muricy, Rogério Ceni e reformulação do elenco o São Paulo não mostrar a que veio nesta temporada, sem dúvida, a impressão que ficará é que todas as possibilidades estarão esgotadas e qualquer projeção para o futuro do clube será um grande ponto de interrogação cravado na bandeirinha do escanteio.

 

Ricardo Flaitt é jornalista, estudante de História e ex-colunista do Lance (blog Crônicas do Morumbi).

 

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Veja como Rafinha, Alisson e Patrick brigarão por vaga no time titular

Com a iminente chegada de Patrick, contratado por 500 mil euros (30% dos direitos) junto ao Internacional, o São Paulo vai desenhando um novo perfil para a temporada 2022.

 

Na minha opinião, todos os contratados disputarão posição, até mesmo o reserva Jandrei. O goleiro veio para suprir a vaga de Lucas Perri mas poderá ganhar a posição no decorrer do ano, dependendo dos treinamentos e da opção do treinador Rogério Ceni, um dos maiores especialistas do mundo na posição. Por enquanto, o titular é Volpi.

 

Rafinha será titular absoluto enquanto tiver físico e fôlego. O lateral não tem o mesmo vigor de anos atrás mas sua experiência ajudará muito em uma das posições mais falhas do clube nos últimos anos (diria décadas). Penso que o Tricolor irá dosá-lo para aproveitar o “melhor Rafinha” em toda a temporada. Deste modo, não há como negar que Igor Vinícius participará de algumas partidas em 2022, num revezamento que favoreça Rafinha na temporada.

 

Já o meia atacante Alisson não foi bem no Grêmio do ano passado (como todo o grupo gaúcho) mas tem uma característica que pode ser muito útil ao elenco Tricolor deste ano: a facilidade em atuar pelos dois lados e também pela faixa central do campo. Isso é comprovado no mapa de calor do jogador de 2021 mostrado pelo canal Tática Didática. Alisson evoluiu taticamente dos tempos de Renato Gaúcho, onde atuava somente pela direita, para a dinâmica de dois lados no ano passado. Não é um jogador que muda o patamar do São Paulo mas pode compor bem o elenco e se estiver bem fisicamente brigará pela titularidade no meio e no ataque. Vale ler o que o Paulo Turra, auxiliar de Felipão no Grêmio, disse sobre o jogador no GE.com.

 

Por último Patrick, atleta de malas prontas para o Morumbi. O jogador atuou em 32 dos 34 jogos do Inter, então o Tricolor está contratando um ateta acostumado a ser titular e com muito muito boa frequência de jogos. É um jogador de muita qualidade no toque do meio-campo ofensivo mas que chuta muito pouco a gol. Canhoto, Patrick trabalha pelo lado esquerdo e poderia ser útil em vários esquemas, desde o 3-5-2 no lugar de Reinaldo, 4-4-2 (a formação mais comum) ou até um 4-3-3, variando entre o meio e o lado esquerdo do ataque. Também não é um jogador que muda o patamar mas poderá ajudar muito o meio com a experiência de seus 29 anos e sua regularidade.

 

O “problema tático” de Patrick no Tricolor é que ele atua muitas vezes na mesma região de construção de campo de Gabriel Sara, também canhoto e que também trabalha no lado esquerdo. Não cravo a informação mas a iminente chegada do Colorado Patrick deve ser para o São Paulo se prevenir da próxima saída de sua jóia de Cotia, bem cotado no exterior.

 

Por enquanto, com Jandrei, Rafinha, Alisson e Patrick, o São Paulo ganha em experiência e amplitude tática em relação a 2021, mas ainda carece de um atacante rápido, um volante mais marcador e um zagueiro, valores confirmados pelo clube na busca de reforços.

 

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“É nosso!” Júlio Casares confirma Rafinha no São Paulo Futebol Clube

O preseidente Júlio Casares confirmou agora a pouco no canal Arnaldo e Tironi a contratação do lateral direito Rafinha. O jogador, de 36 anos, deixou o Grêmio após a temporada e se juntará ao elenco em janeiro.

 

Apesar de três anos mais velho que o Rafinha que atuou com propriedade no Flamengo, vejo o novo lateral melhor que os dois atuais do clube (Igor Vinícius e Orejuela) até com certa folga. Uma pena não ter vindo antes, quando saiu da Europa. Rafinha chegará ao São Paulo com um contrato de um ano (podendo se estender por mais, dependendo de sua performance) e um salário compatível com a realidade Tricolor, segundo o próprio presidente.

 

O presidente disse que ainda acredita em Orejuela, contratado no início do ano e que não deu retorno esportivo até então. “Acreditamos que ele poderá readquirir confiança e dar alegria ao torcedor.” – completou.

 

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Jandrei melhorará concorrência mas não deverá tomar o posto de Volpi

O goleiro Jandrei vem ao São Paulo para aumentar a concorrência no gol, atualmente ocupado por Tiago Volpi. É assim que pensam os diretores do clube, que qcertaram vínculo de dois anos com o reserva do Santos.

 

Com 28 anos, Jandrei iniciou no Internacional mas foi na Chapecoense que se destacou, a ponto de ser comprado pelo Genoa, da Italia. De volta ao Brasil, passou por Athletico-PR e chegou ao elenco santista após contusão de John.

 

Segundo o que eu apurei, os valores são muito menores em relação aos inflacionados 280 mil mensais, divulgados em alguns veículos. Jandrei virá com praticamente o mesmo salário que recebia no Santos, acrescidos de luvas, diluídas durante os dois anos de contrato.

 

É fato que o salário do novo goleiro será maior em relação ao de Lucas Perri, reserva imediato de Volpi e a caminho do Náutico. É também esperado que o ex-Santos traga mais concorrência a meta Tricolor que o Made In Cotia mas, na minha opinião, não a ponto de tomar a vaga do atual titular. Jandrei é um bom goleiro, porém dentro do patamar de Volpi e de muitos outros do futebol brasileiro. Tomara que eu esteja errado e com o tempo ele prove ser melhor mas essa é minha visão dos dois atuais goleiros do Tricolor.

 

Bem-vindo, Jandrei. Boa sorte na nova jornada!

 

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