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Reforço pós-pandemia?

O uruguaio Gonzalo Carneiro voltará a treinar pelo São Paulo. A decisão foi tomada pela diretoria do clube, amparada pelo técnico Fernando Diniz e seu departamento de futebol.

 

Contratado por influência de Diego Lugano, Carneiro chegou ao Tricolor em 2018 com uma pubalgia. O atacante demorou para se recuperar, participou de alguns jogos e não convenceu o torcedor até agora. Flagrado em exame antidoping por uso de cocaína no Paulistão do ano passado, ele foi punido com dois anos de suspensão, pena que foi reduzida recentemente para um ano. Seu contrato estava suspenso pelo clube mas, com a nova chance, ele será observado pelo técnico Tricolor.

 

Como disse na linha anterior, Carneiro ainda não fez nada que deixasse o torcedor otimista, tampouco é uma promessa, mas pode ser mais um na lista de recuperados de Fernando Diniz. Com formação em psicologia, Diniz foi um dos responsáveis pelo retorno do bom futebol de Pato e pelo encaixe de Tchê Tchê e Daniel Alves na equipe.

 

Com 24 anos, Carneiro se mostrou feliz pela redução da pena e liberação para jogos mas sabe que terá que provar valor em um período considerado curto, afinal seu contrato vencerá no dia 31 de março do ano que vem.

 

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CBF define: teremos estadual!

Os estaduais serão finalizados, mesmo sem data para recomeçar. Essa foi a decisão da CBF diante do impasse de calendário gerado pela pandemia do novo Coronavírus. Além desta decisão, o Brasileirão a princípio será estendido para todo o mês de dezembro, podendo até se alongar até o início do ano que vem.

 

Segundo o jornalista Robson Morelli, do Estado de São Paulo, seis datas separarão o Campeonato Paulista de seu campeão. Das seis datas, duas serão usadas para finalizar a fase de grupos e definir rebaixamento. Ainda segundo o jornalista, até hoje não foi cogitado por nenhum estado brasileiro a possibilidade do campeonato acabar sem rebaixados.

 

Independente de quando começarão os jogos (e isso deve ser uma decisão técnica, baseada na questão de saúde) penso que a finalização do torneio seja uma boa para o São Paulo. Mesmo tendo que começar a preparação praticamente do zero, o clube parou em alta e a tendência é que mantenha vantagem sobre a maioria dos seus oponentes por ter mantido o técnico e elenco. Em tese, a volta do Tricolor seria melhor que a volta de clubes que ainda não se encontraram desde o início do ano.

 

Os jogadores já iniciaram os treinamentos, cada um em sua respectiva casa. Agora a ordem é aguardar a autorização das entidades de saúde, que não devem abrir o jogo para antes de meados de junho, e esperar que a evolução apresentada nos últimos jogos se confirme a favor do Tricolor.

 

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Tricolor tem mais de R$ 40 mi a receber por negociações entre 2016 e 2019

O São Paulo ainda tem a receber pouco mais de R$ 40 milhões de reais com a negociação de alguns de seus atletas entre 2016 e 2019. É o que diz o Balanço Financeiro do clube, em matéria divulgada inicialmente pelo portal Lance!

 

Ao todo são cerca de R$ 43,273 milhões a receber por negociações entre 2016 e 2019. Muitos destes atletas não são lembrados pelo torcedor do São Paulo porque não tiveram oportunidade de vestir a camisa do clube no elenco profissional. Outros são bem conhecidos, como Lucas Pratto, Lucas Moura e Éder Militão, que hoje está no Real Madrid. Vejam eles e respectivas dívidas:

 

1) Lucas Pratto
O River Plate é o clube com maior dívida perante o Tricolor. Ele ainda deve R$ 18.116 milhões ao São Paulo pela compra do atacante em janeiro de 2018. Recentemente o Tricolor ganhou causa na FIFA para que o clube argentino pagasse prestações atrasadas da negociação.

 

2) Inácio
O lateral é pouco lembrado pelo torcedor mas o Porto ainda deve R$ 13.587 milhões ao São Paulo pela compra, em julho de 2016. É a dívida mais antiga entre todas as encontradas, e uma das mais substanciais.

 

3) Lucas Fernandes
O Portimonense, de Portugal, é um parceiro antigo do Tricolor e ainda deve R$ 4,529 milhões pela aquisição de Lucas Fernandes em agosto de 2019.

 

4) Éder Militão
Olha o Porto novamente! O clube português ainda deve R$ 3,462 milhões ao São Paulo pela compra de Éder Militão em julho de 2018. Militão já deixou Portugal e a dívida ainda não foi quitada nos cofres Tricolores.

 

5) Lucas Moura
O Tottenham-ING precisa acertar R$ 2,340 milhões com o São Paulo. A dívida se refere ao mecanismo de solidariedade da FIFA em decorrência da compra de Lucas Moura junto ao PSG, em janeiro de 2018.

 

6) Miguel Alcântara
Outro ilustre desconhecido da maioria dos torcedores pois não chegou a jogar no profissional do São Paulo. O Ascoli-ITA deve R$ 906 mil ao Tricolor por conta da compra do defensor, agora com vinte anos, em setembro de 2019.

 

7) Lucas Evangelista
O Nantes-FRA deve R$ 169 mil ao São Paulo, dinheiro vindo através do mecanismo de solidariedade da FIFA referente à compra do jogador junto à Udinese. Recentemente Lucas revelou vontade de retornar ao Tricolor num futuro próximo.

 

8) Thomaz
O Bolívar-BOL tem dívida de R$ 101 mil com o São Paulo pelo empréstimo do meia-atacante Thomaz em janeiro de 2019. Tomaz começou a carreira nas divisões de base do Tricolor, rodou por muitos clubes e foi comprado junto ao Jorge Wilstermann. Seu último clube foi a Inter de Limeira.

 

9) Bremer
O Torino-ITA deve R$ 63 mil ao São Paulo, clube formador, referentes ao mecanismos de solidariedade da Fifa, após comprar o zagueiro junto ao Atlético-MG, em julho de 2018. O zagueiro, que nasceu no interior da Bahia, começou nas categorias de base do São Paulo, foi para o Atlético-MG em 2017 e de lea foi negociado em 2018 com o clube italiano.

 

Além dos jogadores citados acima, o São Paulo a quantia referente a venda de Antony a receber neste ano, além de uma possível transferência do atacante Gustavo Maia ao Barcelona no mês que vem. O clube catalão pagou R$ 5 milhões ao Tricolor para ter a garantia de compra do atacante da base e precisará acertar mais cerca de R$ 20 milhões para ter Maia no seu elenco. Caso não pague, o São Paulo ficará com os R$ 5 milhões e permanecerá com os direitos econômicos do seu atleta de base.

 

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O que o São Paulo poderá fazer com cinco substituições por jogo em 2020?

Está definido: a CBF implementará a emenda de cinco substituições por partida em competições oficiais de 2020. A medida é temporária e, segundo a FIFA, visa o bem estar dos jogadores neste momento de pandemia.

 

A emenda foi aceita visando minimizar o impacto que a paralisação do futebol em todo mundo terá na preparação física dos jogadores. Mais substituições permitiriam uma melhor gestão deste desgaste, já que os atletas retornarão mais de dois meses sem preparação adequada para o alto rendimento.

 

A alteração na regra certamente mudará a estratégia nos jogos no mundo todo porque dará muito mais possibilidade aos treinadores a usar o repertório dos seus bancos de reservas. Fernando Diniz, por exemplo, poderá adotar com mais regularidade o jogo aéreo de Gonzalo Carneiro e Santiago Tréllez diante de uma defesa fechada no Brasileirão, utilizar velocistas como Toró, Rojas (se estiver recuperado) e até o jovem Galeano com mais frequência e pensar em reforçar sua linha defensiva de acordo com o andamento de uma partida. Indo além, o técnico Tricolor poderá mudar e reverter uma formação diversas vezes em noventa minutos, além de esfriar o jogo com as três janelas de substituição a que terá direito.

 

Digo mais: entrando no campo da imaginação, o São Paulo poderia contar com atletas consagrados só para jogar os minutos finais, inflamando a torcida no Morumbi. Imaginem, por exemplo, o clube contratar Luis Fabiano e/ou Dagoberto por produtividade apenas para atuar nos vinte ou quinze minutos finais de determinadas partidas, com pagamento por jogo ou por gols realizados… Idéia que beira o absurdo? Pode ser. Mas tenho convicção que se aceitassem tal condição excepcional, estes dois fariam mais gols que muitos atacantes que atualmente jogam na série A.

 

Esquecendo um pouco o devaneio acima, o fato é que a nova regra a ser implementada em todas as competições de 2020 fatalmente alterará o modo de atuação dos times em todo o planeta bola. Quem tiver o elenco mais qualificado e aproveitar melhor seus recursos, sairá em vantagem num campeonato de regularidade como o Brasileirão, por exemplo.

 

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Tendência é novo presidente herdar dívida próxima de 300 milhões em 2021

O São Paulo divulgou o balanço financeiro de 2019 em seu site oficial. O procedimento é padrão no clube e corresponde a todas as movimentações financeiras realizadas no período do ano passado. O balanço confirma o déficit milionário de R$ 156 milhões.

 

Razões não faltam para a grande dívida mas podemos facilmente enumerar as principais: alto gasto do clube com contratações (o balanço diz que foram investidos R$ 149 milhões no elenco) e a inclusão de dívidas trabalhistas antigas com ex-jogadores e empresas, como por exemplo o acordo com o ex-jogador Ricardinho (R$ 81 milhões de dívidas na conta final). A falta de conquistas em campo (títulos e boas colocações em torneios) diminuiu expressivamente a receita prevista e também contribuiu para o desequilíbrio na projeção Tricolor.

 

O resultado de 2019, aliado ao fraco cenário de todos os clubes em 2020 por conta da pandemia, causarão um cenário tenebroso para o próximo presidente, no início de 2021. Se a projeção de R$ 100 milhões de déficit em três meses de paralisação anunciada pelo diretor financeiro Elias Albarello ao jornalista Jorge Nicola se concretizar, o próximo mandatário do São Paulo iniciará a sua gestão com uma dívida beirando os R$ 300 milhões de reais. Ou mais.

 

Essa projeção só diminuiria em caso de venda de atletas e/ou títulos conquistados em 2020. Vale lembrar que em 2019 o São Paulo realizou poucas vendas de jogadores em comparação aos anos anteriores. O cenário também explica a ausência de contratações para 2020: até agora, tirando os já permanentes Thiago Volpi e Vitor Bueno, nenhum outro jogador foi contratado. Cavani? Nem passa pela diretoria neste momento a hipótese.

 

A corrida presidencial começa a se desenhar agora, portanto ainda é cedo para saber quem de fato será o presidente do clube em 2021. Porém, é claro e evidente que quem pegar a cadeira terá um longo e tortuoso trabalho pela frente: contas para pagar, patrocínios para renovar (já que boa parte deles finalizarão em dezembro) e uma torcida exigente para atender dentro e fora de campo.

 

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