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Bastidores evidenciam o outro lado do rodízio de Ceni

No já tradicional vídeo de bastidores pós-jogo na SPFCTV, que inclusive deveria ser postado em todos os jogos, não só em vitórias ou empates, Rogério expôs que o rodízio feito entre os atletas não envolve somente a parte física.

 

No último domingo, antes da partida contra o Cuiabá, o técnico concedeu uma rápida entrevista à Rede Globo, e falou sobre o revezamento de seus jogadores:

“Se você jogar sempre com os mesmos onze, você vai deixar vinte infelizes. Se você tiver a troca de jogadores, você sempre dá a possibilidade de alguém mostrar que pode ter mais minutos em campo. Então acho que se administra muito mais fácil, além de jogar com jogadores mais descansados.”

 

Eu considerava que o principal motivo pelo qual Rogério alternava bastante os jogadores nas três competições que disputamos, era equilibrar fisicamente os atletas e sempre dosar o desgaste.

 

Acredito que essa parte conte muito no rodízio de Ceni, porém, ele evidenciou algo que é pouco citado entre os torcedores e até mesmo na imprensa: a gestão de elenco.

 

Uma dos maiores desafios para o treinador é “ter os jogadores na mão”. No São Paulo, onde o goleiro-artilheiro não possui tanto respeito (frase que contém ironia), é mais confortável de trabalhar esse aspecto. Em outros clubes que teve passagem, leia-se Cruzeiro e Flamengo, Rogério parece ter tido dificuldade.

 

Portanto, é interessante saber que o rodízio tem dois lados: balancear o fôlego dos atletas e gerir suas oportunidades dentro das quatro linhas. Desafio que vem sendo bem feito por Rogério.

 

Imagem por Rubens Chiri/SPFC

 

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Projeto Mural Morumtri: Ideia maravilhosa que merece divulgação

Hoje o conteúdo não é sobre jogadores, comissão técnica, dirigentes ou mercado de transferências que está tão agitado no São Paulo Futebol Clube. Hoje o texto será sobre uma bela iniciativa tomada por torcedores, que, a longo prazo, trará vida ao bairro do Morumbi.

 

Dois artistas são-paulinos, Alan Kolesnik, conhecido como RZ, e Bruno Marchese estão colocando um projeto sensacional em prática. O Projeto Mural Morumtri, que no Twitter está sendo divulgado na #ProjetoMuralMorumtri, é uma ideia de deixar os entornos do Estádio Cícero Pompeu de Toledo ainda mais tricolor.

 

 

A atmosfera externa do Morumbi é tida por alguns como fria e sem menções ao clube dono do estádio. A inspiração veio da cidade de Rosário, que se divide entre muros amarelos e azuis; e vermelhos e pretos, fazendo alusão a, respectivamente, Rosário Central e Newell´s Old Boys, os times da cidade. A ideia é basicamente essa. Envelopar as ruas e avenidas que cercam o Sacrosssanto de vermelho, branco e preto.

 

O São Paulo e a torcida merecem isso. O Morumbi se tornará ainda mais são-paulino e sua atmosfera, em dias de jogos e dias sem jogos, será sentida por quem passar por lá.

 

Quem gostou da ideia e quer ajudar a ação, a chave Pix e o WhatsApp estão no post do Twitter acima.

 

Foto por Brunno Carvalho/UOL

 

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Novo contrato de Diego Costa vai além de sua recuperação técnica

Diego Costa é mais um jogador do elenco que prolonga seu contrato até o fim de 2024. O mesmo aconteceu com Luciano e pode ocorrer com Igor Gomes, nos próximos meses.

 

Porém, a renovação de contrato no São Paulo tem sido motivo de preocupação entre os torcedores. Sempre com a velha máxima: “Agora que renovou, não vai jogar mais nada.”

 

Acredito que isso é balela. Por mais que o atleta se sinta valorizado e este fato pode gerar acomodação, é preciso entendermos que a renovação, na maioria das vezes, é um prêmio pelos serviços já prestados e uma motivação para desafios futuros.

 

Campeão da Copinha em 2019, onde atuou como volante ao lado de Nestor, Diego chegou ao São Paulo com 15 anos e fez sua estreia no profissional pela última rodada do Brasileirão de 19, em um jogo contra o CSA.

 

Em 2020, após a vitória no Majestoso em um domingo de manhã, por 2 a 1, no Morumbi, eu disse que Diego era o melhor zagueiro que tínhamos no elenco, desbancando até o exaltado Arboleda. E, atualmente, tenho uma visão diferente, mas parecida.

 

Diego não conseguiu repetir o bom futebol de 2020 em 2021. Após algumas atuações ruins, alguns torcedores começaram a chamá-lo de “novo Lucão”. Desde que Rogério chegou, o zagueiro vem sendo escalado frequentemente e, hoje em dia, uma das poucas certezas do time titular é ele.

 

Vejo Diego como o principal zagueiro do time e com mais potencial de se tornar um grande jogador. Não sei se é melhor que os demais, e nem interessa. Interessa o desenvolvimento e o potencial que possui. Pode render frutos ao São Paulo. Esportivos e econômicos.

 

No título, digo que a renovação vai além de sua recuperação com a bola. Diego, como vemos nos bastidores da SPFCTV, é um cara de voz ativa, líder e comunicativo. Características raras e valiosas em jovens promovidos da base.

 

Escrito por Gigio Gdikian.

 

Imagem por Rubens Chiri/SPFC

 

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Contrato de Calleri evitou “efeito Cicinho”. Atacante será contratado!

“O Calleri será atleta do São Paulo. Temos um contrato muito claro. Ele não veio na primeira oportunidade, os valores estavam distantes. Ele veio na segunda oportunidade, ainda abrindo mão de uma grande parte do salário no ano de 2021.” – Foi assim que o presidente Júlio Casares definiu a situação do argentino, emprestado ao Tricolor até o final do ano, ao GE.com.

 

O contrato de empréstimo de Calleri obriga o o São Paulo a comprar os direitos do atacante após o cumprimento de uma meta considerada baixa e de fácil cumprimento: o argentino atuar por pelo menos 30% dos minutos possíveis pela equipe desde sua chegada, em agosto do ano passado.

 

A meta é propositalmente baixa mas é ótima para evitar situações como o retorno de Cicinho ao Tricolor, também por empréstimo junto a Roma, em 2010. Ídolo do clube, o lateral campeão mundial em 2005 decepcionou os torcedores em sua volta. Visivelmente fora de forma e jogando muito pouco, Cicinho depois revelou problemas com álcool, felizmente já superados.

 

Se Calleri, por exemplo, viesse, não jogasse nada, não ficasse em forma e não fizesse gols, o São Paulo teria a segurança de não precisar cumprir a compra pela cláusula inserida. Felizmente para o clube e seus torcedores, o atacante mostrou que não era um solitário “raio” em 2006. Realmente parece que nasceu para jogar no Tricolor.

 

O valor de US$ 3 milhões (cerca de R$ 15 milhões) é considerado baixo para um atacante deste nível. Se Calleri não fosse contratado pelo São Paulo, certamente teria propostas de diversos clubes brasileiros ou sul-americanos. Entre eles eu poderia cravar o Palmeiras, de grande elenco mas sem um atleta com essas características, ou Boca Juniors, clube em que Calleri iniciou a carreira.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Auxiliar expõe estratégia da vitória, minuciosamente trabalhada no CT

Foi muito interessante a entrevista coletiva de Charles Hembert, auxiliar de Rogério Ceni, após a vitória sobre o Santos na última segunda-feira, no Morumbi. O técnico Tricolor estava suspenso por ter sido expulso na partida anterior, o empate com o Red Bull Bragantino.

 

Hembert disse que teve uma experiência tranquila no comando da equipe e disse que foi a “ponte” entre o treinador e os atletas, que segundo ele executaram bem a estratégia proposta para a partida.

 

Porém, para mim o mais interessante foi a explicação dada pelo francês para competir e dificultar o jogo santista. Hembert falou com detalhes a tática alvinegra e como o São Paulo jogou para atrapalhar o plano do adversário, coisa que o técnico dificilmente explica (por motivos óbvios) em suas entrevistas.

 

“A gente já tinha estudado que eles jogavam com variação tática de 4-2-4, e na primeira rodada do Brasileirão, contra o Fluminense, com um losango no meio. E hoje estava assim, e tínhamos treinado. O losango é um sistema interessante, mas sem a bola quando não é muito trabalhado, repetido, ele oferece dificuldade nas viradas. Eles tinham jogado uma vez só, então sabíamos que eles não tinham o controle desse sistema. A gente tentou explorar ao máximo as viradas de jogo.” – explicou o auxiliar.

 

É a primeira vez na “Era Ceni” que a preparação tática é exposta desta maneira aos torcedores. Para quem não sabe, o Tricolor tem um setor de análise que trabalha somente os adversários. Estive no CT no sábado passado e pude conferir o setor, que é composto por dois analistas. Por motivo de segurança não acompanhamos o treino de perto, muito menos vimos o que os analistas estavam trabalhando nas telas dos computadores do setor.

 

Certamente o trabalho técnico dos analistas de adversário do CT da Barra Funda entregaram a Ceni e Hembert os dados táticos do adversário, que ajudaram o treinador a definir a estratégia para o clássico.

 

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