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Lucas Perri é destaque nos pênaltis e garante título estadual ao Náutico

Lucas Perri, goleiro de 24 anos que ainda pertence ao São Paulo, brilhou na final do Campeonato Pernambucano de 2022. O arqueiro está emprestado ao Náutico até o final deste ano e pode voltar ao Tricolor em 2023.

 

Ontem (30), o Náutico venceu o Retrô por 1 a 0 e encaminhou a decisão para os pênaltis, já que havia perdido a primeira partida pelo mesmo placar.

 

Além de praticar uma grande defesa no tempo normal, o grande momento de Perri foi nas penalidades. O goleiro defendeu as duas primeiras cobranças, sendo uma com a perna, e, de quebra, acertou todos os cantos dos batedores do Retrô.

 

Eliminado da Copa do Brasil, ao Náutico só resta disputar a Série B na temporada. Isso significa que Perri terá um campeonato inteiro para mostrar serviço e dependendo do desempenho, o São Paulo e a comissão técnica olharão de outra forma a situação.

 

Segundo a Gazeta Esportiva, atualmente o São Paulo paga 60% do salário de Perri, além dos direitos de imagem do jogador. Ele tem contrato com o clube até o final de 2023.

 

Vale lembrar que Perri chegou ao São Paulo em 2013, em negociação junto à Ponte Preta. Entretanto, a transferência não foi tão tranquila assim. Na época, o goleiro tinha 15 anos e a diretoria pontepretana alegou um possível aliciamento por parte do Tricolor. Em resposta à contratação, 20 clubes assinaram um manifesto com a intenção de excluir o São Paulo da próxima Copinha e das demais competições de base de 2014.

 

Considero Perri um goleiro que teve poucas chances efetivas, principalmente sequências, no profissional tricolor. Uma de suas características é a altura. Com 1,96m, ele é bem mais alto que Jandrei (1,86m) e Volpi (1,89m).

 

A rodagem e experiência adquirida no Náutico podem trazer esperanças ao torcedor são-paulino em uma posição tão instável nos últimos anos. Não o acho um craque do gol, mas pode evoluir a ponto de ajudar bastante o clube no ano que vem.

 

Afinal, é pra isso que servem os empréstimos: evolução e experiência.

 

Escrito por Gigio Gdikian.

 

Foto por Tiago Caldas/Clube Náutico Capibaribe.

 

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Inovação digital acentua entusiasmo pelo futebol

O mundo está assistindo a uma fase de digitalização, onde a revolução digital é evidente. Esse processo está mudando a forma como encaramos a vida, o mundo e até as atividades cotidianas. Nossa perspetiva sobre os esportes se inclui nesse âmbito. Venha compreender o que mudou na forma como visionamos e interagimos com o futebol.

 

Muitas perguntas podem ser feitas para comprovar que nossa forma de encarar o mundo dos esportes e do futebol mudou. Por exemplo: você já assistiu suas partidas preferidas em vídeo streaming? E já se lançou na aventura de jogar FIFA ou outro videogame sobre futebol? Já falou com jogadores ou times nas redes sociais ou comentou suas publicações online? Já assistiu às repetições das jogadas com os replays do vídeo-árbrito? Já apostou online, aproveitando as melhores apostas na Betsson?

 

Nós sabemos que a resposta a muitas dessas perguntas – ou pelo menos a algumas delas – será positiva. E sabemos isso porque todos nós já fizemos algo semelhante, aproveitando a dinâmica do mundo virtual e todas as suas potencialidades.

 

De fato, a evolução dos eletrônicos e dos meios digitais, assim como a integração dos recursos de Inteligência Artificial (IA) veio alterar nossa perceção dos esportes, permitindo que nos envolvêssemos de forma diferente com esse mercado, interagindo mais e melhor, ao mesmo tempo que experienciamos o futebol de uma forma mais intensa.

 

Compreenda o que mudou na nossa relação com o futebol devido à revolução tecnológica.

 

Brasil e o futebol: uma relação de muitos anos

 

Brasileirão, Copa Libertadores da América, Copa do Mundo… não importa qual é a competição: o Brasil sempre irá parar quando for para assistir às partidas de sua modalidade favorita.

 

Conhecido como “o país do futebol”, o Brasil se rendeu ao futebol muito antes do digital. Ainda assim, à medida que as novas ferramentas se tornavam mais comuns na rotina do Brasil, o envolvimento com a modalidade se tornou mais estreito, ao permitir que os torcedores tenham maior acesso às dinâmicas do que sucede dentro e fora da quadra, a todo o momento.

 

Por existir um maior conhecimento, maior interação e maior intensidade na partilha, o estreitamento das relações com o futebol geraram também outras tendências no país, incluindo no que respeita às apostas esportivas digitais.

 

Torcedores de futebol e o digital

 

Apostar em futebol foi uma das consequências da digitalização dos processos relacionados com os esportes… e se justifica facilmente com as formas como as próprias apostas evoluíram e como o conhecimento sobre as partidas aumentou.

 

Além de haver um maior acesso ao que vai sucedendo nos times, já que estes postam muita informação interna nas suas redes e sites oficiais, muitos sites também começaram a trabalhar com fóruns de torcedores e prognósticos que ajudam a estabelecer uma melhor perspetiva sobre a modalidade.

 

Além disso, as plataformas de streaming vieram permitir que os apostadores pudessem assistir aos jogos e apostar em Live, o que aumenta suas chances de vitória enquanto apostadores esportivos.

 

Assim, podemos concluir que o digital é hoje uma parte importante da forma como os brasileiros acompanham times como o São Paulo, interagindo e acompanhando cada momento.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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São Paulo pós-Telê é fenômeno semelhante ao Flamengo Pós-JJ de hoje

Quem acompanha o futebol brasileiro percebe a atual grande exigência da torcida do Flamengo em cima dos técnicos que sucederam Jorge Jesus, em 2020. Dono de uma temporada inesquecível, o português é lembrado a cada mau resultado de seus sucessores, seja pela imprensa esportiva, seja em meio a vaias no Maracanã.

 

O fenômeno é muito parecido com o que ocorreu no São Paulo dos anos noventa, após a saída de Telê Santana. Entre 1990 e 1995 o Mestre conquistou a Libertadores e o Mundo por duas vezes, além dos títulos Brasileiro de 1991, entre outros feitos. Em janeiro de 1996, após sofrer uma isquemia cerebral, Telê teve que abandonar o futebol e, de lá para cá, apenas um treinador passou de 100 jogos no comando do Tricolor: Muricy Ramalho, em sua terceira passagem pelo clube. Para se ter uma ideia ainda mais real do que vive atualmente o são-paulino, quem chegou mais perto de Muricy foi Fernando Diniz, com 74 partidas sob o comando do clube e muita rejeição pela torcida.

 

O fato é que, tirando Muricy, discípulo de Telê, e Paulo Autuori por ter vencido o Mundial de 2005, a torcida não encontrou em nenhum outro treinador uma identidade real com o clube. Momento semelhante ao do Flamengo dos dias de hoje, que não viu em Domenec Torrrent, Rogério Ceni e agora em Renato Gaúcho a continuidade do legado entregue por Jorge Jesus.

 

Passagens marcantes aumentam réguas de qualidade entre torcedores e isso deveria ser positivo, mas o grau de ansiedade do torcedor e dos dirigentes, no geral ainda amadores no futebol brasileiro, muitas vezes atrapalham o que poderia ser um sinal de evolução institucional.

 

É muito difícil manter a régua alta, principalmente no anêmico futebol brasileiro. Se eu fosse passar um conselho para torcedores rubro-negros, pediria críticas com muito critério e curtiria muito o momento recente. Já vivemos isso antes e pretendo voltar a passar por essa boa situação novamente.

 

Perrone vídeos:
“Polêmica inútil no caso Telê x Jorge Jesus” 
Assista: https://s.kw.ai/p/KB8adpZz

 

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Live com Dudu Beberibe: “se recebesse uma proposta, eu iria até de graça”!

 

Na Live, que teve também a participação do torcedor Raphael Castello, Dudu falou sobre sua trajetória e estilo de jogo. “Passei a maior parte do tempo jogando no futebol amador” – disse ele, antes de peregrinar por clubes do Nordeste até ganhar a derradeira oportunidade no 4 de Julho. “Jogava pelos extremos mas por ter grande poder de finalização, fui deslocado para o comando de ataque” – disse, sentindo-se a vontade na posição de matador.

 

Quando soube que iria jogar contra o São Paulo no sorteio da Copa do Brasil, Dudu estava se recuperando de uma lesão e iria fazer um exame. “Entrei no carro e meu diretor estava apreensivo com a revelação do forte adversário. Eu, pelo contrário, estava muito feliz de poder realizar meu sonho de infância” – disse ele.

 

Sobre a partida, Dudu Beberibe escolheu o jogador do São Paulo que mais o impressionou. “O Rigoni arrebentou. Foi o atleta que mais me chamou a atenção. Joga solto e bate muito bem na bola.” – comentou. Sobre as declarações pós-jogo de Pablo, Dudu foi até surpreendente. Ele disse que não faria o que alguns atletas do 4 de Julho fizeram, se levando na onda do Twitter do clube. Mesmo assim ele enfatizou a partida histórica, com o Tricolor jogando sério os 90 minutos e o 4 de Julho não apelando para a violência, mesmo com a goleada desenhada.

 

Por fim, Dudu foi direto ao responder se viria para o São Paulo caso fosse convidado com um contrato de produtividade. “Se um dia o São Paulo chegar a fazer uma proposta pra mim, um convite, eu iria até de graça. Quem ama o São Paulo, a gente sabe como é que funciona a paixão, a gente sabe como funciona o amor. Imagine com contrato, com salário todo mês, com produtividade. A gente que ama sabe o que corre nas nossas veias” – disse ele.

 

A live foi muito bacana, pena que após ter travado, não pude gravar a maioria do tempo, ficando apenas a parte final no meu IGTV. Personagens como Dudu Beberibe são essenciais no futebol brasileiro, mantendo a chama raíz do nosso futebol. E, olha, não seria loucura uma oportunidade. Garanto que o atleta de 28 anos não faria feio e comeria até grama para fazer parte do elenco, ainda que na reserva dos medalhões do clube.

 

O atacante do 4 de Julho ficou emocionado com a montagem da torcida e mostrou ter muita fé para conquistar seus objetivos. Fica aqui meu grande abraço a este guerreiro, que é a cara deste gigante Brasil.

 

 

Assista uma parte da entrevista no meu IGTV.

 

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Cartolouco: o reforço do 4 de julho contra São Paulo é legal ou forçado?

O 4 de Julho, adversário do São Paulo pela Copa do Brasil, anunciou um ‘reforço’ nesta segunda-feira, em seu Twitter: o jornalista e humorista Lucas Strabko, mais conhecido como “Cartolouco”.

 

Na verdade trata-se de uma ação de marketing, já que o tal reforço não pode ser inscrito na competição. O “Gavião Colorado”, como o 4 de Julho é conhecido no Piauí, terá Lucas como produtor de conteúdo e chamariz digital para que o clube piauiense aumente seu engajamento e fãs nas redes sociais.

 

 

Recentemente o “Cartolouco” esteve no Resende e até foi inscrito no Campeonato Carioca, provocando polêmica entre jogadores e jornalistas. Como entretenimento e produção de conteúdo, acho válida a iniciativa. Agora, como atleta, a discussão sobre a necessidade de um amador entre profissionais do futebol é necessária.

 

Achei bem interessante e válida a ação do 4 de Julho. Gerou comentários e engajamento e só por isso o ‘reforço’ já deve ter valido o investimento. Ah, e não é nenhum “afronte” contra o São Paulo e sim uma oportunidade. Porém, como profissional de comunicação, penso que o 4 de Julho precisa tomar cuidado para não se aproximar daquilo que o clube pernambucano, famoso “pior clube de futebol do mundo” faz em suas redes sociais. O twitter do Íbis, declaradamente humorístico, com estratégia e conteúdo muito bem produzidos, está entre os meus preferidos perfis de humor do Twitter pelo pioneirismo, na época que “estagiário” nas redes de clubes ainda era uma maneira inédita e divertida de se referir a ‘loucuras’ permissíveis na comunicação esportiva.

 

Desta maneira, aí vem a pergunta: como o 4 de Julho, clube da série D do Campeonato Brasileiro, vai querer ser percebido no futebol? Como um clube profissional ou um clube de humor?

 

Não existe resposta certa. Existe objetivo e estratégia.

 

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