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Cilinho, nosso primeiro mestre!

Otacílio Pires de Camargo, o Cilinho, faleceu nesta quinta-feira, em Campinas . O ex-treinador foi o maior responsável pela geração apelidada de “Menudos do Morumbi” e descobriu Müller, Silas e Sidney, entre outros jogadores.

 

Cilinho foi uma da minhas maiores referências no futebol. Além dele teve meu pai, que me ensinou a são-paulinidade, e Telê Santana. Foi um treinador que visava o futebol ofensivo, alegre e com o objetivo de dominar o adversário até chegar o gol. Era um gênio no assunto.

 

Os “Menudos” ganharam muito mais que um Paulistão, em 1985. Eles encantaram uma geração inteira de são-paulinos e brasileiros. Gente que acredita até hoje no futebol ofensivo, muito caracterizado pela Seleção de 1982. Sem Cilinho, o Tricolor foi campeão brasileiro  de 86 com Pepe no comando, mas ainda com muito DNA do primeiro mestre do Tricolor. Cilinho ainda retornaria em 87 para vencer mais um estadual, em cima do Corinthians.

 

Vá em paz, Cilinho. Nosso primeiro mestre!

 

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Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Daniel, meia do São Paulo, faleceu neste domingo. Força aos familiares!

A P2 Assessoria confirmou na noite deste domingo o falecimento do meia Daniel, emprestado ao São Bento de Sorocaba e ainda com contrato vigente com o São Paulo Futebol Clube. Segundo a assessoria, o atleta teve o corpo reconhecido pela mãe no Instituto Médico Legal (IML) em Curitiba, Paraná.

 

Daniel Corrêa Freitas, 24 anos, nasceu em Juiz de Fora, Minas Gerais. Após passagem pelas divisões de base do Cruzeiro, o jovem se destacou no Botafogo RJ. Veio ao São Paulo e conviveu com contusões. Possui passagens pela Seleção Brasileira sub-17 e jogava a série B pelo São Bento.

 

Ainda não temos detalhes sobre as causas do falecimento. Em breve atualizamos o post. Todos os sentimentos a família do jogador. Que todos mantenham a calma e a paz de espírito neste difícil momento.

 

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Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Um título indigesto!

A notícia saiu no site Transfermarkt e foi publicada também pelo jornalista e blogueiro Jonathan Silva, do diário Lance: o São Paulo Futebol Clube superou o Santos FC e se tornou o clube brasileiro que mais lucrou com negociações no século XXI. Na América do Sul o Tricolor só perde do River Plate.

 

Segundo o Transfermarkt, o River Plate faturou 387,81 milhões de euros com a venda de 379 atletas, seguido do São Paulo, com 321,62 milhões de euros com a venda de 563 atletas. O terceiro colocado na América do Sul é o Boca Juniors, com 308,98 milhões de euros e 500 jogadores vendidos no século. A Argentina é a maior “mina de ouro” de jovens talentos atualmente, superando o Brasil.

 

O “título” não tem nada de bom para a coletividade Tricolor: o clube lucrou, lucrou e lucrou mas não levou nada de grande relevância nos últimos dez anos. Apenas uma Sul-Americana separa um dos maiores jejuns de títulos da história do clube, comparável a época da construção do Morumbi e aos anos de “vacas magras” do meio da década de 90. Além da recente seca de conquistas, o Tricolor vive uma das suas piores fases econômicas e políticas, afundado em dívidas e convivendo com brigas internas, gestões confusas e contratações duvidosas.

 

Vai levar tempo para que toda essa tormenta acabe, mas ela um dia acabará. O clube precisa urgentemente sanear suas dívidas, modernizar seus processos, apaziguar as disputas políticas e principalmente, conquistar um título dentro de campo para que este processo não seja ainda mais doloroso. É por isso que, apesar de descrente de todo esse cenário político atual no clube (e a gestão Leco, que fique claro), me agarro na esperança que Raí e Ricardo Rocha tem bagagem o suficiente para melhorar a pasta do futebol.

 

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Obrigado, Waldir!

O fim de semana acabou de forma triste para o futebol mundial. Faleceu na tarde deste domingo aos 66 anos de idade Waldir Peres, ídolo do São Paulo e da Seleção Brasileira. Com 617 partidas pelo Tricolor, o goleiro foi titular da melhor seleção brasileira que vi jogar. A de 1982.

 

Waldir marcou duas passagens na minha vida. A primeira delas foi o meu primeiro jogo no Morumbi, nos ombros de meu pai, no início doas anos 80. Com pouco menos de 10 anos de idade, fiquei fascinado pelo único ‘careca de cinza’ em campo num time mágico formado por Oscar, Dario Pereyra, Renato, Serginho e Zé Sergio. Mesmo com tanto craque em campo, naquele dia escolhi meu primeiro ídolo ao ver Waldir debaixo das traves. Minha primeira referência no São Paulo.

 

A outra passagem é recente. No dia 28 de abril deste ano tive a honra de mediar um evento esportivo onde o tema era justamente a magia dos goleiros no futebol. Waldir era o personagem principal do evento e solicitamente respondeu todas as perguntas dos presentes no Shopping Plaza Sul (SP), na maioria torcedores do Tricolor do Morumbi. Me lembro dos bastidores deste evento, quando Waldir me contou que sua ex-mulher tinha jogado fora seus troféus Bola de Prata numa briga conjugal. Rimos da situação e brindamos com café antes do início do evento.

 

Curiosamente a primeira camisa de goleiro deste ano é de uma tonalidade muito parecida a eternizada por Waldir ao longo de sua carreira no São Paulo e na seleção. Seria muito bonito ver Renan usando-a nesta segunda-feira com o nome do ídolo Tricolor nas costas. Num São Paulo cercado por lendas do gol como Poy, Zetti e Rogério Ceni, ter Waldir como ídolo é motivo de muito orgulho para mim e para todos que como eu compareciam no frio cimento das arquibancadas para vê-lo em ação.

 

Obrigado, Waldir!

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Mea culpa: eu acreditei em Wellington Nem no São Paulo Futebol Clube!

Mea culpa (em português, mea-culpa) no Wikipédia significa uma frase latina que, em português, pode ser traduzida como “minha culpa”, ou “minha falha”. Consiste num pedido de perdão ou num reconhecimento da própria culpa.

 

Tenho que fazer uma mea culpa no caso de Wellington Nem, jogador que pedi, acreditei e banquei no São Paulo Futebol Clube através de textos no blog e também conversas com profissionais do mercado e do Tricolor.

 

O Wellington Nem que queria ver no Tricolor era aquele garoto que nasceu nas categorias de base do Fluminense, foi cogitado para a seleção olímpica de 2012, estourou no Figueirense de Jorginho e foi muiticampeão em 2012 no time de Fred, Conca e Muricy Ramalho. O Wellington Nem que eu queria era o campeão da Taça Guanabara, Campeonato Carioca e Campeonato Brasileiro de 2012, com assistências que “fizeram a fama” de Fred no Tricolor Carioca. Queria o Wellington Nem campeão pelo Shakhtar Donetsk em 2013/2014.

 

Infelizmente não deu certo. O atacante, com contratação aprovada por 99% da torcida, animou na pré-temporada, chegando a ser chamado por Rogério Ceni de ponto de desequilíbrio no time. As lesões musculares o atrapalharam muito; a gente vê um atleta sem o arranque de outrora, além da falta de confiança que também assola o elenco neste momento.

 

Peço desculpas. O Wellington Nem que eu imaginava que seria o maior assistente dos centroavantes do clube, tal qual foi no Figueirense, Fluminense e no seu primeiro ano no Shakhtar não existe mais. A experiência necessária para um Tricolor com falta de títulos deu lugar a falta de explosão, antiga marca registrada do atacante. Hoje não vemos nem sobra do garoto que prometia muito não só para os clubes como também para a seleção brasileira.

 

Seu lugar deve ser passado para Marcinho, Lucas Fernandes ou até Léo Natel ou Brenner. Infelizmente não consigo mais ver Wellington nem em campo, a não ser que ocorra um verdadeiro milagre do futebol.

 

Mil desculpas, amigos. Errei!

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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