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Tricolor está prestes a perder atleta com mais títulos da ‘era Cotia’

O atacante Fabinho, não deverá permanecer no São Paulo.

 

Com vinte anos (seis no clube) e 12 títulos conquistados, ele é o maior vencedor do CFA de Cotia desde a fundação em 2005. Com contrato prestes a se encerrar em 30 de junho, Fabinho recusou todas as propostas de renovação feitas pelo Tricolor. O clube, inclusive, dá a saída como certa e já se resguardou com a preferência de cobrir qualquer oferta em caso de proposta de clube brasileiro.

 

O curioso é que em fevereiro do ano passado, Fabinho não cansou de elogiar o clube em entrevista ao Globoesporte.com do Vale do Paraíba. “É a melhor base do Brasil, posso te dizer. Me tratam muito bem. Tudo o que eu preciso o São Paulo ajuda. Só tenho que me preocupar mesmo em jogar futebol.” – disse ele na matéria.

 

Segundo matéria do Lance! o São Paulo nunca chegou aos valores pedidos pelos empresários de Fabinho, os mesmos de Antony. A ideia dos empresários era uma renovação nos mesmos moldes de Antony quando subiu para o profissional mas o São Paulo não vê os dois atletas no mesmo patamar. Ainda segundo o Lance! o Tricolor também não cedeu um percentual dos direitos econômicos ao atleta, que dificultou ainda mais a renovação.

 

Segundo o Portal “Calcio Mercato” o Anderlecht, da Bélgica, tem proposta encaminhada para o jogador. Como Fabinho tem menos de 21 anos, o São Paulo terá direito a uma indenização proporcional ao período que ele passou no clube, que pode chegar a 90 mil euros por ano a serem pagos pelo clube que o contratar.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Lille: Luiz Araújo concorre com Hazard por gol mais bonito do século 21

O Lille abriu uma votação no seu Twitter oficial para que os torcedores decidam o gol do século 21 do clube fancês na Ligue 1. A disputa, que começou com 64 gols, chegou às semifinais nesta segunda-feira e um ex-são paulino está na disputa. Elas são:

 

Loic Rémy (com gol marcado contra o Bordeaux em 2018-19) x Hazard (com gol marcado contra o Olympique em 2010-11)

Eden Hazard (com gol marcado contra o Saint-Étienne em 2011-12) x Luiz Araújo (com gol marcado contra o Nice em 2019-20)

 

 

A votação está aberta no Twitter acima e Luiz Araújo concorre com um golaço em partida válida pela 8ª rodada da temporada de 2019-20, diante do Nice. Em um mortal contra-ataque, Luiz recebeu a bola próximo ao meio-campo, carregou e acertou um lindo chute colocado para deixar tudo igual no placar da partida diante os donos da casa.

 

O São Paulino pode votar e ajudar o seu “Made In Cotia” a conquistar esse mérito. Basta ir ao perfil oficial do Twitter do Lille e seguir as instruções. Recentemente Luiz Araújo foi sondado por clubes brasileiros, em especial o Atlético MG mas, ao que tudo indica, deve permanecer no futebol europeu.

 

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Tricolor tem mais de R$ 40 mi a receber por negociações entre 2016 e 2019

O São Paulo ainda tem a receber pouco mais de R$ 40 milhões de reais com a negociação de alguns de seus atletas entre 2016 e 2019. É o que diz o Balanço Financeiro do clube, em matéria divulgada inicialmente pelo portal Lance!

 

Ao todo são cerca de R$ 43,273 milhões a receber por negociações entre 2016 e 2019. Muitos destes atletas não são lembrados pelo torcedor do São Paulo porque não tiveram oportunidade de vestir a camisa do clube no elenco profissional. Outros são bem conhecidos, como Lucas Pratto, Lucas Moura e Éder Militão, que hoje está no Real Madrid. Vejam eles e respectivas dívidas:

 

1) Lucas Pratto
O River Plate é o clube com maior dívida perante o Tricolor. Ele ainda deve R$ 18.116 milhões ao São Paulo pela compra do atacante em janeiro de 2018. Recentemente o Tricolor ganhou causa na FIFA para que o clube argentino pagasse prestações atrasadas da negociação.

 

2) Inácio
O lateral é pouco lembrado pelo torcedor mas o Porto ainda deve R$ 13.587 milhões ao São Paulo pela compra, em julho de 2016. É a dívida mais antiga entre todas as encontradas, e uma das mais substanciais.

 

3) Lucas Fernandes
O Portimonense, de Portugal, é um parceiro antigo do Tricolor e ainda deve R$ 4,529 milhões pela aquisição de Lucas Fernandes em agosto de 2019.

 

4) Éder Militão
Olha o Porto novamente! O clube português ainda deve R$ 3,462 milhões ao São Paulo pela compra de Éder Militão em julho de 2018. Militão já deixou Portugal e a dívida ainda não foi quitada nos cofres Tricolores.

 

5) Lucas Moura
O Tottenham-ING precisa acertar R$ 2,340 milhões com o São Paulo. A dívida se refere ao mecanismo de solidariedade da FIFA em decorrência da compra de Lucas Moura junto ao PSG, em janeiro de 2018.

 

6) Miguel Alcântara
Outro ilustre desconhecido da maioria dos torcedores pois não chegou a jogar no profissional do São Paulo. O Ascoli-ITA deve R$ 906 mil ao Tricolor por conta da compra do defensor, agora com vinte anos, em setembro de 2019.

 

7) Lucas Evangelista
O Nantes-FRA deve R$ 169 mil ao São Paulo, dinheiro vindo através do mecanismo de solidariedade da FIFA referente à compra do jogador junto à Udinese. Recentemente Lucas revelou vontade de retornar ao Tricolor num futuro próximo.

 

8) Thomaz
O Bolívar-BOL tem dívida de R$ 101 mil com o São Paulo pelo empréstimo do meia-atacante Thomaz em janeiro de 2019. Tomaz começou a carreira nas divisões de base do Tricolor, rodou por muitos clubes e foi comprado junto ao Jorge Wilstermann. Seu último clube foi a Inter de Limeira.

 

9) Bremer
O Torino-ITA deve R$ 63 mil ao São Paulo, clube formador, referentes ao mecanismos de solidariedade da Fifa, após comprar o zagueiro junto ao Atlético-MG, em julho de 2018. O zagueiro, que nasceu no interior da Bahia, começou nas categorias de base do São Paulo, foi para o Atlético-MG em 2017 e de lea foi negociado em 2018 com o clube italiano.

 

Além dos jogadores citados acima, o São Paulo a quantia referente a venda de Antony a receber neste ano, além de uma possível transferência do atacante Gustavo Maia ao Barcelona no mês que vem. O clube catalão pagou R$ 5 milhões ao Tricolor para ter a garantia de compra do atacante da base e precisará acertar mais cerca de R$ 20 milhões para ter Maia no seu elenco. Caso não pague, o São Paulo ficará com os R$ 5 milhões e permanecerá com os direitos econômicos do seu atleta de base.

 

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Projeto Kaká: como o Tricolor planejou um menino de 15 anos para o mundo!

Kaká, um dos jogadores mais importantes do Brasil e o último brasileiro a conquistar a Bola de Ouro da FIFA (2007), completou 38 anos nesta última quarta-feira. Para homenagear o craque, reproduzo partes de uma matéria feita em 1997 pelo Estado de São Paulo, quando ele ainda tinha 15 anos de idade. Ela mostra como o São Paulo o preparou para o estrelato.

 

Desde menino, Kaká já chamava atenção na base pela sua qualidade rara de jogo. Segundo Pita, treinador do infantil da época e outro ídolo do clube, o garoto era o mais técnico do clube naquele período. “Nenhum outro aqui dentro antevê o jogo como ele e seu toque de bola lembra muito o de Careca” – disse na época.

 

Ver matéria original do Estado de São Paulo:

Porém, foi preciso uma minuciosa estratégia para revelar Kaká, que não aguentava o tranco dos vigorosos zagueiros da sua categoria. A primeira solução foi dar condições físicas para que o garoto desenvolvesse um físico mais adequado as exigências do futebol. A equipe formada pelo fisiologista Turíbio Leite de Barros, o fisioterapeuta Ricardo Sassaki, os preparadores Moraci Sant’Anna, Altair Ramos e Nino (juvenis) e a nutricionista Patricia Bertolucci cuidaram da programação de Kaká, um trabalho meticuloso que envolveu infra-estrutura de ponta da época.

 

A outra solução foi dada por Pita, treinador de Kaká quando ainda era “Cacá”: colocá-lo durante as partidas da base para que não entrasse em colisão com os zagueiros dispostos a parar as suas jogadas. Segundo Pita, o fato do jogador se franzino o ajudou a aprimorar ainda mais a técnica e visão de jogo. “O fato de ser menor que os outros o obriga a tocar a bola de primeira, a ser mais técnico e evitar o choque com os adversários” – disse ele ao Estadão.

 

Turíbio não queria dar carga excessiva a Kaká e deu um exemplo bem conhecido para a matéria: “O Raí, que começou muito cedo com exercícios de musculação, ficou praticamente travado e só mais tarde é que deslanchou” – disse ele. Raí naquela época experimentava a idolatria no PSG, da França. A metodologia foi desenvolver primeiramente o limiar aeróbico do garoto, com exercícios de resistência.

 

O trabalho todo foi supervisionado por Bosco e Simone, pais de Kaká. “Tenho certeza que meu filho ganhará corpo de jogador de futebol com o tempo e esse trabalho desenvolvido pela comissão técnica” – disse Bosco na época.

 

O resto é a história que todos nós sabemos. Além da idolatria no São Paulo (clube que retornou antes de encerrar a carreira nos EUA), Milan, Real e seleção brasileira, Em 2008 e em 2010, Kaká foi eleito uma das personalidades mais influentes do ano no mundo pela Time 100. Uma importante honraria de uma das mais importantes revistas mundiais.

 

Parabéns, Kaká. Menino de ouro e ontem, de hoje e sempre!

 

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A ‘invisível’ e necessária melhoria na gestão futebol do São Paulo

Uma das evoluções do São Paulo em relação a outros anos foi o modo como o clube trabalhou para adquirir os direitos econômicos de seu elenco. Segundo matéria do Marcelo Hazan, do Globoesporte.com, atualmente o clube possui 100% dos direitos sobre dezenove atletas. Mais da metade do seu elenco.

 

Pode parecer pouco mas a ação, “invisível” para muito torcedor, mostra que de uns anos para cá o futebol do clube vem de fato se organizando. Hoje há proteção de patrimônio, como há tempos não acontecia. Um trabalho que começou com o ex-diretor de futebol Gustavo Vieira de Oliveira em 2016 (gestão Aidar) e se aprimora até os dias de hoje, com Raí e Gustavo Pássaro na gestão do setor. As mudanças passaram pela aproximação de Cotia com a Barra Funda, forma de captação de atletas e até mudança de remuneração da base. Vale conferir uma matéria da época das implementações.

 

Me lembro quando eu, entre outros gestores de portais de torcida, fomos convidados ao CT para um bate papo com o Gustavo Vieira de Oliveira, na época da contratação do argentino Bauza para comandar o Tricolor. Entre outros assuntos, o sobrinho do Raí revelou essa iniciativa a todos os presentes. Hoje vejo que o trabalho não saiu do prumo e os frutos começam a dar resultado: apesar da crise financeira e salvo a saída de Antony, o clube consegue segurar o seu elenco e até reforçar-se de 2019 para cá.

 

Claro, este post não é e não pode ser um ‘ode’ a gestão atual do São Paulo. Até porque para nós, torcedores, o que vale é título e desde 2012 nenhum caneco chegou ao elenco profissional. Porém, do mesmo modo que entendo que para conseguir glórias dentro de campo é preciso uma equipe com DNA com posse de bola e objetivo, fora do gramado penso que é preciso ter uma linha de trabalho que, salvo erros de contratação (ainda não consideráveis), esteja alinhado com Cotia, preserve um elenco forte, estável e difícil de ser negociado a preço de banana por agentes, empresários e até pelos próprio dirigentes.

 

Talvez seja essa a melhoria comentada por Lugano em entrevista ao Portal UOL, comentada aqui no blog neste texto. Uma melhoria ‘invisível” aos olhos de muitos torcedores, porém eficiente se aplicada com procedimentos e perseverança.

 

Em 2021 mudaremos de presidente. O próximo precisa chegar com energia e novas ideias para o clube, mas é necessário ele entender que essa filosofia de gestão do futebol, independente das pessoas que lá estão atualmente, deve ser mantida e melhorada.

 

Com bons e incessantes processos fora e dentro de campo, os frutos virão.

 

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