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Tricolor e Galo: iguais em números, diferentes na hora do “vamos ver”!

São Paulo e Atlético se enfrentarão nesta próxima quinta-feira, no Mineirão. Em números, os dois clubes apresentam um curioso equilíbrio na história dos confrontos e artilharia. Porém, na história decisiva entre as duas equipes, há uma significativa diferença.

 

A igualdade nos números dos confrontos é evidente: nos 64 jogos entre os dois clubes no torneio, 22 vitórias do Galo, 23 vitórias do Tricolor e 19 empates. As duas maiores goleadas foram parecidas: 5×2 para o Galo no Morumbi em 69 e 5×0 para o Tricolor no Independência em 2004. Os dois maiores carrascos também tem números iguais: Lucas Pratto marcou 4 gols contra o São Paulo, o mesmo número de Luis Fabiano diante do Atlético.

 

Apesar de se equiparem nos números, há um grande detalhe que os difere: a hora do “vamos ver”. No confronto que decidiu campeonato, deu São Paulo. Os dois disputaram diretamente a final do Campeonato Brasileiro de 1977 no Mineirão. O invicto Galo era melhor time e favorito mas quem levou o caneco  foi o Tricolor, com grande atuação de Waldir Peres na disputa de pênaltis. Houve também decisão em 1971 com o Galo campeão e o Tricolor vice mas não foi uma disputa direta. Era um triangular final, com vitória dos mineiros. Já nos confrontos da Libertadores, uma classificação para cada lado, provando mais uma vez a extrema igualdade.

 

Taticamente, o confronto desta quinta será o mais interessante da rodada. O duelo de estilos corajosos de Sampaoli e Fernando Diniz prenderá a atenção dos torcedores mais detalhistas. Para ganhar, o São Paulo terá que jogar muito contra o adversário e um tabu: o Galo não perde para o Tricolor desde 1991, embora muitos anos o clube mineiro tenha adotado única e exclusivamente o Independência.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Três detalhes fundamentais na vitória do São Paulo no clássico de domingo

A euforia da vitória do São Paulo sobre o Corinthians com um gol quase no ‘apagar das luzes’ do Morumbi quase escondeu três detalhes importantes aos olhos do torcedor. Vamos a eles:

 

1 – O contexto da vitória
Esta foi uma das poucas vitórias do São Paulo contando com um time no papel inferior ao adversário. Explico: a espinha dorsal do Corinthians tem os protagonistas Cássio, Fágner, Gil e Jô mais experientes e consagrados que os respectivos jogadores do São Paulo nestas posições. Apesar de, no papel o rival ter mais nome, na história isso não é regra para o sucesso. Em Majestosos, geralmente o alvinegro costuma se dar bem em confrontos quando possui um time teoricamente inferior no papel. Desta vez, a garra foi Tricolor que prevaleceu, e não a corinthiana.

 

2 – A base resolveu
Numa partida com um horário esdrúxulo, principalmente para um clássico, era certo que as duas equipes usariam muito o banco de reservas no segundo tempo. No caso do São Paulo, a base foi usada e desta vez correspondeu decisivamente num clássico: Luan, Igor Gomes, Toró e Brenner entraram e os dois últimos participaram ativamente do gol da vitória. Concordo com a teoria do jornalista Gabriel Fuh que diz que a base serve mais para revelar jogadores para compor elenco que foras de série. Neste caso, Cotia atendeu perfeitamente a necessidade do Tricolor.

 

3 – Os nomes do jogo
Já foi falado na opinião do jogo, mas vale ressaltar: Diego Costa com sua partida de personalidade, Hernanes com seu tiro raio, Toró com a linda assistência, Brenner com a estrela do gol tradicional contra os alvinegros e, principalmente, Fernando Diniz pela coragem de mudar a equipe e de rever alguns de seus conceitos fundamentais, atributo essencial para a sua formação como técnico. Se clássicos são decididos em detalhes, estes foram os detalhes em carne e osso do Tricolor.

 

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Veja imagens e detalhes do novo ônibus do São Paulo Futebol Clube:

O ônibus temático do São Paulo Futebol Clube já saiu do papel. Com design escolhido pela maioria da torcida são-paulina em enquete realizada pelo clube, o busão lembra Telê Santana e as conquistas do início da década de noventa.

 

 

Os dois veículos temáticos guiarão a delegação profissional masculina do clube e também a delegação profissional feminina. Seus detalhes de época são bonitos e a frase icônica do Mestre Telê acima da janela do motorista é um dos detalhes que mais gostei.

 

Um torcedor deu uma ótima ideia: miniaturas do Busão para vender nas lojas licenciadas. Será que o marketing do clube se preparou para isso? Espero que sim e eu seria um dos compradores.

 

O que você achou do novo busão Tricolor?

 

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OPINIÃO Vasco 2×1 São Paulo

Segundo jogo, resultado justo e primeira derrota no Campeonato Brasileiro. Com um futebol quadrado e repleto de erros, o São Paulo mais uma vez mostra limitações coletivas e individuais e sai de São Januário sem pontuar no torneio.

 

O Tricolor até jogou bem no primeiro tempo, com marcação alta e alguns bons arremates, mas na segunda etapa os erros defensivos fizeram o nome de Germán Cano. O artilheiro vascaíno mais uma vez fez a diferença na vitória do clube carioca em cima dos erros crônicos defensivos da equipe de Fernando Diniz e coloca mais uma vez em cheque o jogo cheio de posse mas sem nenhuma eficiência do time.

 

A falta de efetividade e os erros defensivos são uma tônica desta equipe e eu credito isso a execução dos jogadores e também ao trabalho falho do técnico. A responsabilidade não pode ser separada. Elenco e treinador são culpados pelos erros em São Januário e em muitas outras situações do ano. No caso de São Januário, o cara que resolve os jogos do Vasco simplesmente não pode jogar como se tivesse diante de um time semi amador.

 

Como resolver esse futebol quadrado? Sinceramente não sei pois, apesar de termos o maior vencedor do mundo, o elenco tem semblante de derrotado. A certeza é uma: é preciso cobrar o técnico e o elenco por uma melhor execução de jogo. Isso é muito pouco para o que o São Paulo é e tem. Outra coisa ridícula? Não teremos explicações dos jogadores no pós jogo pois estão chateados com o resultado.  Garanto que a torcida está muito mais puta da vida que eles.

 

Dá para ver que, sem a atmosfera de torcida, os estádios não farão diferença neste campeonato. Como o São Paulo não tem alma competitiva, não vai se aproveitar disso e assará a própria batata na temporada.

 

Nota dos personagens em campo:

Thiago Volpi – Belíssima defesa no primeiro tempo. Sem culpa nos gols Nota: 7,0

JuanFran – Sofreu mas ganhou o duelo contra Talles. Teria boa avaliação se não fosse o erro de posicionamento no escanteio do primeiro gol. Não foi produtivo em quase nenhum momento do ataque. Nota: 4,0

Bruno Alves – Assim como todo o sistema defensivo, sofreu em campo. Nota: 5,0

Arboleda – Perdeu de Talles no primeiro tempo e esteve perdido nos dois gols vascaínos. Nota: 4,0

Reinaldo – Marrento, responsável direto pelo primeiro gol, não ajudou no ataque e estava fora de posição no segundo gol vascaíno. Precisou chutar duas vezes para marcar o gol. Nota: 4,0

Tchê Tchê – Não concordo com sua posição mais fixa. É jogador de área a área. Nota: 5,0

Liziero – Melhor que na partida contra o Fortaleza, mas ainda pouco. Nota: 5,5

Dani Alves – Corre, se esforça mas o entorno não ajuda. Nota: 6,0

Igor Gomes – O pior em campo. Estamos jogando com dez! Nota: 3,5

Paulinho Boia – Melhor que no primeiro jogo mas errou no segundo gol vascaíno. Assim como Antony na direita, não gosto de jogador leve atuando com o pé trocado. O São Paulo não amplia o campo. Nota: 5,0

Pablo – Se esforçou mas a bola chegou pouco nele. Nota: 5,0

 

Gabriel Sara, Igor Vinícius e Gonzalo Sem nota.

 

Fernando Diniz – É preciso dividir a responsabilidade desse São Paulo quadrado e pouco inspirado no ataque entre ele e seu elenco. Apenas uma constatação: o treinador é a ponta mais frágil da corda. Adivinha quem vai rodar e o time continuar jogando essa bolinha? Nota: 4,5

 

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Casares X Natel: o que esperar do futuro presidente do São Paulo?

Enfim, os torcedores do São Paulo conheceram os dois adversários que concorrerão a presidência do clube. De um lado, Julio Casares e do outro Roberto Natel. Afinal, o que podemos esperar do futuro do Tricolor na batuta de um desses dois conselheiros?

 

De um lado Julio Casares, conselheiro sempre muito bem votado, foi diretor de marketing por mais de uma gestão e por diversos anos e atualmente é membro do Conselho de Administração, núcleo que discute estratégia e gestão durante o governo Leco.

 

Do outro lado Roberto Natel, conselheiro, vice presidente atual de Leco e também membro do Conselho de Administração da gestão do atual presidente, vem de uma família tradicional do clube, cujo um membro (Laudo Natel), foi o grande responsável pela viabilização da construção do Morumbi. Ele é sobrinho de Laudo Natel.

 

Os dois candidatos, bem mais jovens que os dois últimos (Leco e Pimenta), nunca disputaram a presidência do São Paulo mas há anos participam da vida política e administrativa do clube. Apesar de Casares e Natel serem peças da atual gestão, por meio do Conselho de Administração, ambos pregam a reconstrução do clube e é este ponto importante deste texto.

 

Para reconstruir de fato o São Paulo, o vencedor obrigatoriamente terá que bater de frente com o sistema que o elegerá. Isso é, deverá ter a coragem de enfrentar o establishment para levar o São Paulo ao patamar que o clube pertence pela história que tem. O São Paulo não pode mais ser um feudo governado por 240 pessoas e os sócios que a elegem. O clube social até pode ser gerido assim. O futebol, acompanhado por mais de quinze milhões de torcedores, não.

 

Não será tarefa fácil. O São Paulo hoje é um pequeno Congresso Nacional, com todos os vícios que Brasília tem: conselheiros vitalícios que oferecem cargos para que outros conselheiros ‘mudem de lado’, conselheiros que oferecem benesses como quitação de mensalidades e vagas de estacionamento em troca de votos, sócios que oferecem títulos a bons jogadores da várzea para que atuem no campeonato do clube, com direito a voto em conselheiros, entre outras sujeiras.

 

O futuro presidente do clube precisará ter em seu plano de governo a transformação da gestão atual para uma gestão transparente, profissional e aberta, com compliance e governança definidos para que a instituição esteja apta a ter capital aberto a investidores e ações disponíveis na bolsa.

 

Tudo que o São Paulo precisa baterá de frente com o atual sistema.

 

Casares ou Natel, ao se candidatarem, propõem essa mudança. Terão capacidade para conseguir? Não sei, mas o vencedor precisará ter muita coragem e pulso para tentar. A instituição São Paulo, como a história nos conta, é vencedora mas somente um clube transparente e bem gerido terá reputação e credibilidade no mercado para novos vôos. Este é o avanço que, tenho certeza, 99 entre 100 torcedores deseja para o clube.

 

Que o novo presidente saiba que governará sob essa forte cobrança de transformação. Transformação essa que fora prometida e não cumprida em seus pontos principais por Leco. Em breve faremos a exposição dos planos de gestão dos dois candidatos e entrevistas para que o torcedor conheça melhor a ideia de cada um.

 

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