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O recado de Dani Alves: “elogios ou críticas são o que mais distraem nessa vida”

Dani Alves publicou mensagem em seu Instagram pessoal, antes da partida de quarta. Em tom de recado, o camisa dez explica como trabalhou para chegar até o patamar que chegou e pede crença no trabalho.

 

“Não existe fórmula mágica, ou você trabalha duro, ou você não vai conseguir chegar a nenhum lugar. Acreditem nisso. O final só tem sentido sentido se você se esforçou na caminhada. Se fosse fácil todos teriam conseguido e a vida seria um mar de rosas. Conheço todo esse processo de distração, mas meu ego está morto de fome.” – disse ele em seu Instagram.

 

O processo de distração a que se refere Dani Alves são as críticas (ou até os elogios) que passam na trajetória do trabalho. O jogador fala em autoconhecimento para controle das emoções e ao final convoca mais uma vez seus seguidores.

 

“Elogios e críticas são o que mais distraem nessa vida, por isso, você precisa do seu autoconhecimento…. se não, você será muito frágil e nessa existência não tem espaço pra eles. Lembre-se: O SEU LIVRO SÓ TEM SENTIDO SE ELE FOR ESCRITO POR VOCÊ MESMO!! Lets boraaaa ou lets ficamos?” – Finalizou.

 

A fase de Dani Alves é terrível. Mais uma vez o jogador foi mal em uma partida de mata-mata e teve participação direta em pelo menos um dos gols do Lanús. Apesar disso ele parece mostrar-se entendedor da situação, com a confiança transmitida através das redes sociais.

 

O torcedor está carente (com razão) por títulos e eles devem passar necessariamente pela transmissão de confiança dos atletas mais veteranos aos mais jovens do grupo. Deus queira que Dani Alves esteja certo na sua super auto-confiança.

 

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Jogar bem? Telê Santana seria taxado de louco nos dias de hoje!

“Eu tenho dito desde que dirijo futebol que não basta vencer, tem que jogar bem. E às vezes até não ganhando mas jogando bem me satisfaz e às vezes jogando mal e ganhando não me satisfaz…”

 

A frase acima foi dita em uma coletiva no CT da Barra Funda no início dos anos noventa, quando Telê Santana ainda treinava o São Paulo. O que hoje virou uma bonita lembrança do mestre, hoje seria um baita motivo para uma fritura em óleo escaldante.

 

Eram outros tempos mas tenho certeza absoluta que Telê não resistiria ao cargo se falasse em futebol bem jogado para o público de hoje em dia. Ainda mais depois de um amargo vice campeonato brasileiro, perdido para o rival Corinthians em pleno Morumbi no ano de sua chegada ao Tricolor.

 

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Lembra alguém? 🤔

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Fica aqui a lembrança daquele que não se curvou as suas convicções, mesmo com muita gente contra. No dia 12 de outubro de 1990, Telê iniciou a sua maior trajetória no comando de um clube de futebol. São trinta anos de boas lembranças.

 

Ouça o meu novo podcast:

 

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Estes são os atuais responsáveis pelas glórias e fracassos do São Paulo FC

Estes são todos os conselheiros do São Paulo FC, retirados do site oficial do clube:

 

ADALBERTO GARCIA PENA, ADEMIR JOSÉ SCARPIN, ADHEMAR FALLEIROS FILHO, ADILSON ALVES MARTINS, ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO, AFFONSO COVELLO NETTO, AFFONSO RENATO MEIRA, AGNALDO GARDIN, AGOSTINHO ANDRADE DOS SANTOS, ALBERTO ABUSSAMRA BUGARIB, ALBERTO CARLOS FERREIRA, ALBERTO DE JESUS BELLIZIA, ALVARO DO VALE PEREIRA, AMÉRICO AKIO KUSUKE, ANTONIO CLAUDIO MARIZ DE OLIVEIRA, ANTONIO DE OLIVEIRA REGO, ANTONIO DE PÁDUA CARVALHO JUNIOR, ANTONIO DE SÁ, ANTONIO DONIZETI GONÇALVES, ANTONIO FERREIRA DE ANDRADE, ANTONIO GARCIA NETO, ANTONIO JOSÉ BAPTISTA FERREIRA, ANTONIO LUIZ BELARDO, ANTONIO MARCOS GODOI MARINHEIRO, ANTONIO PERALTA, ARISMAR ALVES RUEDA MION, ARLINDO PEDRO ROSCHEL, ARMANDO LUIZ DE SÁ, ARMANDO SOUZA PINHEIRO, ARTHUR PALAIA RODRIGUES, ARTUR ELISEU DA SILVA, AUGUSTO TAISHIN HIGA, BENEDITO DE SOUZA, BENEDITO RUY BARBOSA, CARLOS ALBERTO DE MELLO CABOCLO, CARLOS ALBERTO PEREIRA, CARLOS AUGUSTO DE BARROS E SILVA, CARLOS BELMONTE SOBRINHO, CARLOS EDUARDO DE ANDRADE, CARLOS EDUARDO MONTEIRO TEIXEIRA, CARLOS FERNANDO REINA, CARLOS HENRIQUE SADI, CARLOS KHERLAKIAN, CARLOS MINORU TAKAGI, CARLOS VANDERLI MACHADO, CLOVIS GOMES BOTELHO, DANILO DECOUSSAU, DAURIO SPERANZINI JUNIOR, DAVI MONTEIRO LISBOA, DENIS ORMROD, DEUSDETE RODRIGUES FILHO, DOMINGOS ANTONIO D’ANGELO JUNIOR, DORIVAL JOSE DECOUSSAU, DOUGLAS ELEUTERIO SCHWARTZMANN, DOUGLAS VALVERDE, EDSON FRANCISCO LAPOLLA, EDUARDO ALFANO VIEIRA, EDUARDO CARLOS GOMES ZUANELLA, EDUARDO TEIXEIRA BARROS, EROVAN TADEU DA SILVA CARMO, EURICO KAZUAKI KIHARA, FERNANDO BRACALLE AMBROGI, FERNANDO FERNANDES GARBINI, FERNANDO JOSÉ P. CASAL DE REY, FRANCESCO MORETTO JUNIOR, FRANCISCO CAIUBY VIDIGAL, GABRIEL AIDAR ABOUCHAR, GERALDO SALVI, GIACOMO ALBANESE, GILBERTO CIANCI, GUILHERME SANCHEZ FERREIRA, HARRY MASSIS JUNIOR, HEITOR PENTEADO DE MELLO PEIXOTO, HÉLIO CURADO DE TOLEDO CESAR, HOMERO BELLINTANI FILHO, ITAGIBA ALFREDO FRANCEZ JUNIOR, IVAN GAMBA NATEL, IVES GANDRA DA SILVA MARTINS, JACI MANOEL OLIVEIRA, JAIME FRANCO, JOANDRE ANTONIO FERRAZ, JOÃO ADEMAR LOPES, JOÃO ALVES VEIGA, JOÃO FARAH, JOÃO HERCÍLIO B. DE PAULA EDUARDO, JOÃO PAULO DE JESUS LOPES, JOAQUIM JOSÉ LACERDA RIBEIRO, JOERCY LURDES BUCCIERI NARDI, JORGE DOS SANTOS AFONSO, JORGE MAGALHÃES, JOSÉ ACRAS, JOSÉ ALBERTO RODRIGUES DOS SANTOS, JOSÉ ALCANTARA FILHO, JOSÉ ALEXANDRE MEDICIS DA SILVEIRA, JOSÉ APARECIDO DE SOUZA, JOSÉ AUGUSTO BASTOS NETO, JOSÉ AUGUSTO DE OLIVEIRA MELO, JOSÉ BARATA PEREIRA, JOSÉ CARLOS FERREIRA ALVES, JOSÉ CARLOS MENDES FERNANDES, JOSÉ DOUGLAS DALLORA, JOSÉ EDUARDO ARANHA, JOSÉ EDUARDO MESQUITA PIMENTA, JOSÉ INNOCÊNCIO SANTOS OLIVEIRA, JOSÉ JACOBSON NETO, JOSÉ MAURICIO P. SCHWARTZMANN, JOSÉ MIGUEL DE ANDRADE, JOSÉ MIGUEL JORGE, JOSÉ MOREIRA, JOSÉ REIS JULY, JOSÉ ROBERTO CANASSA, JOSÉ ROBERTO OPICE BLUM, JOSÉ SORRENTINO DIAS DA SILVA, JOSÉ WILLY LUCIANO GIACONI, JULIO CÉSAR CASARES, JULIO MARTINS DE MORAES, KALEF JOÃO FRANCISCO NETO, KALIL ROCHA ABDALLA, KAORU ISHIDA, KAZUHIRO YANO, KENKICHI RICARDO ATOJI, LAERT ALVES NATEL, LEONARDO CUSCHNIR, LEONARDO SERAFIM DOS ANJOS, LEONIDAS FIGUEIREDO, LUCIO ASTOLFO NOVAES ARAÚJO, LUIS GERALDO SANT’ANA LANFREDI, LUIZ ANTONIO MORAES BARRETO, LUIZ CARLOS CANASSA, LUIZ CHOLFE, LUIZ VICENTE PRADO FREIRE JUNIOR, MANOEL LAURO DE PONTES, MANUEL JOSÉ MENDES MOREIRA, MANUEL PERALTA NOVO, MARCELA COSTA DE OLIVEIRA GATTI, MARCELLO BENEDICTO DE SOUZA JUNIOR, MARCELLO MARTINES, MARCELO ABRANCHES PUPO BARBOZA, MARCELO MARCUCCI PORTUGAL GOUVÊA, MARCIO MALAMUD, MARCIO SANZI, MARCO ANTONIO AREZES, MARCO ANTONIO NUNES PAIXÃO, MARCO AURÉLIO DE ALMEIDA CUNHA, MARCOS FRANCISCO DE ALMEIDA, MARCOS TADEU NOVAIS DOS SANTOS, MARIO CELSO DA SILVA BRAGA, MARIO FERRARI  NETO, MARIO JORGE RAMON QUEZADA PAREDES, MÁRIO LOURENCO, MAURÍCIO CERQUEIRA SANZI, MAURÍCIO GAMBA NATEL, MAURÍCIO GEMIGNANI, MAURÍCIO LANGANKE CABOCLO, MIGUEL AUGUSTO DE SOUSA, MILTON JOSÉ NEVES, NELSON DIMES COSTA, NEWTON FLAVIO BITTENCOURT, NEWTON LUIZ FERREIRA, ODAIR BUSOLI, OLTEN AYRES DE ABREU JUNIOR, OMAR ÁLVARO ORFALY, ONOFRE BOCCUZZI, ORLANDO ROSSINI JUNIOR, OSVALDO VIEIRA DE ABREU, OVÍDIO PEREIRA DA SILVA, PAULO AMARAL VASCONCELOS, PAULO AURISOL SABINO DE SOUZA, PAULO AZEVEDO MARQUES DE SAES FILHO, PAULO DE BARROS CARVALHO, PAULO EDUARDO BRANCO VASQUES, PAULO NASCIMENTO DE GODOY, PAULO PLANET BUARQUE, PAULO ROBERTO DE CARVALHO SANDOVAL, PAULO ROBERTO DE CASTRO NOGUEIRA, PAULO SERGIO CARVALHAES, PAULO SERGIO RAMOS, PEDRO LUIZ BAGGIO, PEDRO MIGUEL MAUAD, PEDRO VIQUEIRA LISTE, PÉRSIO RAINHO, PIRAGIBE NOGUEIRA JUNIOR, REINALDO RUBENS DE BARROS, RENATO DANTES FACCIROLLI, RENATO DE ALBUQUERQUE RICARDO, RENATO FINOTTI PELLEGRINO, RENATO MULLER DA SILVA OPICE BLUM, RENÉ ISIDRO RAMIREZ SALINAS, RICARDO REBOUÇAS MONTEIRO, RICARDO RHORMENS ALVES NATEL, ROBERTO ANTONIO KIRSCHNER, ROBERTO JOÃO JULIÃO, ROBERTO MARCIO DA COSTA FLORIM, ROBERTO PERRUCCI, ROBERTO RHORMENS ALVES NATEL, ROBERTO SUEIKI MINAMI, RODOLPHO OTTO SCHMIDT, RODRIGO ROQUETTE GASPAR, ROGÊ DAVID, ROGÉRIO CAMPOS MARTINS, ROGÉRIO LANGANKE CABOCLO, RUBENS AMARAL, RUBENS ANTONIO MORENO, RUI STEFANELLI, SANDRO GIOVANI DE FAZIO, SEBASTIÃO ANTUNES DUARTE, SERGIO BARBOUR, SERGIO LUCIO SOARES, SERGIO LUIZ BONILHA, SERGIO LUIZ GALINDO, SERGIO TOMITA, SERGIO VIOLA ALVES, SIDNEY COSTA GONÇALVES, SILVIO ANTONIO CASSIANO, SILVIO FRANCESCO DE FAZIO, SILVIO PAULO MEDICI, SORAIA AUGUSTA GUADELUPE, SYLVIO ALVES DE BARROS FILHO, TERCIO BISPO MOLICA, THEMISTOCLES ALMEIDA JUNIOR, VALDIR HAMED HUMAR, VALTER MARIA PEREIRA e WALDO JOSE VALLIM BRAGA.

 

Não me refiro a ninguém de forma individual. Juntos, estes conselheiros foram responsáveis por grandes conquistas na história e, juntos, eles são responsáveis pelos fracassos atuais da instituição, em especial no futebol. De forma coletiva, eles ditam a regra do jogo no clube, com poder de incluir ou até excluir presidentes. No ditado popular, são eles, os conselheiros, que mandam prender e soltar no São Paulo.

 

É importante dizer que muitos destes conselheiros são vitalícios e outros eleitos pelos sócios, com tempo de duração no cargo. Essa construção no Conselho Deliberativo pode muitas vezes perpetuar continuísmo ou impedir progresso em relação a gestões mais adequadas com a modernidade que o futebol exige. São 260 cadeiras no Conselho Deliberativo, sendo que 140 dessas cadeiras são de vitalícios. Os vitalícios são conselheiros com direito eterno de voto, isso é, não precisam mais se eleger periodicamente, mesmo se estiverem desatualizados. Chance enorme de criar clãs fraternos e segurar o poder.

 

Ninguém os obrigou a estarem na posição que estão. Eles se habilitaram para este cargo, eleitos pelos sócios do clube, para representar a instituição que hoje conta com cerca de quinze milhões de adeptos. A responsabilidade do destino do São Paulo é diretamente ligada a cada uma dessas pessoas. Boa parte não entende que o São Paulo não é apenas um clube social. Essa instituição cresceu além dos muros do Morumbi e hoje representa boa parcela na vida de milhões de pessoas. Pessoas que dispõem de tempo, saúde e dinheiro pela paixão que nutrem. Pessoas que vibram e sofrem por este escudo e pelos jogadores que vestem essa camisa.

 

É muito importante que o torcedor de fato entenda que os conselheiros do São Paulo são os grandes responsáveis pelo andamento do clube. Nas glórias e nos fracassos, o destino passa pelas mãos destes notáveis e de quem os elege. Uma derrota ou uma eliminação é na maioria das vezes obra do trabalho dentro de campo, mas uma situação de fracasso de anos e anos só pode vir de decisões do Conselho Deliberativo do São Paulo.

 

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Tricolor e Galo: iguais em números, diferentes na hora do “vamos ver”!

São Paulo e Atlético se enfrentarão nesta próxima quinta-feira, no Mineirão. Em números, os dois clubes apresentam um curioso equilíbrio na história dos confrontos e artilharia. Porém, na história decisiva entre as duas equipes, há uma significativa diferença.

 

A igualdade nos números dos confrontos é evidente: nos 64 jogos entre os dois clubes no torneio, 22 vitórias do Galo, 23 vitórias do Tricolor e 19 empates. As duas maiores goleadas foram parecidas: 5×2 para o Galo no Morumbi em 69 e 5×0 para o Tricolor no Independência em 2004. Os dois maiores carrascos também tem números iguais: Lucas Pratto marcou 4 gols contra o São Paulo, o mesmo número de Luis Fabiano diante do Atlético.

 

Apesar de se equiparem nos números, há um grande detalhe que os difere: a hora do “vamos ver”. No confronto que decidiu campeonato, deu São Paulo. Os dois disputaram diretamente a final do Campeonato Brasileiro de 1977 no Mineirão. O invicto Galo era melhor time e favorito mas quem levou o caneco  foi o Tricolor, com grande atuação de Waldir Peres na disputa de pênaltis. Houve também decisão em 1971 com o Galo campeão e o Tricolor vice mas não foi uma disputa direta. Era um triangular final, com vitória dos mineiros. Já nos confrontos da Libertadores, uma classificação para cada lado, provando mais uma vez a extrema igualdade.

 

Taticamente, o confronto desta quinta será o mais interessante da rodada. O duelo de estilos corajosos de Sampaoli e Fernando Diniz prenderá a atenção dos torcedores mais detalhistas. Para ganhar, o São Paulo terá que jogar muito contra o adversário e um tabu: o Galo não perde para o Tricolor desde 1991, embora muitos anos o clube mineiro tenha adotado única e exclusivamente o Independência.

 

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Três detalhes fundamentais na vitória do São Paulo no clássico de domingo

A euforia da vitória do São Paulo sobre o Corinthians com um gol quase no ‘apagar das luzes’ do Morumbi quase escondeu três detalhes importantes aos olhos do torcedor. Vamos a eles:

 

1 – O contexto da vitória
Esta foi uma das poucas vitórias do São Paulo contando com um time no papel inferior ao adversário. Explico: a espinha dorsal do Corinthians tem os protagonistas Cássio, Fágner, Gil e Jô mais experientes e consagrados que os respectivos jogadores do São Paulo nestas posições. Apesar de, no papel o rival ter mais nome, na história isso não é regra para o sucesso. Em Majestosos, geralmente o alvinegro costuma se dar bem em confrontos quando possui um time teoricamente inferior no papel. Desta vez, a garra foi Tricolor que prevaleceu, e não a corinthiana.

 

2 – A base resolveu
Numa partida com um horário esdrúxulo, principalmente para um clássico, era certo que as duas equipes usariam muito o banco de reservas no segundo tempo. No caso do São Paulo, a base foi usada e desta vez correspondeu decisivamente num clássico: Luan, Igor Gomes, Toró e Brenner entraram e os dois últimos participaram ativamente do gol da vitória. Concordo com a teoria do jornalista Gabriel Fuh que diz que a base serve mais para revelar jogadores para compor elenco que foras de série. Neste caso, Cotia atendeu perfeitamente a necessidade do Tricolor.

 

3 – Os nomes do jogo
Já foi falado na opinião do jogo, mas vale ressaltar: Diego Costa com sua partida de personalidade, Hernanes com seu tiro raio, Toró com a linda assistência, Brenner com a estrela do gol tradicional contra os alvinegros e, principalmente, Fernando Diniz pela coragem de mudar a equipe e de rever alguns de seus conceitos fundamentais, atributo essencial para a sua formação como técnico. Se clássicos são decididos em detalhes, estes foram os detalhes em carne e osso do Tricolor.

 

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