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São Paulo jamais perdeu para o Real Madrid. Reveja todos os confrontos:

Nação do Maior do Mundo;

 

O Real Madrid é mais uma vez campeão da UEFA Champions League.

 

Porém, o gigante clube merengue jamais venceu o São Paulo em toda a história do futebol. Foram seis* confrontos entre espanhóis e brasileiros, entre 1963 e 1996: dois empates e quatro vitórias do Tricolor. Veja abaixo:

 

23/08/1963 São Paulo 2×1 Real Madrid
(Caracas, Venezuela – Pequena Taça do Mundo)

28/08/1963 São Paulo 0x0 Real Madrid
(Caracas, Venezuela – Pequena Taça do Mundo)

24/08/1969 Real Madrid 1×2 São Paulo
(Huelva, Espanha)

10/08/1986 Real Madrid 1×1 São Paulo
(Corunha, Espanha)

29/08/1992 Real Madrid 0x4 São Paulo
(Cadiz, Espanha – Troféu Ramón de Carranza)

15/06/1996 São Paulo 3×0 Real Madrid
(Pacaembu, São Paulo)

 

* Post atualizado em 04/06 às 11h.

 

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A história do São Paulo na Copa Libertadores: Conquistas passadas, momentos marcantes e legado

Conhecido por sua força e tradição, o São Paulo Futebol Clube tem uma história rica e marcante na Copa Conmebol Libertadores. Desde a sua primeira participação em 1972, o clube se destacou no cenário sul-americano ao acumular conquistas e momentos emocionantes, mostrando que futebol é mais do que um jogo: é uma trajetória de paixão e determinação.

 

Enquanto os torcedores aguardam ansiosamente pela próxima partida do São Paulo no torneio continental, os jogos de hoje Libertadores continuam agitando e surpreendendo. Com equipes de diferentes países lutando pelo título mais cobiçado da América do Sul, os confrontos são acirrados e os momentos de glória se misturam na competição, que já avança pelas oitavas de final.

 

Desafios iniciais

O São Paulo é um dos clubes mais vitoriosos da história da Copa Libertadores, ostentando três títulos conquistados em anos memoráveis. No começo da história na competição, o Tricolor Paulista enfrentou desafios, sempre com a cabeça erguida. Em 1974 chegou perto do título, só que o Independiente terminou levando a melhor. Nos anos seguintes o time não avançou muito, mas o espírito de luta da equipe e dos torcedores sempre esteve lá.

 

Uma era de conquistas

Nos anos 90, com Telê Santana no comando, o São Paulo brilhou. Alcançou o ápice conquistando o torneio em 1992 e 1993 e chegando à final em 1994. Esses anos foram especiais, pois o São Paulo não só ganhou títulos, mas estabeleceu-se como uma potência do futebol. As vitórias não vieram facilmente: cada jogo foi uma batalha, cada gol, um passo em direção à imortalidade no esporte.

 

Liderada por craques como Raí e Müller, a equipe mostrou que com trabalho duro, técnica e estratégia, é possível alcançar o sucesso. A vitória em 2005, diante do o Athletico-PR, reforçou essa ideia, provando que o clube é um gigante do futebol mundial.

 

Resiliência e renovação

Na segunda partida da final de 2005, o São Paulo goleou o Athletico Paranaense por 4 a 0, conquistando o tão sonhado Tricampeonato. Após o triunfo, o time enfrentou anos de altos e baixos mas nunca perdeu sua essência. Mesmo quando as vitórias pareciam distantes, a fé dos torcedores nunca se abalou.

 

A conquista do Tricampeonato em 2005, comandada pelo técnico Paulo Autuori e protagonizada por ídolos como Rogério Ceni, Lugano, Cicinho, Mineiro, Josué Aloísio e Amoroso entre outros, marcou uma nova era dourada na história do clube e reafirmou sua grandeza no continente.

 

Algumas estatísticas

O Tricolor Paulista acumula diversas histórias inesquecíveis na sua trajetória. Além de ser o único time brasileiro a alcançar 3 finais consecutivas e a se tornar tricampeão na Libertadores, existem outros números que marcaram a competição:

 

  • O São Paulo acumula 199 jogos na Libertadores: 96 vitórias, 48 empates e 55 derrotas.
  • Em 1972, o meio-campista Palhinha foi o artilheiro da edição, com 7 gols
  • Os maiores artilheiros do clube na competição são Luís Fabiano e Rogerio Ceni, com 14 gols cada
  • A maior vitória foi em 2016: 6 x 0 contra o Trujillanos

 

Jogos de hoje

Olhando para trás, vemos que o São Paulo deixou um legado. O clube não é só um time com três títulos da Libertadores, mas uma instituição que representa a garra e a paixão pelo futebol. Em 2024, o Tricolor Paulista está na competição pela 22ª vez neste momento, presente entre os 11 classificados para as oitavas de final. A expectativa é grande, o torcedor espera ver o time manter o seu alto padrão e trazer mais um título para casa.

 

O futuro é agora

Com um elenco mesclando juventude e experiência, o clube busca não apenas reviver os dias de glória, mas também criar novos. A esperança é que novos heróis surjam, que novas lendas sejam escritas e que o São Paulo continue sendo sinônimo de sucesso no futebol sul-americano.

 

O legado deixado pelo São Paulo na Copa Libertadores é indiscutível. O clube se tornou uma referência de comprometimento e estratégia no cenário internacional, inspirando gerações de jogadores e torcedores. No futebol tudo pode acontecer, e essa competição continental é feita de grandes times, paixão e rivalidade: e o São Paulo sempre está pronto para mais um desafio.

 

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OPINIÃO Talleres 2×1 São Paulo

O São Paulo perdeu em sua estreia na Copa Conmebol Libertadores. Jogando em Córdoba, a equipe sucumbiu diante do Talleres por dois a um e finalizou a primeira rodada na lanterna do grupo B. Com a vitória, o clube argentino é líder.

 

A derrota foi resultado de um primeiro tempo completamente atípico. Três atletas importantes do São Paulo saíram de campo lesionados, obrigando o pressionado Thiago Carpini a um grande dilema estratégico: morrer com três substituições no primeiro tempo sem poder trocar a equipe na segunda etapa ou arriscar com dez até o intervalo? O técnico optou pelo risco de ficar sete minutos com dez em campo e o Talleres encontrou uma brecha de sair na frente do placar, ainda no fim da primeira etapa.

 

A situação foi determinante para a derrota. Sinceramente, não me lembro de uma partida em que três titulares saíram lesionados ainda no primeiro tempo e olha que preparação não faltou, pois o elenco teve mais de dez dias apenas com recuperação física e treinos desde a eliminação do Campeonato Paulista.

 

O São Paulo até esboçou reação na segunda etapa, após estar perdendo por dois a zero. Com Luciano e Galoppo em campo, a equipe fez o seu gol e lutou até o apito final para empatar a partida mas não teve forças diante de um adversário bem postado, que hoje é o vice líder do Campeonato Argentino.

 

Estreia preocupante em uma partida em que as circunstâncias atrapalham bastante a análise. Com a tão aguardada titularidade, James teve atuação apática e a defesa encontrou bastante trabalho com a pressão do time da casa, empurrado por sua torcida.

 

O resultado acabou sendo justo. Não faltou garra, luta e combate pelo lado são-paulino, porém sobraram lesões que ao meu ver foram determinantes para a derrota. O São Paulo poderia até perder com todos os titulares em campo pela qualidade e momento do Talleres mas, repito, as saídas de Rafinha e principalmente Lucas e Rato ainda no primeiro tempo desestruturaram completamente a equipe.

 

A próxima partida diante do Cobresal em casa é vital para a recuperação da equipe no seu grupo. Vale lembrar que em muitas participações de Libertadores, inclusive algumas em que se sagrou campeão, o São Paulo não largou com vitória e foi se recuperando ao longo do torneio.

 

É recuperar, trabalhar e acreditar. O Morumbis estará lotado. Com certeza!

 

Nota dos personagens em campo e técnico:

 

Rafael: não vi culpa nos gols de Ruíz Rodriguez e Rubén Botta. Os argentinos foram muito felizes nas conclusões. No mais, uma partida regular, sem falhas. Nota: 6,0

 

Rafinha: saiu lesionado mas logo no primeiro minuto de jogo fez uma falta grotesca e recebeu um merecido cartão amarelo. Tem que entender que é líder do São Paulo mas não apita jogos. Nota: 2,0

 

(Igor Vinícius) No lugar de Rafinha, demorou para entrar no jogo e mesmo assim teve atuação tímida no ataque devido a pressão em seu setor. Mesmo assim, não comprometeu o lado direito. Nota: 5,5

 

Arboleda: driblado facilmente no gol de Rubéns Botta. Nota: 4,0

 

Diego Costa: uma das questionáveis decisões de Thiago Carpini, o hoje titular foi mal nos dois lances capitais para o Talleres. No primeiro não travou o chute de Ruíz Rodriguez. No segundo, desviou mal a bola. Nota: 3,0

 

Wellington: atuação tímida no ataque e dificuldade de marcação na defesa. Nota: 4,5

 

Pablo Maia: teve excesso de trabalho na marcação do meio-campo e se apresentou timidamente na saída de bola. Nota: 5,0

 

Alisson: outro que teve enorme trabalho com o meio-campo do Talleres. Também preocupou-se mais em marcar e contribuiu pouco para a armação de jogadas. Nota: 5,0

 

(Galoppo) Entrou bem no centro do meio de campo, encontrou espaço num jogo mais aberto e foi um dos responsáveis pelo gol são-paulino. Nota: 7,0

 

Lucas Moura: não rendeu em uma nova função pelo lado esquerdo e saiu de campo ainda no primeiro tempo com uma lesão que novamente preocupa o torcedor. Nota: 4,0

 

(Ferreirinha) No lugar de Lucas, lutou mas não teve participação de destaque. Nota: 5,0

 

James Rodriguez: em sua primeira partida como titular, não desenvolveu o mesmo futebol das entradas no segundo tempo e foi substituído. Encontrou uma marcação eficiente em cima de si. Nota: 4,0

 

(Luciano) Este tem cara de Libertadores. No lugar de James, fez o gol no rebote da trave de Galoppo e quase empata a partida, em uma bola que parou no goleiro. Nota: 8,0

 

Wellington Rato: até vinha tendo uma boa participação na marcação e saída de bola pela direita mas foi outra vítima de lesão e deixou o campo nos minutos finais do primeiro tempo. Nota: 5,0

 

(Erick) Entrou no intervalo e pouco acrescentou. Nota: 4,0

 

André Silva: substituto de Calleri, brigou bastante e recebeu poucas bolas. Sem destaque no comando de ataque. Apenas uma finalização, de fora da área, fácil para o goleiro. Nota: 4,0

 

Thiago Carpini: segue questionado pelo torcedor mas neste jogo vi uma escalação correta, muito prejudicada pelas lesões. Teve que arriscar a ficar com dez em campo para poder substituir no intervalo e tomou um gol indigesto, no fim do primeiro tempo. Mexeu bem na segunda etapa e o time brigou para empatar até o último minuto. Nota: 5,0

 

 

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São Paulo confirma participação na Copa Paulista de Futvôlei 2024

O São Paulo estará presente na Copa Paulista de Futvôlei 2024, novidade do calendário esportivo que une os grandes clubes do futebol paulista e conta com a participação de ex-jogadores profissionais de campo, desta vez atuando nas areias.

 

O representante Tricolor é o ex-volante Zé Luís, que jogou pelo Tricolor entre 2007 a 2010, conquistando os títulos de Campeão Brasileiro de 2007 e 2008.

 

No futevôlei, Zé Luis é fera e já coleciona títulos como campeão e vice-campeão nacional. O ex-atleta do São Paulo, Atlético-MG e Vitória é um dos melhores do Brasil na modalidade.

 

O Estado de São Paulo será o primeiro a comportar um torneio profissional de Futvôlei, com a participação de seis clubes de futebol (entre eles o Tricolor), em cinco cidades do estado e com transmissão da Band Sports, pertencente ao Grupo Bandeirantes de Comunicação e cobertura do Portal UOL.

 

Joga ou gosta de futvôlei? O Instagram da Copa Paulista de Futevôlei é o @copapaulistaftv e lá serão divulgados todos os detalhes do campeonato e onde o Tricolor jogará.

 

Fiquem atentos e, Vamos São Paulo!

 

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Estreias de Flamengo e Corinthians servem de alerta ao São Paulo

O São Paulo viajará nesta quarta-feira para enfrentar na noite desta quinta-feira o Talleres (ARG) pela Copa Conmebol Libertadores. A estreia dos dois clubes na competição acontecerá na quinta-feira (04) às 21h, em Córdoba.

 

Pelo que se viu das estreias do Flamengo (Libertadores) diante do Millionarios (COL) e Corinthians (Sul-Americana) contra o Racing-URU, é bom o Tricolor ligar o sinal de alerta. Com um jogador a mais e fôlego a menos, o Rubro-Negro empatou com a equipe colombiana em uma altitude semelhante a de Calama, local onde jogará diante do Cobresal, em maio.

 

Já o Corinthians, com uma atuação apática após um bom tempo de preparação, assim como o São Paulo teve após ser eliminado no Campeonato Paulista, cedeu o empate a uma das equipes mais modestas da Sul-Americana. Um time que não jogaria a série B aqui no Brasil.

 

Por estes motivos, e também por ainda estar se reencontrando com o trabalho de Thiago Carpini, o São Paulo não se deve menosprezar nenhuma equipe de seu grupo. O Talleres, bem colocado no campeonato argentino, será uma parada dura para o Tricolor, bem como o Barcelona de Guayaquil e a altitude de Calama.

 

A depender do desempenho, até um empate no estádio Mário Kempes poderá ser considerado um bom resultado. Calleri deve ser o único desfalque do Tricolor mas viajará para Córdoba. James deve iniciar a partida no meio-campo. Veja a provável escalação do time para enfrentar o Talleres aqui.

 

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