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Dagoberto no Paulistão 2020? Ídolo brilha e dá recado a torcida Tricolor!

O atacante Dagoberto anunciou o fim da carreira como jogador de futebol no final de setembro, mas voltou a reviver momentos espetaculares com a camisa do São Paulo neste último domingo.

 

Considerado o melhor jogador da Legends Cup Brasil 2019, o ex-atleta esbanjou boa forma e muito talento no último gol diante o ‘freguês’ Barcelona. No final da premiação, Dago ouviu muitos pedidos para encerrar a carreira no Tricolor em 2020. Feliz, agradeceu a lembrança e mandou uma mensagem a toda a torcida Tricolor no fim do evento: “O que fica é a nossa história, nossos filhos aqui presentes e essa torcida maravilhosa que vou levar sempre comigo. (sic) Voltar a essa atmosfera foi muito bom, com caras que são a história do São Paulo, essa torcida linda, é maravilhoso” – disse ele ao SporTV.

 

Apesar dos pedidos, Dagoberto está aposentado e não voltará a atuar profissionalmente em clube algum. Com cinco Brasileirões conquistados em três diferentes clubes (Athletico, São Paulo e Cruzeiro) ele é conhecido pela forte personalidade, algo que lhe rendeu louros e atritos durante a carreira, e também pelas contusões que o acompanharam durante toda a carreira. Muito são-paulino não perdoa o modo como ele se transferiu do São Paulo para o Internacional mas o fato é que, com ou sem polêmica, Dago escreveu boa parte da recente história Tricolor.

 

Para mim, é ídolo. E para você?

 

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Legends Cup: o que nosso glorioso passado nos mostrou neste domingo?

O torcedor que compareceu ao Morumbi na tarde deste último domingo reviveu momentos mágicos da história do São Paulo Futebol Clube. Em um evento muito bem organizado pelo superintendente de relações internacionais Lugano, os ídolos do São Paulo superaram os ídolos do Bayern e do Barcelona e se sagrou campeão da primeira Legends Cup.

 

Claro, o título é simbólico e o dia era de celebração a quem fez história nos seus devidos clubes, mas há algo para se tirar de lição para os atuais jogadores, dirigentes e torcedores: muito mais que participar da festa, os representantes do São Paulo em campo lutaram para GANHAR o troféu. Espírito esse que não vemos a muito tempo no elenco e nas últimas gestões.

 

Foi ótimo gritar Zéeeeeeeeeetti em uma das poucas intervenções do lendário goleiro; foi ótimo ver Souza, e Richarlyson em forma, foi saudoso ver os cruzamentos e assistências de Cicinho e Jorge Wagner; foi sensacional ver uma defesa com Lugano, Bordon, Fabão e Ronaldão (ainda entrando nos últimos segundos de jogo); foi demais ver Josué dando carrinho e encarando o Pauo Sérgio; foi incrível ver Mineiro ‘chapelando’ Zé Roberto; foi um alívio ver Falcão marcar seu primeiro gol com a camisa do São Paulo após dezenove anos; foi sensacional ver Aloísio brigando no ataque; foi bacana ver a visão de jogo de Müller, foi lindo ver Dagoberto, recém aposentado, marcar gols, ser eleito o melhor do torneio; foi emocionante ver Leandro Guerreiro repetir o gesto de subir nas traves e foi espetacular assistir Careca, o melhor atacante que vi jogar no Brasil, mais uma vez levantando um título pelo Tricolor, repetindo 1986.

 

Outro detalhe que diz muito foi ver Muricy, técnico do São Paulo, ‘repreender’ Denílson por enfeitar muito as jogadas no início da primeira partida. “Aqui tem que ganhar” – disse o técnico aos microfones. Sim, este é o São Paulo que muito torcedor se acostumou e que atualmente está perdido em algum canto. A Legends Cup foi uma celebração mas também um aviso subliminar para os atuais atletas e dirigentes do Tricolor. Não podemos NUNCA nos acostumar com fracassos. Somos o time com a história mais vencedora do Brasil e temos que voltar a nos comportar como tal. Somos o São Paulo Futebol Clube!

 

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Heróis de 1992 organizam reencontro no Morumbi. Veja como participar:

Quem viveu o São Paulo do início dos anos noventa não tira da memória a primeira incrível conquista mundial diante do Barcelona, em Tóquio. Para relembrar esse título, os campeões de 1992 organizaram um evento chamado “Tributo a primeira estrela” e recordarão em carne e osso muitas histórias daquele período mágico do futebol.

 

O evento será no Camarote Unyco (dentro do Morumbi) e data não poderia ter sido melhor escolhida: dia 13 de dezembro (sexta-feira), exatamente 27 anos depois da grande conquista do outro lado do planeta. A mobilização é geral: ex-atletas de vários estados confirmaram presença. Além dos jogadores, a comissão técnica da época também estará presente e Telê Santana será representado pelo seu filho, Renê.

 

Os convites (limitadíssimos) estão à venda no Site Total Acesso. O valor é de R$ 249,00 e inclui coquetel, jantar e open bar ao lado dos ídolos daquela que considero a melhor geração da história do Tricolor.

 

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Quem colocar o código SAOPAULOSEMPRE ganhará 10% de desconto no preço final.* É um evento imperdível para aqueles que, como eu, viveram a fundo o ano de 1992 de cabo a rabo, desde os torneios Ramón de Carranza e Tereza Herrera até o Paulista de 1992, disputado diante do Palmeiras.

 

Confirme sua presença!

 

*O desconto de 10% não é acumulativo.

 

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Elenco Tricolor do Legends Cup deveria estar jogando o Brasileirão!

O São Paulo anunciou a base do seu time para disputar a Legends Cup Brasil, torneio que reunirá estrelas do clube e do Barcelona, Bayern de Munique e Borussia Dortmundo, no dia 15 de dezembro, no Morumbi. E os nomes são de se emocionar.

 

Cafu, Dagoberto, Denilson, Lugano, Mineiro, Josué, Richarlyson, Cicinho, Júnior, Aloísio Chulapa, Falcão, Silas, Leandro e Careca são alguns dos ídolos são-paulinos que estarão em campo para enfrentar os alemães do Bayern e uma possível final, no Cícero Pompeu de Toledo. Porém, poderiam tranquilamente treinar na Barra Funda e jogar essa reta final de Brasileirão que ninguém iria achar ruim.

 

Mineiro e Josué, por exemplo, fechariam fácil a volância no lugar de qualquer um dos atuais volantes. Silas, um dos grandes da conquista do Brasileirão de 86 caberia tranquilo no meio-campo, Júnior e Cicinho as turbinas das laterais e Careca… um dos meus maiores ídolos não passaria em branco em nenhum jogo. Com uma pitada de ironia, arrisco dizer que ‘Carecone’, o maior companheiro de Don Diego Maradona, seria artilheiro deste campeonato, mesmo jogando com um só joelho.

 

Rever nossos ídolos no Sacrossanto Morumbi é sempre uma ótima experiência, não importa a fase. Afinal, foram essas lendas os maiores responsáveis pelo que o São Paulo é hoje na história do futebol. Respeito máximo!

 

Os jogos serão transmitidos pelo SporTV e tempo real do GloboEsporte.com. As partidas serão de dois tempos de 25 minutos de duração. Os ganhadores do quadrangular se enfrentam na final, e os outros dois decidem o terceiro lugar. Boa pedida para dezembro!

 

* O texto contém leves pitadas de ironia.

 

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Há 29 anos, Telê se apresentava no São Paulo e pedia paciência ao torcedor

O dia 11 de outubro deveria ser comemorado pelo torcedor são-paulino como um segundo aniversário. O são-paulino Alexandre Giesbrecht lembrou no blog Jogos do São Paulo  que há exatos 29 anos, Telê Santana fora anunciado como técnico do São Paulo, substituindo o ídolo Pablo Forlán.

 

Telê chegou no Tricolor após ser desligar do Palmeiras, mais ou menos na mesma situação que Cuca saiu do São Paulo neste ano. “Há momentos na vida de um técnico em que as coisas não dão certo. Nesse caso, uma mudança faz com que o time melhore, e foi o que tentei fazer.” – disse ele na época para a Gazeta Esportiva. O trabalho do mineiro de Itabirito não tinha dado liga no alviverde.

 

O status ofensivo do treinador chegou com a mesma intensidade que a fama de pé frio, recebida após as eliminações nas Copas de 82 e 86, dirigindo a seleção brasileira. Contratado com ressalvas pela diretoria e sob o olhar atento do torcedor, Telê chegou pedindo tranquilidade, disciplina e a promessa de um futebol ofensivo. Dadas as devidas proporções, um discurso parecido ao de Fernando Diniz em sua coletiva de chegada ao Tricolor.

 

“Futebol é mais do que marcar o adversário e fazer gols. Futebol é arte.” – disse ele na época. Discurso ousado para uma época em que se discutia talento e competitividade no futebol.

 

É claro que eram outros tempos e a comparação Telê/Diniz é totalmente descabida neste momento, mas a desconfiança da coletividade Tricolor sobre o mineiro era enorme e ficou quase insuportável após a perda do título brasileiro de 1990 contra o Corinthians, no Morumbi. Eram outras épocas mas uma coisa posso garantir: se existissem redes sociais na época, não teríamos um futuro tão brilhante com Telê como tivemos no início dos anos noventa.

 

“Paciência é o que peço.” – disse Telê. Ainda bem que tivemos.

 

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