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OPINIÃO São Paulo 2×2 River Plate

Um jogo decepcionante por parte do São Paulo, no Morumbi. Atuando em casa, a equipe não se impôs frente ao River Plate, empata com o adversário e se complica na tabela da Libertadores 2020.

 

Enganou-se quem esperava um River fora de forma, já que a equipe argentina não atuava em um jogo oficial desde onze de março. Enganou-se mais ainda quem imaginou uma goleada após o primeiro tento tricolor, em menos de dez minutos de jogo. Os argentinos compensaram a falta de ritmo de jogo com a organização de sempre e postura de Libertadores. Postura essa que não se viu por parte do São Paulo.

 

Aí cabe um aparte: em condições normais, com torcida e atmosfera de Libertadores, o São Paulo ganharia essa partida, mesmo tendo um time inferior e mesmo se o River Plate estivesse na ponta dos cascos. A torcida empurraria o time. Sem a presença do torcedor, o Tricolor atuou como se estivesse em um jogo de brasileirão e foi presa da muito, muito boa equipe argentina.

 

Vimos um Pablo absolutamente fora de ritmo, um Hernanes fora de sintonia, um Reinaldo mais uma vez com os nervos a flor da pele e, principalmente, um coletivo fraco, engolido pelo adversário. Deste modo, será muito difícil passar de fase, pelas circunstâncias da tabela.

 

Não dá para cravar que tudo está perdido, mas o Tricolor terá que fazer muito mais do que vem fazendo para prosseguir na Libertadores. A chance de Sul Americana é iminente para essa equipe de Fernando Diniz. Que eles provem o contrário, a começar diante do, mais uma vez, candidato ao tótulo River Plate em Buenos Aires.

 

Nota dos personagens em campo:

Thiago Volpi – Uma boa defesa no primeiro tempo. Sem culpa nos gols. Nota: 6,0

Igor Vinícius – O caminho era no seu lado. Perdeu gol cara a cara com o goleiro. Nota: 6,0

Diego Costa – Não fez feio em seu début em Libertadores. Nota: 6,5

Léo – Esteve em apuros em alguns lances mas não sucumbiu. Nota: 6,0

Reinaldo – Seu único lance bom foi o cruzamento no segundo gol . Nota: 5,5

Tchê Tchê – Passou apuros com a dinâmica do River em seu setor. Nota: 5,0

Hernanes – Muito mal, praticamente irreconhecível. Nota: 4,0

Igor Gomes – Faltou mais ímpeto para fazer a diferença. Nota: 5,0

Gabriel Sara – Depois de uma partida épica na Vila, voltou a se ausentar. Nota: 4,5

Pablo – Um dos piores em campo, além de isolado no ataque. Nota: 4,0

Vítor Bueno – Fraquíssimo e apagado. Nulo no jogo. Nota: 4,0

 

Toró, Paulinho e Brenner Destaque para Brenner que, não fosse o gol contra, faria o gol de empate. O restante sem tempo para destaque.

 

Fernando Diniz – Tomou um nó de Gallardo, eficiente treinador do River e considerado por mim o melhor da América. O River é candidato ao título e se beneficiou muito de um Morumbi vazio, o que não tira o brilho competente da equipe. Nota 4,0

 

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Alô, São Paulo: jornal argentino revelou “mapa da mina” do River Plate

O Diário Olé, o mais importante jornal da Argentina, publicou uma matéria que revelou ao São Paulo o considerado ponto mais fraco do River Plate, adversário do Tricolor nesta quinta-feira às 19h de Brasília, no Morumbi.

 

Trata-se do lateral esquerdo Fabrizio Angileri, substituto de Milton Casco, titular impossibilitado de jogo por estar com COVID19. Segundo o Diário Olé, a irregularidade do jogador provoca forte desconfiança em jornalistas e torcedores do River desconfiem em confrontos como o diante do São Paulo.

 

O jornal argentino escreve com destaque que o confronto servirá como prova de caráter ao atleta, que veio do Godoy Cruz ao River Plate no início de 2019 e até agora não correspondeu o investimento. Foram dezenove partidas como titular, substituindo o próprio Casco (lesão na clavícula) sem agradar.

 

Para o lado esquerdo, Fernando Diniz deverá contar com descidas de Igor Vinícios e um trabalho mais setorizado de Igor Gomes, mas também pode usar Paulinho durante o jogo, aproveitando a fragilidade do lateral. Outro ponto a ser explorado é o fato do River Plate, que nunca venceu o Tricolor numa Libertadores, não jogar uma partida oficial há mais de cinco meses.

 

Mesmo com um plantel de qualidade comprovada, a falta de ritmo pode ser determinante na partida, sobretudo no segundo tempo. É preciso imprimir uma dinâmica forte de jogo, com marcação alta, recuperação de bola e troca constante de posições. Nem acho que a goleada sobre a LDU sirva de exemplo. A melhor apresentação do Tricolor na temporada foi o primeiro tempo da partida contra o Santos, na Vila Belmiro.

 

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Pressionado, São Paulo deverá ter um “quarteto e meio” de meias na quinta

Pressionado por uma vitória, o São Paulo praticamente definiu sua estratégia e jogadores titulares para o confronto desta quinta-feira, no retorno do clube na Libertadores 2020.

 

Pablo está à disposição da comissão técnica para o jogo decisivo diante do River Plate, no Morumbi. O atacante se recuperou da lesão ‘maluca’ e treina normalmente com o elenco desde o início da semana.

 

A volta do camisa nove é uma boa notícia, já que o clube não conta com Luciano, suspenso. Outra boa notícia é a escalação quase certa de um quarteto de meias: Tchê Tchê, Hernanes, Igor Gomes e Gabriel Sara. Tchê Tchê, o mais recuado, é jogador de área a área e, quando não joga como primeiro volante, costuma chutar a gol de longa distância, tal qual Hernanes, seu companheiro de setor.

 

Isso sem contar com Vitor Bueno, jogador que considero meia-atacante. Com Vitor Bueno quase certo na lista dos prováveis titulares, pode-se dizer que o São Paulo deverá atuar com um “quarteto e meio” de meio-campistas com veia ofensiva e chute de longa distância.

 

Sendo assim, o mais provável é o São Paulo entrar em campo com Tiago Volpi, Igor Vinicius, Diego Costa, Léo e Reinaldo; Tchê Tchê, Gabriel Sara, Hernanes e Igor Gomes; Vitor Bueno e Pablo.

 

Se quiser velocidade, Diniz terá Paulinho, Brenner e Toró para a segunda etapa. Caso Pablo não inicie a partida, Brenner deverá iniciar o jogo no comando do ataque, alternativa que considero menos provável à partir do que ouvi dos treinamentos desta semana.

 

Com o resultado da LDU em Lima o São Paulo precisará vencer o River Plate em casa e arrancar ao menos uma vitória diante de um desses dois adversários fora do Morumbi para avançar na Libertadores 2020.

 

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Jô x Diego Costa: STJD “passa o pano”, agressão vira ato hostil e alivia pena

O atacante Jô se livrou de uma grande suspensão no Campeonato Brasileiro. O Supremo analisou o lance entre o atacante alvinegro e o zagueiro são-paulino Diego Costa no clássico vencido pelo São Paulo no Morumbi e decidiu transformar a agressão ao zagueiro em ato hostil do atacante.

 

Deste modo, Jô estará suspenso por apenas dois jogos no torneio.

 

O atacante fora denunciado por “praticar agressão física”, prevista no artigo 254-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva. A punição variava de quatro a 12 jogos. Durante o julgamento, a agressão foi reclassificada como prática de ato desleal ou hostil (artigo 250) que prevê pena de uma a três partidas. Jô pegou dois jogos. Em depoimento virtual, Jô definiu o ato como um “empurrão”.

 

Para mim, essa reclassificação foi mais uma bela “passada de pano” do STJD que finge trabalhar contra a violência mas classifica punições “a moda da casa”. Toda vez que acompanho um caso destes me lembro de 2009 quando, em manchete publicada nesta matéria da ESPN, o STJD “surpreende” e pune Jean, Borges e Dagoberto, todos do Tricolor, por três jogos após confusão em um jogo com o Grêmio.

 

E o pior que, aós recurso e liminar, pode acabar em cesta básica!

 

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OPINIÃO Santos 2×2 São Paulo

Um jogo eletrizante como prometido, com atuações distintas, estratégia, queda de energia e… falhas individuais. Falhas estas que determinaram a igualdade elástica na Vila Belmiro e um gostinho de quero mais para o São Paulo, que ganhava o jogo até a falha determinante de seu goleiro.

 

Após o calor do jogo, a primeira consideração: considerando o adversário em ascensão (se vencesse o Tricolor estaria junto na tabela) e o aspecto do clássico, foi um bom resultado conquistado pelo Tricolor, bem diferente do empate diante do RedBull no Morumbi. Porém, não dá para negar mais uma partida de dois tempos distintos do time. Um ótimo primeiro tempo e uma segunda etapa regular, com alguns bons momentos como o tiro de Paulinho e a péssima decisão de Volpi diante do melhor atleta do campeonato, com retrospecto de “míssil aleatório”… Marinho.

 

Claro, a parada da energia e a entrada do Marinho prejudicou o São Paulo no quarto final do jogo mas, por mais talento que o avançado do Santos tem, ficou evidente que nosso goleiro deu bastante brecha para o empate. Resultado justo mas evitável se Volpi tivesse tomado a decisão correta de povoar a barreira diante de um batedor implacável.

 

Para não dizer só de espinhos, destaco finalmente o jovem Gabriel Sara que hoje não foi apenas um “jogador tático”. Ele jogou bola. Sara foi intenso: combateu e chegou na área, como deve mandar o figurino. No segundo tempo vimos o garoto correndo atrás da saída de bola santista. Partida impecável que, espero eu, sirva de modelo para outras.

 

No resumo da ópera, um resultado aceitável em uma partida ganhável. Seguimos o jogo invictos em clássicos neste ano, também um quesito que, entre muitas coisas, não dá para reclamar.

 

Nota dos personagens em campo:

Thiago Volpi – O ‘vilão’: decisão errada e falha que determinou o resultado. Nota: ZERO!

Igor Vinícius – Boa partida e mais um amarelo para a conta. Nota: 7,0

Diego Costa – Boa partida, melhor no primeiro tempo. Nota: 6,5

Léo – Também fez boa partida, mas o gol do escanteio foi no seu lado. Nota: 6,0

Reinaldo – Seu setor era perigoso, e foi bem. Nota: 6,5

Tchê Tchê – Realizou o trabalho de combate. Nota: 6,0

Hernanes – Não brilhou mas é essencial no bom toque no meio. Nota: 6,0

Igor Gomes – Cumpriu função tática, sem tanto brilho. Nota: 6,0

Gabriel Sara – Enfim, partida impecável, saindo do rótulo de “jogador tático” e entrando definitivamente em uma partida. Dois gols, sendo o segundo uma linda jogada iniciada por ele no meio campo. Nota: DEZ!

Luciano – Sem gol ou assistência, mas gosto da atitude em campo. Nota: 7,0

Vítor Bueno – Partida regular, bem regular. Nota: 5,5

 

Luan, Paulinho e Brenner Destaque para o belo chute de Paulinho, que quase muda o jogo novamente. Boa defesa do goleiro alvinegro.

 

Fernando Diniz – Gostei da escalação de titulares e da estratégia de jogo diante de um Santos embalado e na Vila mas novamente nosso time joga meia partida. Estou quase reclamando no Canal Première e pedindo desconto de 50% na assinatura. Nota 6,5

 

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