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Fez bem o São Paulo em não pedir nova partida, mesmo com erro de direito!

O São Paulo resolveu não pedir a anulação da partida contra o Ceará, disputada na última quarta-feira, no Castelão. A partida, que terminou 1 a 1, teve um erro de direito quando o árbitro voltou atrás de uma marcação de gol após ter reiniciado o jogo.

 

Em nota publicada em suas redes, o clube diz não querer se beneficiar do que teria sido um erro de comunicação dos árbitros da partida e do VAR, assumida pela comissão de arbitragem na última quinta-feira. “Este clube tem princípios, é balizado pela retidão de conduta e se orgulha de fazer o correto. Nos orgulhamos de nossa história incontestável e sem asteriscos, e assim a manteremos”. – diz parte da nota do Tricolor.

 

Nada de lacração ou politicamente correto: a atitude do São Paulo é correta em não pedir anulação do jogo pelo simples fato que o gol de Pablo estava realmente em situação irregular. Apesar da atrapalhada geral do VAR e dos árbitros de campo, não penso que houve má fé, contestada na explicação ‘mea culpa‘ da Comissão de Arbitragem. O que há no futebol brasileiro é defasagem da arbitragem em relação ao futebol profissional, que se tornou mais rápido e difícil de acompanhar. E o VAR, que apareceu para tornar as decisões mais assertivas, anda atrapalhando o andamento do jogo.

 

Mesmo não recorrendo ao tribunal, o São Paulo pedirá que a aplicação do VAR seja revista pela CBF. Revisão não somente o Tricolor, reconhecidamente prejudicado duas vezes no Campeonato Brasileiro, mas para todos os clubes do futebol brasileiro. A ferramenta de vídeo é boa mas está claramente desajustada no nosso país.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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OPINIÃO Ceará 1×1 São Paulo

Jogo decepcionante do São Paulo no Castelão. A equipe mais uma vez não fez por merecer a vitória e sai da capital cearense com um ponto. A briga continua nop Campeonato Brasileiro.

 

Foram apenas vinte minutos de bom futebol. Ótimo futebol, aliás. Mas depois disso apenas alguns arremates pontuais e muito toquinho para trás. A impressão que se teve foi que o time ganharia a partida a qualquer momento e mais uma vez uma grande chance de pontuar bem em um campeonato de regularidade foi jogada no lixo.

 

Ah, teve o detalhe do gol anulado, validado e novamente anulado depois do árbitro autorizar a saída do jogo. Sinceramente, espero que o São Paulo não recorra a justiça desportiva. Primeiro porque o horroroso Pablo estava impedido. Segundo porque o Tricolor tinha tudo para vencer com a bola rolando diante de um Ceará aguerrido mas muito limitado. Reivindicar alguma coisa depois do apito final, para mim, é choro.

 

Se sobrou incompetência para a arbitragem e principalmente para a Cabine do VAR nesta quarta no Castelão, também faltou bola, faltou sangue, faltou gana, faltou vontade de vencer ao São Paulo.

 

Nota dos personagens em campo:

 

Tiago Volpi – Salvou o São Paulo em duas situações de gol. Nota: 8,0

Juanfran – Lento no campo ofensivo. Nota: 5,0

Diego Costa – Autor do gol e de um cartão amarelo bizarro. Nota: 7,0

Léo Pelé – Partida regular, com algumas boas subidas ao ataque. Nota: 5,5

Reinaldo – Boa partida mas faltou melhores cruzamentos. Nota: 6,0

Luan – Saída de bola muito lenta. Na defesa, bem. Nota: 5,5

Dani Alves – Partida muito blasé, apesar dos passes certos. Nota: 5,0

Igor Gomes – Mais uma partida com pouca eficiência. Nota: 4,5

Gabriel Sara – Sem brilho. Nota: 5,5

Pablo – Pior em campo. Perdeu todas as jogadas. Nota 3,0

Luciano – Lutou bastante mas não conseguiu destaque. Nota 6,0

 

Vitor Bueno, Galeano e Tchê Tchê Nenhuma diferença. Nosso banco é triste.

 

Fernando Diniz – Fraquíssimo desempenho torna esse empate amargo, mesmo fora de casa. O time cansou? Muda antes. Mexeu mal o professor (apesar de eu achar os reservas bem fracos) Nota: 5,0

 

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Vai que é sua, Rojas!

O São Paulo reservou uma boa notícia para seus torcedores nesta terça-feira. O atacante Joao Rojas viajará com a delegação para o Nordeste e poderá ser relacionado para as partidas diante do Ceará e Bahia.

 

Seria o equatoriano o elemento que falta na composição do elenco ofensivo Tricolor? Carente de um velocista pelas pontas, Fernando Diniz só tinha o até então machucado Paulinho Boia para trocar o perfil de ataque do time na escalação ou durante as partidas. Pela superação das duas cirurgias e principalmente pela necessidade no elenco, a notícia da viagem de Rojas com a delegação é muito bem-vinda.

 

Todos os cuidados foram feitos para que o equatoriano retornasse aos gramados com força nas pernas e principalmente com a confiança necessária para a prática do futebol. Neste tipo de situação, às vezes o que mais falta ao atleta é confiança para executar os naturais movimentos de antes das lesões. Dá para entender que o jogador, hoje, está plenamente recuperado, faltando apenas o ritmo de jogo.

 

Acredito no jogador. Pode fazer a diferença no elenco.

 

Além de Rojas, o Tricolor relacionou o lateral Wellington e Antonio Galeano, atacante sensação da base. Já Bruno Alves não viajará por precaução: o zagueiro teve contato direto com uma pessoa infectada pela COVID19 e fica em observação em São Paulo. Brenner e Hernanes suspensos também ficam na capital mas viajarão para o jogo em Salvador.

 

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A liderança seria bem-vinda mas o que o são-paulino quer é regularidade!

O São Paulo viaja para o Ceará enfrentar os donos da casa sem Brenner, Hernanes e com a certeza de que precisa apagar o mau resultado no Morumbi. O empate diante do Vasco ainda está entalado na garganta dos são-paulinos.

 

O jogo também é uma oportunidade da equipe atingir a liderança da competição. Com 37 pontos, dois atrás do líder Atlético MG, o primeiro jogo atrasado ainda do primeiro turno pode representar a ponta da tabela.

 

A liderança é assunto da imprensa em um campeonato de regularidade onde tudo se define nas últimas rodadas. Para os jornalistas é natural falar da disputa na ponta da tabela mas recomendo que os torcedores não vejam a primeira colocação ainda com dezenove jogos como uma obsessão.

 

A liderança do Campeonato Brasileiro seria bem-vinda mas no fundo o que todo torcedor do São Paulo quer ver no time é regularidade. A boa notícia é que ela apareceu no Campeonato Brasileiro: o Tricolor tem 64,9% de aproveitamento geral, é o melhor mandante e o aproveitamento da equipe fora de casa é de 55,5%. São nove jogos, quatro vitórias, três empates e duas derrotas. De quebra, o clube é semifinalista da Copa do Brasil.

 

Agora é preciso manter o foco e dar o melhor de cada um dos atletas para manter essa produtividade, ainda mais num elenco mais curto que os concorrentes ao título e sem perspectiva de contratações. Cada vez mais acredito que fatores externos como a COVID19 farão diferença na acirrada disputa ao título desta temporada.

 

O São Paulo tem chances de ser campeão brasileiro? Tem, mas não poderá descuidar nenhum minuto sequer dos cuidados com o elenco e da tabela, principalmente diante de rivais que agora oficialmente lutam contra o rebaixamento.

 

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OPINIÃO São Paulo 1×1 Vasco da Gama

Tem dia que não é dia. Com gols de Cano e Luciano , São Paulo e Vasco da Gama ficaram na igualdade no Morumbi e terminam o jogo com sensações distintas: os vascaínos comemoraram o ponto conquistado pelo contexto em que vieram ao ejogo. Já os são-paulinos, lamentaram os dois pontos deixados para trás em sua casa.

 

O São Paulo fez um primeiro tempo ruim, com pouca pressão e espaços para o contra-ataque cruzmaltino. Em um deles, German Cano aproveitou uma bobeada de posicionamento de Bruno Alves. O São Paulo não mostrou perigo na primeira etapa e o gol de empate veio também com uma bobeada do adversário. Luciano não perdoou e fez mais um com a camisa do Tricolor.

 

Já na segunda etapa, uma partida diferente. O São Paulo encurralou o Vasco em seu campo e não deu chances de contra-ataque aos cariocas. O que se vou em 45 minutos foi um jogo de ‘gato e rato’ no campo vascaíno, mas mesmo assim o Tricolor não fez jus a vitória porque não transformou controle de jogo em chances agudas. Apenas um lance cabal de Brenner na frente do goleiro Lucão no comecinho da segunda etapa e mais nenhuma bola que saísse nos melhores momentos da TV.

 

Muito desse fraco desempenho se reflete na atuação de Dani Alves. O camisa dez desta vez não repetiu os grandes jogos diante do Flamengo. Até mudou de posição na segunda etapa, atuando pelo lado direito, mas realmente não foi o seu dia. Além dele, Igor Gomes muito abaixo e Sara atuou de forma discreta.

 

O resultado não é catastrófico mas são pontos importantes perdidos na luta pela ponta da tabela. Para mim faltou atenção e foco ao Tricolor em construir a vitória no Morumbi. Já o Vasco mereceu o ponto conquistado: chegou praticamente dizimado pela COVID19 a capital paulista e mostrou dedicação coletiva e empenho dos seus jovens de base.

 

Nota dos personagens em campo:

 

Tiago Volpi – Sem culpa no gol. Virou líbero no segundo tempo. Nota: 6,0

Juanfran – Primeiro tempo bem fraco. Nota: 4,5

Bruno Alves – Errou na linha do gol vascaíno. Nota: 4,0

Pelé – O substituto de Diego Cista foi regular e não comprometeu. Nota: 6,0

Reinaldo – Não foi seu dia mas acertou alguns cruzamentos. Nota: 5,5

Luan – Partida ok, saiu por opção tática. Nota: 6,0

Dani Alves – Bem abaixo do seu normal. Chegou a jogar de lateral. Nota: 5,0

Igor Gomes – Partida bem fraca. Nota: 4,0

Gabriel Sara – Correu, lutou mas não se destacou. Nota: 5,5

Brenner – Perdeu uma chance difícil de perder. Nota 5,0

Luciano – O melhor do São Paulo. Mais um gol para a conta. Nota 8,0

 

Pablo, Tchê Tchê, Hernanes, Vítor Bueno e Tréllez O destaque (negativo) ficou por conta de Vítor Bueno, que errou quase todos os lances que participou.

 

Fernando Diniz – O São Paulo não estava no seu dia. O técnico lutou para manter o padrão e na segunda etapa jogou seu time para frente, fazendo substituições para ganhar o jogo. O resultado não passa pelas suas decisões. Manteve a coragem ofensiva. Nota: 6,0

 

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