São Paulo e Palmeiras farão uma das semifinais do Campeonato Paulista de 2026. O confronto foi definido após a passagem do Corinthians para a outra semifinal na disputa de pênaltis, no Canindé. O alvinegro enfrentará o Novorizontino, em Novo Horizonte.
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O Choque-Rei acontecerá em partida única, no próximo domingo (01) às 20h30 na Arena Barueri, e contará somente com presença dos torcedores do Palmeiras. O alviverde conseguiu a vantagem por atualmente estar em segundo lugar no torneio, enquanto que o São Paulo está na terceira colocação. Os pontos continuam somados no mata-mata.
Sem melindres: mesmo com o retrospecto absurdamente a favor do São Paulo (17x 5 mata-matas vencidos desde 1977), o Palmeiras é favorito a vaga na final. O adversário do São Paulo na semi venceu todos os clássicos deste início de temporada, contará com o gramado sintético e sua torcida como importantes armas.
Já o São Paulo não terá Alan Franco, suspenso pelo vermelho tomado diante do Red Bull Bragantino. Em tese, Arboleda seria o substituto natural mas Crespo pode vir com Ferraresi ou até mesmo três zagueiros para o confronto.
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Apesar de favorito, a distância entre Palmeiras e São Paulo em um jogo único para avanço de competição não é assim tão grande como em outrora. O Tricolor foi páreo duro para os palmeirenses no confronto da fase de grupos e ainda era um time a procura de encaixe, coisa que aconteceu nos últimos jogos. Além disso, tradicionalmente o Tricolor costuma se dar bem em mata-matas contra o rival. É só buscar o histórico.
Crespo hoje tem uma equipe mais coesa e copeira para colocar em campo. O time está confiante; afinal o São Paulo inverteu a lógica dos mandantes ao eliminar o forte Red Bull em seus domínios. Fora isso, um indigesto tabu foi quebrado em Bragança.
Para mim, o Porco leva uma vantagem de 60% contra 40% do Tricolor.
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O São Paulo registrou o meia Cauly no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF na tarde desta última quarta-feira e deverá contar com o novo reforço ainda nas quartas de finais do Campeonato Paulista.
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O registro aconteceu de forma um tanto quanto inusitada. Para o registro, o Tricolor entrou em contato diretamente com um funcionário da federação baiana, já que a entidade entrou em recesso no dia 12 e só retornará ao batente nesta quinta-feira.
O recesso de uma semana se deu por conta do carnaval de Salvador.
O esforço são-paulino em driblar o recesso baiano renderá bons frutos, já que o regulamento do Paulistão prevê que os clubes têm somente até essa próxima sexta-feira (20) para incluir jogadores nas fases mata-mata do torneio.
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Com Cauly no BID, a inclusão do jogador no Paulistão ocorrerá de forma tranquila ainda nesta quinta-feira. O jogador já treina com seus companheiros e vira opção para Crespo diante do Red Bull Bragantino. Talvez seja por isso os elogios públicos do jogador a Rui Costa e Rafinha na condução da transferência.
Red Bull Bragantino e São Paulo Futebol Clube se enfrentarão neste sábado às 18h30 no estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista. Os ingressos serão disponibilizados nesta quinta-feira.

Cauly confirmou na coletiva que se sente mais à vontade armando o jogo na região central do campo. Para quem não sabe, por conta do Campeonato Brasileiro conquistado pelo Bahia em 1988 com Bobô como personagem principal, a camisa oito no clube baiano é como a camisa dez nos demais clubes: sinônimo de meia diferenciado.
“Eu me sinto melhor na posição de meia. Acho que o São Paulo estava em busca dessa função também. Mas estou à disposição dos treinadores, com o Ceni foi assim. Onde o Crespo achar que posso render mais é onde vou fazer meu trabalho aqui” — disse Cauly na coletiva
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Cauly na área
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O São Paulo conheceu o seu adversário nas quartas de finais do Campeonato Paulista minutos após o fechamento da oitava rodada. É o Red Bull Bragantino.
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Pedreira certa. O Bragantino, terceiro colocado na tabela do estadual, está invicto no certame com quatro vitórias e quatro empates. Além disso, o Massa Bruta tem apenas dois gols tomados no Paulistão.
Porém, o mais difícil para o Tricolor será superar um incômodo tabu. O clube não vence no Nabizão desde que a equipe virou RB Bragantino, em 2020. Em oito jogos consecutivos no local, foram cinco derrotas e três empates. Antes da parceria Red Bull, o histórico era equilibrado, mas o cenário atual favorece fortemente o time da casa.
Pelo lado do Tricolor, há o alento da equipe ter se encontrado taticamente e estar em alta tanto no Paulista como no Brasileiro. Calleri voltou muito bem de lesão, Luciano continua decisivo, Lucas aos poucos vai adquirindo confiança e a equipe contratou bem: Danielzinho e Lucas Ramon são considerados titulares.
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Pelo histórico em casa, o Bragantino pode ser considerado favorito para a semifinal mas não dá para descartar a camisa pesada Tricolor e os jogadores decisivos que a equipe possui.
Considerando os confrontos históricos totais (incluindo antes da parceria Red Bull), o retrospecto é muito mais equilibrado do que no MorumBIS, com muitas vitórias de ambas as partes e empates.
Enfim, o líquido e certo é que red Bull Bragantino e São Paulo será um grande decisão com direito a tabu, craques em campo e muita disputa no meio-campo. Crespo disse na coletiva que “colocou o carro na pista” e que é cedo para falar do adversário.
Lucas Ramon x Cédric Soares
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Missão cumprida. Vitória do São Paulo fora de casa e classificação para as quartas de finais do Campeonato Paulista, que acontecerão no próximo fim de semana, após mais uma rodada do Campeonato Brasileiro.
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O jogo não foi tranquilo como se esperava pelo fato da Ponte Preta estar já rebaixada e sem nenhuma pretensão no campeonato. Crespo colocou a força máxima que tinha à sua disposição mas o gramado alto e o semblante “blasé” coletivo da equipe não contribuíram para um desempenho com mais intensidade.
No primeiro tempo o Tricolor dominou as ações mas chegou poucas vezes com perigo real ao gol da Ponte. Os laterais foram pouco relacionados e, quando um deles chegou na área, marcou. Belo gol de Lucas Ramon com grande assistência de um “perturbado” Luciano.
Já na segunda etapa, após o gol de Calleri, o que era para ser uma partida de controle e substituições protocolares para manter a saúde física do elenco, terminou com uma Ponte Preta empolgada com o gol e criando chances do empate.
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Com o era esperado, Crespo foi mudando suas peças na segunda etapa: saíram Enzo e Luciano amarelados e um discreto Lucas Moura, aleem de Marcos Antônio e Calleri para as entradas de Wendell, Luan e os jovens Pedro Ferreira Tapia e Lucca.
O jogo foi se desenrolando sem muita emoção até o apito final. Vitória e classificação? Sim, mas com uma sensação de que o Tricolor poderia ter matado a partida com muito mais facilidade.
Rafael: sem culpa no gol. Apareceu quando necessário. Nota: 7,0
Lucas Ramon: grande gol. Achamos um lateral. Nota: 9,5
Alan Franco: partida ok, mas gol da Ponte veio no seu lado. Nota: 6,0
Sabino: deu conta do recado. Nota: 6,5
Enzo: partida regular. Gol da ponte nasceu do seu lado. Nota: 6,0
Pablo Maia: cumpriu o dever no meio. Nota: 6,0
Danielzinho: abaixo do que pode produzir. Nota: 6,0
Marcos Antônio: idem a Danielzinho. Um pouco abaixo. Nota: 6,5
Lucas Moura: também abaixo do que produziu nas partidas passadas. Nota: 6,0
Luciano: pilhado além do normal. Bela assistência e gol perdido. Nota: 6,5
Calleri: discreto mas fez um gol de artilheiro. Ótima fase! Nota: 8,0
Wendell, Luan, Pedro Ferreira Tapia e Lucca – Não mudaram o panorama da partida.
Crespo: Fez o que tinha que fazer. Colocou o time titular e mesmo com certos riscos, conduziu o jogo com substituições até o apito final. Classificação garantida. Nota: 8,0
Lucas Ramon x Cédric Soares
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Uma vitória natural de um time em evolução na temporada. O São Paulo venceu o Santos para quase cinquenta mil apaixonados e mostrou que pode mais neste ano.
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A partida diante do Peixe foi de pressão, posse de bola e domínio total das ações nos noventa minutos. A justa expulsão de Gabriel Menino potencializou o jogo a favor do Tricolor mas não foi preponderante para o resultado. Pelo desempenho com a bola, a vitória era mais que esperada no Morumbis.
Crespo também teve uma atuação impecável no banco. Sacou os amarelados Sabino e Enzo Díaz no intervalo, colocou Wendell e Lucas e modificou a formação. Com vantagem numérica, a equipe conseguiu aquilo que faltava na primeira etapa: gols.
Tapia aproveitou um lance de pressão total na pequena área e anotou mais um gol em clássicos. A maneira como o substituto de Calleri se comporta em campo e incomoda os adversários agrada Crespo e mostra que a troca dele e Enzo por Galoppo foi bem sucedida.
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Já Luciano aproveitou um grande lançamento de Marcos Antonio, o dono da bola no Morumbis, e marcou o seu terceiro tento na temporada. Gols que ajudam o São Paulo e levantam a bandeira da Dragões da Real em homenagem ao, para alguns, controverso camisa dez.
Bobeou o Lucianjo pimba!
Mais que a sequência positiva e o alívio por ter saído da UTI no Paulistão e ter entrado no quarto do hospital, os dois últimos jogos mostraram um São Paulo competente com e sem a bola. Foi muito atacado pelo Flamengo e atacou muito o Santos. É evolução.
Pés no chão que neste meio de semana tem mais Santos, desta vez na quarta-feira pelo Campeonato Brasileiro na Vila Belmiro, e finalmente o Primavera em mais um seabado de MorumBIS cheio, no sábado às 20h30.
Rafael: uma grande defesa. Nota: 7,5
Mike: em evolução. Joga sem medo. Nota: 7,5
Alan Franco: ainda deve melhorar na temporada. Nota: 6,5
Arboleda: mais uma bela partida jogando na sobra. Nota: 7,5
Sabino: ótimo “meio jogo” e cartão bobo. Nota: 7,0
Enzo Díaz: boa atuação, cartão e saída no intervalo. Nota: 7,0
Bobadilla: muito eficiente no trabalho no meio. Nota: 7,5
Danielzinho: a roda que gira no meio-campo. Nota: 7,5
Marcos Antônio: impecável. Hoje vale 50 mi euros! Nota: 9,0
Luciano: como segundo atacante dentro da área é mortal. Nota: 8,5
Tapia: desafogou o time quando era preciso. Útil ao elenco. Nota: 8,0
Lucas, Wendell, Pablo Maia e Ferreirinha. Boas mexidas que ajudaram a sustentar ofensivamente a equipe na segunda etapa.
Hernán Crespo: um dos nomes do jogo. Escalação que funcionou mais uma vez, jogo de imposição do começo ao fim e mexidas que deram resultado. “Atuação” perfeita do técnico. Nota: DEZ!
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