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Decisão do São Paulo pode acarretar processos e até rescisões no elenco

Na última sexta o jornalista Paulo Vinícius Coelho revelou a decisão do São Paulo de cortar parte dos salários do elenco, mesmo sem um acordo entre as partes. Tal decisão poderá levar graves consequências ao clube, como processos e até rescisões de contratos de atletas que não concordam com a medida.

 

Uma importante medida provisória foi publicada pelo Governo Federal do Brasil na última quarta-feira, por conta do COVID-19. Ela prevê a redução proporcional dos salários e da jornada de trabalho, além de também prever a suspensão temporária do contrato de trabalho. Porém, nos dois casos o texto prevê o acordo por escrito entre empregado e empregador. Por este motivo, advogados entendem que a lei não permitirá a as aplicações de redução salarial e redução de jornada de trabalho sem a concordância do atleta.

 

Conversei com o advogado Filipe Rino, da Rino Direito Desportivo. Ele alerta que a economia temporária poderá causar um rombo financeiro no futuro, com a perda de atletas (que poderiam ser negociados) e condenação ao pagamento da Cláusula Compensatória Desportiva.

 

“Em relação à redução dos salários em casos de força maior (como o presente momento), há os artigos 501 e 503 da CLT (Lei Trabalhista) que possibilitava a redução de até 25% dos salários, desde que comprovados prejuízo financeiros à empresa. E não é o caso dos clubes de futebol, que há anos se arrastam em crises financeiras e administrativas. No presente momento, não se tem notícias de redução da arrecadação dos clubes, pois as cotas de televisão continuam sendo pagas, patrocinadores continuam pagando, camisas continuam sendo vendidas, mantém arrecadação de sócios torcedores, etc. Ou seja, a crise não é decorrente do COVID-19, já ocorre há muito tempo.” – disse ele ao Blog São Paulo Sempre.

 

“A maioria dos clubes brasileiros sequer estão com os pagamentos dos salários e Direitos de Imagem em dia. Se de fato os clubes reduzirem de forma unilateral os pagamentos (salários e Direitos de Imagem), pode sofrer prejuízos ainda maiores.” – ressaltou do Blog.

 

O advogado Maurício Corrêa da Veiga, sócio da Corrêa da Veiga Associados, em entrevista ao Globoesporte.com, ponderou que cada jogador precisa se conscientizar das dificuldades atuais: “Não há outra saída, a conta não fecha. (sic) Não se trata de “corte” (salarial), mas sim de uma “moratória”, pois os 50% seriam devolvidos parceladamente depois do retorno das atividades. Se comparar com o que está sendo feito nos maiores clubes do mundo, pode-se dizer que a atitude dos atletas é mesquinha e individualista.”– disse ele ao portal.

 

Todos sabemos que o momento é extraordinário e, na minha opinião, o clube está sendo bem razoável na proposta ao jogadores, seguindo a linha mundial ou até sendo mais generoso. Também vale dizer que os grandes clubes do mundo caminham para acordos com redução de salários.

 

Há de se haver um consenso geral. O fato é que o São Paulo, por meio de sua diretoria e escritório de advocacia, ainda analisa o modelo de ajuste de despesas que será aplicado nesse período de isolamento. O clube sabe que terá que se readequar as despesas com as receitas do período sem jogos com o futuro.

 

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Tabelinha entre TRI Mundiais!

Drama financeiro – Segundo o jornalista Paulo Vinícius Coelho, o PVC, a redução de salários ao elenco acontecerá mesmo com os jogadores não aceitando o corte proposto pelo São Paulo. Para justificar a falta de dinheiro num futuro próximo PVC citou a iminente não renovação do Banco Inter e MRV devido a política interna do clube. Segundo ele, as ameaças de impeachment do final do ano passado criaram mal estar na empresa. Tricolor e o empresário Rubens Menin, dono das duas empresas, terão abril para o “vai ou racha”. Perder patrocínio por bagunça política é mais um motivo para o São Paulo mudar o atual sistema por um mais profissional, sem ranços e mesquinharias entre “situação e oposição”.

 

Dando o exemplo – Enquanto negociam com o elenco, os diretores anunciaram redução nos seus próprios vencimentos. Segundo o UOL Esporte, quem ganha mais de R$ 15 mil reais no clube terá seu salário readequado nos meses de paralisação. Deste modo, diretores como Alexandre Pássaro, Lugano, Raí e o próprio presidente Leco fatalmente terão os salários mexidos. Vejo a atitude como um exemplo para os jogadores. Todos precisam se adequar a nova realidade de 2020.

 

Briga por Tchê Tchê – Acusado pelo Dínamo (Kiev) por não cumprimento do pagamento de uma das parcelas do volante Tchê Tchê, o São Paulo teve recente derrota na FIFA e irá apelar para Corte Arbitral do Esporte (CAS) uma espécie de STJD internacional. Há uma parcela pendente de R$ 500 mil euros e o clube ucraniano entende que tem direito a receber juros, além do montante acordado.

 

Camisas com patrocínios – Você pode ter uma camisa do São Paulo com todos os patrocínios atuais do clube (Inter, Urbano, MRV, AOC, Cimentos Cauê). A São Paulo Mania Alphashopping, loja licenciada do São Paulo, vende a camisa com todos os patrocínios por R$ 380,00. Para colocar nome e número fica R$20,00 cada número e R$5,00 cada letra. Quem já tem a camisa e deseja colocar os patrocínios, pode comprar os patches e deixar reservado para trazer a camisa na loja quando a mesma abrir. O frete é grátis para compras acima de R$ 150,00. A loja atende todo o Brasil pelo whatsapp 11 98199-8112.

 

Tem LIVE!Essa sexta (3/04) 19h tem LIVE no meu Instagram. Recebo o Rapper @C4BAL e falaremos de música, futebol (vai rolar um Choque-Rei) e a nova música QUARENTA, que tem citação de Dani Alves. Bora? 

 

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Diniz prevê volta de Gonzalo e não garante Igor Gomes por muito tempo

O técnico Fernando Diniz participou de um programa na Rádio Transamérica na tarde desta quarta-feira. Entre outros assuntos ele comentou a possível volta de Gonzalo Carneiro e o interesse internacional por Igor Gomes.

 

Sobre Carneiro, Diniz disse estar pronto para acolher o jogador, que classifica como “útil tecnicamente” ao elenco. “Em princípio, da minha parte vai ser olhado e quero conhecer melhor para saber quanto pode nos ajudar” – disse ele na entrevista.

 

Já sobre Igor Gomes e o interesse de clubes como o Real Madrid, o técnico não garantiu a permanência do jogador por muito tempo por conta da idade e do talento que o meia demonstrou até agora. “Chega em determinado momento, com o tamanho da proposta, o clube se vê quase na obrigação de vender. Enquanto tivermos esse modelo que aí está, vamos continuar sendo fornecedor de matéria-prima.” – decretou.

 

Pela entrevista, dá para entender que Carneiro será integrado ao elenco após as férias coletivas de vinte dias, decretadas nesta quarta. Apesar do interesse publicado nos jornais As e Marca, até agora não há nenhuma proposta ou negociação em andamento entre São Paulo, Igor Gomes e qualquer clube europeu.

 

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Vale negociar, mas o elenco deveria caminhar para o acerto com o clube!

Saiu no Globoesporte.com: a proposta de adequação salarial feita pelo São Paulo ao seu elenco sofre resistência de uma grande parcela dos jogadores. Muitos deles não aceitam o acordo proposto por Raí e Alexandre Pássaro, que visa cortes despesas do departamento de futebol durante o período de paralisação.

 

Na proposta, o clube propõe corte de 50% no salário CLT pago em carteira e suspensão dos direitos de imagem a partir de abril. Segundo o portal, o Tricolor garante um mínimo de R$ 50 mil mensais para todos e afirma que reembolsará em seis parcelas todos os valores após a crise e com a volta do futebol.

 

Como tudo na vida, há de se ver os dois lados. O clube do meu coração tem total razão em propor o que está propondo, mas não dá para esquecer o cenário dos jogadores. Cada um sabe o valor que tem e o contrato não foi imposto por ninguém ao Tricolor. Porém, neste caso específico (pandemia, paralisação, isolamento e recessão) eu dou muito mais razão ao São Paulo. É uma exceção, última vez vista na segunda guerra mundial.

 

Estou com o clube. No caso do elenco, vale negociar em conjunto ou individualmente mas o caminho deveria ser para o lado proposto pelos diretores. Ainda mais no futebol brasileiro, com cifras muito distintas da qualidade do espetáculo para o torcedor. Porém é importante ver se Leco e seus diretores também reduzirão seus vencimentos pela metade.

 

Por fim, o clube oficializou o período de vinte dias de férias para o elenco por causa da pandemia do COVID-19. Os atletas poderão tirar os outros dez dias restantes em dezembro, após o cumprimento da temporada.

 

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É mentira! As cinco maiores promessas da base que nunca viraram realidade

A categoria de base do São Paulo é mundialmente conhecida por revelar grandes jogadores. Em 2013, o site Bleacher Report classificou a base tricolor a como a 4ª melhor do mundo, atrás apenas de Ajax, Sporting Lisboa e Barcelona.

 

Mas não é só de sucesso que vive a base Tricolor. Vejam cinco promessas que subiram para o profissional cercados de expectativa pelos torcedores, mas que ficaram pelo meio do caminho e não entregaram aquilo que se esperava. Vamos a eles:

 

5) Lucas Gaúcho

Campeão e artilheiro na edição de 2010 da Copinha. O São Paulo conquistou o torneio e o jovem centroavante fez nove gols, credencial para ser aclamado para o profissional. Porém, Lucas Gaúcho não conseguiu espaço entre os profissionais e acabou rescindindo o contrato no ano seguinte. Ele passou por Portuguesa, Luverdense, futebol espanhol e depois girou por lugares pouco frequentados por boleiros brasileiros, como Tailândia, Vietnã, Tunísia, Omã e Lituânia.

 

4) Sérgio Motta

Canhoto, técnico e habilidoso. O meia Sérgio Motta surgiu na Copinha de 2007 como esperança para suprir uma grande carência existente a época: o “camisa 10”. Muitos no clube apostavam suas fichas no jovem, mas infelizmente Sérgio Motta não se firmou no tricolor. O jovem foi emprestado diversas vezes, atuando sem nenhum brilho. Definitivamente a esperança foi por água abaixo.

 

3) Renatinho (foto)

Para mim, o baixinho habilidoso e rápido como um foguete uma das maiores expectativas da história da base Tricolor. Renatinho (foto) foi mais uma ‘joia’ que não vingou no futebol. Titular na Copa São Paulo de 2001, era destaque absoluto da equipe que contou com Kaká entre os reservas. Fiasco no profissional, foi jogar na Bélgica e ainda atuou por Fluminense e Caldense. Encerrou a carreira aos 31 anos e virou auxiliar técnico.

 

2) Henrique

Henrique Almeida teve uma carreira praticamente perfeita nas categorias de base. Artilheiro da Copinha de 2009 com oito gols pelo São Paulo, conquistou vários títulos com a Seleção Brasileira, inclusive o Mundial sub-20 em 2011, quando se tornou o goleador e melhor jogador da competição. Aclamado por nove entre dez Tricolores, não conseguiu repetir entre os profissionais os feitos da base. Foi emprestado para vários clubes até sair do Tricolor e não conseguiu sequer ser próximo do que era na base.

 

Por fim, caiu com o Coritiba e o Botafogo.

 

1) Harison

Para mim, o maior exemplo de promessa que não vingou. Com nome de “Beatle” e barrando Kaká no meio-campo da base, Harison era o grande craque do time campeão da Copinha 2000 e subiu com toda expectativa do mundo. A promessa foi em vão. Harison não se firmou em nenhum dos clubes que defendeu, jogou no Japão, rodou por Paysandu, Goiás, Guarani, Grêmio Barueri, Marcílio Dias e Duque de Caxias sem nunca conseguiu destaque. Para a nossa sorte o seu reserva brilhou no São Paulo, Milan e seleção Brasileira.

 

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