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Luan precisa ser mais aproveitado!

O volante Luan está insatisfeito com as poucas chances recebidas na equipe titular em 2020 e não descarta a possibilidade de ser emprestado para outro clube nesta temporada. A apuração é da Gazeta Esportiva.

 

O volante se encontrou nesta sexta-feira com os seus agentes para discutir sua situação. Luan já esteve em campo em seis partidas no Campeonato Brasileiro e não poderia atuar em um clube da série A caso complete a sétima partida. Se atuar no sábado, por exemplo, ele só poderia ser emprestado para um clube da série B ou para o exterior.

 

Luan está certo em cogitar saída e deve ter sondagens de clubes da série A. Sabe do seu potencial e quer rodagem em jogos. Eu ainda gostaria de ver Luan atuando como titular do São Paulo, na frente da zaga em uma função muito parecida com a de Pintado em 1992 ou Josué em 2005. Vale lembrar que atualmente a zaga do São Paulo é o setor que mais sofre na temporada, mesmo renovada com Diego e Léo.

 

Fernando Diniz cogita mudanças para a partida diante do Internacional, neste sábado no Beira-Rio e tomara que Luan seja uma delas. O atleta é o único volante de marcação no elenco são-paulino e pode ajudar a fortificar um setor visto como exemplar em outros anos.

 

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Pesquisa mostra que torcedor gostaria de ver Muricy diretor de futebol

Uma pesquisa no Twitter @danielperrone, com seis horas de duração e 5.550 votos contabilizados, mostrou que mais da metade dos votantes gostariam de ver Muricy Ramalho no cargo de diretor de futebol do São Paulo na próxima gestão.

 

As alternativas continham, além de Muricy, o ex-diretor Marco Aurélio Cunha, a possibilidade de qualquer um dos dois mencionados e a alternativa de outro profissional. Muricy ficou com 57,4% dos votos, MAC ficou com 24,6% da preferência do torcedor, qualquer um ficou com 10,8% dos votos e um outro nome ficou com 7,2% da preferência.

 

 

Pelos resultados e boa amostragem de participantes, não seria errado afirmar que metade ou mais torcedores gostaria de ver Muricy de volta no São Paulo. Não como treinador (o próprio já falou que está aposentado do cargo) mas sim como diretor ou coordenador técnico. Marco Aurélio Cunha, com ótimas passagens no futebol, também é bem cogitado.

 

Na minha opinião, pela personalidade e liderança, Muricy se encaixaria diretor, no lugar de Raí, que sairá do cargo no fim do mandato de Leco. Um cargo de coordenador é pequeno para o tamanho do ex-técnico, ainda mais no clube que conhece desde a infância. Como diretor, Muricy participaria da montagem e gestão do elenco, apontando as contratações necessárias e alçadas da base, além de estar no comando geral da pasta. Pela idade e saúde, não viajaria todo o momento com o elenco, função que deverá ser feita por um gerente ou coordenador.

 

Porém, pesa o fato de Muricy nunca ter exercido um cargo como esse no futebol. Anos atrás eu até apostaria que nunca aceitaria um cargo desses, mas o período no Grupo Globo pode tê-lo feito mudar de ideia. Por ter passado tanto tempo como técnico, creio que Muricy tenha a vivência necessária para o cargo e o perfil que o clube precisa.

 

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Crise Paulista X Crise Gaúcha

São Paulo e Internacional se enfrentarão neste sábado às 19h no Beira-Rio sob forte pressão. O confronto, válido pela 12ª rodada do Brasileirão, é direto palas primeiras posições do torneio.

 

A crise no São Paulo é consequência da virtual eliminação do clube na Libertadores, ainda na fase de grupos. Somente uma vitória em Buenos Aires colocaria a equipe de volta no páreo, algo improvável deste elenco conquistar na Argentina diante do River Plate, vice campeão do certame no ano passado. A eliminação precoce, além do âmbito esportivo, traria prejuízo econômico ao clube, já que a projeção para fins de balanço é chegar ao menos nas oitavas de finais.

 

Já o Internacional está em crise por um e único motivo: o Grêmio. A equipe de Coudet não consegue vencer o maior rival e vem de mais uma derrota, desta vez em casa pela Libertadores da América. O quinto Gre-Nal no ano sem vitória e sem um gol sequer marcado repercutiu com intensidade no ambiente colorado. A crise já está instalada no Beira-Rio.

 

Logo depois do confronto de sábado, o Tricolor irá para a Argentina enfrentar o River na quarta (30/09). Já o Internacional viajará para a Colômbia enfrentar o América de Cali na terça-feira (29/09). Pela distância Porto Alegre/Cali e pela proximidade do jogo do Colorado, é capaz de Coudet vir com um time alternativo.

 

Mais um par de derrotas no sul e em Buenos Aires certamente colocará Diniz em uma situação delicada no clube. O mesmo acontece com Coudet, técnico do River. Perder para Grêmio, São Paulo e um possível resultado negativo em Cali também deixariam o argentino na corda bamba.

 

O sábado promete, menos para um dos dois adversários.

 

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Fernando Diniz: ruptura ou permanência?

Depois de mais um resultado negativo na Libertadores 2020, resultado este que deixa o São Paulo virtualmente eliminado ainda na fase de grupos da competição, a discussão do dia não poderia ser outra que não fosse o trabalho de Fernando Diniz. Afinal, ele merece permanecer neste momento como treinador do São Paulo ou ser demitido?

 

É fato que o trabalho é bastante insatisfatório no quesito principal do futebol: os resultados. Apesar de figurar bem na tabela do Brasileirão deste ano, o Tricolor foi eliminado vexatoriamente no Paulista e deverá cair precocemente na Libertadores, aumentando a temperatura das críticas ao técnico. Por outro lado, uma ruptura com Fernando Diniz no meio da temporada, procura, escolha, contratação e entendimento de jogo de um novo técnico pelo elenco em um calendário absolutamente sem tempo de treinamentos, poria em altíssimo risco a situação do clube.

 

Repetindo: não há tempo para treinar. Só jogar, recuperar e viajar.

 

Outro fator que não dá para desconsiderar são as eleições no clube. O técnico que porventura se sujeitar a treinar o São Paulo ainda neste ano teria que apresentar resultado em três meses sob pena de ser demitido em dezembro após a posse do novo presidente do clube e sua nova diretoria de futebol. Tem gente boa sujeita a isso no mercado ou só tapa buraco?

 

Serei franco: eu não demitiria Fernando Diniz neste momento. Apesar de considerar o São Paulo virtualmente eliminado da Libertadores e sem perspectivas de resultados na Copa do Brasil e possível Sul Americana, não vejo alto risco de rebaixamento no Brasileiro, pelo menos neste momento. E mais: concentrando esforços na competição nacional, dá para rodar os atletas menos experientes sem fazer feio na tabela, alternando vitórias, empates e derrotas na competição.

 

É a mesma linha de raciocínio de Muricy Ramalho, ídolo são-paulino e cotado para a direção de futebol da gestão Casares, caso o candidato se eleja. “Trocar o treinador já no fim da Libertadores e ainda com o Brasileiro em andamento, acho que não é legal. Ele tem chances no Brasileiro, está em terceiro lugar. Claro que o São Paulo tem de melhorar muito.” – disse ele ao GE.com.

 

Que fique claro: não demitir Fernando Diniz não quer dizer exatamente prestigiar o trabalho do treinador, afinal como disse Muricy, o trabalho precisa evoluir. Porém, penso que a decisão de permanência ou não do técnico deveria ficar nas mãos da próxima gestão. O futuro presidente e seu diretor de futebol devem avaliar o atual trabalho e, caso optem pela ruptura com Diniz, planejar com convicção a vinda de um substituto, e não um paliativo.

 

Hoje, os três técnicos que eu mais gostaria de ver no clube estão empregados: Rogério Ceni, Renato Portaluppi e Miguel Àngel Ramires. Ainda mais pela falta de boa opção no mercado não concordo em demitir por demitir sem um planejamento. E para não piorar as coisas, essa decisão deveria ser estudada pelo sucessor de Leco.

 

Afinal, será ele que terá três duros anos para colocar o clube nos eixos.

 

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Esse São Paulo não merece a Libertadores!

Não teremos opinião pós-jogo. Teremos desabafo pós-jogo.

 

A goleada sofrida em Quito na noite desta terça-feira saiu barato para o Tricolor e é o retrato de um clube que definitivamente não merece estar na Libertadores da América 2020. Virtualmente eliminado, São Paulo de tanta tradição e glória na competição, mostrou neste ano que não tem nada a ver com o DNA do torneio. Não foi aguerrido, não foi lúcido, não foi inteligente e tampouco inovador como o seu treinador prega nas entrelinhas do seu trabalho.

 

O São Paulo não foi nada. Perdeu na famigerada mega altitude de Juliaca, situação que nenhum de seus adversários diretos passará, empatou com um River que não jogava uma partida oficial faziam cinco meses e escapou de um vexame histórico em Quito graças a gols dos reservas Brenner e Tréllez. Os dois gols na capital do Ecuador tornarão a derrota “normal” daqui a dez, vinte anos. Anormal é este cenário atual que vivemos.

 

Todos tem responsabilidade na virtual eliminação, mas na partida de hoje os maiores deméritos ficam para o “perde gol” Pablo (quem viu Serginho, Careca, França e Luis Fabiano sabe do que estou falando); a inexperiência dos jovens (que podem aprender com isso) incluindo o técnico Fernando Diniz, marinheiro de primeiríssima viagem em competição internacional; do capitão Dani Alves, que resolveu debochar da torcida na internet ao invés de focar no futebol em um momento tão importante da temporada e, claro, da diretoria do clube. Os dois jogos finais serão melancólicos: diante do River que não perdoará em Buenos Aires e a disputa pelo terceiro lugar diante do saco de pancadas do grupo, com direito a vaga na Sul-Americana.

 

Pensando bem, esse São Paulo tem cara é de Sul-Americana. E olhe lá.

 

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