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Bom para todo mundo!

Confirmado: o volante Liziero está de malas prontas para Porto Alegre. O São Paulo encaminhou o empréstimo do jogador para o Internacional pelo período de um ano com e tem opção de compra no final do empréstimo.

 

O clube não revelou o valor da opção de compra.

 

Na minha opinião, tecnicamente a saída de Liziero é bom para as três partes envolvidas. É bom para o jogador, contestado por parte da torcida e carente de novos ares, bom para o São Paulo, que já possui jogadores com as mesmas características de Liziero como por exemplo Gabriel Neves e bom para o Internacional, que receberá um bom jogador vindo da base Tricolor.

 

A saída de Liziero não tem nenhuma relação com a iminente contratação em definitivo de Patrick, isso é, não houve troca. O meio-campista está em fase de assinatura de contrato e pode ser anunciado pelo Tricolor nesta quinta-feira, por duas temporadas.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Marinho: um ‘medalhão’ que eu gostaria de ver no São Paulo em 2022

O São Paulo desconversa na reta final do Brasileirão mas o planejamento para o ano que vem já foi iniciado. O clube certamente mexerá no seu elenco, contratando reforços e dispensando atletas para tentar equilibrar e fortificar seu elenco.

 

Dentro deste cenário e sabendo que o clube não contará com um grande budget pela dívida e também a não negociação de atletas para o mercado exterior no segundo semestre, imagino que o Tricolor deva se reforçar com jogadores de bom desempenho em equipes cujos salários não sejam considerados de primeira prateleira. Jogadores que são destaques em suas respectivas instituições mas com ambição de atuar em um clube grande. Guardadas as proporções das épocas, atletas como Josué, Danilo, Grafite e Fabão, que vieram do Goiás e Mineiro, que chegou do São Caetano em 2005.

 

Imagino esse ser o pensamento correto e há mercado no Brasil para estas oportunidades mas indicaria apenas um medalhão para o clube: Marinho, atualmente atuando pelo Santos. O atacante de 31 anos e boas passagens pelo Vasco e o próprio Santos é daqueles que veste a camisa do clube que trabalha, com dedicação em todos os jogos. Possui intensidade de jogo, é bom no 1×1 e tem ótimo chute de longa distância, atributos necessários no futebol moderno e para o São Paulo.

 

Em junho, o Tricolor consultou o Santos sobre a possibilidade de ter o jogador mas ouviu uma resposta inviável: supostos R$ 20 milhões e R$ 400 mil reais mensais de salário, esfriando o contato. Hoje a situação é diferente. Marinho deve deixar a Vila no ano que vem e os números de aquisição serão diferentes de meses atrás.

 

Apesar da possibilidade, não sei se a diretoria Tricolor retomaria o contato com os santistas, lembrando que o contrato de Marinho vence em dezembro de 2022, mas este é um dos poucos atletas “de nome” que eu gostaria de ver no plantel. Vai jogar onde? Tira quem para a entrada de Marinho? Amigos, a temporada brasileira é longa e intensa graças ao insano calendário que temos. Um clube que se presta a conquistas precisa ter um elenco vasto e eficaz e o ataque Tricolor precisa de jogadores que almejem a titularidade e vistam a camisa nas competições que teremos pela frente. E não considero jogador de uma temporada. Desde os tempos de Vasco ele se entrega em campo. E faz gol, coisa que muitos nossos não fazem.

 

E você, torcedor? Acha que Marinho seria uma boa para o Tricolor?

 

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Dani Alves dá sua opinião sobre os estilos de jogo de Diniz e Crespo

O meia Daniel Alves respondeu uma bateria de perguntas de seguidores em seu Instagram, no final de semana passado. Entre as perguntas, ele deu a sua opinião sobre diferenças e semelhanças de Hernán Crespo com seu antecessor, Fernando Diniz.

 

Para o capitão do São Paulo, não há tanta diferença entre os dois. “Os dois gostam de tratar bem a bola, os dois gostam de muita intensidade e os dois precisam de tempo para fazer uma equipe vencedora”. – respondeu ele a um seguidor são-paulino.

 

 

Já eu vejo algumas diferenças significativas no sistema de jogo e na saída de bola. Crespo modificou a formação dos jogadores algumas vezes nas quatro partidas oficiais que realizou. Já a saída de bola está menos ‘bitolada’ em relação a usada por Diniz.

 

Dani Alves, ao ser consultado, foi um dos maiores entusiastas da chegada de Diniz ao clube. O camisa dez Tricolor, juntamente com os líderes do elenco, deram aval a Raí para a contratação do ex-técnico, o que ocasionou atrito com o então coordenador de futebol Vágner Mancini.

 

Mancini, hoje dirigindo o Corinthians, estava praticamente certo no posto de treinador do São Paulo após o pedido de demissão de Cuca. A intervenção positiva do elenco a favor de Diniz foi determinante para a escolha.

 

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Veja como Crespo trabalha o elenco durante a paralisação do Estadual

A rotina da Barra Funda se alterou com a paralisação do Campeonato Paulista. Com folgas prolongadas e mais tempo para treinamento, Crespo e sua comissão técnica procuram fixar o sistema de jogo com três defensores junto ao elenco.

 

Além disso, o técnico argentino trabalha as alternâncias táticas que ajudaram o Defensa Y Justicia vencer a Sul Americana do ano passado. Variações de adversário para adversário e de situações de jogo, que fizeram com que o São Paulo se interessasse pelo trabalho e escolhesse Crespo para dirigir o Tricolor nesta temporada.

 

O retorno de Miranda facilita o entendimento tático defensivo. O veterano joga em todas as posições defensivas caso necessário e inicia nova jornada no clube que o consagrou como titular, ao lado de Bruno Alves e Arboleda. Crespo ainda possui Diego Costa, Léo, Rodrigo e Walce (este último voltando a trabalhar no gramado) mas ainda espera um novo zagueiro para fechar seu setor defensivo.

 

Orejuela e Reinaldo, com Igor Vinícios e Wellington como sombras, terão papel vital para o trabalho ofensivo. Os dois terão campo para mostrar suas melhores características. Todos trabalham a sincronia ataque com defesa, importante no sistema de três zagueiros. Serão atacantes que também precisam defender o patrimônio Tricolor.

 

A chegada de William, recém contratado e já treinando com o grupo, acirra a disputa de posições no meio-campo. O jogador iniciou a carreira como meia atacante pelos lados do campo mas foi recuando com o tempo e hoje ocupa a zona de campo que hoje é trabalhada por Dani Alves, Rodrigo Nestor e Tchê Tchê. Porém, suas características são diferentes dos demais. William é menos técnico e mais raçudo, lembrando um pouco Edenílson do Internacional de Porto Alegre. Em breve Liziero entra nessa disputa. O jogador está em fase final de transição e já treina no gramado.

 

Benítez, outro que chega para brigar por posição, treina com o grupo desde quinta-feira passada e tem sido testado na posição “1”, na frente dos volantes, com a função de municiar os atacantes e chegar na área. Em uma das formações utilizadas por Crespo nos coletivos, o argentino ex-Vasco atuou com Dani Alves e Rodrigo Nestor, formando uma linha muito técnica e ofensiva. Igor Gomes seria seu concorrente direto pela vaga e tem grande chance de voltar a boa fase do início no profissional com a nova comissão técnica.

 

De contrato renovado, Luan é peça importante de alternância tática, já utilizada duas vezes pelo técnico em situações de jogo. Recuado para a zaga, ele permite variação de jogo. Na última partida, em Novo Horizonte, Crespo o recuou para a entrada de Rojas quando a equipe precisava de mais volume e amplitude de campo.

 

Para nós, torcedores, a paralisação do campeonato é péssima mas ao menos para Crespo, recém chegado ao clube, ela é importante para os ajustes finos táticos e a integração dos novos contratados. Diferente de Fernando Diniz, o argentino joga de acordo com as características dos adversários que enfrenta e muda mais as formações táticas durante as partidas. Isso requer tempo e elenco.

 

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Lugano: “elenco de 2020 foi disparado o melhor do São Paulo na década”

Diego Lugano concedeu uma valiosa entrevista para o GE.com dias antes do empate do Tricolor diante do Palmeiras, pelo Campeonato Brasileiro de 2020. O hoje comentarista dos canais Disney falou da dificuldade da transição jogador/diretor, as gritantes diferenças entre o Morumbi e o CT da Barra Funda e assuntos do futebol Tricolor.

 

Sobre sua experiência como diretor, Lugano admitiu ser um mundo completamente diferente do que vivia no fechado convívio do futebol na Barra Funda. “As vezes na Barra Funda não se enxerga. Eu como jogador não enxergava.” – disse ele, se referindo a amplitude de situações que o clube enfrenta além do futebol. Lugano falou que como jogador, em 2017, queria “matar” o diretor financeiro por não cumprir com o pagamento dos bichos nas datas acordadas mas quando virou de lado entendeu que estava errado, enxergando somente o lado dos jogadores na época.

 

“É como se o São Paulo tivesse mundos diferentes: CT da Barra Funda, Morumbi e Cotia. Não há uma interação real. É difícil equilibrar esse relacionamento. Não é fácil. Como jogador achava que deveria ser mais fácil, mas não é na realidade.” – disse ele.

 

Foi interessante ouvir do ex-dirigente que, como jogador, ele tinha acesso a decisões e que no clube existia uma hierarquia a ser cumprida. Lugano tinha liberdade total para opinar mas não decidir. E que decisões no Morumbi são tomadas com influência direta política. “Por isso falo que o São Paulo tem muita política e a pressão se multiplica.” – concluiu.

 

Em um dos pontos mais interessantes, Lugano rechaçou qualquer desavença de Diego Aguirre, técnico e Nenê, capitão do time em 2018. Na época o torcedor apontava essa briga como ponto principal da derrocada do título no ano. “A verdade é que se adoram. Tanto que trabalharam juntos no Catar, e Nenê depois manteve relação com ele. Há gestos públicos que não significam o que seja internamente. Então ficou um pouco marcado por isso.” – disse Lugano.

 

O uruguaio afirmou saber da contratação de Fernando Diniz num evento de camarote no estádio e no início apoiou por saber que foi pedido por alguns atletas. “O fato de muitos jogadores terem pedido ou opinado, eu não achei ruim, não. Até achei bom, porque isso envolve mais, dá mais sentido de pertencimento, responsabilidade, mostra que a turma está dentro do que está acontecendo.”– disse.

 

Lugano acabou não acreditando no sucesso do treinador e chegou a falar com Diniz para mudar o estilo de jogo do time, em um encontro sem brigas ou discussões, diferente do propagado entre torcedores. “O São Paulo está na fila de coisas importantes. Nós, diretores, estamos com curto prazo para buscar um título. Nosso tempo estava vencendo.” disse o dirigente, afirmando que o elenco de 2020 foi disparado o melhor que viu desde 2015, quando voltou ao clube.

 

Lugano mais uma vez afirmou a complexidade que é governar um clube tão complexo. “Muito maior e mais complexo do que imaginava. Muita gente capaz no Morumbi, marketing, finanças, institucional, clube, social, contratual, e tudo depende da bola entrar ou não entrar. O Leco mudou estatuto, fez coisas muito boas, mas se a bola não entra tudo está mal. É complexo pra c…. Muita gente participando e fazendo coisas boas para o clube em várias áreas, e quando a bola não entrava, parecia que tudo estava mal.” – disse ele ao GE.com

 

“O elenco de 2020 foi muito bom. Claro, não teve a sorte de ser campeão. Futebol no fim das contas é isso. A bola entrar ou não.” – disse Lugano, se referindo a temporada passada.

 

Achei a entrevista muito bacana. Sincero como sempre, Lugano abordou pontos importantes que talvez façam com que o torcedor entenda a amplitude do clube, as decisões diferentes do futebol e da política, além de assuntos pontuais como Aguirre e Carneiro. Trabalhar no clube é muito complexo. Você tem opinião mas a hierarquia e a guerra de influências comanda as decisões. Vale ler a entrevista completa!

 

Veja a entrevista completa aqui.

 

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