A Copa do Mundo da FIFA 2026 chegou ao fim de sua primeira rodada. Todas as 48 seleções envolvidas no torneio já estrearam, e já é possível fazer um balanço inicial da competição. Veja abaixo:
Apelidada de “a maior Copa do Mundo” por conta do número recorde de seleções participantes, a edição de 2026 parece confirmar, após essa primeira rodada, que a ampliação do torneio foi um acerto da FIFA. Apesar das discussões entre jornalistas e analistas antes do início da competição, a qualidade dos jogos não caiu. Pelo contrário: em muitos casos, ela parece até superior à de algumas edições recentes.
Seleções consideradas de terceira ou quarta prateleira vêm demonstrando competitividade, especialmente equipes do Oriente Médio, da Oceania e da América Central, tornando os confrontos mais equilibrados e interessantes.
Lionel Messi e Vozinha são, para mim, os grandes destaques desta primeira rodada. O primeiro dispensa apresentações. Logo em sua estreia, Messi voltou a fazer história ao marcar três gols e assumir a condição de maior artilheiro da história das Copas do Mundo. Já Vozinha foi simplesmente decisivo para que Cabo Verde segurasse uma das favoritas ao título, a Espanha. Curiosamente, o experiente goleiro cabo-verdiano, hoje com 40 anos, estava desempregado há poucos meses. Outro detalhe interessante é que seu nome, Josimar, foi inspirado no ex-lateral brasileiro que brilhou em Copas do Mundo.
Mbapeé, Messi, Kane e Haaland completam os destaques na primeira rodada, com gols e boas atuações. Fora eles, o francês Olise mostrou alto nível de competitividade e deve ser um dos nomes fortes da sua seleção ao longo do torneio.
Seis seleções são apontadas como favoritas antes do início do torneio: França, Argentina, Alemanha, Espanha, Portugal e Brasil. Entre elas, França, Alemanha e Argentina confirmaram seu status com atuações convincentes diante de adversários que, exceto Curaçao, também mostraram competitividade. Dito isso, a Inglaterra pode passar a integrar essa lista após sua excelente estreia diante da Croácia.
O Brasil foi uma das decepções da primeira rodada, embora, para mim, isso não seja exatamente uma surpresa. A seleção ainda parece sofrer as consequências da turbulência vivida desde a última Copa, marcada por mudanças de dirigentes, treinadores e planejamento. Portugal e Espanha também entram nessa lista, talvez com peso ainda maior, considerando que enfrentaram adversários teoricamente mais frágeis. Yamal e Cristiano Ronaldo precisarão reassumir o protagonismo para recolocar suas seleções nos trilhos.
A primeira rodada entregou vários grandes jogos, desde o clássico entre Inglaterra e Croácia até partidas menos badaladas, como Irã 2 x 2 Nova Zelândia e Austrália 2 x 0 Turquia. Ainda assim, a Inglaterra foi a seleção que saiu com mais moral da rodada. Enfrentou um adversário de alto nível e apresentou um futebol convincente. França 3 x 1 Senegal e Holanda 2 x 2 Japão também figuram entre os melhores jogos desta primeira leva de partidas.
A Alemanha aplicou em Curaçao a maior goleada da primeira rodada. Aliás, os alemães parecem estar em seu habitat natural: quando não figuram entre os principais assuntos do noticiário, costumam crescer durante as Copas do Mundo. Perigo à vista.
A Seleção Brasileira precisará de muito “arroz com feijão” para apresentar um futebol competitivo a ponto de ser considerada uma verdadeira candidata ao título. Hoje, o time parece abaixo de várias outras seleções nos aspectos tático, técnico e físico. A boa notícia é que Vini Jr., um dos destaques da estreia, mostrou estar totalmente comprometido e disposto a assumir o protagonismo da equipe. Carlo Ancelotti precisará fazer ajustes e encontrar rapidamente uma formação mais sólida para reconquistar a confiança da torcida.
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Está chegando o maior evento de seleções do mundo e o Portal Tela vem com uma surpresa muito bacana para quem gosta de palpitar naqueles bolões que a gente fazia antigamente nas planilhas de Excel: chegou o Bolão das Seleções.
O Bolão das Seleções é um fantasy game “raiz” com entrada gratuita, 100% autorizado pelo Ministério da Fazenda e com até R$ 1 milhão em prêmios. Você não gasta nada apostando nas seleções e ainda pode ganhar prêmios durante todo o evento.
O Portal Tela, um portal de notícias brasileiro, resolveu resgatar essa tradição de Copas do Mundo para se posicionar neste momento, entre os torcedores dessa paixão chamada futebol.
Resumindo, o Bolão da Seleções é
É entrar, palpitar e aguardar o andamento dos jogos em junho e julho. Além dos palpites, o participante pode ganhar pontos convidando amigos e criando ligas com a galera. Eu tenho a minha liga e ela valerá ao vencedor da liga uma camisa III do São Paulo de 2026 que ainda nem foi lançada.

Screenshot real do Bolão
Você é mesmo bom de palpite? Vem brincar com a gente: é grátis, é autorizado e vale um dinheirão. Pode confiar! mas lembre-se: o Bolão das Seleções é para maiores de dezoito anos.
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Boa parte da torcida brasileira recebeu com ressalvas a nova camisa da seleção brasileira produzida pela Nike. O motivo não foi exatamente o design ou as tonalidades de cor e sim o conceito “Vai, Brasa!” criado pela marca.
Uma das idealizadoras do uniforme foi a designer Rachel Denti, que mora nos Estados Unidos. Seu vídeo explicando o conceito por trás da criação do produto levantou críticas dos torcedores e de influenciadores, que disseram que o termo não é usado pela maioria dos brasileiros para se referir ao país.
“O que é Brasil na sua mais pura versão? O que é o Brasil com S e não o Brasil com Z? O amarelo que a gente escolheu é o ‘canary’, que é canarinho, que é o nosso amarelo, que é o amarelo clássico do mundo. Esse é um dos privilégios de poder ser brasileira trabalhando na camisa do Brasil. Tem coisa que a gente entende, que eu até brinquei antes para explicar isso para o pessoal de lá, que é Brasa, não é Brasil”. – disse Rachel.
O discurso virou meme entre os boleiros que não perdoaram a expressão nas redes sociais. Homens, mulheres, crianças e idosos se incomodaram pelo fato da expressão nunca ter sido ouvida nos estádios, diferente do que disse a designer.
A Adidas, maior concorrente da Nike, foi por outro caminho e lançou nesta semana uma linha de camisas tradicionais do Brasil, que resgatam as icônicas camisas usadas nos Jogos Olímpicos de 1984, trazendo um design clássico e nostálgico. Vejam os modelos:
100% Poliéster. Confeccionada em tecido macio e confortável em predominância amarela com detalhes verdes, bandeira do Brasil com o patch das Olimpíadas e o nome do país centralizado na parte frontal, junto à clássica logo Adidas Originals. Compre aqui.
100% Poliéster. Confeccionada em tecido macio e confortável em predominância marinho com detalhes em amarelo, bandeira do Brasil com o patch das Olimpíadas e a clássica logo Adidas Originals. Compre aqui.
A marca alemã também lançou uma camisa temática para a Copa do Mundo 2026 com custo bixo e mais acessível aos brasileiros. Trata-se da HK7422 AMARELA por R$ 183,90 no pix.
Mas fique esperto porque essa já está acabando nos estoques da Netshoes. Está com 26% de desconto. Logo tradicional Originals em marinho, listras verdes nas mangas e ombros. Bem bacana. Compre aqui.
A concorrência Adidas/Nike nessa época de Copa do Mundo na minha opinião só faz bem ao torcedor. Enquanto uns procuram modernidade e diferenciação, outros preservam o tradicional e a nostalgia. Eu não curti o conceito “Brasa” mas gostei das duas camisas criadas pela Nike.
Porém, essas duas alternativas resgatadas pela Adidas fazem parte do meu passado e trazem de volta algo que eu sempre valorizei no futebol: a tradição. Vou em todas se o dinheiro permitir! rs
Veja neste link a nova camisa da Nike e outros modelos bem bacanas para usar durante a Copa do Mundo 2026, inclusive opção retrô desenhada por são-paulino para a Athleta e um produto licenciado por menos de R$ 40,00.
Roger chegou demitido!
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Torcedor do São Paulo sabe que jogo grande quase nunca começa no apito inicial, mas quando sai o adversário principalmente quando o calendário aperta e o contexto do confronto se vai formando aos poucos. Em mata-mata isso pesa ainda mais, porque esse duelo não vive só do que acontece em campo, mas da expectativa e do momento dos times.
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Quando partidas importantes dos clubes coincidem com eventos internacionais, esse cenário muda mais já que entram outras variáveis como convocação, desgaste, ausências em campo e atenção dos midia dividida entre torcidas. O torcedor já sabe que em competições assim, as partidas sempre terão algum elemento de fora mexendo na leitura do time, seja no elenco, no clima ou na forma como aquele duelo passa a ser encarado.
Tem ausência que é só ausência e tem aquela que muda por completo o desenho da partida. Quando o rival pode perder peça importante, principalmente em um confronto de mata-mata, o olhar sobre o jogo muda na hora. Nestes casos, também o torcedor tenta entender até que ponto aquilo realmente altera o equilíbrio do duelo e a emoção da incerteza do que poderá ser o resultado final aumenta.
Quem acompanha o São Paulo de perto dificilmente espera a bola rolar para começar a pensar na partida. O jogo vai tomando forma aos poucos, na notícia que sai de manhã, na dúvida sobre quem joga, no comentário que circula entre amigos e naquela sensação de que um detalhe pode mudar bastante o rumo do confronto. Hoje isso acontece de um jeito ainda mais intenso porque tudo chega mais rápido e o torcedor passa o dia cruzando informação até montar a própria leitura do que vem pela frente.
Nesse processo, muita coisa que antes ficava restrita à conversa de arquibancada ou ao debate de bar passou a aparecer também em outros espaços. Além de olhar escalação, momento dos times e retrospecto, há quem observe também como o mercado reage ao confronto e vá formando opinião a partir daí.
Quando o calendário mistura compromissos dos clubes com jogos de seleções, o confronto já chega diferente. Nem sempre se trata apenas de desfalque confirmado, por vezes o desgaste de quem volta, o pouco tempo de treino muda mesmo toda a rotina do time. Em mata-mata, tudo isso pesa mais, porque há menos espaço para ajuste e um time que chega desgastado, com setor remendado ou ainda à espera de recuperação física já entra no confronto em desvantagem.
É por isso que nem sempre basta olhar para tradição ou momento recente porque o favoritismo de um duelo pode balançar bastante quando o contexto muda nos dias anteriores. Uma ausência importante, uma sequência pesada de jogos ou um elenco mais desgastado mexem na forma como o confronto se irá desenrolar.
Isso não é apenas conversa do torcedor, ou de outros espaços onde o jogo vai sendo lido antes da bola rolar como nos mídia, por exemplo, no setor das apostas de futebol essas mudanças são bem visíveis quando se olha para as cotações. Quando o time chega mais inteiro, quando há dúvida sobre quem começa jogando ou quando o confronto parece mais aberto do que se imaginava, tudo isso determina as cotações. O torcedor que acesse a plataformas como Superbet apostas percebe esse movimento com facilidade, porque o mercado quase sempre reage ao mesmo contexto.
Talvez essa seja a diferença principal de um torneio assim. No Brasileirão, uma mudança de última hora pode ser só mais um problema de calendário, mas quando se trata da Copa a dimensão é bem diferente, seja no que o time pode entregar seja em outros setores relacionados como os sites de apostas, a atenção dos mídia e mesmo nos streamers especialistas em futebol que passam a prestar mais atenção a eventos que envolvem um país inteiro e nem tanto para a tabela dos times nacionais.
Por isso a leitura do confronto fica diferente. Não é só expectativa pelo desempenho do São Paulo, mas também a tentativa de entender em que estado o jogo vai começar, por outro lado para quem vibra mais com eventos maiores acaba perdoando um time mais fraco e passa a cobrar o bom desempenho do jogador na seleção. No fim, mesmo os torcedores com São Paulo no coração acabam muitas vezes por se unir e torcer por algo bem maior, o Brasil.
Rui Costa e Rafinha:
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Brasil e França farão nesta quinta-feira (26), um grande confronto-teste no Gilette Stadium, em Boston (EUA) visando a Copa do Mundo da Fifa de 2026.
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Em entrevista exclusiva ao Bolavip Brasil, Careca, um dos maiores atacantes do São Paulo e da história da Seleção Brasileira, falou sobre o confronto. O eterno camisa nove Tricolor apontou alguns cuidados que o time de Carlo Ancelotti deve ter com o gigante europeu.
O ex-jogador colocou os bicampeões mundiais como um dos grandes rivais e favoritos para a conquista do Mundial, juntamente com o próprio Brasil e outros gigantes da Europa.
“Acredito que o Brasil pode chegar a uma final. Ser campeão é um detalhe ou outro na partida. Espero que os jogadores do Brasil façam a diferença numa decisão, apesar de os times europeus estarem muito fortes. França, Espanha, Alemanha e Inglaterra são seleções muito fortes individualmente” – Disse Careca ao Bola Vip Brasil.
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O ex-atacante também falou sobre a expectativa para a Copa do Mundo e o respeito que o Brasil ainda tem no mundo, apesar de mais uma estiagem de títulos.
“Será um Mundial diferente, com mais equipes e, por isso, espero uma Copa do Mundo muito emocionante. Na torcida para que o Brasil seja campeão. A Seleção sempre é favorita em uma Copa do Mundo. O mundo todo respeita” – afirmou Careca.
O atacante somou 29 gols oficiais em 63 partidas pela Seleção Brasileira principal entre 1982 e 1993. Ele esteve nos Mundiais de 1986 e 1990 e marcou sete gols em nove jogos. Pelo São Paulo, entre várias conquistas, Careca foi fundamental para a conquista do segundo título Brasileiro, o de 1986.
Careca esteve em campo num Brasil x França pela Copa de 1986 e viu a Seleção ser eliminada nas quartas de final do Mundial no México diante dos europeus.
No empate por 1 a 1 com os franceses, Careca marcou o gol do Brasil, enquanto Michel Platini igualou a partida. Zico ainda teve a chance de dar a vitória no tempo normal, mas desperdiçou uma penalidade. Na disputa por pênaltis, o camisa nove não bateu e viu Sócrates e Júlio César perderem suas penalidades e a França superar a seleção canarinho por 4 a 3.
Careca já havia se aposentado em 1998 e viu pela TV o Brasil perder a final por 3 a 0 na primeira conquista mundial dos franceses. Em 2006, novamente nas quartas de final, derrota por 1 a 0 e mais uma amarga eliminação. Em 2001, o Brasil foi eliminado na semifinal da Copa das Confederações pelos franceses. Na história são 16 jogos, entre partidas oficiais e amistosas, com sete vitórias do Brasil, cinco da França e quatro empates.
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